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Acelere e se emocione com Senna, o filme

09 de novembro de 2010 49


Se você tem um respeitável lado emotivo, capaz de chorar ou de ficar com ardências na garganta ao ouvir Paul McCartney cantar Here Today, em homenagem a John Lennon, ou Something, para lembrar de George, outro amigo dos tempos de Beatles.
Ou se é um daqueles tantos brasileiros que seguravam o sono nas madrugadas ou acordavam cedo no domingo para não perder um minuto das corridas de Ayrton Senna e depois se emocionar ao ouvir o Hino da Vitória, prepare-se para uma forte emoção a partir de sexta-feira, quando estreia nos cinemas de Porto Alegre o documentário Senna (veja o trailer logo abaixo) , sobre a vida do maior piloto de todos os tempos. O filme foi apresentado em sessão especal para a imprensa na última segunda-feira.
Leve um bom lenço quando for ao cinema porque será difícil controlar o choro ou a emoção ao ver depoimentos inéditos do campeão, sua vida em família e nos bastidores, e, principalmente, a forma como chegava às vitórias. Só um ser superior poderia vencer uma corrida, por exemplo, tendo apenas a sexta marcha – ou seja, teve de manter a velocidade e fazer as curvas usando apenas os freios, como nos tempos de kart.
Dirigido pelo britânico Asif Kapadia, com roteiro de Manish Pandey, distribuído pela Paramount Pictures, o documentário teve produção da britânica Working Title, que foi buscar autorização da família Senna e do inglês Bernie Ecclestone, o dono da categoria.
Além de pesquisar nos bancos de imagens tradicionais, de buscar os arquivos da imprensa, Kapadia contou com o acervo da família e da própria Fórmula-1. O documentário não tem imagens inéditas, nem declarações exclusivas, mas revela conversas e encontros de bastidores que ajudam a entender melhor a personalidade de Senna.
Este é o segredo do filme. Aos poucos, Kapadia vai construindo na tela a personalidade de Senna, um homem vocacionado para a vitória. Em certo momento, ele lembra que esquecia logo a derrota porque já pensava na próxima corrida, na outra, na seguinte, na quinta. Para ele, a obsessão era buscar a vitória – e foi isso que o levou à morte em Ímola, dia 1º de maio de 1994.
No meio daquele fim de semana tumultuado de abril/maio de 1994, aturdido pelos acidentes e pela insegurança provocada por sua Williams, ele ouviu o médico da categoria e seu amigo Sid Watkins propor a aposentadoria. Os dois iriam pescar. Senna olhou e respondeu:
- Ainda não estou preparado para isso.
Foi assim toda sua vida, desde os primeiros tempos de kart e na Inglaterra. Foi o momento mais feliz de sua carreira porque não havia politicagem nem os poderosos interesses financeiros da Fórmula-1, um ambiente de traições.
É a grande surpresa do documentário. Ele revela um Senna firme também nos bastidores e não apenas na pista. Este lado, da competição, é bem conhecido de seus admiradores, mas o Senna das reuniões e confrontos com dirigentes da Fia e os próprios pilotos aparece claramente com as imagens do documentário.
Ali está um Senna sugerindo mudanças para melhorar a segurança dos pilotos, em certo momento. Em outro, encarando os poderosos dirigentes da Fia ao ter a vitória de 1989 no Japão anulada por uma interpretação de regulamento. No ano seguinte, abandonando uma reunião ao ver que tudo aquilo que defendera em 1989 – e que fora recusado para favocerer Alan Prost – estava sendo agora proposto por outros pilotos, especialmente Nelson Piquet, e aceito pelo mesmo Jean-Marie Ballestre que o prejudicara na decisão do Japão. Senna deixou a reunião protestando e acusando.
É um Senna que desmoraliza o supercampeão Jackie Stewart durante entrevista, quando os acidentes do brasileiro entram na discussão. Senna pergunta então se Stewart esqueceu que um piloto deve sempre lutar pela vitória – e silencia o campeão escocês. É também o homem permamentemente preocupado com questões sociais.
É um Senna que merece ser visto.
Você vai recordar daquelas manhãs inesquecíveis de domingos. O dia em que a bordo de uma precária Toleman ele só não teve a vitória homologada diante de Prost, em Mônaco, porque a direção da prova ajudou o francês. Verá vitórias impossíveis, como aquela em que saiu de um 16º para chegar ao fim com o título, ou a do Brasil, quando o cãmbio de sua McLaren trancou a seis voltas do fim, obrigando-o a pilotar só com a sexta marcha.
O filme estreia sexta-feira. Não deixe de ir ao cinema – e leve um lenço.
Assista agora ao trailer de Senna:



Comentários (49)

  • cESAR diz: 9 de novembro de 2010

    Realmente não sou de ter ídolos. Não consigo idolatrar pessoas que mostram facetas de uma personalidade que desconheço. Normalmente são esteriótipos.

    CONTUDO, se tive e tenho alguém para admirar, foi SENNA! Um homem de caráter e um BRASILEIRO que deixou para nosso país uma imagem e exemplos POSITIVOS , com VALORES não mais observados atualmente!

    Não me envergonho de chorar! Chorei quando o homem SENNA nos deixou tragicamente! Não só pela tragédia de seu acidente, mas por saber que o mundo perdia uma REFERENCIA de caráter inigualável !

    Sou saudosista, sim! Quem não tem saudades do que é bom e não se encontra mais ?? Lamento que a atual geração não possa ver o CAMPEÃO nas manhãs de domingo e sentir uma mistura de sentimentos difíceis de explicar. Mas ficou o orgulho acima de tudo!

    Dificil pensar em futebol e seus ATLETAS PROFISSIONAIS com seriedade para quem conheceu SENNA na telinha!

