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Álcool na adolescência

20 de outubro de 2008 43

Olá, desculpem a sumidinha. De vez em quando eu desapareço uns três dias, vocês já devem ter notado, mas não é por descaso ao blog – é que eu costumo sair da cidade com freqüência e fico offline. Próxima saída dia 01 de novembro. Vou para Belo Horizonte, onde farei uma sessão de autógrafos dia 3, segunda-feira, às 19h, na livraria Quixote, bairro Savassi. E dia 4 participarei de um evento sobre Sexualidade no centro cultural Academia de Idéias, também em BH. Quando chegar mais perto da virada do mês eu darei outros detalhes. 

*

Hoje abri minha caixa de e-mails e havia algumas mensagens comentando a morte cerebral não da Eloá, aquela menina de Santo André, e sim de um garoto de 18 anos de Porto Alegre que levou uma bala perdida na cabeça em meio a uma festa. Balas direcionadas ou perdidas não são mais novidade, infelizmente. O que achei interessante é que está havendo um movimento de mães que estão atentas a um assunto que diz respeito a todos nós: a liberação de bebida alcóolica na adolescência e suas consequências. 

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Semana passada eu participei de um debate num curso pré-vestibular e lá pelas tantas os próprios professores comentaram sobre isso: tem aí uma gurizada de 12 ou 13 anos que já participa de festas regadas a álcool. Muitas vezes os próprios pais liberam, atendendo ao manjado argumento da garotada: “Pô, mas todos os outros pais deixam!”.

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Os “outros”, sejam quem forem, não podem conduzir a vida de todos. Álcool na adolescência é uma furada. Ninguém tem que vender pra gurizada, nenhum pai tem que liberar. Nessa idade, o entusiasmo já é suficiente quando se está sóbrio, para que potencializar? Descontrolados, muitos fazem a besteira de provocar brigas desnecessárias em festas, ou ir adiante num amasso e fazer sexo sem segurança, ou dirigir um carro em alta velocidade, ou simplesmente ferram com a própria saúde, o que já é motivo suficiente para não beber. 

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Eu adoro um vinho, bebo freqüentemente, mas não tenho mais 15 anos, sou maior de idade e não estou na balada, não estou na madrugada, em busca de afirmação – coisa natural entre jovens. Quem está no agito tem que ter personalidade e saber dizer não pra vodca, pra cerveja, pro que pintar, e continuar se divertindo numa boa. 

*

Ok, eu sei que o papo hoje está meio de “madre superiora”, mas tenho adolescentes em casa e sei como uma vida sem subterfúgios, sem excessos, é bastante mais saudável.  Beber antes dos 18 anos é fria. E sem moderação, em qualquer idade, é fria também.

  

*

Volto. Beijos!

 

 

Postado por Martha Medeiros

Comentários (43)

  • melina colella blauth diz: 12 de novembro de 2008

    NUNCA LI A RSVP, MAS ESSA SEMANA PELA PRIMEIRA VEZ, NUMA ESPERA, LI O TEXTO SOBRE LONDRES!AAAAABSOLUTAMENTE FABULOSO, MAIS Q ME IDENTIFIQUEI, EU MM QUERIA TER ESCRITO TD AQUILO SOBRE AQUELA CIDADE Q MAIS AMO NA VIDA, EMBORA TB SEJA MEGA AMANTE DE NYC!!!MIL PARABÉNS PELO TEXTA E PELA TRADUÇÃO AO PÉ DA LETRA DO Q SIGNIFICA ESTAR EM LONDON….

  • mara diz: 22 de outubro de 2008

    Concordo plenamente Martha. Como é difícil educar filhos baseando-se no que “os outros”já estão fazendo há muito tempo e “só eu não posso”.Tua coluna na zh de hoje(22/10) também reforça meu pensamento sobre namoro com 12,13 anos e de tamanha carga emocional,que às vezes nem um casal maduro já viveu!.
    Parabéns e obrigada pela coragem em expor tua opinião,pois és admirada pelos jovens e isto servirá para refletirem. Vindo dos pais,parece muito “careta”.
    bjos

  • Pedro Rangel diz: 22 de outubro de 2008

    Martha, fico pensando a que ponto nossas crianças(tem gurizada com 10, 11 anos saindo à noite) estão que precisam se “anestesiar” para participar de festas! Acho o cúmulo da falta de responsabilidade um pai ou uma mãe deixar o filho sair e beber sem limites!
    Acho que a família tem responsabilidades muito grandes em relação aos limites. É triste ver crianças e adolescentes chegando bêbados em casa, muitas vezes ao amanhecer. Oriento meus alunos e, quando necessário, denuncio casos que vejo. Bjus

