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Respondendo aos leitores

14 de janeiro de 2009 96

Ó eu aqui de novo. Inspirada?? Pouco. Mas vamos lá. O encontro que Claudia Tajes e eu fizemos na livraria Saraiva, segunda-feira passada, foi bem legal, com uma platéia interessada e carinhosa. E os apresentadores eram os “homens de perto” Zé Victor Castiel, Rogério Beretta e Oscar Simch, esse último no comando do microfone, então não tinha como não estar divertido. Quem quiser ver fotos do evento, é só entrar no site da Silvana, uma leitora que estava lá e que postou comentários no blog dela: www.perelecasblog.blogspot.com

*

Respondendo alguns leitores: A Vera, de São José do Rio Preto, SP, pede que eu reproduza aqui o texto “Até que o ronco os separe”. Olha, Vera, acho que não é meu não. A não ser que eu esteja muito gagá e tenha esquecido, mas estou quase certa de que nunca escrevi sobre o ronco. Creio que essa é mais uma clonagem circulando pela internet. Falando nisso, dá pra acreditar que estão falando de novo sobre aquele meu texto creditado ao Neruda?? Meu Deus, o homem é um Nobel de Literatura, não merece que essa patuscada continue… e nem eu! No verão passado o rolo aconteceu na Itália, e agora foi na Espanha – jornalistas repassaram meu texto como mensagem de final de ano e o atribuiram a Neruda. Descoberto o engano, agora estou, pela milésima vez, dando explicações para os jornais. Eu sei, deveria me sentir honrada… No começo, até achava engraçado, mas faz uns seis anos que eu declaro que “Muere lentamente” é na verdade meu texto “A morte devagar”, publicado em 2001. Será que um dia isso vai ficar definitivamente esclarecido? Se não por mim, pela memória do mestre chileno.     

 

*

Carla, não vou poder estar no final de janeiro na Feira do Livro da praia do Cassino, mas obrigada pelo convite!

 

*

Cristina de Freitas, essa história do meu texto pintado na parede de uma casa é incrível. Essa casa ficava em Torres, lembro que era linda, eu passava de carro por lá (sem saber da história) e ficava admirando, até que descobri, através de uma matéria sobre decoração, que a parede da sala dessa casa trazia um trecho de uma crônica minha. Aí comecei a passar com mais vagar e “me” vi lá dentro: uma emoção. Dava vontade de parar e conversar com a proprietária, mas nunca tive coragem. Agora ouve essa: semana passada eu entro no elevador do meu prédio e havia uma senhora que eu não conhecia. Ela me cumprimentou, perguntou se eu era a Martha, confirmei, e então ela se apresentou: era a dona da casa! Estava no meu prédio visitando uma amiga. Disse que vendeu a casa, mas que quando comprar outra vai colocar um texto meu de novo na parede. Não é incrível essa história? Agora a má notícia: não lembro que texto era esse, juro!! Alguma coisa sobre o bem viver, mas é de uma crônica antiga, não tenho mesmo como localizar. Se eu souber alguma coisa a respeito, te aviso. Obrigada pelo teu interesse. 

 

*

Sibele, o texto que você pede se chama “O grito” e está publicado no meu livro Montanha Russa. Vou reproduzir aqui, mas, olha, não vai dar para eu reproduzir tudo o que me pedem. Vou fazer o possível, de vez em quando. E a todos os outros que escreveram, obrigada e um beijão!

 

                                                 O GRITO

 

         Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra.

         Ela sabe.

         Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para outro.

         Ele sabe.

         Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.    Sabemos, sim.

         Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar este grito com conversas tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está dentro, a verdade se impõe, fala mais alto que nós, ela grita.

         Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle. 

         A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.

         Podemos passar anos nos dedicando a um emprego sabendo que ele não nos trará recompensa emocional. Podemos conviver com uma pessoa mesmo  sabendo que ela não merece confiança. Fazemos essas escolhas por serem as mais sensatas ou práticas, mas nem sempre elas estão de acordo com os gritos de dentro, aquelas vozes que dizem: vá por este caminho, se preferir, mas você nasceu para o caminho oposto. Até mesmo a felicidade, tão propagada, pode ser uma opção contrária ao que intimamente desejamos. Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado, e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você  não queria ser feliz, queria viver!

         Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto.

         Sabe.

         Eu não sei por que sou assim.

         Sabe.

