Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts de fevereiro 2008

Exlcusivo: We are the Paraíso!!!

29 de fevereiro de 2008 1


Professor Pascale, do blog Perrysland, acaba de confirmar e eis o cartaz que não me deixa mentir… Mas como diria aquele sábio guia turístico lá de Itajaí: %22olha, se eu te falar a verdade, vou tá te mintindu%22. Mas eis que sire Bob Geldolf se sensibilizou com a causa do município catarinense de Paraíso e idealizou um megafestival em prol do desenvolimento da cidade. Gun%27s%27n Rose, Tina Tuner, Gang 90, Stevie Wonder, Green Day, Aerosmith, Phil Collins e, para o encerramento apoteótico, Pradise Lost. Porque o mundo é lindo, o limão é galego e o Paraíso a gente faz aqui na terra, já dizia a minhoca. Anotem aí dia 9 de janeiro de 2009!

Postado por Marcos

Bookmark and Share

Quebramos o house!!!!

29 de fevereiro de 2008 1


Salve, como os chapas devem ter lido na entrevista com o Alexandre Matias no post abaixo, uma das sacadas da festa Gente Bonita, Clima de Paquera é a seleção de mashups que o jornalista/Dj/vidente destila durante o seu set ao lado do também pesquisador Luciano Kalatala. Como o próprio Matias conceitua %22mashup é um tipo de remix que junta duas músicas diferentes num mesmo espaço – o vocal de uma com o instrumental de outra. Mas não vamos ouvir só mashup. O truque é que se duas músicas completamente opostas – como Michael Jackson e Eminem ou Madonna e Pixies%22. Aliás, este gênero está no centro de outra polêmica envolvendo o universo digital, que é o dos direitos autorais. Na sua última passagem pela Ilha, perguntamos o megaDJ Fatboy Slim o que ele achava dos mashups, ao qual disse que curte, mas ponderou (no exato momento em que um odor ardido, tipo um mashup de enxofre com amônia tomava conta do ambiente) com um indisfarçável sorriso amarelo %22que nem todos são bons%22 (???). Talvez uma da obras mais proeminentes envolvendo esta técnica seja o Gray Album, produzido pelo DJ Danger Mouse (do Gnarls Barkley), que juntou o White Album, dos Beatles, com o Black Album do rapper Jay-Z.

Outro emblemático projeto desta cena é Girl Talk, do produtor norte-americano Greg Gillis, talvez a atração mais insana que passou pela última edição do TIM Festival. Uma verdadeira fúria sonora, fruto de um trabalho quase artesanal ao reunir trechos de canções variadas, mas neste caso com um encadeamento de batidas eletrônicas que até dá um tapeada boa se comparado a outras iniciativas mais cruas ainda. Abaixo, reproduzo alguns mashups para vocês conferirem que o bagulho é realmente muito louco! E na rede há uma verdadeiro cardume de blogs e sites promovendo o gênero…

99 Problems (Grey Album)

Britney Spears & Linkin Park - Faint-Toxic (Mash Up)

Girl Talk – Hold Up

MashUp (Roberto/Cartolas) – Acusações Baratas

Postado por Marcos

Bookmark and Share

Fala Matias!!!!

29 de fevereiro de 2008 0

Eis a entrevista com o jornalista, DJ, blogueiro, tradutor e oráculo das amenidades pop Alexandre Matias, nosso convidado do projeto Lero-Lero Musical, que conversará conosco neste sábado, às 19h, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi. A convergência entre tecnologia e música é um dos assuntos que o chapa adiantou na entrevista publicada na minha coluna Contracapa de hoje, mas que disponibilizo na íntegra aqui. O cara manja, será um excelente papo, ainda mais que depois ele, juntamente com o parceiro de carrapetas, Luciano Kalatalo, pilotam a estréia da festa Gente Bonita, Clima de Paquera lá no Drakkar Fusion.

Mas não esqueçam também que o Matias estará conversando com os internautas no chat promovido pelo Diario.com a partir das 17h deste sábado. É só clicar aqui e participar.

Abaixo, Matias abre o jogo e solta a boiada!

Contracapa _ Com a difusão da música digital percebe-se que um grande cenário se descortinou para às bandas independentes, mas pelo menos aqui no Brasil, as rádios ainda se mostram um tanto quanto restritivas quanto a possibilidade de incorporar este universo à sua programação, restringido-se  às recomendações das gravadoras. Seria corre presumir que as rádios, por conta deste anacronismo, se tornarão dispensáveis, haja vista as possibilidades de divulgação ofertadas pela Internet?
Alexandre Matias _ Acredito que a internet se tornará o novo rádio. Para muitos, ela já é. E, como no caso da crise do disco, a culpa é das próprias rádios, que hoje soam cada vez mais formulaicas e parecidas entre si. Essa mesma falta de visão de longo prazo que apressou a morte do CD também mudará o cenário dos rádios e das TVs.

