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Posts de outubro 2008

Pau nos cornos até em Excel

31 de outubro de 2008 0

Eles não liberam a venda digital,mas armam clipes um tanto quanto nerds. Olha só a versão em Excel de Rock n roll train, do novo disco do AC/DC. Ficou joinha!

Postado por Marcos, Floripa

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Bruxaria forte!

31 de outubro de 2008 0

Que o Amexa não veja este post, mas tá pior que macumba braba! Como é Helloween encontrei este vídeo e quase caí da cadeira. Meu, nunca pensei nisso. Já vi o Dylan com os Stones, o Keith Moon com o Led, agora Ovelha e Mekron é algo que não encontra parâmetros no universo do freak-pop. Ovelha é meu ídolo de infância. A propósito, a julgar pelas madeixas que o Bianchini hoje cultiva, acredito piamente que ele também foi tomado pela energia pulsante do hit Sem você não vivereir. Meu ídolo do passado se encontra com a “vanguarda dark-rock-josefense”. Mas para preservar aqueles ouvidos não tão treinados, a sorte é que o vídeo não tem áudio…. Mas vale o registro e Feliz Dias das Bruxas!

Postado por Marcos, Floripa

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Londres outsider!

31 de outubro de 2008 0

Rock`n`Rolla _ A Grande Roubada entrou na programação das salas de Florianópolis. Vamos lá! Tentei assistir ao filme na Mostra de Cinema de São Paulo, mas sequer consegui ingressos duas horas antes da sessão. Só com lista de espera. E quem viu diz que vale a pena. O filme marca a volta com tudo do cineasta inglês Guy Ritchie (Jogos, trapaças e dois canos fumegantes e Snatch _ Porcos e diamantes) aos cinemas, com sua receita pop-gangsta, recheada de humor negro. Seria resultado também da seperação da Madonna? Não duvido!

Rock`n`Rolla, segundo li na Folha desta sexta, é a pronúncia – com o “a” aberto – do termo “rock`n`roller”, utilizado pela rapaziada proletária londrina para designar o sujeito malandro, “bicho-solto”, ganancioso e que vive la vida louca de forma intensa. Foda!

Postado por Marcos, Floripa

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Extremamente fácil!

31 de outubro de 2008 1

* Rogério Flausino, do Jota Quest, entregou o ouro e adiantou para a repórter Alícia Alão, do DC, que a banda estará no Planeta Atlântida (“Depois, em janeirão eistamois aí no Plaineta.Sacou?”). O que não é nenhuma novidade, mas isso não seria quebra de contrato – por se antecipar à divulgação oficial? Não é passível de punição? Tipo, “teje fora”! Sei lá.

* Olha, pelo andar da carruagem vocês presenciarão uma coisa que até eu nem imaginava que estaria vivo para tanto. Não, não é nada bom!

* Agora, depois de dois anos sem lançar um disco, seria sandice deixar de fora O Rappa justamente agora que os “falcas” lançaram um novo trabalho. Essa teremos que engolir… E o Jota também….

Postado por Marcos, Floripa

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Blackouts

30 de outubro de 2008 14

Ulisses Job

ATUALIZAÇÃO EXTRA: O professor Marcos Castiel acaba de me lembrar que justamente ontem, no aniversário de 5 anos do Blackout que deixou a Ilha às escuras, quem sofreu com o apagão foi o Bairro Estreito, que escapou ileso naquela ocasião. Mais de 25 mil pessoas, numa área que foi de parte do Continente da Capital até Santo Amaro da Imperatriz ficaram sem energia. Desta vez, a causa da lambança foi um acidente, envolvendo um carro que bateu em um poste lá na terra de New Time.

