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Lembra de mim?

16 de outubro de 2008 47

Deveria ser considerado crime pelo código penal, mas como ninguém pune, as pessoas continuam perguntando a torto e direito: lembra de mim?

*

Você tem coragem de fazer isso? Perguntar para alguém: lembra de mim?

*

Se a pessoa não faz parte do seu círculo de amizade, se apenas estudou com você vinte anos atrás, se trabalhou com você em outra vida, se conversou com você numa festa uma única vez, se sentou ao seu lado no ônibus há quinze anos, ou mesmo se ficou com você num final de noite em que ambos estavam beirando o coma alcóolico, você tem coragem de perguntar: lembra de mim? 

*

Se ainda estivéssemos vivendo uma ditadura, você seria convidado a trabalhar no DOI-CODI. É um torturador em potencial.

*

Não se pergunta uma coisa dessas. Nem para pessoas conhecidas, nem para desconhecidas. Se você não recebeu um abraço afetuoso e um beijão na bochecha, acredite: aquele sorriso amarelo significa que você é um total estranho. Respeite o Alzheimer que atinge até mesmo criancinhas, hoje em dia. 

*

Daqui a uns dias eu irei numa festa em que se comemorá XX anos de formada no colégio. Não vou especificar quantos anos pra você não me internar num asilo. Vou rever colegas que não vejo a há mais de XX anos. Você não pode adivinhar o que significa XX anos em minha vida. É uma contabilidade macabra. Significa que não vou reconhecer NINGUÉM, só as que seguem minhas amigas até hoje (9) e algumas conhecidas que cruzo constantemente (outras 8 ou 9). Mas na festa serão umas 60! O que vou fazer?? Ninguém acreditará que sou uma esclerosada precoce, vão simplesmente me tachar de “estrela”: a maldade humana é ilimitada, você sabe.

*

Socorro! Se você conhece algum truque pra escapar dessa sinuca, me diga.

*

E se você for uma ex-colega minha e estiver lá, não me pergunte: “lembra de mim?”. Eu lembro, juro que eu lembro.

*

Depois eu conto o tamanho da encrenca. Beijos!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Postado por Martha Medeiros

Comentários (47)

  • Carolina diz: 13 de novembro de 2008

    Adoooro essa tua esclerose! É um alívio sabe, alívio de quem sofre do mesmo mau e constata que não é a única.rs

    Beijo de mais uma fã de todo dia, todo texto! =)

  • BARBARA JARDIM diz: 31 de outubro de 2008

    bahhh pura verdade…mais chave ainda é qndo a pessoa se lembra até de detalhes que aconteceram e vc não lembra nem se qer da pessoa….hhehehehe bjo grandee

  • Jane Macedo diz: 22 de outubro de 2008

    O pior acredito que é quando escrevem o seu nome errado. Outro dia estava lendo uma revista de minha filha e tinha a reprodução de uma conversa entre Lia Luft e a ecritora Marta Machado, que no decorrer vi que realmente era Marta Medeiros, que gafe da revista… imagino que devem ter se desculpado…

  • Jane Macedo diz: 23 de outubro de 2008

    Andréia, é verdade, colocaram Mendonça em vez de Medeiros, achei horrível porque parece que falavam de outra pessoa…

  • andréia diz: 22 de outubro de 2008

    não era chamando a martha de MACHADO, e sim de Mendonça.

    é errado igual, mas…

  • pio diz: 8 de novembro de 2008

    Olá Martha ! Divulgo seus poemas pelo chat ass3. aquele monstro que você pensou que era/ é um bobo covarde que só fala besteiras/ vive dizendo que mata, estrangula, devora/ mas quando muito enforca umas/ umas segundas-feiras – MARTHA MEDEIROS – Strip-Tease

    im:
    2. era uma vez um gato chinês/ que me chamou para comer um frango/ xadrez/ no boteco onde ele era freguês/ e eu, como gata vadia/ topei porque sempre podia/ e fiz dele meu prato do dia.——(Martha Medeiros – Strip-Tease)
    ok?