    Vou ver o filme com certeza! Mas asseguro que ele é um tapa na cara desta situação atual dos esportes ,resolvidos em gabinetes ,e de falta de valores pessoais das pessoas envolvidas!

    Viveros, por pouco tempo mais, a era do “subprime” ! Talvez nem SENNA conseguisse brilhar nos dias atuais!

    Que Deus te guarde e te recompense pelas alegrias que destes a tantas pessoas !
    Teus feitos estão gravados nos anais da história humana ! SENNA não precisa estar vivo para brilhar!
    Ele é eterno pelas suas façanhas!

    BRASILLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL…..!!!!

  • luiz fernando diz: 9 de novembro de 2010

    O melhor dos melhores!!!
    Vai demorar muito tempo para aparecer um piloto brasileiro do nivel do AIRTON SENNA do BRASIL

  • alberto miranda diz: 9 de novembro de 2010

    ‘Oscar 2012′ nele! Esse sim, o grande e autêntico “Filho do Brasil”.

  • FILIPE FEIJÓ diz: 9 de novembro de 2010

    Imperdível! O trailer já é demais!

    Estarei lá!

  • Luicano diz: 9 de novembro de 2010

    Desde a primeira matéria que vi na internet que seria realizado um filme (documentário) sobre o Senna, fiquei arrepiado..a cada matéria que leio, cada comentário que vejo, meus olhos ficam transbordando de lágrimas…não consigo entender isso, mas talvez seja por ter acompanhado desde que me lembro por gente as emocionantes corridas dele..Apesar de ser apaixonado por futebol, meu maior ídolo sempre foi o Senna…no dia em que ele morreu eu não acordei como de costume para ver a corrida…acordei depois do horário, chateado, nem sei porque…quando minha mãe me olhou, me falou que o Senna tinha sofrido um acidente e “parece” que tinha morrido, eu não entendi..liguei a tv…e passei o dia inteiro entre ida ao quarto para chorar e a frente da tv, para tentar receber uma notício do tipo: “Não, Senna não morreu, ele vai se recuperar, está em tratamento….” Mas nada disso aconteceu, e hoje tantos anos depois, quando vejo um foto dele um livro, ou este filme é inevitável não chorar..como agora…

  • Gabi diz: 9 de novembro de 2010

    Parabéns as pessoas que tiveram a brilhante idéia de homenagear Airton Senna. Uma pessoa que merece respeito não somente por suas vitórias, mas sim pelo seu brilhante carater, humildade, personalidade que estão em falta nos dias de hoje.
    Foi uma grande perda para todos nos com certeza, mas seus ensinamentos ficaram para a eternidade.
    Valeu Senna!!!!!!!!!

  • rodrigo la roque diz: 9 de novembro de 2010

    Explicado em 5 caracteres: …..ÚNICO…..

    IRREPARÁVEL…..SIMPLISMENTE O MAIOR CONJUNTO DE PESSOA E DESPORTISTA…..

  • rafael diz: 9 de novembro de 2010

    Mas mesmo duvidando da capacidade deste cara, vou ver o filme

  • rafael diz: 9 de novembro de 2010

    será que ele era tão diferente assim do que eu vejo hoje na formula 1 ?
    pra mim deve ter sido um barrichello com um pouco de sorte por não ter sido obrigado a ser o 2 piloto.Mas mesmo assim vou ver para tirar a dúvida
    Rafael 14 anos

  • Tiago Nobre diz: 9 de novembro de 2010

    Vale lembrar que o sem-vergonha do Balestre (francês) encerrou a corrida antes para que o Prost ficasse com a vitória. Mas, como a corrida estava antes da metade ainda, Prost ficou com metade dos pontos da vitória, ou seja, 4,5 (na época vitória valia 9) e não com os 6 que teria ficado pelo segundo lugar depois da ultrapassagem de Senna.

    Resumo: final do campeonato, Lauda ganhou o campeonato com 72 pontos contra 71,5 de Prost. Bem feito pro narigudo e pro sacana do Balestre que sempre sacaneou o Senna.

  • Jonas Rafael diz: 9 de novembro de 2010

    Não, obrigado! Eu passo esse filme…

  • Joe diz: 9 de novembro de 2010

    Falar que o Senna era o melhor, é exagero. Façanhas, Prost, lauda, Villeneuve (pai), Piquet, Arnoux e tantos outros também tiveram. O Senna era um deles. No mesmo nível deles. mas não o melhor. Entendo a paixão do jornalista pelo piloto, mas criar essa paixão doentia é em certa parte decorrente da morte do piloto, e em parte dos pésimos anos em que vivemos na F-1.

    Quem acompanhava via, o Senna não sabia perder, não foi todo esse exemplod e esportista (jogou o carro no Prost pra ficar com um título. Se ele fosse tão “nobre” como jornalistas como você o pintam, ele não teria feito aquilo).

    Enfim, é muito barulho…

  • Tiago diz: 9 de novembro de 2010

    Rafael, vou te dar uma análise rápida sobre Senna: ele correu contra Damon Hill, Alain Prost, Nick Lauda, Mikka Hakkinen, Nigel Mansell, Nelson Piquet, Michael Schumacher (bem no início da carreira) entre outros, e foi tri-campeão mundial. Pesquise sobre esses nomes que citei e vc verá a diferença para a Fórmula 1 atual. Em uma análise comparativa que todos fazem com Schumacher, ele correu contra Rubens Barrichello, o seu irmão Ralf, Juan Pablo Montoya, Felipe Massa de Sauber… Me pergunto: contra esses, o Senna seria quantas vezes campeão?

  • Stephan diz: 9 de novembro de 2010

    Obrigado por contar o filme.