 

                                                                           Martha Medeiros                     

 

                     

 

Postado por Martha Medeiros

Comentários (96)

  • Anna (Anny) diz: 9 de agosto de 2009

    Martha:
    Adoro seu textos. Não sei por que? Sei sim.
    Eles têm aquelas palavras que preciso ler quando me perco numa esquina…
    Ou estou numa rua sem saída.
    Parada mo meio do trânsito, ou na aula de musculação.
    Suas palavras são de uma amiga invisível, como dizem meus filhos.
    Obrigada pelos livros que já fez e pelos que ainda vai fazer…
    Beijos.
    Anny(@Annyllinha)

  • Gian diz: 8 de agosto de 2009

    Um texto de Martha Medeiros sobre a esposa do Kaká me desapontou muito. Achei-o de uma agressividade exagerada, repleto de preconceito antireligioso. Não sou evangélico, nem me considero seguidor de nenhuma religião… mas Martha se portou como uma inquisidora, mas contra os religiosos; que são tantos nesse país.

  • Debora Capella diz: 23 de fevereiro de 2009

    Sou sua leitora já há algum tempo e acho fantástico como você consegue falar sobre as coisas que eu penso de maneira tão direta, e prática, sem deixar de lado a poesia, mesmo na prosa! =)

  • Maria do Carmo Bocorny diz: 24 de fevereiro de 2009

    Martha, fui correndo ver suas fotos no blog da Silvana. Confesso que fiquei com um pontão assim de ciúmes, pois que também sou uma das suas discípulas, só que anônima. Mas depois comecei a ler as coisas que ela escreveu e adorei! A Silvana é realmente ótima! Beijo grande!

  • Luís Fernando de Almeida Costa diz: 26 de fevereiro de 2009

    Brilha a tua luz
    Luís Fernando de Almeida Costa
    Oi,Martha Medeiros…
    Brilha a tua luz

    Musica & poesia
    mistura sentimentos
    suaves na conquista evolução …
    Brilha a tua luz nos confins
    sagrados da meditação.
    Energia espiritual por meio dos mantras
    que tocam a mente…coração.

    Suave mistério

    Desejo tudo de bom para você…Eu sou seu fã…Adoro seus textos,escrevi e esta poesia assim….é o que você é…
    Suave mistério…
    OBRIGADO…

  • Adriane diz: 21 de fevereiro de 2009

    Lindo texto. Pena que a maior parte de nossos gritos ficam presos dentro de nós…Martha você é fantástica!!!!

  • Nélson Ferreira de Souza diz: 19 de março de 2010

    Matha: te aprecio demais e isso tem muito tempo. Desde a primeira vez que li um texto teu, nem lembro mais o nome, pensei: ela escreve tudo aquilo que penso mas que não boto pra fora!!! O cotidiano, as afirmações e a complementação do assunto com as contradições possíveis e as imaginárias. Colocações do nosso interior cotidiano. Saiba que teu “Muere lentamente…” é meu companheiro diário que faz mudar o meu leme para o norte do texto…(Neruda deve estar contente pela confusão abraços – nélson

  • cicero medeiros diz: 17 de agosto de 2009

    OI MARTHA TUDO BEM DESCULPE SE ESTOU SENDO MEIO ENTRÃO MAS REPAREI Q SEU SOBRENOME COMO O MEU TEMBEM É MEDEIROS TALVES SEJA LOUCURA MAS PENSEI Q TALVES TEMOS ALGUM PARENTESCO SE VC ACHAR Q ISSO É LOUCARA OU NÃO TEM NADDA AVER DESCONSIDERE ESSE EMAIL E ME DESCULPE POR ESSE MAS SE DERREPENTE VC ACHAR Q TENHA ALGUMA CHANCE POR FAVOR ENTRE EM CONTATO DESDE DE JA OBRIGADO E ATE MAIS

  • Kelly diz: 20 de agosto de 2009

    Querida Marta eu tb tenho um texto seu em sala… em todaparede, como tb de Mário Quintana, os M`s aqui na minha casa são inspiração. Beijos linda

  • Adriano diz: 18 de abril de 2009

    Simplesmente Maravilhosa Martha Medeiros!!!! Me permita te elogiar dessa forma. Te admiro a muito tempo, mas realmente comecei a tentar conhecer melhor seu trabalho depois da musica feedback com o Nenhum de Nós.
    Um grande abraço.

  • Erminio Andrade diz: 21 de março de 2009

    Olá caríssima Marta.
    Sempre li sua coluna em ZH, sou gaúcho e como tal viciado nas coisas boas do pago, barbaro seu texto “O Grito”, quisera eu ter o privilégio de escrever uma fração do que escreves.
    Obrigado a Deus por existirem gauchas desse calibre.
    Um grande abraço e um belo fim de semana.

  • Marco Antônio diz: 21 de março de 2009

    Martha, parabéns! você é linda na forma e divina no conteudo.
    bjs mil…

  • Jaciara diz: 26 de março de 2009

    Eu estava mesmo precisando ler um texto como O Grito. Que bom que você o reproduziu aqui. Que bom que você o escreveu.