  • Júlia de souza diz: 22 de outubro de 2008

    Meu comentário refere-se a tua crônica de hoje (22/10) em ZH. Tenho um casal de filhos já adultos. Também tentaram esticar a corda da liberdade. Faz parte do processo de amadurecimento. Quando me falavam que os amigos faziam alguma coisa, meu argumento era de que meus filhos eram eles. Portanto valiam as regras desta família.Cresceram e hoje são adultos responsáveis, professionais de alto nível e acredito que felizes. Portanto, limite não faz mal a ninguém. Tentar ultrapassá-los é parte do jogo.

  • cristine pereira diz: 25 de outubro de 2008

    se todos os pais agissem de maneira correta seria mais fácil o mundo.Depois não adianta chorar e reclamar.Devemos estar ao lado deles e explicar as coisas.Próximo ano minha filha estará fazendo 15 anos.A festa dela não terá alcool nem mesmo para os adultos.Se a lei é clara porque a violamos em festas?

  • Clarissa Amariz diz: 22 de outubro de 2008

    Olá!
    Meu nome é Clarissa e tenho 20 anos.Costumo sair e seguido com as minhas amigas.Tenho uma mensagem que pode tranquilizar um pouco os pais :)
    Eu não bebo (nem um poquinho) e nem as minhas amigas.Apesar de existir muitos jovens que bebem e perdem a cabeça,ainda há também os que se divertem sem o uso do alcool! \o/
    Acho que é importante mostrar para os adolescentes que dá para se divertir sem beber.
    Martha te amo! sou tua fã desde os 12.
    Beijos

  • roberta borsatto diz: 22 de outubro de 2008

    Martha! Gostaria muito que você desse uma lida em um dos meus textos, seria um incentivo e tanto! Vou pedir o seu e-mail para a letícia Wierzchowski, mas se quiser, responda pelo meu! Obrigada!

  • priscila diz: 22 de outubro de 2008

    Você ainda não viajou para sumir assim…ou viajou? beijo e volta pro blog, saudades de vc.

  • Ana Figueiredo diz: 23 de outubro de 2008

    Olá!
    Crianças e adolescentes precisam de exemplo e orientação.
    Será que eles são culpados por serem assim?
    Os pais deveriamestar mais atentos ao que fazem. O que adianta proibir bebida alcoólica se a geladeira de casa sempre tem cerveja gelada?
    Pensem!
    Bjs

  • Laisa diz: 22 de outubro de 2008

    Olá, novamente venho te pedir pra subir um estado e vir a SC, sei que eu possa parecer chata mas poxa é tão pertinho e concerteza serás mto bem vinda…
    Referindo-se ao texto lanço uma dúvida… Até qdo essa auto-afirmação dura pois percebo que não é somente jovens que brigam ou que fazem “besteiras” tem mta gente “grd” tbm envolvida nesses casos que nem precisam ir a uma balada ou na madugada… Complicado é o mundo estar levando como normal tanto absurdo
    Bjão querida estava com saudades…

  • Fernando Araujo diz: 22 de outubro de 2008

    Marta, parabens pelo seu comentário,o mesmo vem ao encontro da nossa REDE DE PAIS. Em nossa escola (Sidonal São Leopoldo) criamos uma Rede de Pais com o objetivo de chamar a atenção dos Pais, com os riscos e responsabilidades(ECA) quando liberam bebidas alcoolicas para crianças e adolecentes em festinhas juvenis. Estamos tendo um otimo resultado pois muitas festas de 15 anos ja estão sendo realizadas sem alcool para os adolecentes.nosso site http://www.sinodal.com.br/rededepais/index.php

  • Andreia e Romulo diz: 22 de outubro de 2008

    Olá! Martha!
    Muito bom o seu texto!Fez todo sentido pra nós!E o que podemos acrescentar é: que é uma pena que muitos jovens precisem não estar sóbrios para se divertir, e com isso acabem cometendo alguns estragos/danos além da diversão. Acho que pra mudar isso, cabe a família proporcionar momentos de alegria e celebração as crianças e jovens,para mostrá-los que é possível dar boas gargalhadas e chorar de rir sem precisar estar com alcool/drogas na cabeça.Assim ninguém mais vará a cabeça deles.

