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Posts de novembro 2009

Novembrada

30 de novembro de 2009 2

Sou suspeito para falar, mas fica aqui o convite para vocês conhecerem o hotsite dos 30 anos da Novembrada, projeto do qual ajudei abolar com muito orgulho participei, num esforço conjunto entre jornalistas da redação impressa e online do DC.

Desde o momento em que foi deflagrada a cobertura dos 30 anos deste episódio sintomático da história catarinense, pensamos em trabalhá-la em uma nova plataforma, neste caso virtual, que possibilitasse uma aprofundamento sobre o tema, contando com o suporte de textos, fotos, vídeos e infografia digital.

É um registro que fica para a compreensão da nossa história recente e um marco sem precedentes na vida dos catarinense e na auto-estima nossa identidade política.

Postado por Marcos, Floripa

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Aula com Toicinho

30 de novembro de 2009 0

Bem-aventurados nós que desfrutamos do convívio com o mestre Toicinho Batera. Ele aguarda por vocês nesta terça-feira, às 20h, lá no Espaço Cultural Sol da Terra (na Lagoa), onde ofertará uma oficina de bateria de graça. Basta chegar. Toicinho se encarregará de partilhar a sua “sapiência” juntamente com o baterista argentino Martin.

Em se tratando do Toicinho, vocês sabem que não será uma aula, mas um acontecimento!

Postado por Marcos, Floripa

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Pichação é ruído

30 de novembro de 2009 0

Divulgação

“Pichação tem um caráter de ruptura que o grafite não necessariamente tem. É bem comum o grafite funcionar como `decoração urbana` mas pichação não, pichação é ruído. Acho que a arte é urbana quando está na cidade por opção, não poderia estar no museu. Ela é gratuita, espontânea, o cara não espera um reconhecimento, não de um jeito `artístico`”

 

A frase eu surrupiei da contracapa da última edição do Zero, o jornal laboratório do Curso de Jornalismo da Ufsc. É de autoria do artista e arquireto João Serraglio, um provocador iluminado. E fica aqui o convite para conferir o trabalho do cara.

Postado por Marcos, Floripa

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Trem de sexta

30 de novembro de 2009 4

Márcio Galináceo, guitarrista do Soft Bastards, Kratera, WWDiablo e credor da Contracapa enviou estes dois vídeos do show do ACDC, sexta, no Morumbi. E como foi o show, Galina? “Inexplicável!”. Imaginem só a alegria da “criança”. Deixemos que as imagens falem por ele…

Postado por Marcos, Floripa

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A árvore da ira

30 de novembro de 2009 3

Leitura imprescindivel o artigo do “Mestre dos Mestres” Fábio Brüggemann, publicado no DC n o último sábado. Leiam, reflitam e se indignem!!!!

QUANTO VALE UMA ÁRVORE?

Num único fim de ano, como já alertou no começo da semana o meu colega de coluna, Felipe Lenhart, a Ilha de Nossa Senhora dos Aterros vai gastar mais de R$ 10 milhões para três ações que só mesmo a falta de bom senso administrativo dos governantes, estaduais e municipais, pode conceber. Por pouco mais de R$ 10 milhões nós pagaremos por uma corrida de kart, um cantor italiano e uma árvore de natal.
Para o leitor ter uma ideia, o edital de cinema, que só existe ainda porque é lei, investe pouco mais de R$ 1 milhão por ano. No entanto, emprega atores, diretores, roteiristas, cenógrafos, e resulta em pelo menos um longa-metragem por ano, três ou quatro curtas, vídeos, roteiros e projetos. Isso tudo para mostrar como vivemos, o que pensamos e quem somos. Uma corrida de kart, um cantor italiano e uma árvore valem dez vezes mais, na conta dos nossos governantes, porém, não resulta em nada.
Um projeto de estímulo à leitura, que seria muito mais revolucionário e necessário, mas que não existe, não custaria mais do que R$ 100 mil por ano. Ou seja, uma árvore vale quantas vezes mais do que um ideia revolucionária, que teria como princípio tirar o Estado de um dos piores índices de leitura do País?
Mas talvez o pior deles seja a tal árvore de natal, por todo simbolismo que representa. Políticos são notórios mentirosos. Falam em educação sem nunca terem visitado uma escola pública, falam em saúde sem nunca terem pisado numa clínica pública, porque ganham o suficiente para se tratar em clínicas privadas. Uma árvore de natal pública é o simbolismo de uma crença em algo que não existe, chamado “espírito natalino”. Parece uma analogia um tanto vulgar, mas se pensamos nisso, que outra lógica haveria para gastar tanto com um negócio tão desnecessário?
É isso o quanto nós valemos, caros leitores, dez vezes menos, por termos escolhido pessoas sem nenhuma vontade de pensar uma política pública à cultura e à educação. Dez vezes menos que uns caras andando de kart, dez vezes menos que um cantor italiano, e, enfim, dez vez menos que uma árvore.