  • Beatriz Neunfeld diz: 26 de agosto de 2009

    Martha
    Parabéns, gosto muito de ler o que você escreve principalmente as crônicas do encarte-ZH/Donna recordo com saudade quando escreveste algo sobre uma amiga que acha ou achava que tudo e todos estão contra ela e você termina dizendo algo como, ei vc não é o centro de tudo para que todos fiquem apenas se preucupando com vc. E outra crônica que gostei muito foi a Carta ao Rafael achei fantastica pois os conselhos ou dicas ali presentes com certeza são uteis a cada ser humano.

  • Rosângela diz: 16 de dezembro de 2009

    Martha, não imagino do caderno dona sem as tuas crônicas e as do Sr. Moacir Scliar.
    Adoro, emquanto leio as tuas crônicas quase posso me imaginar em muitas das situações que você descreve. Pois é muito próxima da nossa realidade.
    Parabéns te admiro . Um abraço desta tua fâ.

  • Marcia Sobotyk diz: 2 de abril de 2009

    Li seu artigo sobre Porto Alegre,pois minha filha o trabalhou na aula da 4ª séria. Você reside em Porto Alegre e diz nào gostar da cidade,pois prefere NY, Paris e considera a nossa Porto uma rua sem saída.Se realmente pensa assim de Porto Alegre, cidade na qual você trabalha, tem sucesso é reconhecida por todos,o ideal não seria morar em NY,Paris.Será que essas outras cidades nÃo tem seus defeitos?Estar nestas cidades como turista é bem diferente do que moradora.Procuro olha Porto com carinho.

  • Cintia Caroline Buhl diz: 28 de abril de 2009

    Amo Martha Medeiros. Como referi, atualmente moro em Curitiba. Morro de saudade desta cidade que amo.
    Para diminuir um pouquinho a “distância”, leio diariamente zero hora na web e lógico, os textos MA RA VI LHO SOS de Martha Medeiros. Lembro-me que era postado semanalmente no portal terra crônicas que era possível pesquisar textos por data ou título. Na Zero, é possível? Por gentileza me informe como.
    Abração do tamanho da minha saudade de Poa, da gauchada do meu Rio Grande do Sul. Beijão

  • Joana diz: 4 de maio de 2009

    Olá, Martha,
    Gosto de ler seus textos; alguns fazem refletir sobre questões que dizem respeito à mulher, ao homem, relacionamentos. Fico muito irritada quando escreves coisas do tipo: aquela mulher sozinha? Como? Não deve estar cuidando da “alma” etc. Não concordo que mulheres casadas, aí entram as felizes e as infelizes com o casamento, falem dessa questão. Só quem é solteira, a partir dos 35 anos de idade sabe que é muito difícil encontrar alguém. Penso que não poderias escrever sobre isso.

  • Solange Reis diz: 29 de abril de 2009

    Querida Martha,vc simplesmente é demais, vc já deve ter ouvido isso milhões de vezes, mas é verdade. Suas palavras, com certeza, fazem muita diferença na vida das pessoas. Eu mesma reflito muito sobre as coisas que vc escreve, adoro todas as suas crônicas, sempre. Principalmente aos domingos, sua fala serve de motivo para debate familiar, serve de dispositivo para conversarmos (meu marido e eu) com nossos filhos adolescentes. Obrigada por tudo…

  • Marluce Cardoso diz: 30 de abril de 2009

    Oi Martha , ai sou muito sua fã e adoro todos os seus textos, ms estou com sérios problemas, gostaria de enconrar um site ou alguma oia na qual tenha toda a sua bibliografia, e malguns textos, pois não congui achar algum que fosse completo sobe voce ! Se voce pudesse eu gostaria de rever o texto que voce publicou no domingo dia 26.04, no globo, perdi a revsta num acho em lugar nenhum. Ah ! outa coisarecebi um texto , falando sobre como Miguel Falabela definiu saudades .,trancar o edo na porta d

  • HELOISA C. M. LOPES ZRAIK diz: 4 de junho de 2009

    MARTHA,

    SUAS INDICAÇÕES TANTO LITERÁRIAS QUANTO MUSICAIS SÃO SEMPRE TÃO CERTEIRAS E PRECIOSAS, QUE GOSTARIA DE ALGUMA FORMA RETRIBUIR.
    MUITO EMBORA ACREDITE QUE VOCÊ JÁ POSSUA, ME ARRISCO A SUGERIR A AQUISIÇÃO DO CD “ROCKFERRY” DA CANTORA DUFFY. SIMPLESMENTE MARAVILHOSO !!!
    COM CARINHO,

    HELOISA

  • Achel Tinoco diz: 30 de maio de 2009

    Com certeza, Saramago foi por demais cortês ao qualificar o premiê italiano Silvio Belusconni de delinquente. Não passa de um coronel à moda antiga da Bahia, que ainda tem poder para vetar livros — como o fez com o seu último, naquele país. Talvez porque não tenha capacidade de lê-los, despreza-os e não aceita quaisquer críticas.