Contra _ O futuro da rádio está na Internet? Até que seria uma possibilidade interessante, pois neste caso, você não necessita do %22cabresto%22 da concessão pública! O que você acha?
Matias _ Acho que sim. A gente esquece que o Brasil tem 120 milhões de linhas de telefone celular e esses aparelhos estão cada vez mais com cara de computador. Em 2008, veremos o primeiro passo da troca de dispositivos _  sai o computador de mesa e entra o computador móvel, que pode ser o celular. Aí é questão de saber como fazer o público brasileiro ouvir rádio no celular.

Contra _ Pois é, é fato que a internet facilitou muito o poder de fogo das bandas independentes e iniciantes no que diz respeito à promoção e difusão. Mas como tornar esta ferramenta digital também lucrativa para os artistas? É possível mesmo ganhar dinheiro vendendo músicas pela web?
Matias _ Essa é a pergunta da hora. Por enquanto, a resposta diz que é possível ganhar dinheiro vendendo MP3 pela internet, mas não vai ser nem de longe a principal renda do artista. Mas isso tudo pode mudar.

Contra _ Em princípio era o Napster, depois vieram os torrents e, nessa brincadeira, o segmento de compartilhamento de arquivos caminha para aonde?
Matias _ Para o fim do download. O YouTube é uma prova de que você não precisa mais baixar as coisas no seu computador – basta entrar no site e assistir o quanto quiser. Com conexões cada vez mais rápidas e HDs cada vez mais potentes, hoje em dia você acha qualquer música que quiser em questão de minutos, a partir de qualquer computador. Quando inventarem algo que substitua essa pirataria ainda considerada ilegal por um serviço de assinatura de conteúdo, como a TV a cabo, não tem porque você carregar um monte de gigas de MP3s em seu computador pessoal.

Contra _ Sua festa, Gente Bonita – Clima de Paquera, foi apontada como uma das 10 mais pelo jornal Folha de S. Paulo. Qual é a química?
Matias _ De tudo. O mashup é o gancho da festa, pra quem não sabe, mashup é um tipo de remix que junta duas músicas diferentes num mesmo espaço – o vocal de uma com o instrumental de outra. Mas não vamos ouvir só mashup. O truque é que se duas músicas completamente opostas – como Michael Jackson e Eminem ou Madonna e Pixies – podem ser ouvidas ao mesmo tempo, por que não estender esse conceito todo para a pista inteira? Então a Gente Bonita não é uma festa de rock, nem de música eletrônica, nem de música brasileira, de rap, nem indie, nem black ou de anos 80. A gente toca de tudo – o importante é fazer o povo se divertir e dançar.

Contra _ E por falar em mashup, este gênero também suscita muitas polêmicas, principalmente no que diz respeito aos direitos autorais. Este também não seria um outro dogma fadado à desintegração com a música digital?
Matias _ Desintegração é exagero, mas certamente o direito autoral está passando por mudanças graves – e necessárias. Com a cultura do remix, o conceito de propriedade intelectual está sendo revisto e é possível que vivamos um futuro em que todo mundo pode acrescentar algo a uma música, a um filme, a um programa de TV. A interação do futuro vai ser mais ou menos assim: %22Acho que essa música ficaria melhor se não tivesse esse solo e tivesse uma menina cantando em vez desse cara%22.
Claro que vai levar tempo – mas esse será o entretenimento do futuro.
O espectador quer sugerir, participar – e não apenas ficar assistindo.

Contra _ Para ter o seu respeito, um DJ precisa tocar house?
Matias _ O DJ precisa tocar música boa para dançar. O pior DJ é o cara que toca só músicas desconhecidas do público para se exibir o quanto ele conhece de música – sem se preocupar se o público está gostando ou não. O DJ é um funcionário da noite e sua função é fazer o povo se divertir dançando. Não tem nada a ver com gênero musical.

Postado por Marcos

Bookmark and Share

Paradise is here!!!

28 de fevereiro de 2008 8

Site do governo
 Mashupiei lá do impagável blog do professor Pascale (Perrysland), sobre aqueles municípios que fazem jus ao nome. O homem tá com a gota, mas o mais hilário nisso é que a piada é pronta e quem escreveu foi o próprio Governo do Estado, em seu site (veja a foto).

Sábio Perry, conclui: %22Hum… Peraí, vamos pensar juntos?