  • Fabiano Guedes diz: 9 de novembro de 2010

    Concordo PLENAMENTE com o Alberto Miranda: “Este sim (SENNA) é um autêntico FIlho do Brasil”, e não “aquele” que nos tentaram fazer engolir…(argghhh) !! Senna foi esforçado ! Senna foi incansável !! Senna SEMPRE lembrava das crianças e pessoas desfavorecidas no Brasil !! Sempre Dedicou suas vitórias e títulos ao “Povo Brasileiro”. Senna é, sem dúvida, um exemplo a ser seguido, um exemplo de cidadão, de homem de caráter e acima de tudo um exemplo de luta, de garra…VIVA AYRTON “ETERNO” SENNA !!

  • Mauro Gaúcho diz: 9 de novembro de 2010

    O primeiro comentário (do Cesar) já está perfeito. Porém, ainda assim, quero complementar com minha opinião.

    Eu sou desse tempo. Um jovem com sonhos ainda ardentes e que, enfim, achava alguém a quem admirar, pela audácia, pela franqueza, pela coragem, pela hombridade, pela capacidade humana de se irritar, se emocionar, amar, odiar… tudo isso e muito mais eu via nesse ‘cara’. Eu, que não gostava de corridas automobilísticas nem de idolatrar ninguém, aos 12 anos comecei a acompanhar as corridas, aventuras e desventuras desse herói dos tempos modernos. Alguém que mudava nossa concepção de ‘ser brasileiro’. Um brasileiro ‘que não desiste nunca’, mas que não usava de malandragens e falcatruas para ‘se dar bem’. O que conseguiu foi com empenho, com vontade, com MÉRITOS. Alguém que não tinha a (in)capacidade (i)moral de entregar corridas apenas para agradar seus patrocinadores e diretores. Coisa incomum. Para os dias de hoje, então, estamos tratando de uma abominação moral invertida. Hoje… hoje, nem sei… pois não acompanho mais… mas, quando escuto ou vejo as notícias, só vejo títulos de automobilismo e outros esportes (futebol, por ex.) já projetados, de antemão. Parece que, quando começa um campeonato, todos já estão cientes de suas ‘posições’ na classificação final. Ficam alternando durante o campeonato, apenas para dar ‘emoção’ e parecer real. Mas, algumas coisas são escancaradas e, quando não, alguém deixa escapar por entre os dentes…

    Mas, porém, todavia… esse tempo se foi… Eu estava saindo de ‘serviço de sentinela’ da madrugada (fria!) de 30/abril p/ 01/maio de 1994, na Base Aérea de Canoas (RS) e, ao chegar no hall do alojamento militar, meu colega de serviço no local me contou o ocorrido… SENNA MORREU. Eu duvidei, podem acreditar??? Como esse ‘cara’ poderia ter morrido??? Pô, na única vez que eu não acompanhei sua corrida??? Eu sempre acompanhava… Me inspirava em sua RAÇA, tenacidade, inteligência, capacidade, trabalho. Mas, foi o que me restou: a inspiração de suas qualidades e a transpiração de suas ações. Portanto, a partir do momento que me dei conta disso, percebi que SENNA NÃO HAVIA MORRIDO. Alguém como ele, EXEMPLO para os jovens (e hoje com 36 anos posso pensar nisso calmamente) e ainda para os mais velhos, é ETERNO. Abraços, MM.

  • Gaúcho Colorado de Cambará diz: 9 de novembro de 2010

    Esse sim, merecia um filme hollyoodiano daqueles, não um documentário apenas. Um que misturasse a personalidade do SENNA com a personagem central (‘mocinho’) de um grande filme de aventuras e paixões!!!

  • Mário Júnior diz: 9 de novembro de 2010

    o comentário do amigo Joe se sustenta em um “erro” de Senna por vingança, todos os brasileiros torceram pra ele fazer aquilo, afinal, no anterior Prost fez o mesmíssimo com ele. Senna era mais que um piloto de Fórmula1, era um cidadão, um exemplo, se importava e se orgulhava de ser brasileiro.

    Eu sei e entendo que tem muitos fãs de Nelson Piquet, que de braço era muito bom, mas como pessoa sempre deixou a desejar, esta a grande diferença, Ayrton era um ídolo, Piquet nunca foi, tanto que se fala muito mais do mito Fittipaldi do que do Piquet.

    Eu com certeza verei este filme, e gostaria que os mais jovens que não tíveram a oportunidade de ver o show que Ayrton Senna da Silva dava nas pistas que o façam, sua obsessão pelas vitórias, sempre foram um exemplo, o próprio Mário Marcos citou uma vez que ele parou seu carro para ajudar um colega, ou quando já campeão, permitiu que seu cmpanheiro Gerhard Berger o ultrapassasse na última curva, para vencer a corrida, Berger este que mesmo sendo um bom piloto, nunca até então havia vencido um GP.

    Senna era superior, era diferente, sabia acertar o carro, sabia correr na chuva, brigava por segurança, respeitava os brasileiros, tinha o respeito de toda a nação…. quem não se emociona ao ver vídeos como o da vitória em Interlagos e a invasão da torcida, para comemorar com ele a vitória? a morte de Senna tirou o brilho dos domingos… há 16 anos, os domingos não são mais os mesmo… GRANDES CAMPEÕES TEM MUITOS, AYRTON SENNA DA SILVA, SÓ TEM UM!