  • Laisa diz: 16 de outubro de 2008

    Nossa realmente lembra de mim as vezes pesa mto… Mas é sempre bom ser lembrada… Eu já não sofro com isso não eu sempre lembro as vezes demora até processar mas um dia a ficha cai hahaha. Mas entendo o branco e amnésia de algumas pessoas as quais não lembram de mim mesmo e eu lembro delas perfeitamente… Dói… Mas levo sempre na esportiva… É ruim ver que vc passou sem deixar marcas falo isso pois meus amigos de infancia não lembram mto bem de mim devia ter sido uma peste assim quem sabe..

  • Ana Paula diz: 16 de outubro de 2008

    Olá Martha! Adoro suas colunas pois me identifico muito com seus pontos de vista. Quando li XX anos, pensei q fossem 20 anos… eu tenho pouco mais de 20 anos mas já faz muito tempo q as pessoas me param na rua, me abraçam e perguntam de outros familiares q também já esqueci. Acho uma situação péssima, pois na correria de hoje em dia é mto dificil lembrar de tanta gente! Abraços.

  • ENÉAS BISPO diz: 16 de outubro de 2008

    Boa Tarde Martha! Magistral esse texto, vez por outra me vejo também nessa saia-justa. Por alguém querendo ressucitar arquivos já deletados do meu cérebro. Você sabe muito bem que o cérebro só retêm aquilo que interessa a ele ou vá ter alguma utilidade no futuro, o que não tem importância o cérebro descarta como uma forma de se proteger, um destes descartes é de centenas de pessoas que apenas vimos por um momento, apenas tivemos uma conversa rápida e por aí vai. Mas tem os malas sem alça!Beijo

  • Fernanda Guimarães diz: 16 de outubro de 2008

    Mês passado, minha turma da faculdade se reuniu…éramos 40 mulheres! Imagina! Risos…o encontro foi possível, porque no nosso convite de formatura havia nome, telefone e endereço. E por alguns de nós ainda mantermos o mesmo telefone foi possível localizar 36, das 40…
    Como resolvemos o problema de não reconhecermos o que nos tornamos depois de 20 anos? Simplesmente ao chegarmos, usamos os velhos e antiquados crachás.Formal? talvez…mas evitamos a tal saia justa e o alemão (Alzheimer).
    bjs

  • Juliana diz: 16 de outubro de 2008

    Olá Martha,olha por pior que seje,eu sempre falo que não lembro,assim como vc não consigo gravar tantas pessoas que vamos conhecendo ao longo da vida,mas vc merece um desconto,eu te perdoaria numa boa,rs…
    Bjosss!!

  • Luzinha Franzoi diz: 16 de outubro de 2008

    olha, Martha, depois de uma vez que me aconteceu uma coisa “horrível” ao fazer uma pergunta, quase banal, a um amigo e obter uma resposta de “desmoronar do salto”, nunca mais fiz perguntas pessoais ao encontrar alguém. imagine que, sabendo do recente casamento de tal pessoa – acho que fazia menos de um ano -, fui logo perguntando: como está a vida de casado? e a pessoa respondeu: estou viúvo! desde então, quando é necessário, pergunto? “e aí, que tens feito?” bem genérico. e só!

  • Ivan Muller diz: 16 de outubro de 2008

    Martha, aí vai uma boa saída: se um homem, por exemplo, te aborda com a bela pergunta mencionada, você diz: “João?”, com ar de quem está lembrando do nome. Aí o cara vai dizer: “Não, é Alberto”. Aí você diz: “Isso!!! mas sempre pensei que fosse João Alberto!”