  • Geison diz: 2 de junho de 2009

    Olá Martha.

    Na última sexta-feira, uma colega apresentou um trabalho sobre cronistas brasileiros e pude conhecer mais você.

    Parabéns pelo trabalho e pela emoção que consegues transmitir com suas crônicas.

    Um abraço.

  • jonatan lanes diz: 2 de abril de 2009

    Bom dia, tudo bem com a Senhora, adoro seus textos é dez, uma pergunta, sou estudante da ulbra Canoas temos uma cadeira que faz eventos, temos várias idéias para debate, como faz para convidar a Senhora ou outro jornalista da RBS (Lazier Martins um exemplo)valores, se não tem nada na agenda para a data ser marcada, pois temos que fazer tudo com recursos próprios, fazer arrecadação de tudo, fico no seu aguardo se for possível me responder.Muito agradecido, obrigado.
    Jônatan.

  • João Marcelo Azevedo diz: 30 de março de 2009

    Além de linda é inteligente…Estás solteira ainda????

  • Denilso S. Mioso diz: 6 de abril de 2009

    Sábia Martha! Geralmente precisamos ler ou ouvir de alguém o que no fundo já sabemos, está no consciente coletivo. Mas poucos sabem traduzir esses pensamentos como vc. Obrigado! Bjão

  • Monica Loureiro Jorge diz: 14 de maio de 2009

    Já que não dá ( AINDA ) para comprar todos os seus livros, vou imprimir o que der e sai na Internet, e vou colocar numa pasta-catálogo…
    Assim posso ler quando tiver vontade e não preciso ligar o computador…
    Será a pasta MARTHA MEDEIROS….

  • Professor: Etelvino Rodrigues de Almeida diz: 10 de maio de 2009

    Amiga Martha, me sinto nesta condição pelo fato de ter lido quase que toda a sua obra, sou professor de português e literatura e, em cada nova turma em que entro, para desenvolver minhas aulas, início com aleitura de ums de suas crônicas,e elas produzem um efeito muito positivo nos meus alunos, porém nem sempre eles conseguem ter acesso a esses, gostaria de, dentro do possível, que me enviasse algns exemplares para que pudesse sortear para os grupos. Certo que me compreende, grato pela atenção.

  • carlos rosetti diz: 19 de setembro de 2009

    gritos????

    suspiros e gemidos… nascemos

    ruidos,barulhos,milhoes de vozes,caos…vivemos

    suspiro profundo,silencio total…. e o fim, morremos.

  • Silvia Aranha diz: 17 de fevereiro de 2010

    Martha sou sua fã a bastante tempo, dias atrás li o Trem Bala, achei ótimo.O filme Divã é baseado no seu livro?Bjus

  • Lisiane Padilha diz: 7 de abril de 2009

    Como sempre maravilhosa, escrevendo coisas que não consigo transpor para o papel. Eis que o amor é gritante e a coragem para isso é subjetiva. Entretando, como disseste, cada um se conhece e sabe da realidade e as formas como tentamos abafar, ou, nos desviar; fazendo com que achemos outrem que possa suprir, o que a mentira pessoal e sentimental escolhida por nós, deveria mostrar, gritar, arriscar.
    Beijos Martha, continue sendo minha fonte de inspiração. Um abraço, da amiga e fã, Lisiane Padilha

  • bagual diz: 17 de janeiro de 2009

    Sempre tive uma quedinha por ti, e quero que aumente neste ano.
    Beijão!

  • Ana Paula diz: 15 de janeiro de 2009

    Oi, Martha! Bacana demais esse texto! Quanto à história do seu texto pintado na parede, acho que vou roubar a idéia. Na verdade, devo ir mais além. Quando casar (se tudo conspirar a favor, será em breve) pretendo colocar algum texto seu no convite de casamento. Tenho a sua benção? Hahahaha… Beijos, querida!

  • Nayane diz: 15 de janeiro de 2009

    Olá Martha!!! Bem, depois que eu descobri o seu blog, não deixo um dia de ler suas postagens, amo a forma como vc escreve é incrivel como você tem uma sensibilidade… Amei a crônica que você postou, já faz parte de uma das minhas favoritas. Abraços forte da leitora aqui do Ceará!!! Beijos…

  • Ana Lúcia diz: 14 de janeiro de 2009

    Lindo demais esse texto, simples, verdadeiro, absoluto, é a nossa sempre tola vontade de tentar mascarar nossos sentimentos.

  • Nathy Faustini diz: 15 de janeiro de 2009

    Nossa!!! Super show a história do texto na casa. Queria ver!!!

  • Cristiane diz: 19 de janeiro de 2009

    Fantástico!

  • Rita diz: 19 de janeiro de 2009

    Q U E M A R A V I L H A ! ! ! !