  • liziane alves dotto castro diz: 2 de novembro de 2008

    alcool = droga!

  • cristiane Echeverria diz: 21 de outubro de 2008

    Oi Martha!
    Já estava com saudades…
    Adorei teu texto, também tenho adolescente em casa e é exatamente assim os outros deixam.
    Estou enviando teu texto para minha filha, espero que tuas palavras a influênciem.
    Bju

  • Allê Barbosa diz: 20 de outubro de 2008

    Acredito no equilíbrio, ele compra quase todas as fases da vida, agindo como óleo lubrificante nas engrenagens entre a loucura e a sensatez. Mas, se tratando de crianças e adolescentes, acredito mais na “ditadura”. Não beba, não fume, não use drogas. Cabô, bem que poderia ser assim, não é? Isso bastar pra acalmar a curiosidade deles. O pai do Anthony Kiedis(vocalista do Red Hot Chili Peppers) foi quem deu cocaína a ele aos 13 aninhos, aos 14 ja era viciado em heroína. O que dizer disso?
    Abraço,

  • Luiz Fernando diz: 20 de outubro de 2008

    Bravo Martha!! Sobre este assunto é preciso ter posição aberta. Pode parecer “papo ultrapassado”. Por melhor que seja a educação que tenha, o menor não tem MATURIDADE para enfrentar os efeitos do álcool. Conheço pais que para não “parecerem antigos”, liberam “uma cervejinha só”. Num bar ou numa festa longe dos olhos dos pais esta cervejinha não tem limites. Quem está no local para manter o controle é quem fatura com o consumo. Então…

  • Léia diz: 21 de outubro de 2008

    Bom dia, Martha sumida!
    Faz tanta falta ler você.
    Concordo, álcool e juventude não combinam.
    Essa garotada tem que curtir com sabedoria, a vida não foi feita para se perder assim tão fácil.
    Beijo em teu core.

  • ELISA MARCELLI diz: 21 de outubro de 2008

    AMEI! Acabemos com a farsa do que “os outros” determinem o que fazer com os filhos, é a gente que tem depois que agüentar as conseqüencias, e principalmente os nossos queridos filhos correndo riscos à toa.- BEIJO.-

  • Leandro diz: 20 de outubro de 2008

    Olá Martha!
    Além de dizer que concordo com você com relação ao álcool, passei mesmo pra dizer que terminei de ler “Doidas e Santas” e adorei! Continua cativando teu público com o convite diário de viver, sem falar nas passagens engraçadas que sem menos esperarmos elas aparecem! Parabéns e ótimas sessões de autógrafo!

  • Daira Lima diz: 21 de outubro de 2008

    Eu resisti um certo tempo ao alcool porq meu pai era alcólatra e quando ele se suicidou “alcolizado” daí me vicie tambm e tambm quase perdi minha vida, mas graças a Deus hoje estou livre dos vícios , e deixo o recado que tem quie evitar o primeiro contato, porque a maioria que experimenta dificilmente consegue se livrar e ainda acaba caindo nas drogas mais pesadas, , aí precisa dizaer mais nada neh, não caiam na ilusão dos vícios , é uma roubada, e a vida é uma só, que Deus guarde vc!

  • Marina Brum Marquetto diz: 21 de outubro de 2008

    Oi Martha…
    Concordo plenamente contigo, tenho 16 anos e não bebo praticamente nunca, não gosto, e não sinto nenhuma falta da bebida…
    Eu nem compreendo como uma pessoa pode beber tanto, como muitos fazem…
    Bjs, boa semana…

  • Raphaela Barbosa diz: 21 de outubro de 2008

    Marhta, Muitos adolescentes consomem álcool por influência de outras pessoas. Bebem para se sentirem “os melhores” da festa, os mais decolados, os sem nenhuma timidez e por isso acabam também levando fama de garanhões! E o pior é quando eles passam dos limites e acabam estirados nas calçadas enquanto vomitam tudo que beberam. Uma cena ridícula! Mas também acho que ninguém faz nada obrigado. Todos nós sabemos o que fazemos independente da idade. Beeijos!

  • ENÉAS BISPO diz: 20 de outubro de 2008

    Boa noite Martha! Você acha ser muita pretenção minha pedir para você conhecer o meu blog? Bem, o convite está feito.
    Comentando o seu texto eu digo para os pais terem cuidados com uso do alcool pelos filhos, pois todos somos sabedores que o alcool é o passoporte para outras drogas.