  • Zoraida Sanches diz: 16 de outubro de 2008

    Martha,ano passado também passei por isso. Reencontrei minha turma do “primário”, e aí se vão 30 anos…Relaxa, tu vai ter grandes surpresas!! Boa festa!!! Beijos

  • Shirlei diz: 16 de outubro de 2008

    Pela minha cabeça passavam os nomes de todos: irmãos, pai, avós, primos, primas… e nada! Eu querendo me livrar daquela angústia já nem prestava atenção na nossa conversa. Mas graças a um descuido do alemão “Alzheimer”, num desses relâmpagos da memória lembrei: Sofia!!! Foi um alívio tão grande, mas tão grande que até o momento de nossa despedida devo ter repetido o nome dela mil vezes! rs… Sofia… um nome tão lindo! Como pude esquecer!Bj

  • Cláudio Carneiro diz: 16 de outubro de 2008

    Olha Martha, hoje se me perguntam isso e eu não lembro da pessoa, digo que não na cara mesmo. Já não tenho mais idade para ficar disfarçando, afinal tenho XX anos! :)
    Seria pior a pessoa perguntar se eu me lembro dela, eu responder que sim, falar da pessoa que eu penso que aquela pessoa é, e afinal descobrir que a pessoa que eu pensava era outra completamente diferente. E isso já aconteceu e a saia justa é muito pior!
    beijos!

  • Fernando diz: 16 de outubro de 2008

    Alguém escreveu uma crônica relacionando coisas detestáveis; seria o Rubem Braga, ou o Paulo Mendes Campos? Bom, mas uma das coisas relacionadas era aquela pessoa que te encontra por acaso e diz “aposto que você não se lembra de mim!” – e segue falando sem dizer quem ela é.

  • Juliana diz: 16 de outubro de 2008

    Olá Martha,olha por pior que seje,eu sempre falo que não lembro,assim como vc não consigo gravar tantas pessoas que vamos conhecendo ao longo da vida,mas vc merece um desconto,eu te perdoaria numa boa,rs…
    Bjosss!!

  • GABRIELA diz: 17 de outubro de 2008

    Martha!aos meus XX anos, definitivamente não uso o “lembra de mim?”…tenho memória mt boa p/ fisionomias, nem tanto para nomes…me da até angústia ver a pessoa, reconhecer, ms não saber de ond, nem como a conheço, nem seu nome. As vzs converso cm a pessoa novamente cmo se fosse a 1ª vez, ms não digo q já nos vimos..e assim vai..d qlqr forma no teu caso acredito q não serás a única a esqcer qm é qm…afinal são 60 tendo q lembrar de 59…boa sorte!divirta-se

  • Nathália Hecz diz: 17 de outubro de 2008

    Ixi, Martha! “ Lembra de mim?“ é péssimo! É uma das frases que eu nunca quero ouvir! Olha, acho que tu deves ser sincera com as pessoas, não tente fugir. Explique o que acontece, assim como tu explicas sempre pra gente. Se forem legais como tu és, com certeza entenderão! O que vale é a curtição! Aproveita a festa, não te preocupa “ com o tamanho da encrenca“! Beijãããão!

  • Fabiana Borgia diz: 16 de outubro de 2008

    Pois é, Martha. Fiz esta pergunta ainda hoje, acredita? Eu mandei meu livro para um músico e ele me mandou um cd, há dois anos atrás. Nos conhecemos apenas virtualmente, por conta de termos alguns amigos em comum. E ainda tive a cara de perguntar a ele hoje, no orkut: “Lembra de mim?” Eu sou inconveniente. Faço sim estas perguntas. Mas não me importam se disserem: “Não.” Ok. É uma nova chance de se conhecer a mesma pessoa. Já imaginou se pudesse conhecer seu marido mais de uma vez? Magia boa!

  • Ana Paula Mello Decarli diz: 17 de outubro de 2008

    Eu ia até te perguntar se tu lembrava de mim, na Livraria Letras e Conceitos daqui de Novo Hamburgo, que eu pedi pra ti autografar um livro teu…
    Melhor deixar assim.
    Rsrsrs…

    Eu tenho muita facilidade em lembrar das pessoas. Lembro da maioria dos coleguinhas do jardim de infância, por exemplo. Já é normal eu passar por alguém que conheço e a pessoa não me reconhecer.