- uma das cidades mais pobres do oeste;
- a população migrou para outros locais;
- a Mata Atlântica morreu;
- a água contém agrotóxicos;
- o único turismo só atrai argentinos;
- tem uma ponte que nos une diretamente à Argentina.

Ah, não podiam ter escolhido um nome mais adequado para este lugar, rapaz!%22

Postado por Marcos

Bookmark and Share

Melô da Bulimia

28 de fevereiro de 2008 1

Segundo o editor e blogueiro (Tralalá) Dorva Rezende, isso é que é fome canina!!!

Simian Mobile Disco – Hustler

Postado por Marcos

Bookmark and Share

É hoje! Mas não é bem assim!

28 de fevereiro de 2008 1

Como diria o Mekron... O bom da vida é que vem sempre duas bolachinhas juntas...
A respeito da Zica desta quinta-feira, publicada na minha coluna Contracapa do DC, o sempre atencioso jornalista Ângelo Medeiros, assessor de imprensa do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, faz estes pertinentes esclarecimentos acerca do julgamento da ação indenizatória movida pelo empresário Franco Bruni contra a banda irlandesa U2. Ao contrário do que se imaginava, o martelo não será batido hoje, mas deixo ao nobre jornalista, com seu astuto conhecimento na área, os devidos esclarecimentos:

%22Caro Marquinhos;

A %22Zica%22 do dia merece complementação. É que o processo em questão, que envolve Bono e Bruni, está apenas em sua fase de instrução. Depoimentos preliminares para começar a dar sentido ao caso. Nesta quinta-feira (28/02), por exemplo, ocorre apenas o depoimento do empresário e promotor Franco Bruni. O jornalista Mário Marques, autor da matéria publicada em O Globo e que reproduziu o reclame dos músicos contra Franco, será ouvido pela justiça do Rio de Janeiro, que posteriormente encaminhará o depoimento para Balneário Camboriú. Quando isto ocorrer, em juridiquês fluente, estará cumprida a carta precatória. Já os músicos do U2, por sua vez, serão ouvidos através de carta rogatória instrumento jurídico remetido por um juiz de um país a outro com a solicitação do cumprimento de atos que devam ser praticados em território estrangeiro. Na Europa, este prazo pode levar até dois anos.

Como se vê, muita coisa ainda para acontecer antes do veredicto final.

Entrementes, o frenesi na porta do Fórum de BC, mesmo assim, é grande.

Tem gente, acredite, solicitando cópia da intimação assinada por Bono em pleno aeroporto do Galeão, quando de sua última passagem pelo Brasil, momento em que foi notificado da ação movida por Bruni. Querem emoldurá-la para pendurar na parede. Fã é fã. De resto, parabéns pela coluna e bom trabalho. Atenciosamente;

Ângelo Medeiros

Assessor de Imprensa do TJSC%22

Confira também a acobertura incendiária e aloprada sobre o caso no blog Fancaria..

Postado por Marcos

Bookmark and Share

Pisada forte!

27 de fevereiro de 2008 3


Saudações sonoras! Vou ficar devendo aos caros leitores/internautas as prometidas faixas do novo CD da banda gaúcha Pata de Elefante. Estou com um entreveiro quase insolúvel aqui com o programa Boomp3, o que me impede de postar os arquivos em áudio no momento. Mas logo abaixo da reprodução da minha resenha de hoje, no caderno Variedades, sobre o CD Um olho no fósforo, outro na fagulha (Monstro Discos e por apenas R$ 19), postei um vídeo da apresentação da banda no último Goiânia Noise, onde estrearam os novos hits. Mas você também confere alguns petardos na página da Pata no Myspace.

Mas fiquem seguros de que, tão logo exterminemos este bug maldito, o bálsamo será ofertado!

%22Rock de gigante. Pata de Elefante ingressa em 2008 com uma vigorosa obra, Um olho no fósforo outro na fagulha (Monstro Discos), o segundo do trio gaúcho que ousa ao trilhar o caminho do pouco difundido rock instrumental.

Ousadia que conquista o merecido reconhecimento no cenário nacional, atraindo a atenção da mídia especializada que apontam o trabalho da banda como uma das grandes apostas para este ano.

Um olho no fósforo… contém 18 faixas, numa profusão de estilos e referências diversas na seara roqueira, resultando num discurso contundente sem palavras, dispensáveis neste diálogo com o cérebro e os estímulos sensoriais. Impressões marcantes de uma jornada de pouco mais de 56 minutos, própria para uma esticada sonoramente aprazível pela costa de Floripa a Balneário Camboriú.