 

Então, ontem, dia 29, foi o “aniversário` do histórico apagão que deixou a Ilha de Santa Catarina às escuras por cerca de 50 horas. A esta altura a turma do outro lado do mar vivia as primeiras horas de intenso incômodo. E como rendeu causos – e muitos filhos, dizem – este evento, a começar pelo fator causador do blackout, que foi a explosão causada pelo vazamento de gás durante uma manutenção de rotina na galeria da Ponte Colombo Salles. Cabum!!! Putz eu estava no meu apê, em Coqueiros, quando por volta das 9h, veio aquele estouro seguido por algumas piscadelas na luz.

Mas um fato que me chamou a atenção naquela ocasião foi a briga (no bom sentido) que empreendei, juntamente com o editor de Geral Geraldo de Césaro, com o nosso editor-chefe por conta da manchete do DC que acabou virando peça histórica para ilustrar aquele episódio: Caos na Ilha. Gente, desde quando aquilo foi um caos? No máximo o colapso momentâneo do sistema de distribuição de energia, que não comprometeu a manutenção da sanidade social. Pelo contrário, a postura dos ilhéus em meio ao acontecimento é dígna de entrar para os estudos de casos. A população se portou bem, manteve-se atenta aos episódios e não se desesperou, foi solidária, foi paciente. O trânsito chegou a se portar até melhor do que em condições ditas normais. Caos, segundo o Aurélio, pressupõem desordem. E basta levantar os registros de ocorrências policiais da época para ver que estivemos longe disso.

Daí a minha contrariedade com o Caos `vendido` pela manchete do DC. É o velho problema da banalização do caos. Mas isso é sério, a julgar que na mesma ocasião o Iraque ardia em chamas na recém-desencadeada invasão norte-americana. Aquilo sim foi e continua sendo um caos, tal qual o Afeganistão, o nosso Haiti, a Georgia e parte da África. Lembro que em 1997 – ou seja, antes do 11 de setembro – tomeu um baita esporro de um experiente chefe meu porque eu abri uma reportagem falando sobre o “caos nas finanças” de uma combalida prefeitura.

- Tu tens idéia da última ocorrência de caos na história recente? – perguntou para fuzilar em seguida: – Foi durante o bombardeio dos Aliados sobre a Alemanhã Nazista, sendo que talvez naquela época teu pai nem existia, quanto mais você moleque! Esse termo é sério, não dá para banalizar!.

Verdade, o nosso apagão foi a “banalização do caos”.

Mas outra imagem que ficou registrada, foi a famosa imagem da Ponte Hercílio Luz iluminada até a metade, que foi uma sugestão de um leitor que residia na parte insular da Capital. O esperto repórter-fotográfico Ulisses Job, que é de Criciúma e estava em Floripa para uma “reciclagem”, foi lá e fez o histórico registro. O cineasta Marco Stroisch inclusive voltou às cargas na finalização do seu novo filme, BlackOuts, que trata sobre o Apagão.

Este blog gostaria que os amigos-internautas relatassem o que estavam fazendo ou o que fizeram naqueles três dias de escuridão? Manda aê!!!!

Postado por Marcos, Floripa

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Catavídeo 2008. É amanhã

30 de outubro de 2008 0

O Catavídeo – Mostra de Vídeos Catarinense – completa uma década a partir desta edição que começa amanhã, lá no Sesc Prainha. Serão mais de 100 produções de partes diversas do Estado, contemplando a diversidade da atual produção audiovisual catarinense. Na abertura, o já clássico doc Sistema de Animação, da dupla Alan Langdon e Guilherme Ledoux, que será exibido às 19h, no Sesc Prainha. Depois, a parada será lá na Célula, com a festa dos 10 anos do Catavídeo e dos 10 anos também do coletivo Pintô Sujêra, juntamente com o Clube da Luta (Missiva+Sociedade Soul+Coletivo Operante).

E já que falamos no Pintô Sujêra, tem produção da turma já na programação deste sábado, com Vlad Party, a partir das 19h, abrindo a maratona de 13 filmes. Lembrando que há também a Mostra de Documentários Sob o teu olhar e a Mostra Maldita, esta a partir das 23h, com exibição ao ar livre (em frente a Kibelândia, no Centro da Capital. A programação se estende pelo domingo e segue intensa até o dia 7 de novembro, incluindo também debates e oficinas.