  • Joe diz: 9 de novembro de 2010

    “o comentário do amigo Joe se sustenta em um “erro” de Senna por vingança, todos os brasileiros torceram pra ele fazer aquilo, afinal, no anterior Prost fez o mesmíssimo com ele. Senna era mais que um piloto de Fórmula1, era um cidadão, um exemplo, se importava e se orgulhava de ser brasileiro. ”

    Caro blogueiro, o fato de todos os brasileiros terem torcido pro Senna ter feito aquilo não faz disso uma atitude correta. Ele errou sim, foi campeão de forma suja, pois não sabia perder, pois pra ele só importava a vitória. Teria sido INFINITAMENTE mais nobre se ele tivesse vencido “na pista”, e ele tinha TODAS as condiçoes para tanto.

    No ano anterior, a manobra do Prost foi discutível, parecia uma normal disputa de posição, e assim foi encarada por alguns. O Senna, por sua vez, fez algo descarado.

    Agora como você pode dizer que o Piquet ” deixou a desejar como pessoa”? Rapaz, criticar seu temperamento (eu diria autenticidade) é compreensível, mas julgá-lo dessa forma? O Piquet não “via Deus na Pista”, não era camarada de jornalista, não puxava o saco do Galvão Bueno…mas fazia bem o que fazia, e falava o que tinha que falar.

    Triste ver tamanha bitolação neste blog que é um interessante espaço sobre futebol, costumo ler sempre. Agora quando o assunto é F-1…

  • Tiago Nobre diz: 9 de novembro de 2010

    Caro Joe, em primeiro lugar, Piquet não ter visto deus na pista não faz dele um cara melhor ou pior. E realmente, ninguém falou de Piquet aqui, até porque não tem o que discutir. E Piquet não é tão santo quanto tu possa achar, mas isso é outro assunto.

    Sobre o incidente de 1990, é o seguinte:
    Prost tirou o Senna da pista. Senna não só conseguiu voltar pra pista e trocar o bico como também conseguiu ganhar a corrida. Aí o Balestre vem e diz que o Senna foi beneficiado por cortar caminho fora da pista (!!!) e desclassifica ele. Um ano depois, o mesmo Senna crava um tempo infinitamente superior e aí é sacaneado novamente tendo que largar do lado sujo da pista.
    Não há sombra de dúvida de que ele teria conseguido ganhar a corrida se tivesse continuado, mas obviamente ele queria mostrar o descontento. Pode dizer que foi vingança mesmo, tanto que ele anunciou (‘se o Prost me passar na largada ele não passa da primeira curva’). Melhor do que o Prost que se fazia de amiguinho e fez o que fez. Um ano antes ele ganhou da forma limpa que tu disse que ele deveria ter ganhado e teve o título roubado.

  • Matheus diz: 9 de novembro de 2010

    Que trabalho inutil esse de tentar desmerecer a grande obra do Senna enquanto esteve aqui, não gostar ou mesmo não concordar que ele tenha cido o melhor é um direito de cada um, direito pátrio de fazer suas escolhas, mas pagar vale tentando apequenar um trabalho reconhecido no mundo todo como um dos melhores, é vexatorio e vergonhoso!

  • Cristian diz: 9 de novembro de 2010

    Concordo com o Joe, o Senna foi um grande piloto, mas o colocam num status de ‘insuperável” muito por motivo da sua morte. O Piquet tbm venceu 3 campeonatos, mas jamais deu tapinha nas costas do Galvão Bueno, o Prost venceu 4 campeonatos, ou seja, mais que o Senna, sem falar no Schumacher que venceu 7. Ou seja, Senna foi um dos grandes pilotos sim, mas dizer que foi o maior e que jamais terá um igual não é verdade, até pq outros já ganharam mais do que ele. Dai vão dizer que ele não teve tempo, mas nada garante que na Williams ele ganharia, até pq vinha sendo um fiasco naquela temporada de 94…

  • rafael diz: 9 de novembro de 2010

    Conforme afirmei, tenho 14 anos e penso que ninguem pode ser tão sensacional assim. Fui a video locadora e peguei um dvd duplo chamado “Senna the right to win”. Perguntei ao funcionário da locadora se ele estava no mesmo nivel do Barrichello , se o que dizem era verdade.O cara da locadora apenas riu….e balançou a cabeça negativamente .
    Enfim, vi meio hora do Dvd …to sentindo algo meio esquisito…um certo consttrangimento,nao dá pra explicar.Daqui a pouco vou ver mais…não sei explicar é uma experiencia diferente, um outro estilo…sei lá, dificl explicar…uma outra postura( pelo menos no cart), sei lá to conhecendo o estilo dele agora, nao cheguei na fase da F1.
    Como não vi nao posso comparar se ele foi melhor ou mais sortudo que o rubinho.

  • Jonas Rafael diz: 9 de novembro de 2010

    Mário Júnior, antes de mais nada, já que você falou do Piquet deixa eu desmistificar algumas coisas. O exemplo que você ussou do Berger não teve nada demais. O prórpio Piquet fez a mesma coisa anos antes. Em 83, quando já estava com o título assegurado, deixou passar não só o colega Ricardo Patrese, como o Andrea De Cesaris, que nem era da sua equipe, porque podia chegar em terceiro. No caso do Senna, era até uma obrigação, já que em Ímola, quando ele teve problemas no carro o Berger não o passou e ficou segurando o pelotão de trás. E outra: o Berger já tinha vencido sim, sua primeira vitória foi pela benneton em 86, e depois disso ele ganhou mais 3 ou 4 pela Ferrari. Senna era muito bom, mas eu disputo o fato dele ter sido o melhor de todos os tempos e disputo o fato de ter sido melhor do que Piquet como pessoa. A Globo produziu e exacerbou muito dos fatos que circulam por aí. Ele era o grande produto de marketing da platinada. Ayrton tinha uma assessoria de imprensa que filtrava tudo, escolhia pra quem dar entrevistas e proibia determinadas perguntas. Se o sujeito saísse da linha era escanteado, como aconteceu com o irreverente Osmar Santos. Piquet não tinha cartaz porque nunca fez o jogo da grande imprensa, que desde a F-2 preferia Chico Serra. Foi ele quem começou a levar a bandeira do Brasil no pódio e ajudou bastante gente também, mas nunca fez alarde disso.