    Fazer o que…

    Bjão!

  • Marina diz: 16 de outubro de 2008

    Oi Martha! Tenho um amigo que tem uma “tática infalível”: vai conversando na boa, até a pessoa se entregar ou fica fingindo que engasgou pra pessoa completar seu próprio nome… Se dá certo? NEm sempre, mas pelo menos nós temos muito do que rir.

    Beijos

  • Emília diz: 19 de outubro de 2008

    Oi, Martha, claro que não vais lembrar de mim, eu sequer falei contigo numa Feira do Livro (a que já não mais vou, no geral) pra cumprimetar a Patricia Bins, éramos amigas.Eu apenas notei a tua alegria, estavas no “começo”, não quis ferir sentimentos da Patricia, deus a tenha,foi importante para mim.Hoje, és uma amiga, sequer sabes, vamos rir, tenho medo da Alzheimer, esqueço nomes de clientes de traduções, o passado ainda é a baita memória que tenho!
    Que te divirtas!Gracias bjos, inté!Boa nte

  • Mariana Luiza diz: 17 de outubro de 2008

    Vai repetindo os nomes como um mantra silencioso…risos.
    Ótima festa !
    Um abraço,
    Mariana Luiza

  • Keila diz: 19 de outubro de 2008

    Imagino que isto aconteça direto com voce principalmente qdo dá autógrafos!!!! rssss

    Bjsssssss

  • Márcio Neves diz: 17 de outubro de 2008

    Sugere que todas as pessoas cheguem com um post-it com o nome colado..gsdfgjfsjdgjs

  • VALÉRIA MOMBACH diz: 16 de outubro de 2008

    Bah guria ! Eu por minha vez, não tenho esse problema, bom tenho 31@, mas e daí, como boa taurina , sempre digo a mim mesma: minha cabeça é um Chip… E se/ equando falha Deus o livre . Fico em pânico. O que não é muito bom, é q eu também lembro exatamente o que algúem fala, seja ontem ou a 10 anos atrás!!!
    Estou muito feliz por poder absorver seu blog querida Martha!
    beijo!

  • ANGELICA KHAUAM diz: 19 de outubro de 2008

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKK………………
    PASSEI POR UMA DESSAS RECENTEMENTE…
    MAS FIQUEI TRANQUILA E VC DEVE FICAR TBEM…
    PASME VC,EU ERA A MAIS LEMBRADA DE LÁ…
    ENTAO,AS PESSOAS É KI TINHAM VERGONHA DE NÃO SE LEMBRAR DE MIM…EU PEDI O CRACHÁ,KI ESTAVAM COLOCANDO EM TODOS,E FALARAM:
    AH ANGELICA,SE LIGA…
    VOCÊ DE CRACHA?
    OLHA TEU ROSTO,CONTINUA A MESMA MULEKA DE SEMPRE…
    UFAAAAAAAAAAA ESCAPEI…..
    FAZ ISSO TBEM,INVERTE:
    O QUE???????
    COMO VC NAO SE LEMBRA DE MIM?
    AFFFFFFFFFF
    BJOS

  • Fabiana Borgia diz: 16 de outubro de 2008

    Pois é, Martha. Fiz esta pergunta ainda hoje, acredita? Eu mandei meu livro para um músico e ele me mandou um cd, há dois anos atrás. Nos conhecemos apenas virtualmente, por conta de termos alguns amigos em comum. E ainda tive a cara de perguntar a ele hoje, no orkut: “Lembra de mim?” Eu sou inconveniente. Faço sim estas perguntas. Mas não me importa se disserem: “Não.” Ok. É uma nova chance de se conhecer a mesma pessoa. Já imaginou se pudesse conhecer seu marido mais de uma vez? Magia boa!