É tudo na faixa, viu? Basta chegar e se “aprumar” na poltrona. Confira a programação completa do Catavídeo aqui.

Postado por Marcos, Floripa

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Independência ou morte!

30 de outubro de 2008 5

Tomei a liberdade de reproduzir abaixo o relato que o camarada Gabriel Rosa produziu para o site Cotidiano, da UFSC, sobre o bate-papo organizado pelo projeto Floria Em composição, na última terça-feira. Eu, Guilherme Zimmer (Insecta e Ambervisions), André Guesser (Clube da Luta e SSC) e o nobre produtor e músico Renato Pimentel – que na minha opinião fez as melhores ponderações no debate, graças ao seu inquestionável cabedal sobre o cenário musical local. O papo foi bastante produtivo, embora para um público pequeno (pouco mais de 10 pessoas), como bem destacou o Gabriel.

 

“A música independente de Florianópolis está vivendo um dos melhores momentos dos últimos vinte anos”.

A frase do baterista da Samambaia Sound Club, André Guesser, resume a mesa redonda que aconteceu no auditório do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, na noite de terça-feira, sobre a produção e a circulação da música independente no estado. O encontro faz parte do projeto Floripa em Composição, e foi organizado pelo Núcleo de Estudos Poético-Musicais (Nepom).

A conversa se desenvolveu em um clima informal, em parte graças ao pequeno número de pessoas no auditório _ cerca de 12, sem contar os convidados. Uma pena, levando em conta a importância dos nomes presentes (na foto, da esquerda para a direita): Renato Pimentel, guitarrista da banda Brasil Papaya, sócio do estúdio The Magic Place e do selo Beluga; Antonio Carlos Santos, professor da Unisul e mediador da mesa; Marcos Espíndola, colunista cultural do Diário Catarinense; Guilherme Zimmer, dos Ambervisions e do selo Insecta; e André Guesser, baterista da Samambaia.

A discussão surge em um momento muito peculiar da produção musical no Brasil e no mundo. “O mercado de discos vai mal, mas o mercado da música nunca esteve melhor”, explica Zimmer. Graças, principalmente, à grande disseminação de mp3, a música se tornou muito mais acessível a qualquer internauta. “Antes, no Brasil, havia apenas os `pobres` _ no caso, nós _ e os `ricos`. Agora, eles desceram. O perfil da minha banda no MySpace é tão acessível quanto o dos [americanos] Kings of Leon”, conclui Zimmer.

 

Conheça o Dicionário de música popular em SC (Nepom/UFSC)

 

Música para poucos

Segundo Marcos Espíndola, uma tendência nas grandes capitais do país que ainda não chegou a Florianópolis é a segmentação das rádios. “Todos os meios vão acabar virando o que é, hoje, a internet”, explica o jornalista. “As pessoas não vão mais precisar ouvir o que está tocando nas `grandes rádios`. Elas é que vão atrás do que gostam”.

“Eu toco para poucos”, explica Zimmer, orgulhoso. “Conheço as pessoas que ouvem minhas músicas. Quando se tem um público menor, posso entrar na comunidade dos Ambervisions no orkut, por exemplo, e checar o perfil de cada um dos membros”. O músico acredita que gostar de ter poucos fãs é uma “sorte muito grande”: “Se eu quisesse ter o público da Madonna, estava ferrado!”

Para os convidados, o segredo da sobrevivência das gravadoras e produtoras musicais é a convergência. O artista não pode mais chegar apenas ao consumidor de CDs, mas também a quem compra música por música pela internet ou a quem coleciona LPs (tão ameaçados de extinção, mas que têm reentrado no mercado com muita intensidade nos últimos anos).