  • ariane imperador diz: 9 de novembro de 2010

    ayrton senna foi os melhores da fomula1 eu te amo que nem a xuxa

  • Pablo diz: 9 de novembro de 2010

    Não vou deixar de gostar de todas as personalidades que tem a simpatia da “platinada” , fosse assim e detestaria Roberto Carlos, me enojaria do Pele, no minimo teria raiva do Falcão e muito provavelmente apedrejaria o presidente Lula, alem lógico, de repudiar todos os seus inumeros e competentes profissionais e colaboradores, ora por favor, não se pode julgar uma pessoa por ter a simpatia maior ou menor de uma emissora. O que estranha as vezes é a “platinada” estar por tanto tempo no topo do ibope em quase todas as grades de programação, sera que eles tambem manipulam isso? Eu dou graças a Deus todos os dias por existir a “platinada” e por ela me levar até em casa uma programação de qualidade e com profissionalismo, aproveito o que julgo ser interessante e descarto aquilo que não me interessa ou não me agrada, é simples e de facil compreensão. Profissionais da midia são como todos os outros, aqui mesmo temos um exemplo, um radialista Guaibeiro ferrenho, que jurava amores no radio esportivo mudou de emissora, ele continua bom, ele é muito bom, independente de qual emissora esteja, ele é profissional e tem direito de ir trabalhar onde lhe dão melhores condições, este ranço de marcar o cara na peleta por ele procurar o melhor pra si é coisa de gente rançosa ou invejosa.

  • Thiago diz: 9 de novembro de 2010

    Senna foi o maior piloto da história da Fórmula 1!

    Em toda e qualquer enquete: público, especialistas do mundo todo, pilotos do passado e do presente, todas as pesquisas elegem Senna como o maior de todos, o mais arrojado, corajoso, que fazia coisas inacreditáveis pilotando um carro de Fórmula 1.

    Assisto as corridas de F1 desde 1981, num tempo em que existiam pilotos como Lauda, Mansell, Prost e o grande Piquet, muito mais piloto, muito mais braço que qualquer um na atualidade, mas Senna, dentre esntres grandes era o maior, indiscutivelmente!

    Senna foi o maior de todos não pelas vitórias e títulos conquistados, mas pelo seu estilo, pelo Show que dava na pista, pelas ultrapassagens inacreditáveis que fazia de forma corriqueira.

    Schumacher foi um grande piloto, mas foi ajudado por um carro imbatível e um staff de estrategistas (Bronw) e por uma safra de pilotos adversários medíocres. O menos medíocre é o Alonso.

    Senna foi campeão tendo o melhor carro no seu primeiro ano de McLaren, em 1988, mas teve um adversários poderosos dentro da prórpia equipe, pois Prost, por ter gano dois campeoantos (1985 e 1986) se achava “dono” da McLaren.

    Em 1989, Balestre roubou o título do Senna, para dar ao seu protegido Prost.

    Em 1990, Senna ganhou o campeonato quando a Ferrari (Prost) tinha o melhor carro do grid.

    Em 1991, Senna ganhou o campeonato quando a Williams (com Mansell e Patrese) tinha o melhor carro disparado do Grid.

    Em 1992 e 1993 o carro da McLaren era muito ruim, péssimo, mas mesmo assim, Senna conseguiu vitórias consgradoras em Monte Carlo (1992), em Interlagos (1993), em Donington Park (1993), entre outras.

    Para terminar qualquer discussão, em dezembro de 2009, Ayrton Senna foi eleito, por seus próprios pares, o melhor piloto de Fórmula-1 de todos os tempos . A eleição foi organizada pela revista inglesa Autosport, que consultou 217 pilotos que passaram pela F1.

  • Tiago Nobre diz: 9 de novembro de 2010

    Cristian, o motivo pelo qual se fala mais do Senna do que do Piquet não é porque ele dava tapinha nas costas do Galvão (até porque, pra mim, isso é mais um contra do que um pró).
    Senna teve 15 vitórias a mais que o Piquet e o seu recorde de poles bate com folga o dobro das poles do Piquet e só foi batido pelo Schumacher depois de 15 anos de Benneton e Ferrari.
    Então, por mais que o Piquet tenha sido um grande piloto (e eu gosto muito dele), ele não fez em 13 anos na F1 o que o Senna fez em 9.

    Sobre o Prost, ele ganhou um campeonato em virada de mesa, era um baita dum puxa-saco dos poderosos da F1, não corria absolutamente NADA na chuva e, apesar de grande piloto, era um completo boçal fora da pista.

    Bom… Schumacher eu não vou nem comentar nada né? Ele mesmo admite que Senna foi o melhor, e nenhum dos alemães ‘filhos’ dele na F1 considera ele melhor que o Senna. Ele NUNCA teve um carro ruim, apesar de muita gente erroneamente achar que a Benneton de 92 era um carro ruim.

    Fangio, que sem dúvidas nenhuma é um dos maiores de todos os tempos, dizia que Senna era melhor que ele. E bom… quem somos nós pra discutir com o gênio Fangio?

    Só pra completar, eu não sou muito de achar que um piloto seja o melhor de todos os tempos, mas no seu tempo, Senna foi maior do que qualquer outro. Assim como Jim Clark (que é muitas vezes considerado o melhor de todos os tempos e foi o grande responsável pelo nascimento da lenda Jackie Stewart) e Fangio em suas respectivas eras.