Se o primeiro CD, Pata de Elefante, já serviu com combustível para atiçar o interesse no ressurgimento da cena instrumental roqueira, Um olho no fósforo consolida a perícia do trio formado por Gabriel Guedes (guitarra, violão e baixo), Daniel Mossmann (guitarra, violão e baixo) e Gustavo Telles (bateria), que já acumula mais de 400 shows pelo Brasil, e com vias de embarcarem para este ano para estender este périplo por outros países. Em abril, estarão em Florianópolis para um show na Célula Cultural Mané Paulo ao lado da Brasil Papaya, parceira de militância no cenário instrumental.

Pata marca posição com as referências que sempre balizaram a construção da identidade sonora da banda, do blues ao soul, do psicodélico a surf music e reverências sempre constantes aos guitar heroes Eric Clapton e Jimi Hendrix. O álbum abre com uma boa seqüência, condensada pelo rock acelerado, com pitadas country e bases orientais (como Carpeto Voiatore), balada surf music (Solitário) até o hit com o presente %22sotaque gaúcho%22 Hey – de tão forte chega a ser perceptível também nas melodias.

Essa alternância não se resume apenas aos estilos e levadas. No decorrer das 18 faixas, entremeadas por sugestivas descargas de psicodelismo que remetem a um flash back (os nomes dizem tudo, Pesadelo Hippie 3 – a quinta faixa – e 4, a décima-primeira), os instrumentos assumem, quando o momento pede, sua função de band líder, ora a guitarra e viola (de Bang Bang, talvez a mais %22claptoniana%22 de todas), ora o baixo, a bateria marcial (Don Genaro), os sopros (Até mais ver!) e o piano, que formam a faixa mais orquestral do disco, Um olho no fósforo, outro na fagulha – um mergulho nas raízes do blues/jazz.

Longe dos apupos experimentais e conceituais, Pata passeia desavergonhadamente por variações e ritmos que sempre lhes foram úteis, seja a bendita herança da fase psicodélica dos Beatles, às lamúrias distorcias e nas guitarras e baixos em Presente para Mary O – grunge puro, com suas oscilações de humores. É só seguir o rastro da pata, pois o grande mamífero terrestre jamais erra o caminho, e nunca trai sua memória.

Um olho no fósforo outro na fagulha, Pata de Elefante (Monstro Discos). 18 faixas. R$ 18%22

Pata de Elefante – Goiânia Noise

Postado por Marcos

Bookmark and Share

Luta justa

27 de fevereiro de 2008 1


 Nesta sexta, ninguém deixa a peteca cair. Mais um round das batalhas do novo século na Célula Cultural Mané Paulo.

Postado por Marcos

Bookmark and Share

Gubas 2008... Sapateeeiiiaaaa!

27 de fevereiro de 2008 1

Já não é de hoje que ouço boas referências a respeito do disco de estréia do Gubas & Os Possíveis Budas. O chapa Antonio Rossa foi até o Estúdio 55, em Balneário Camboriú, onde o experiente Ricardo Vidal está produzindo o álbum da rapaziada. Grande vibe, um som eletrizante, que pode ser conferido já na acachapante apresentação da banda no palco Kzuka, no último Planeta Atlântida. Uma regência de sopros vigorosas, uma presença de palco retumbante e um groove sapecado de influências psicodélicas que promete um grande barulho e boas descadeiradas em 2008. Lembro que cruzei com o Vidal no Planeta e ele me fez um relato empolgante sobre este trabalho.

Rossa foi lá conferir e gravou um vídeo para o seu Trânsito Musical, o TVblog do seu sítio mágico Transblog. Enjoy!!

Trânsito Musical – Gubas & Os Possíveis Budas

Postado por Marcos

Bookmark and Share

Mestre!

26 de fevereiro de 2008 0


O Emerson Gasperin já havia me dado um plá sobre o lançamento de O reino do medo, espécie de autobiografia de Hunter S. Thompson, o mestre do jornalismo gonzo. Trata-se de uma coletânea de cartas, artigos e reportagens do jornalista e autor de clássicos, como Rum, a Grande Caçada aos Tubarões e o mitológico Medo e Delírio em Las Vegas (também adaptado ao cinema pelo diretor Terry Gilliam, com Johnny Depp incorporando o alter ego de Thompson, Raoul Duke) - todos editados pela Conrad. Agora entrou a Companhia das Letras na parada, que convocou o escritor-discípulo Daniel Galera para traduzir Reino, publicado originalmente em 2003, nos Estados Unidos. Leia uma capítulo do livro aqui. Abaixo, uma cena de Medo e Delírio. (Atentem para a abertura: %22Estávamos em algum lugar perto de Barstow, à beira do deserto, quando as drogas começaram a fazer efeito%22. Saquem só a %22mala cheia%22) ..

Fear and loathing in Las Vegas

 

Postado por Marcos

Bookmark and Share