 

“Viver de música é um privilégio de poucos”

A produção musical em Florianópolis já esteve em momentos muito piores. Quando o bar Underground foi fechado, em 2003, a cidade se viu numa das situações mais críticas da história da música independente na região: não havia mais lugar para as bandas tocarem. “Foi uma jogada suja”, critica Marcos Espíndola. “O delegado responsável fechou o lugar porque era na Lagoa e estava cheio de cabeludos, metaleiros”.

Depois disso, a cena se reprimiu. Algumas das casas que foram abertas nos anos seguintes foram fechadas ou ameaçadas: o Drakkar (que ficou fechado por um certo período), o Clube da Sinuca (fechado), o Fios e Formas (fechado), e o Célula (fechado durante um show nacional com casa lotada, mas reaberto após alguns dias).

“Com o Clube da Luta [sediado no Célula], Florianópolis voltou a ter uma cena independente”, acredita Espíndola. O Samambaia Sound Club, de André Guesser, é um dos membros do grupo. Já Guilherme Zimmer afirma não gostar, musicalmente, de nenhuma das bandas do Clube, mas que acha de extrema importância a integração entre os vários estilos da cidade.

“Viver de música é, hoje, um privilégio de poucos no mundo”, afirma o vocalista dos Ambervisions. “Em Florianópolis, a grande maioria dos músicos tem um segundo emprego”.

Postado por Marcos, Floripa

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Novas regras para a cultura em curso

29 de outubro de 2008 0

Olhem só, há um projeto em curso propondo mudanças nos mecanismos de incentivo à cultura. Fato que chamou a atenção do Tribunal de Contas do Estado que convocou a turma da cultura para uma discussão nesta quinta-feira. Agendem-se:

O Tribunal de Contas de Santa Catarina vai ouvir representantes do setor cultural com o objetivo de colher sugestões para o planejamento de auditoria operacional que avaliará as ações do governo estadual de incentivo e valorização da cultura catarinense. O painel de referência – espécie de consulta pública – será na próxima quinta-feira (30/10), às 14 horas, no auditório da Instituição. A proposta da auditoria é avaliar se a política estadual de incentivo à cultura implementada pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) e pelas secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional (SDRs) está proporcionando condições para a realização de projetos culturais.

Incentivo à cultura 2

Serão avaliadas a estrutura existente nas secretarias e a sistemática de tramitação, análise e julgamento de projetos que buscam recursos do Funcultural. Os auditores também verificarão como é feito o controle e a fiscalização dos projetos aprovados e se as ações desenvolvidas têm incentivado e valorizado as formas de expressão cultural catarinense.

Soube que a Associação Catarinense de Cinema, bem como a Associação dos Produtores Teatrais da Grande Florianópolis (Gesto) já confirmaram presença neste debate no TCE. Acredito que o povo da música também deva se fazer presente, pois dentre os editais recém-anunciados pelo governo há premiações voltadas para o setor. Um dos pontos a serem atacados por estas entidades amanhã é a falta de acompanhamento por parte do governo dos projetos em fase de realização. Já que o objetivo deste encontro é saber se a política estacual de incentivo está efetivamente proporcionando condições para a realização de projetos, além de valorizar as formas de expressão cultural catarinense, este é o momento.

Conversei com o colega jornalista Jerferson “Fifo” Lima, do AN, que me passou dados relevantes colhidos por ele próprio junto à Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte. O governo diz estar investindo aproximadamente R$ 45 milhões ao longo dos últimos dois anos no segmento. O que leva a sugerir aos amigos que por ventura estarão amanhã no TCE uma apuração rigorosa sobre a aplicação destes recursos, elencando quais projetos foram contemplados e se estão devidamente concluídos. Não faz muito tempo corria a informação de que o patamar de inadimplência na prestação de contas por parte de quem aprovou projetos via Funcultura chegava a 80%.

Segundo apurou o Fifo, em números aproximados os gastos se sucederam da seguinte forma:

* Verba da Cultura, Funcultural, 2008.