  • luciana vaz diz: 15 de janeiro de 2009

    ” a verdade grita”. cara…. YOU`RE SO PERFECT!

  • CARLA COIMBRA diz: 15 de janeiro de 2009

    Que pena! Mas obrigada pela atenção. Fica pro próximo ano, quem sabe, né?!

    Há! Saibas que sou uma “defensora de autoria”. Toda vez q recebo um pp com textos que sei que são teus e vem com autoria trocada eu sempre respondo a todos os destinatário corrigindo os créditos. Tenho uma cunhada q é carioca e é a campeã em mandar textos teus dizendo q são da Cecília Meireles e do Arnaldo Jabor. Eu SEMPRE corrijo dizendo: -Essa crônica é linda mesmo! Mas é da Martha, da NOSSA MARTHA MEDEIROS – GAÚCHA!

  • Fernanda diz: 15 de janeiro de 2009

    Olá, Martha! Acompanho assiduamente teu trabalho, pelo blog e pela Zero Hora. Gosto muitíssimo dos teus textos. Lembro-me sempre de um em especial que tu escreveste para Zero Hora, logo depois de ter assistido ao show dos queridos Cleiton e Cledir em Porto Alegre; o título, “foi viração”, faz alusão a um trecho da música Vento Negro dos músicos. Linda crônica, Martha. Fiz um recorte dela e a guardo com carinho. Um abraço!

  • Ana Figueiredo diz: 14 de janeiro de 2009

    Perfeito Marthinha!
    Uma idéia: quando não tiver muito inspirada para um post deixa um texto.
    Dá uma sensação maravilhosa para os leitores
    Bjs

  • Keila diz: 14 de janeiro de 2009

    Não lembrava deste texo: P.E.R.F.E.I.T.O

  • CAROLINA VEIGA diz: 14 de janeiro de 2009

    Martha, é a primeira vez que comento nesse blog, para ser sincera é a primeira vez que o leio, geralmente pego seus textos em uma comunidade no Orkut.. Quero lhe dizer que gosto muito da maneira como escreve, assim como Clarice Lispector você entra em contato com o que sentimos! Tenho 18 anos e escrevo também, gostaria de enviar dois textos meus para que pudesse me dar uma opinião quando você tivesse um tempo, será que seria possivel? Desde já muito obrigada! Beijos!

  • Maíra diz: 15 de janeiro de 2009

    Martha, adorei achar teu blog… ainda mais nesta fase de inferninho astral antes de completar 29 anos…, paro muito para refletir sobre todo esse tempo e seus textos tem ajudado mais que terapia…
    Obrigado por eles…
    Maíra.

  • Pâmela Feiten diz: 16 de janeiro de 2009

    Martha…
    Não sei se você está acompanhando a minisérie(agora com esse acordo ortográfico não sei se tem hífen,hehe…) Maysa, com outra talentosa artista gaúcha, gostaria de saber sua opinião sobre essa mulher “avassaladora” (p/ época)Maysa.Em muitas cenas fico pasma com a história de vida dela, impressionante!! Se você não está assistindo, deixe que eu lhe presenteio com o dvd quando sair (espero que saia) assim como fez tua linda mãe.
    Bj, meu carinho, minha atenção Pâm

  • Lenita Quevedo diz: 15 de janeiro de 2009

    Olá Martha! Só quero deixar registrado mais uma vez minha admiração por ti. Desta vez pela atenção, gentileza, interesse e respeito que tens com teus leitores e admiradores, respondendo sempre que pode os recados deixados aqui.
    Um abraço.

  • Nathália Hecz diz: 14 de janeiro de 2009

    Aaain, Martha! Eu não pude ir te ver no Praia :( Que tristeza! Estou com saudades de te ver! Vi as fotos do evento, mas tu não está fácil, hein?! Liinda! Espero uma outra oportunidade de te ver, nem acredito que eu perdi essa vez! Não foi esquecimento, foi por outro motivo mesmo. A crônica que tu postaste é muito boa! Preciso dar um jeito de ler o Montanha Russa. Beijão, flor mais charmosa!

  • Gaby diz: 15 de janeiro de 2009

    Martha!Textos lindos,não tenha dúvida q vou começar a ler seus livros, até hj só li um e adorei. O texto “Desejo que desejes” do post anterior é fabuloso copiei e colei originalzinho no meu perfil de orkut, já que estou nessa loucura então é melhor colocar coisas decentes p/ q alguém tire proveito quando ver meu perfil. Rsrsrsrsrs
    O texto “O Grito” é tão especial qto aquele, diz mtas verdades.acho q. nos faz entender principalmente que até podemos mentir algo p/ alguém mas nunca p/ nós mesmos!