  • Carla diz: 20 de outubro de 2008

    Com certeza. Tenho 16, nao bebo e frequento esses lugares e vejo a quantidade de pessoas que se descontrolam com a bebida. Já vi briga, porradaria de pessoas bêbadas e descontroladas ! Tudo isso sem a mínima necessidade. Acho desnecessário, mais que isso, uma falta de maturidade ! Bebida, só depois dos 18, e só com controle !
    Tá de parabéns, como sempre, esse texto teria que estar em outdoors, como exemplo pra garotada.

    Um beijo !

  • Francine Romanquio diz: 21 de outubro de 2008

    olá Martha! Gostei do tema abordado, e digo mais, é óbvio que a garotada não tem maturidade para discernir se é certo ou errado. Na hora da festa, na farra, é tudo muito bom, muito legal! Cabe aos pais e responsáveis colocar limites. Eu só comecei sair de casa quando tinha 18 anos, sendo que meus pais tinham que ter a ficha completa das pessoas que me relacionava. Claro que não gostava, mas hoje agradeço pela rédea curta que fui criada, tenho saúde e princípios! um forte Abraço.. =D

  • Neusa Conte diz: 21 de outubro de 2008

    Martha,
    Revista Veja Edição 2080. Matéria : AS ALUCIANTES NOITES DOS “CAMICASES”!!!
    Gays americanos praticam um negócio chamado: BAREBACKING ou em português “CAVALGADA SEM CELA”. EXPÕEM-SE voluntariamente ao HIV, uma roleta russa onde é CERTO que entre DEZ um vai ser infectado. Deus coloque nossa juventude no caminho certo. O que será do futuro de pessoas tão competentes e tão irresponsáveis?
    Neusa Conte

  • Melissa Facchin Barazzetti diz: 20 de outubro de 2008

    Martha!
    Sou adolescente e também acho que com o álcool a marcação deve ser pesada.
    Adoro seus textos!
    Estou lendo Divã e estou amando, e ganhei de meus pais Doidas e Santas, a poucos dias, que parece ser muito bom também.
    Beijos, Melissa

  • Simone diz: 20 de outubro de 2008

    Concordo plenamente com todas as palavras. Tenho 16 e vejo que esse negócio de “busca de afirmação” é verdade e está muito forte atualmente. Cada vez levando a fins mais sérios… beijos!

  • Lízia Borba diz: 21 de outubro de 2008

    Oi Martha! Adorei a post! O problema é que o pessoal mais novo acha que pra festa ser legal, tem que beber, e beber muito. Parece que não basta estar em um lugar legal, ouvindo boa música e com os amigos. Se não beber, vira o chato da turma. O negócio é ter personalidade pra não acabar entrando na onda, o problema é que é o que mais falta hoje em dia, são pessoas com personalidade.

  • Marcia Borin diz: 20 de outubro de 2008

    Valeu Martha, tenho dois filhos, uma com dez e outro com sete anos e ja estou ficando doida com a possibilidade de ve-los na rua, longe do meu abrigo, da minha proteçao. Sei que nao posso poda-los, mas tenho que zelar sempre por suas vidas, e isso esta cada vez mais dificil, por conta do alcool. Proibiçao sim, por amor.

  • Tatiana diz: 21 de outubro de 2008

    Martha! Fui convidada para esse evento em BH, mas estou bemmm longe e vai ficar difícil para ir… Mas sei que será um sucesso, pois o pessoal da Academia de Idéias escolheu a pessoa certa. Sou sua fãaaa!!!!

  • Marília diz: 20 de outubro de 2008

    Concordo plenamente. O que tem de criança de 15 anos matando e morrendo porque descobriu o álcool… Mas Martha, você bem que poderia dar uma passada por Goiânia para autografar o livro, né? heheh Beijos

  • Nathália Hecz diz: 21 de outubro de 2008

    Martha! Pode sumir à vontade, desde que tu esteja bem, por mim tá ótimo! Rs!Álcool é uma coisa muito séria. Eu não vou a baladas. Uma vez que outra apareço em aniversários de amigos. Acho uma tolice nos arriscarmos por uma coisa tão inútil quanto o álcool. Não condeno o teu vinho, tu és responsável, mas acontece que na adolescência (adultos também) muitos não são. Eu tenho 15 anos, não bebo, não fumo e vivo muito bem! Não tem sentido eu começar a destruir minha vida bebendo e fumando. Beijos!

