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Luigi, um ex-ponteiro, assume o Inter

03 de janeiro de 2011 1

Aos 51 anos, o empresário Giovanni Luigi assume nesta segunda-feira, oficialmente, o comando do Inter. Como poucos, ele pode dizer que cumpriu todas as etapas, da base ao topo. No fim dos anos 60, Luigi era um esforçado ponta-esquerda das categorias de base do clube, ainda nos Eucaliptos. Passou pelo infantil, chegou ao infanto-juvenil, viu seus maiores ídolos da época de perto, mas percebeu cedo que teria de tomar novo rumo na vida - no futebol de campo, não dava.

Virou torcedor, mais tarde conselheiro, chegou aos cargos diretivos, passou pelo futebol e hoje está no comando de um dos clubes mais importantes do continente. Uma conquista e tanto para aquele infantil que no fim dos treinos da base corria até o campo principal para ver, da tela, os profissionais treinarem com Daltro Menezes.

Luigi assume com algums ideias bem consolidadas, conforme deixou claro nas entrevistas do fim de semana:

Clube x time

"Uma equipe forte ajuda a gestão. Tenho convicção de que tudo depende do futebol mostrado em campo. Se o time é forte, consegue vitórias, o trabalho da direção fica facilitado".

O saldo do ano

"O Inter tem um grupo muito forte. Temos que fazer um balanço do ano. Houve aquele acidente contra o Mazembe, mas se a gente fizer o balanço da temporada verá que o saldo do clube é positivo".

Os reforços

"Qualquer reforço que for contratado terá de ter qualidade superior para chegar e reforçar o time. Não será preciso comprar por comprar. Vamos ob servar com cuidado as categorias de base. Há muita qualidade, por exemplo, no time B, que vai disputar o Gauchão".

O time sub-23

"O Campeonato Gaúcho será uma grande chance de se observar os jovens jogadores. Sempre é muito difícil para uma revelação conseguir espaço em um time consolidado como o Inter. O processo é muito demorado. Mas com o Gauchão, muitos destes jogadores terão uma excelente chance de mostrar seu futebol, de serem observados e confirmarem se podem ou não entrar na equipe principal".

A política das vendas

"O Inter ainda tem um déficit substancial. O grande objetivo do clube é chegar aos tempos em que a despesa será menor do que a receita. Estamos no caminho, mas enquanto não chegarmos lá a política de vender jogadores a cada ano será mantida. Até porque quando o euro entra na discussão é complicado resistir, o próprio jogador força. O que mudou foi a forma de negociação. Lembro quando o clube vendeu o Diogo Rincón. O clube do Exterior chegou aqui, pagou o valor da multa e levou, sem discussão. De uns tempos para cá, houve novos termos. O Sandro é um bom exemplo. Ele foi vendido em janeiro, mas o Inter só o liberou depois da Libertadores".



Uma resposta para “Luigi, um ex-ponteiro, assume o Inter”

  1. Jose Carlos diz:

    infelizmente,nao foi acidentecontra omazembe,era uma trgedia anunciada.faltou vestiario voz de comando deixar de jogar o brasileiro,perder o ritimo etc e tal.tiago neves esta por ai desde a saida do alex nao temos um atacante deprogressao e chute violento.a soluçao esta aí na cara do sigman,mas infelizmentenao enxerga um palmo;luigi faz alguma coisapor favor naodestruam o trabalho efetivado ate agora.ja dormiram no ponto para o mundial,olha a inadimplencia, se facilitarem bvai chegar a 50% vamos de tiago neves e nao de tiago ribeiro como estao falando abram os olhos.nos estamos parecendouma direçaode olhos fechados. acordem por favor

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