  • Caroline Back diz: 15 de janeiro de 2009

    Olá querida Martha! Quando li o título do texto, lembrei-me de uma frase de Clarice, em “A Paixão segundo G.H.” -

    “Porque há o direito ao grito.
    Então eu grito.”

    Coincidentemente são minhas duas escritoras favoritas… E o texto é simplesmente SUBLIME!

    Beijos!!

  • Renata. diz: 15 de janeiro de 2009

    Bom, sou uma leitora assídua dos seus livros e blog, não sei porque o motivo mas me indentifico muito com seu jeito de escrever. Apensar de ter 19 anos, ja me aventurei nas palavras. Tenho um blog onde escrevo alguns textos, poemas, pensamentos, fantasias. Gostaria muito que visse o que faço. Não é nada demais, estou apenas no começo, mas com seus olhos e dicas posso me aprimorar mais. Aqui está http://www.sensatodelirio.blogspot.com.
    Um beijo.

  • Pedro Alberto Rangel diz: 15 de janeiro de 2009

    Oi Martha, continuo seu fão e adorando seus textos! Indiquei seu blog para receber um selo!
    Há um selo esperando por você no meu Blog!
    Blog do Prof Pedro – Dicas, entretenimento e muito mais!

  • Cristina Marteletti diz: 15 de janeiro de 2009

    Martha,adorei o comentário do blog da Silvana no teu blog, minha amiga esta radiante e eu emocionada que minha fotos,vão se espraiar por ai.Valeu mesmo. beijos.

  • Anny diz: 15 de janeiro de 2009

    Bom dia Martha!
    Adoro seus livros porque de uma maneira simples você consegue me dizer o que é para ser dito,Ou o que preciso ouvir… Suas palavras devolveram a crença em mim que perdi em algum lugar ou fase da minha vida. Exagero? Não. Infelizmente. Uma série de descrenças pessoais, atrapalham a vida. Como a sua é à prova de bala, consegue mostrar a sua que também pode ser a minha, já que não sou tão diferente assim para me sentir excluida de mim mesma e do mundo.
    O Grito está na página 15

  • Carla Peres diz: 14 de janeiro de 2009

    Martha, nossa, tempos que não comentava aqui !!
    Sempre venho ler seus posts e esqueço de deixar meu beijos.. mas quando vi esse texto, não resisti. Já tinha lido no seu livro, nossa, essa cronica é minha favorita !! Linda, linda, demais !! Voce devia estar inspirada hein guria !! Diz toda a verdade, já reli umas 10 vezes, e não me canso !!

    Muita sorte, sempre.
    beijos

  • Neusa Conte diz: 14 de janeiro de 2009

    Martha, Eu mesma te mendei um poema que recebi “sendo” de autoria de Jhon Lennon! Gentilmente vc me disse q era seu. O que importa nisso tudo é que vc está no mesmo patamar de Neruda , John Lennon e outros tantos maravilhosos como você!!!

  • Rosanita Moschini Vargas diz: 15 de janeiro de 2009

    Há tempos que venho refletindo sobre a identidade das pessoas…
    E andei observando em telejornais, programas de entrevistas, jornais, revistas…a identidade das pessoas entrevistadas. Já percebeste que todos são identificados pelo nome e profissão?
    Então, pela primeira vez isto causou-me certo encômodo. Somos os títulos que temos ou algo mais? O que somos? Então para o publico, se um dia for entrevistada, serei Rosanita Moschini Vargas (quando não abreviam os nomes)Pedagoga/ Psicopedagoga?

  • zenilda loyo diz: 14 de janeiro de 2009

    Marta querida, esse texto é simplesmente “tudo”, que coisa linda! eu grito porque sei que ele me emocionou, me tocou com verdades que a gente diz que não sabe e sabe, mais uma vez você superou-se. Parabéns. Zenilda Loyo.

  • Fatima diz: 28 de junho de 2009

    Marta gosto demais de tudo que tu escreves
    sou admiradora mesmo.

  • Patricia diz: 1 de março de 2010

    Martha, gostaria de ler de novo um texto que fez sobre as “mulheres normais”… falando de como é ser uma mulher comum no meio de tantas siliconadas e perfeitinhas que existem por aí.
    Já virei a internet e não encontro :(

  • marco aguiar diz: 28 de janeiro de 2010

    Marta teus textos são otimos e atualizados, leio todos, gosto da maneira moderna e simples de como você escreve. Tua alma tem uma linda luz, agradeço por sua existencia, és linda, flor rara. Um grannnnnde beijo.

  • andrea diz: 25 de janeiro de 2009

    Obrigada pela mensagem! lembrei de mim, faz parte de mim… lindo! Deus conserve seu talento! parabéns!