  • Renata diz: 9 de novembro de 2010

    Se o Blog é do MÁRIO MARCOS, ele tem TODO O DIREITO de dar a sua opinião. Tb acho q o Senna foi o melhor no tempo dele (e até hj não vi ninguém que pilotasse como ele) e como mtos outros, as corridas para mim tb perderam a graça.
    Obrigada pela dica Mário. Esse será um filme para relembrar saudosos domingos!!!
    Abraços!!

  • Mário Júnior diz: 9 de novembro de 2010

    querem me convencer que o Senna é produto da mídia por ser amigo de Galvão Bueno/redeglobo? vocês estão de sacanagem…

    1) Não era Galvão Bueno nem a mídia que reinava nas pistas com um caarro equivalente a uma Renault desse ano

    2) Não é o Galvão Bueno/redeglobo que está produzindo um filme sobre ele, inclusive a empresa idealizadora nem brasileira é

    3) Schumacher chorou ao bater o recorde de pole position do mito!

    4) O Galvão Bueno não é piloto e não foi ele que votou ano passado sobre quem foi o melhor piloto de todos os tempos, onde Senna foi o mais votado

    5) não foi só a morte trágica dele que o mitificou, ou do contrário Gilles Villeneuve também teria o reconhecimento que Senna teve, o que não ocorreu.

    e posso ter me expressado mal sobre a pessoa Nelson Piquet, mas que ele não tinha caráter dentro das pistas isto todo mundo sabia!

    e eu já imaginava, Piquezetes adoram criticar o maior de todos… hehehehe
    ps: não me confundam com o nobre blogueiro!

  • Matheus diz: 10 de novembro de 2010

    O QUE MAIS MACHUCA AINDA É A CENA ONDE ELE INICIA O CONTORNO DA TAMBURELLO, PORQUE ATÉ HOJE ELA NÃO TERMINOU, ATÉ HOJE ESPERAMOS POR ELE NO FINAL DAQUELA MALDITA CURVA.

    ESTE CIDADÃO ERA UM IDOLO ALEM DAS PISTAS, DAI PORQUE PODEMOS ENTENDER A DIFICULDADE DE ENTENDIMENTO DE CERTOS INDIVIDUOS DA IMPORTANCIA DO AYRTON, PESSOALMENTE ACREDITO QUE, ASSIM COMO GETULIO VARGAS, ELE “SAIU DA VIDA PARA ENTRAR PARA A HISTÓRIA”

  • Joe diz: 10 de novembro de 2010

    Caro Tiago Nobre, o Senna só conseguiu ser tricampeão guiando o melhor carro (seu unico concorrente era o Prost).

    Por quê ele não foi campeão com a Lotus, assim como o Piquet foi Bi com aquele lixo de Brabham?

    Pense nisso.

  • Joe diz: 10 de novembro de 2010

    Tiago Nobre, lembre que o Senna só conseguiu ser tricampeão pilotando o melhor carro. Por que não foi campeão com a Lotus, assim como o Piquet foi Bi com aquele lixod e Brabham? Se teus números são critério, o Schumacher foi infinitamente superior ao Senna.

    Mario Junior, infelizmente o Villeneuve não teve tempo de conquistar um campeonato, mas fez história na F1, como o duelo com Arnoux em Le Mans, ou a volta em que correu com a asa do carro na sua frente…ou ainda a que correu sem um pneu. Não critiquei o Senna, exceto pelo fato da prova em que jogou o carro no Prost. Como piloto, ele era realmente ótimo. O problema das Sennetes é que não se pode falar um “A” do cara, porque ele é um Deus ou algo assim. Para eles, a HUMILHADA do Piquet pra cima do chorão em Hungaroring nunca existiu e foi uma montagem de Hollywood.

    Mario Marcos, o Senna não ajudou sozinho a melhorar as condições de segurança na F-1, mas o Piquet inventou sozinho coisas como coloar uma lona preta nos pneus afim de aquece-los antes das corridas (o que passou a ser copiado e virou acessório).

    O mito sobre o Senna está ligado à sua morte, ainda no auge. Reitero: Prost, Piquet, Lauda, nenhum desses devia alguma coisa ao Senna.

  • Joe diz: 10 de novembro de 2010

    Tem uma história do Reginaldo Leme, em um dia em que ele sugeriou haver uma superiroidade do Prost sobre o Senna. Ele falou isso no ar, e por pouco não foi demitido por isso. Demitido pelo Galvão Bueno…

  • Jonas Rafael diz: 10 de novembro de 2010

    Vamos lá de novo então:
    Quando eu disse que ele era “produto” não quis dizer que foi fabricado, mas que era um artigo de venda de primeira isso era. A Globo e o Galvão sempre foram ufanistas e isso não tem nada de errado até certo ponto. O problema é quando personificam a coisa toda e mistificam. Quer um outro exemplo? Na Copa de 94, quando o Branco fez o gol que salvou a seleção contra a Holanda, tentaram vender que o lance de gênio foi do Romário, porque ele sai frente da bola e “engana” o goleiro. Por essas e outras, graças a Globo, tem muita gente que acha que o Romário ganhou sozinho aquela Copa. Também quando perdemos sempre tem um Cristo, como o Felipe Melo esse ano (a despeito de ser tosco é injusto culpar ele exclusivamnte pelo fracasso).
    Sobre o Senna, o cara era muito bom, mas dizer que ele pegava qualquer carro e andava mais que os outro é distorção causada pelo fato de que seus acertos eram louvados e alçados aos feitos de mito. Seus erros eram ignorados ou sempre tinham uma desculpa plausível pronta para justificá-los.
    Tiago, é verdade, os números de Senna foram superiores aos de Piquet. Só que ele JÁ gozava de cartaz igual na Globo ainda em 87, quando não havia ainda conquistado um título mundial. E dizer que ele teve um carro em condições iguais aos da Renault nesse ano é dose. Quando foi isso? Nos seus anos de McLaren sempre teve ao menos o segundo melhor carro. E quase sempre teve o motor mais potente, numa época em que não havia paradas obrigatórias no boxes. Ele tinha duas características que casaram bem com a época em que correu: sabia tirar o melhor do carro numa ÚNICA volta rápida e se especializou na arte de não ser ultrapassado, e para isso chegava muito perto do que se pode chamar de jogo sujo (como por exemplo frear forte antes da reta pra impedir o piloto atrás de entrar colado – quando o Mansell fez isso com ele na Austrália em 92 o brasileiro entrou de cheio na traseira do inglês).
    O que sempre me repeliu mais foi a forma como se apresentava. Tudo na sua fala era meticulosamente pensado, tudo era muito artificial e calculado, até seus relacionamentos amorosos pareciam de conveniência. Isso pra mim é intragável, não tenho como gostar de alguém assim.
    No fim pra mim se trata de separar a realidade da lenda. Grande piloto ou Deus das pistas? são duas coisas semelhantes e ao mesmo tempo muito diferentes. Cada um que compre o produto com a embalagem que quiser.