 

Postado por Marcos, Floripa

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Roberta Sá hoje no TAC

30 de novembro de 2009 3

Logo mais à noite, a partir das 21h, a potiguar Roberta Sá desfilará toda a sua exuberância no show que fará no Teatro Álvaro de Cavalho. Ela apresenta aqui o show inspirado no DVD ao vivo Pra Se Ter Alegria.

E por falar em DVD, acabou de aterrissar aqui um exemplar do registro. Quem de vocês gostaria de levar? Responda abaixo, qual a inspiração para o show Pra Se Ter Alegria?

Postado por Marcos, Floripa

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Ecad e a música livre

30 de novembro de 2009 12

No dia último 19, questionei aqui no Blog e na coluna Contracapa do dia seguinte (20/11) a autuação do Escritório Centra de Arrecadação e Distribuição (Ecad) durante a apresentação do Música Livre (trio de improvisação instantânea) durante o Floripa Noise. Hoje pela manhã recebi o cordial esclarecimento da assessoria de imprensa do Ecad. Segue abaixo (mas, por favor, leiam o post que motivou o “esclarecimento”):

 

Com relação à nota dupla intitulada “Que o Ecad nos livre”, publicada no dia 19 de Novembro no ‘Blog do Marquinhos’ e na coluna Contracapa, esclarecemos que o trabalho do Ecad é realizado com o respaldo da Lei Autoral brasileira (9.610/98).

 

De acordo com a lei, somente o autor tem o direito de dispor de sua obra, bem como autorizar ou proibir a sua utilização por terceiros, no todo ou em parte, por qualquer meio ou processo. Essa autorização para execução pública de músicas é fornecida pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), instituição criada pelos próprios artistas, por meio de suas associações de música, com o objetivo de centralizar a arrecadação e distribuição de direitos autorais de compositores, intérpretes, músicos, editores e produtores fonográficos, denominados ‘titulares de música’. A lei determina que toda pessoa física ou jurídica deve solicitar autorização prévia ao titular da música que deseja executar publicamente. Portanto, cabe ao usuário de música contatar o Ecad antes de fazer uso de uma obra em público para efetuar a devida retribuição autoral. Esse é o caminho correto a ser seguido pelos promotores de eventos que pretendem promover festivais como o Floripa Noise.

 

Informamos que, de acordo com a Lei de Direitos Autorais, a retribuição autoral deve ser efetuada independentemente de qualquer condição de lucro. O que leva-se em consideração é o local de execução da obra. Se executada em locais de freqüência coletiva, os organizadores devem providenciar a prévia autorização do Ecad. Caso seja desejo dos artistas participantes do evento abrirem mão de seus direitos autorais, estes devem enviar previamente às associações de música às quais são filiados os documentos pertinentes à eventual cessão de direitos de todos os autores e compositores das músicas que serão executadas por eles.  

 

O não-pagamento do direito autoral é uma violação à Lei e o infrator responderá judicialmente pela utilização não-autorizada das músicas, ficando sujeito às sanções criminais e civis cabíveis, conforme caput do artigo 184 do Código Penal Brasileiro e artigos 105 e 109 da Lei Federal 9.610/98.  O que se busca proteger é o direito fundamental do autor de música em autorizar ou não o uso de sua criação intelectual por terceiros.