  • Juliana diz: 15 de janeiro de 2009

    Martha,que história linda essa da casa,qdo eu tiver a minha própria casa é certo que terei um trecho de uma crônica sua em uma parede da casa,difícil vai ser escolher qual texto,já que conheço todos publicados e nunca sei qual é o meu preferido.
    Essa confusão com o Neruda rola a muito tempo,tá certo que ele é um ícone da literatura,mas sinceramente Martha,vc não fica nem um pouquinho atrás dele.
    Ah,estou relendo”Doidas e Santas”,que livro maravilhoso,amei a dedicatória!
    Bjos querida!

  • Céres Prates diz: 15 de janeiro de 2009

    Olá Martha! É a primeira vez que posto aqui, mas quero dizer-te que te amo! És uma escritora completa! Inteligente, crítica e que nos leva aos céus com o que nos presenteia! Escreve de maneira que façamos refelexão sobre tudo, a vida, enfim…! É muito bom tê-la sempre conosco!! Abraços, com carinho! Céres.

  • Graciela diz: 24 de janeiro de 2009

    Martha!

    Lindo demais seu texto “O Grito”.
    Meu sábado terá outro tom agora…..
    Obrigada!!!!!

    Beijos

  • Carol diz: 30 de janeiro de 2009

    Incrível como tu consegue descrever o que realmente sentimos no nosso íntimo! é verdade, esse grito existe e acho que no fundo desejamos colocar ele pra fora… mas a vida é assim, não é verdade? existe um padrão seguro para ser seguido, as pessoas certas, o trabalho certo, os comportamentos mais adequados. Viver em equilíbrio dificilmente combinará com as vontades que nossas vozes gritam, as vezes é sufocante, as vezes é monótono, mas em geral dá certo, né?
    abraço!

  • Dafne Graebin Nelson diz: 15 de janeiro de 2009

    Martha, sei que és uma pessoa super ocupada, mas gostaria de pedir dicas de bons livros, os últimos que tens lido. Agradeço, e te parabenizo pelas crônicas sempre tão bem encaixadas na minha vida. Estou lendo Doidas e Santas, bem devagar, esporadicamente, e é fantástico como a cada tanto, me vejo espelhada nas tuas palavras…

  • fabio rodrigues diz: 16 de janeiro de 2009

    Martha!!! Nem acredito que descobri seu blog :) [2] Vi seu primeiro texto no blog de Claudia Leitte, A minha felicidade não é a sua , perfeito demais. Adorei, e passo aquele texto pra todos que conheço, você tem um linguagem , maravilhosa, dinamica. E peço um sugestão sua de um livro seu pra eu começar a ler ! Beijos , adoro você .

  • Shana diz: 16 de janeiro de 2009

    Martha! Adoro os teus textos e de natal ganhei o livro Doidas e Santas! Ainda não terminei, mas estou amando!

    Adoraria que tu desses uma lida nos meus textos publicados em meu blog, e, se não for pedir muito, dar a tua opinião!
    Obrigada!!!!
    Abraços,
    Shana.

  • Ludmilla Garcia diz: 16 de janeiro de 2009

    Gostaria de saber o que voce acha, se voce pode me ajudar com alguma coisa, por onde eu posso comecar…qualquer coisa que possa me ajudar eu agradeceria muito!
    obrigada pela atencao, desculpa os erros eu nao tenho corretor aqui no computador muito menos acentuacao adequada e “cedilha”.
    Mais uma vez obrigada pela atencao.

    Ludmilla Garcia de Lima

  • Glaucia Ramiro diz: 16 de janeiro de 2009

    Olá,sempre li tua coluna na ZH,mas nunca me importei em saber quem escrevia. Como passei a me identificar com algumas opniões,resolvi pesquisar e encontrei o blog. Comprei semana passada o “trem bala”, vou começar a ler hj.

  • Vanessa Almeida diz: 16 de janeiro de 2009

    Martha!!!

    Nem acredito que descobri seu blog :)
    ADORO a forma cm tu escreve e expressa as coisas, sou tua fã e não é de hoje!
    O seu livro Doidas e Santas é maravilhoso, impossível dizer qual a melhor crônica, excelente!
    Gostei muito do seu blog e prometo passar aqui mais vezes.

    Um grande beijo e bom final de semana ;*

  • Thaisy diz: 15 de janeiro de 2009

    To sem palavras pra te dizer tudo o que sinto a seu respeito. A pouco tempo tive contato com as coisas que você escreve e acredito que como muitas outras pessoas me identifiquei muito. Conversando com uma amiga cheguei a conclusão “quero Martha como minha psicologa!” Como pode alguem que não sabe nem que eu existo me conhecer tanto?! Você realmente é muito boa… obrigada por compartilhar seu saber com todos! Beeeijos :*

  • Camila diz: 17 de janeiro de 2009

    Martha! Tudo bem? Então, o meu comentário hoje é sobre um dos seus livros: Tudo que eu queria te dizer. Fantástico. Me identifiquei com alguns fatos, tudo mais. No fim das contas, eu que já era fascinada pelas suas obras, fiquei mais ainda! Bom trabalho. Você é uma escritora maravilhosa. Beijos.