  • Tiago diz: 10 de novembro de 2010

    Primeiro vem um que mal saiu das fraldas e quer comparar o Senna com o Rubinho (Rafael), dps vem um dizer que o Piquet foi tão bom quanto ele (Joe), sendo que Piquet votou em Senna como o melhor ‘-’, e outra coisa: ANTES do Senna, Prost ganhou 3 campeonatos; COM o Senna, só tirando ele da corrida, sendo que tinha carro melhor.

  • Tiago Nobre diz: 10 de novembro de 2010

    Joe,
    obviamente tu não entendeu o que eu quis dizer quando falei de números. O que eu estou dizendo é que para o mesmo espaço de tempo, Senna fez mais que Piquet, por vezes com carros muito piores. Schumacher eu me recuso a entrar no mérito da coisa. Me diz UM carro ruim do Schumacher… ele SEMPRE dirigiu carros bons, inclusive a Benneton de 92 que foi um carro desenvolvido pelo próprio Piquet, gênio da mecânica automotiva.
    Mas sobre a Brabham ser um lixo, aí tu tem que estar brincando comigo né? Só pode…

    Jonas,
    Em 1988, Senna estava com o melhor carro da temporada. MP4/4 não há o que discutir. Mas a Williams que ele bateu em 1991 é considerada a maior obra de engenharia automobilística na F1. É o carro mais avançado eletronicamente já desenvolvido. O carro era TÃO bom, mas TÃO bom que em 1992 a Williams preferiu usar o mesmo carro de 1991 por este ser superior que o desenvolvido para 92. Até hoje o carro é usado como exemplo de engenharia. Então, em 1991, não há sombra de dúvidas de que Senna foi muito além das capacidades do seu carro.
    Mas olha o que ele fez com uma Toleman em 84? Ouça uma narração em inglês da corrida de Mônaco de 1984 e tu vais ver que não é só o mala do Galvão que mitificava o Senna já antes de sua morte.
    As Lotus de 85, 86 e 87 eram carros de meio pelotão e ele conseguiu bater muitos pilotos com carros infinitamente superiores.

    Sobre Senna pessoalmente, tudo bem, nisso não há discussão. Cada um, cada um. Eu inclusive gosto muito do Piquet fora das pistas pela personalidade forte dele. (convenhamos, não há nada como ele falando do Mansell… hehe)

  • Jonas Rafael diz: 10 de novembro de 2010

    Bom, eu discordo de você sobre as Lotus de 85-87 (até 87 já tava meio em queda, mas em 86 o que atrapalhava mesmo era o consumo do motor Renault). A Benneton de 92 não era melhor que aquelas Lotus. E nem as Ferrari que Schumacher pegou nos dois primeiros anos que foi pra lá.
    A Williams de 91 era mesmo muito boa, só que demorou a ser confiável. Quebrou muito, principalmente nas primeiras provas do ano. E depois a equipe demorou a favorecer o Mansell como primeiro piloto. A de 92 era absolutamente igual, mas a Renault fez um canhão de motor, muito mais potente que o de 91.

  • Blog do Editor » Arquivo » Airton Senna, por Mário Marcos diz: 11 de novembro de 2010

    [...] Clique aqui e leia o comentário completo de Mario Marcos no blog do jornalista. var a2a_config = a2a_config || {}; a2a_localize = { Share: "Compartilhar", Save: "Salvar", Subscribe: "Inscrever", Email: "E-mail", Bookmark: "Favoritos", ShowAll: "Mostrar tudo", ShowLess: "Mostrar menos", FindServices: "Procurar serviço(s)", FindAnyServiceToAddTo: "Encontrar rapidamente qualquer serviço para", PoweredBy: "Serviço fornecido por", ShareViaEmail: "Compartilhar por e-mail", SubscribeViaEmail: "Inscrever por e-mail", BookmarkInYourBrowser: "Adicionar aos favoritos", BookmarkInstructions: "Pressione Ctrl+D ou ⌘+D para adicionar esta página aos favoritos", AddToYourFavorites: "Adicionar a favoritos", SendFromWebOrProgram: "Enviar de qualquer e-mail ou programa de e-mail", EmailProgram: "Programa de e-mail" }; a2a_config.linkname="Airton Senna, por Mário Marcos"; a2a_config.linkurl="http://wp.clicrbs.com.br/editor/2010/11/11/airton-senna-por-mario-marcos/"; [...]