  • Márcia Fonseca diz: 21 de outubro de 2008

    Parabéns Martha, é isso aí, alcool na adolescencia não é nada legal, não tem nada a ver!!!! Infelizmente hoje em dia não é isso que vemos e sim bem o contrário disso, precisamos mais conscientização dos pais e dos próprios adolescentes.
    Aproveito para dizer que adoro os seus textos, as vezes parece que você adivinha o que penso hehehehehehe…grande beijo.

  • Fernando diz: 21 de outubro de 2008

    Eles VÃO beber e VÃO transar antes dos dezoito. São comportamentos aceitos e adotados pelos adolescentes EM GERAL, e não só por grupos de desajustados; querer que ajam contra o grupo social a que pertencem é demais. Da minha parte, só espero que meus filhos saibam a hora de parar de beber; que saibam a hora de tomar um táxi ou pôr um preservativo; que não matem, nem morram; que não tenham filhos aos quinze, nem coquetéis anti-AIDS aos dezessete, nem lembranças de vítimas aos vinte.

  • Helaine Póvoa diz: 20 de outubro de 2008

    Oi, Martha!

    Concordo com você: beber antes dos 18 é uma tremenda fria. Até há garotos e garotas bastante maduros com menos idade, mas é preciso ter um parâmetro. Também tenho filhos adolescentes e vou tentar mantê-los afastados do álcool o maior tempo possível. E tomara que, quando adultos, apreciem, no máximo, um vinhozinho de vez em quando.

    Beijos!

  • Emily diz: 21 de outubro de 2008

    olá, eu gosto muito do seus textos, me identifico muito. Uma amiga que é gaucha me mostrou eles..
    Eu escrevo, ams sou amadora, não sou escritora e faço uma faculdade que não tem haver com a area..hauahua..mas gostaria de ver sua opinião sobre meus textos. Meus amigos me dizem pra publica-los e tal, eu não dava muita importancia, porque escrevo como posso dizer, escrevo pra mim talvez, não sei ao certo. Enfim, obrigado desde já..beijoos!

  • perci coppieters diz: 21 de outubro de 2008

    Martha, colega de letras e de crônicas. De há muito acompanho você. Como aquele agente do DOI-CODI, rsrsr…na surdina e quietinho. Andava eu nos anos 70 cronicando com Loyola, Diaféria, Braga e tantos outros. Exceto Loyola, achava que todos nós tinhamos morrido. Cronistas e sensibilidade não existiam mais.Era coisa do passado: século passado, milênio passado, priscas eras. Que nada! Olha a Martha cheia de olhos andando pelas calçadas, pelas janelas, olhando por cima do muro, levada menina.Abraç

  • Cléa Villefort diz: 21 de outubro de 2008

    Nossa que bom estarei lá me. Beijo

  • Melina Grings diz: 21 de outubro de 2008

    Olá Martha sou adolescente tenho 17 anos e concordo plenamente com isso.Sexta-feira fui numa balada e estava escrito “proíbida a bebida para menores de 18 anos” e mesmo assim vi uma menina de 13 anos comprando bebida como se fosse uma coisa normal.A lei existe e foi criada pra ser respeitada, os pais deveríam cuidar melhor de seus filho à respeito do alcool.Pois com 13 anos não tem seu caráter totalmente formado.
    Beijooo

  • Gabriela Backes diz: 21 de outubro de 2008

    Infelizmente, aquele velho jargão é bem verdade… EXPERIÊNCIA NÃO SE TRANSFERE, SE ADQUIRE.. é uma pena que a maioria das pessoas tenham que sentir na pele para aprender a dizer não aos excessos.. de álcool, drogas, velocidade, ao sexo sem camisinha…

  • Vanessa Delfino diz: 21 de outubro de 2008

    Oi Martha. Gosto muito dos teus textos.

  • Elis Lacerda diz: 21 de outubro de 2008

    Concordo com você em número, g~enero e grau.
    Não dá pra admitir crianças bebendo e fazendo coisas que nem eles mesmo sabem porque fazem.
    Cabe aos pais orientarem seus filhos e não sair copiando o que os “pais dos outros” fazem, mas assumir a responsabilidade da criação e orientação de seus filhos.

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