Custeio: R$ 3,9 milhões

Secretarias regionais: R$ 11,7 milhões

FCC/gabinete governador: R$ 11,6 milhões

Conselho Estadual de Cultura: R$ 14,8 milhões*

Total: R$ 42 milhões

Para o Conselho Estadual de Cultura (CEC) foram destinados R$ 14,8 milhões que seria distribuída, supõem-se, da seguinte forma: R$ 6,8 milhõe spara o Edital Elisabete Anderle; R$ 1,9 milhões para o Edital Cinemateca Catarinense e mais R$ 6,8 milhões para projetos que, segundo teria adiantado o governador Luiz Henrique da Silveira, não dependerão mais de captação. Será por força de lei ou decreto que mais uma vez mudará às regras do Funcultural. Bom, a esperança, principalmente com o aporte anunciado para o CEC, é de que o Conselho Estadual de Cultura readquira a sua autonomia e autoridade em deliberar sobre os projetos culturais e não se submetendo à ingerência política do famigerado Comitê Gestor.

Postado por Marcos, Floripa

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Led procura vocalista. Mekron tá livre!

29 de outubro de 2008 1

Pois é, aposto minhas fichas que o David Coverdale será o substituto do Robert Plant nesta nova formação para o Led Zep que o Jimmy Page, o John Paulo Jones e o Jason Bonham (filho do falecido John “Bonzo” Bonham) estão sugerindo. Os remanescentes jogaram a toalha quanto ao vocalista Robert Plant e resolveram tocar por conta a turnê do Led Zeppelin. Mas cá entre nós, ainda assim seria o Led? A idéia dos caras é gravar um novo álbum e emendar uma tour planetária, esta uma súplica dos fãs pelo mundo desde o revival em dezembro passado, em Londres… Bom, esta é a chance do Coverdale. E se interessar, o Mekron tá de volta na área e com a agenda limpa!

Segue a nota da Agência EFE

“O Led Zeppelin já pensa na gravação de seu novo disco e em uma próxima turnê, por isso está na busca de um novo cantor capaz de substituir Robert Plant, que decidiu não excursionar com os antigos companheiros de banda.     “Estamos testando alguns cantores. Estamos decididos. Parece estupendo e queremos dar seguimento”, declarou o baixista John Paul Jones à rádio “Devon”, da “BBC”.     Jones explicou que ele, o guitarrista Jimmy Page, e o baterista Jason Bonham não buscam um sósia de Robert Plant.     “Não faz sentido buscar outro Robert. Isso funcionaria no caso de uma banda tributo, mas não queremos fazer nós mesmos esse papel”, assinalou.     “Pensamos em um disco e uma viagem, mas temos que estar todos”, disse Jones, que qualificou de magnífica a atuação no O2 Arena de Londres, em 10 de dezembro, onde voltaram a tocar e a repassar alguns de seus clássicos.     “O mais agradável na vida é fazer música. Adoro escutá-la, mas não há nada mais divertido que ter um instrumento nas mãos e se comunicar com o público”, destacou.”

Postado por Marcos, Floripa

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Os Pistoleiros contam com vocês!

28 de outubro de 2008 1

Há algo de promissor se avizinhando no horizonte. Os Pistoleiros ensaiam um repertório acústico com vistas para o show que a seminal banda catarinense pretende apresentar até o final do ano. E eles contam com a gente, pois a renda deste show servirá para a gravar novas composições, ou seja, as primeiras inéditas desde o brilhante EP de 2000 (Não contavam com Os Pistoleiros), e que serão lançadas em singles virtuais. Fiquei deveras entusiasmado com as “novas” do projeto passadas pelo guitarrista Diógenes Fisher. Mas há um porém, justamente em virtude destas novas investidas e diante da impossibilidade (questão de agenda profissional) de um dos seus integrantes que reside fora da Capital, a banda vai declinar do convite para abrir o show do Wander Wildner, dia 15 de novembro, na Célula. Desta vez não, mas em breve haveremos de contar com Os Pistoleiros sim! Eles também contam conosco.

Postado por Marcos, Floripa

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