 

Quanto aos valores distribuídos pelo Ecad, estes são diferenciados de acordo com os tipos de utilização da música. No caso de música mecânica, tanto os titulares de direito de autor quanto os conexos recebem suas devidas retribuições. Já na música ao vivo, somente o titular autoral recebe já que não há utilização de fonograma (gravação num suporte material como CDs e DVDs)

 

Existem três tipos de distribuição previstos no Regulamento de Distribuição do Ecad: direta (shows, circo, micaretas/festejos populares, cinema, obras audiovisuais); indireta (direitos gerais – sonorização ambiental e música ao vivo em bares, restaurantes, boates.-, rádio, televisão); e indireta especial (carnaval, festa junina e músico acompanhante). Portanto, a distribuição do direitos de autor no caso de eventos como o Floripa Noise é feita pela forma indireta, através do sistema de amostragem estatística das execuções musicais, baseado em critérios utilizados no mundo todo. A distribuição dos direitos é trimestral  

 

Para explicitar o trabalho efetuado pelo Ecad na área de Distribuição, informamos que no ano de 2008, fruto de um trabalho sério e responsável, a instituição distribuiu R$ 271 milhões em direitos autorais de execução pública musical para 73.700 titulares de música como compositores, cantores, músicos, editoras musicais e gravadoras. Ao longo dos último 8 anos, o desempenho da instituição fez com que a distribuição de direitos autorais crescesse 222%, fazendo com que os investimentos realizados em tecnologia, qualificação das equipes, controle dos processos e comunicação ao público tornasse o Ecad uma referência mundial no mercado de direitos autorais.

 

Por fim, ressaltamos que as ações de conscientização realizadas pelo Ecad junto à população são ações de cidadania em busca do reconhecimento de um direito de compositores, intérpretes e músicos de terem seu trabalho retribuído por meio do pagamento dos direitos autorais.

 

Na certeza de vermos os fatos esclarecidos, nos colocamos a disposição para quaisquer dúvidas.

 

Atenciosamente,

 

Giselle Luz, Gerente de Arrecadação do Ecad em Santa Catarina

N.E: Eu não iria tecer comentários sobre o esclarecimento do Ecad, mas cabe o registro, já que a longa e-missiva não respondeu ao principal questionamento feito pelo blog: “Como cobrar algo se não há composição previamente gravada? A apresentação naquela noite consistia em livre composição, ou composição instantânea, que reuniu os músicos Peter Gossweiler, G. Orlandi e Manolo K. Não houve gravação prévia e nem posterior, então, como executar algo futuramente a partir de uma registro que não existe? Por isso é Música Livre! A lei é para ser cumprida, mas como autuar se não há a matéria-prima, no caso a composição?”

Postado por Marcos, Floripa

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Balacobaco no Picadeiro...

27 de novembro de 2009 0


O Anjos do Picadeiro programou uma festoca para a noite deste sábado, na Célula Cultural, no Bairro João Paulo. Depois de encantar e divertir a cidade, os artistas do Encontro Internacional de Palhaços se deleitarão, como toda justiça, na pista turbinada pelos seletores Jean Mafra, Gajeta e Marcelo Pimenta. A propósito meus caros, não deixem de aproveitar estas últimas horas de Anjos do Picadeiro. O balacobaco começará às 14 no Largo da Alfândega, com espetáculos na Lona Anjos do Picadeiro e no Circo Tomara que Não Chova. E depois, às 20h, no Teatro Álvaro de Carvalho, tem o espetáculo de gala com Barracão Teatro (SP), Matthieu Cheveau (França), Seres da Luz (SP) e Teatro Anônimo (RJ).
E a brincadeira acaba neste domingo com a apresentação do suíço Gardi Hutter, no Teatro Governador Pedro Ivo. Fique por dentro acessando o site do festival.

Postado por Marcos, Floripa

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Crônica do temor

27 de novembro de 2009 0

AP

O agravamento da incidência da gripe A, agora na China, parece ter contaminado também a arte de rua em Beijing. Ainda que tudo lá tome uma dimensão superlativa, as 51 mortes registradas na última semana colocou o país em alerta.

Postado por Marcos, Floripa

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"Meninos, morri!"

27 de novembro de 2009 2

Isso é que é partir sem deixar trabalho por fazer. Lucutor de obituário de uma cidadezinha no interior de São Paulo, anunciou o próprio enterro. Nelson Fortunato, conhecido por fazer anúncios fúnebres em praça pública na cidade de Nova Europa, se encarregou de deixar o seu pronto antes de morrer, aos 91 anos. Tamanho era seu zelo pela nobre atividade, que seu Fortunato ainda desculpou-se por não poder informar com precisão o horário do enterro.

Cá entre nós, isso é que é “presença de espírito!”.

Postado por Marcos, Floripa

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