  • Herminia diz: 17 de outubro de 2008

    Um truque fácil. Chega lá e vai distribuindo um abraço afetuoso e um beijão na bochecha…

  • Rafaela diz: 16 de outubro de 2008

    Talvez não pior que isso, mas igualmente constrangedor é quando as conhecidas da minha mãe, aquelas que nem ela conhece, perguntam para mim se EU lembro delas seguido de vários “como tu cresceu”, “já é moça”, “manda um beijo pra tua mãe” sendo que eu não faço idéia de quem seja.. é dose! Poderia ao menos pedir “manda um beijo da Marilia para tua mãe” assim pelo menos o nome eu saberia…hehehe.

  • Danielly Ziroldo diz: 20 de outubro de 2008

    Boa noite Martha, estava aqui lendo seu texto, lembrando de algumas coisas e rindo para a tela do computador rsrs É incrível como também esqueço das pessoas e muitas vezes fico com “cara de besta” na frente delas (isso porque nem conheço muita gente!)…e pior do que esquecer quem são, é confundi-las com outras, trocando seus nomes… E, realmente, esta pergunta “Lembra de mim?” é cruel rsrs Abraços, Dany Z.

  • solange diz: 17 de outubro de 2008

    Martha
    Já passei por uma parecida.
    E teve um “truque”, pois o pessoal que organizaou o evento, entregava, quando cada uma chegava, uma espécie de crachá autoadesivo, com o nome, que se colava na roupa. Foi a salvação da lavoura.
    Bj

  • Maria Angélica Cruz diz: 16 de outubro de 2008

    Querida Marta!
    Imagine agora uma festa de 2(XX) anos de comemoração e as tuas amigas já fizeram (no mínimo) duas reformas gerais (sem contar o silicone). O meu maior susto foi encontrar um antigo colega que foi estudar na França e voltou moça! Só depois de dois dias lembrei quem ele era… Aí liguei a pessoa ao fato e fiquei rindo mais dois dias pois ele era considerado o “gostosão” da outra turma.
    DE qualquer maneira DIVIRTA-SE!
    Bjocas
    Maria Angelica Cruz

  • Lembra? diz: 17 de outubro de 2008

    DICA: Responda “Claro q sim guriaaaaa!!!! Como andas??”, “Mas é lógico minha queridaaaaa!! Tudo certinho contigo??”.

  • Mani diz: 19 de outubro de 2008

    Ah, mas lembrar também não é fácil. Eu lembro de coisas demais…Cansa. Um beijão.

  • Shirlei diz: 16 de outubro de 2008

    Martha, e quando você lembra da pessoa, sabe situa-la perfeitamente no seu histórico de vida com passagens interessantes de convívio,mas… não existe em sua memória o menor vestígio do NOME dessa pessoa! Gente é horrível. Certa vez, num evento, encontrei a filha de uma amiga e não conseguia lembrar o nome dela. E a conversa foi se estendendo e eu lá no “você”, “você”… Mentalmente fazia uma restropectiva familiar da minha amiga, na esperança de lembrar o nome daquela pessoinha linda. Segue…

  • Filipe Schüler diz: 16 de outubro de 2008

    Oi Martha! Felizmente, eu guardo rostos com facilidade, mas demoro a ligar o rosto a determinada ocasião (tipo “onde te vi”). E infelizmente, sou péssimo com nomes! Pra mim é fácil escapar dessas situações, sempre respondo “lembro de ti, mas desculpa, sou péssimo pra guardar nomes” (mesmo quando não lembro). Aí a pessoa se (re)apresenta e com o nome eu acabo lembrando. Se quer uma saída pra essa saia-justa, responda que lembra, só que não guarda nomes :p Beijos! Boa festa!