  • Maurício Gaúcho diz: 11 de novembro de 2010

    PelamordeDeus! Os caras vão ficar nessa lenga-lenga… quem gostava do cara, olhe o filme; quem não gostava, não olhe… ‘tem gosto para tudo no mundo’, já dizia aquela velha comendo ranho…

  • Mércia Corrêa diz: 12 de novembro de 2010

    Para lembrar de Senna, basta fechar os olhos e deixar falar o coração!
    Este é um sentimento que fã realmente entende, não precisamos saber quem era o melhor, isto é uma questão de ponto de vista.
    O importante é valorizar o documentário que nos faz “voltar no tempo”, e relembrar as grandes emoções das manhãs de domingo.
    Parabéns, pela iniciativa!!!!

  • kamelia diz: 13 de novembro de 2010

    EU VI O FILME ONTEM, ELE FOI PARA MIM MUITO REVELADOR, EU VI O LADO TRISTE E TENSO DE SENNA, VIVIA A VIDA SOB PRESSÃO, TINHA UM CÁRÁTER MUITO SENSÍVEL E NÃO CONCORDA COM TODA FRIEZA DO MUNDO DA FÓRMULA 1, ERA MUITO INCOMODADO COM O CINISMO DE ALAN PROST,QUE O PROVOCAVA O TEMPO TODO. NÃO VI MUITA FELIICIDADE NA VIDA DE SENNA. ELE FEZ UM PACTO VORÁZ COM A VITÓRIA E ACABOU PERDENDO A VIDA POR ELA. E É DÍFICIL PARA MIM ACEITAR QUE MEU MAIOR ÌDOLO ERA TAMBÉM UM TANTO IMPRUDENTE ,SE PODE VER CLARAMENTE NO DOCUMENTÁRIO.

  • Sergio W diz: 13 de novembro de 2010

    Hahaha Schumaquer?? Alonso?? Räikkönen ?? esses são pilotos de video-game, não ha comparação com a geração de Prost, Senna, Piquet, Mansel e tantos outros… tem muito cara escrevendo merda aqui, porque só conhece a formula 1 da era Schumaquer ou gosta de ser do contra….só quem acompanha e assistiu a formula 1 da decada de 80 pra cá sabe que o Senna correu infinitamente melhor que qualquer outro piloto da historia e Prost era mais piloto que o Shumaquer, o alemão só ganhou 7 titulos porque teve o melhor carro da fomula 1 por oito anos seguidos sem ninguem para competir e ainda precisando da ajuda do Barrichelo, que alem de dar passagem preparava a ferrari para o chucrute guiar. Pra não dizer que é fanatismo vejam a revista Autosport de outubro de 2009 onde Senna foi eleito o melhor piloto da historia da F1 obtendo votos de quem realmente entende de formula 1 cerca de 217 pilotos e ex-pilotos que correram de F1 incluindo o Schumaquer pondo ponto final nessa historia. Agora essa discusão sempre vai existir por preferencia das pessoas, gosto e torcida por um ou outro piloto, porque pela analise critica de quem realmente entende de automobilismo esta sacramentado quem foi o melhor da historia.

  • Jaque diz: 14 de novembro de 2010

    Realmente gosto não se discute.

    Pra mim, nunca mais a F1 teve a mesma empolgação, entrega e talento como na época em que os carros não eram 99,9% tecnológicos. E isso não tem nada a ver com o fato do Ayrton ter falecido pilotando. Para seus fãs, ele era a personificação da entrega e orgulho pelo trabalho bem realizado e por representar com tanto carinho o seu país, mesmo sendo uma nação com tantos problemas. Trata-se de ídolo indiscutível dos entendidos, praticantes e fãs de todo o mundo e suas escolhas erradas apenas o fazem HUMANO. E quem de nós é perfeito pra exigir perfeição de alguém?

    Gosto do Rubinho como pessoa, mas compará-lo ao Ayrton é um heresia, uma prova de quem não viu as provas de Senna e os shows que nos apresentou numa época, como já disse, em que exigia-se competência do piloto, trocas de marcha como nos carros a passeio, por exemplo, e não quase que totalmente das tecnologias da máquina pilotada. É como dizer que Federer, tenista, tem sorte em acertar seus golpes… Céus…

    Ayrton foi um gênio, é um ídolo, está na lista dos grandes pilotos de todos os tempos. Depois que ele faleceu, fiquei cerca de 5 anos sem sequer ter interesse em corridas, pois inacreditável era como ele, sozinho, era a garantia da “graça”, do coração, desse esporte naquela época. E ainda não apareceu outro sequer parecido… Mas pra entender e gostar, há que se envolver, ter coração e dar tudo de si naquele que se ama e isso não é todo mundo que tem a sorte de sentir.

  • José diz: 24 de novembro de 2010

    Pra quem não viu o Senna pilotando, basta procurar no youtube, existem diversos videos sobre ele.
    Assisti ao filme e recomendo, mas para os fãs, se preparem para a emoção. A saudade só aumenta….
    Interessante que alguns contestem o brilhantismo do Senna, mas todas as pesquisas feitas até hoje com especialistas e inclusive com pilotos, o apontam como o melhor piloto de todos os tempos, disparado! E lá, não tem Globo pra ficar bajulando…
    Ah, e tem mais, quem explica o fenômeno que era o Senna quando visitava o Japão??? Lá também não tem Globo! E o cara simplesmente era tratado como a maior estrela que existisse!
    Acho que as pessoas têm que parar de procurar defeitos nos outros para enaltecer seu próprio ídolo. Ninguém contesta os feitos de Piquet, Emerson, quem for… mas acredito que não tem como comparar… só dou dois exemplos a serem lembrados. Toleman em Mônaco e a Mc Laren em 93 em Donington Park. Veja se existe, ou existiu algum piloto com a habilidade e técnica pra guiar um F1, bem inferior aos rivais, na chuva como ele!

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