  • Patrícia Drummond diz: 17 de outubro de 2008

    O que eu acho pior é quando você sabe muito bem quem a pessoa é, pois vc conviveu com ela um bom período da sua vida, mas …se esqueceu do nome! Imperdoável. Pra mim é batata! É só ficar uns 2 anos sem falar na pessoa. E aí fica aquela situação pra lá de incômoda. Você tem assunto, o papo rola, ela a chama o tempo todo pelo nome e vc não pode fazer o mesmo. A agonia em tentar lembrar nos impede de conversar com naturalidade. É horrível!

  • Felipe Sobrosa diz: 16 de outubro de 2008

    OI MARTHA VC LEMBRA DE MIM?

  • Viviane diz: 17 de outubro de 2008

    Há poucos dias aconteceu de eu lembrar o nome de uma pessoa com quem tinha estabelecido um certo vínculo de amizade durante um tempo.O problema é que fiquei meio ano sem vê-la, e n tenho a menor facilidade em guardar nomes. ela vinha até mim no maior entusiasmo, e eu roxa de vergonha, sempre esperava ela começar um assunto, pq simplesmente n conseguia lembrar o nome daquele ser.Bem, mas contei com a sorte, e ela me adicionou no Orkut, desde então, converso com ela numa boa, ao menos seu nome sei

  • Sandra diz: 17 de outubro de 2008

    Pior mesmo é quando a saia justa acontece por telefone. Pois é, aconteceu comigo no trabalho, quando troquei de setor, a pessoa me ligou e não se apresentou, quando descobriu que era eu que estava falando foi logo dizendo “E aí guria como está? tudo bem contigo? etc como se fôssemos íntimas amigas. A conversa, quase um monólogo por parte da minha colega, acabou, e eu continuei sem saber quem era ela! Fui descobrir só horas depois, quando liguei a voz à pessoa. bjs

  • Fabiana Borgia diz: 16 de outubro de 2008

    Pois é, Martha. Fiz esta pergunta ainda hoje, acredita? Eu mandei meu livro para um músico e ele me mandou um cd, há dois anos atrás. Nos conhecemos apenas virtualmente, por conta de termos alguns amigos em comum. E ainda tive a cara de perguntar a ele hoje, no orkut: “Lembra de mim?” Eu sou inconveniente. Faço sim estas perguntas. Mas não me importa se disserem: “Não.” Ok. É uma nova chance de se conhecer a mesma pessoa. Já imaginou se pudesse conhecer seu marido mais de uma vez? Magia boa!

  • Gabriela diz: 17 de outubro de 2008

    Oi Martha!
    Eu aproveito da `era digital` pra sair desses embaraços… depois d um papinho como se lembrasse da pessoa, pergunto logo: “ahh, tu tens orkut?, como tá o teu nome lá para eu te adicionar? ou teu msn… qual é?”
    Pronto!! ela vai dizer.. mesmo q seja um apelido, pelo menos já sei como chamar…. hehehhe
    bjs…

  • Leninha Ramos diz: 21 de outubro de 2008

    Hahahahah!!!Ai Martha!!…esse é meu maior defeito, eu NUNCA lembro o nome das pessoas. Ex-colegas de academia, faculdade, trabalho, pessoas que convivi por um tempo, mas que passado alguns anos e esqueço o nome, ás vezes até lembro da fisionomia, mas não sei quem é. O que me deixa chateada é que geralmente essas mesmas pessoas sabem meu nome e até alguma história pela qual passamos…Meu caso é de internação…hahaha…Detalhe: Sempre fui assim, independente da idade…

  • Damaris Hennig diz: 16 de outubro de 2008

    Oi Martha…
    Já perdi as contas de pessoas q me perguntam isso;já dei muuuuuuuuuuuuuiiiito furo em falar que conhecia e não era a pessoa.1001 vezes usar a honestidade e falar q não lembra do que dar balão dizendo q lembra e ser indelicada.Bjus amada, boa semana!!!

    PS: ainda aguardo no blog a resposta de quando estarás na Feira do Livro de POA!!!

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