  • Elaine diz: 16 de janeiro de 2009

    Oi, Martha!
    Queria dizer que sou sua fã há mtos anos… Te descobri “por acaso” na época da faculdade, e nunca mais deixei de ler.
    Me identifico plenamente com seus textos, sejam crônicas ou poesias. Amo demais seu trabalho e confesso que me inspiro mto em ti para produzir os meus próprios textos.
    Enfim, só queria dizer q te admiro mto e quero te agradecer por ser pra mim uma eterna fonte de inspiração.
    Deus te projeta sempre.

  • Sergio Bärwinkel diz: 15 de janeiro de 2009

    Faz um ano que tu mudou teu texto.

  • Rosanita Moschini Vargas diz: 15 de janeiro de 2009

    (continua) Só isso? Sou minha formação acadêmica? Sou minha profissão? Nada mais?
    Claro que não…
    POr que não escrevem Maria da Conceição e, abaixo, uma mulher feliz? Ou, João de Deus, homem batalhador. Não representaria melhor o que tantas Marias, Joãos, Iracemas… são na vida?
    Pois bem, fica ai, sem pretensão, uma sugestão de tema para uma crônica, quem sabe? Ou então… uma simples, mas profunda, reflexão!
    Grande beijo…
    Rosanita.

  • Letícia diz: 17 de janeiro de 2009

    Obrigada!

  • Rosanita Moschini Vargas diz: 15 de janeiro de 2009

    Oi, Martha!
    Tudo bem?
    Muito prazer, sou Rosanita, admiradora de teus textos e ao mesmo tempo mais uma leitora que se identifica muito com o que escreves…
    Estou lendo, já que estou em férias, Doidas e Santas e, confesso: estou AMANDO! Portanto, gostaria de agradecer a companhia, pois ao ler as crônicas, sinto como se estivéssemos conversando!
    Coisa mágica essa coisa de escrever… ler… É algo sublime!!!
    Bem, dia desses estava eu com meus devaneios… eles também me acompanham(continua)

  • Taynan Dutra diz: 16 de janeiro de 2009

    Martha, incrível como tu descreve as coisas que eu sinto mesmo. Acabei de ler A dor que dói mais, que tu escreveu há algum tempo. Exatamente, igual.

  • EDERSON ABI diz: 16 de janeiro de 2009

    Marthaaaa!!!
    Voltei das minhas férias!
    Que saudade!
    Eu te amo, ou a forma que tu escreve?? Bom, não sei!
    Mas VOCÊ É UMA INFLUÊNCIA NAS MINHAS DECISÕES COMO HOMEM!
    Beijoss

  • SANDRA C. DE SÁ diz: 19 de outubro de 2009

    Martha, sou sua fã e conheci seus textos através de uma amiga. Gostaria muito que escrevesse a respeito desses”amores/ódio” eterno.Tenho muitos amigos que a anos vivenciam o ódio pelo ex. Esquecem de procurar ser feliz para acompanhar de longe os fracassos do antigo parceiro e sonho com o dia que a pessoa virá humilhada e abandonada e acabará “morrendo nos meus braços”. Não tentam uma aproximação, uma volta. O que fizerem não tem perdão. Mas não conseguem se desvencilhar desse sentimento.

  • PEDRO GIRARDI diz: 26 de maio de 2009

    BOA TÁRDE MARTHA MEDEIROS, VOCÊ É A NOSSA MUSA LITERARIA DO RIO GRANDE DO SUL,,,TE ACOMPANHO SEMPRE PELA INTERNET, LEIO TEUS TEXTOS POIS SÃO DE UM AGRADO MUITO GRANDE PARABÁMS….GIRARDI DO PARANÁ.

  • Alfredo Martins diz: 23 de maio de 2009

    Marta, gosto muito da maneira que você escreve, acho que faz muita gente pensar um minuto em suas vidas ou viajar um pouco nos seus pensamentos.
    Você é muito linda, beijao.

  • marcus antonio meurer diz: 25 de maio de 2009

    Olá Querida Marta.
    Gostaria primeiramente de te parabenizar,pelo seu blog e dizer que sou seu leitor ,e em segundo lugar gostaria de saber se é possível enviar-me uma matéria que vc escreveu sobre a amizade na sua pagina da zero-hora,tentei encontrar mas não consegui.
    Desde de já de agradeço
    Abraço Marcus

  • erico mello neto diz: 26 de maio de 2009

    Martha

    Com todo o respeito, mas alem de uma brilhante escritora és muito linda.
    Quando apareces na televisão em algum acontecimento fico parado te ouvindo e apreciando o teu jeito meigo e a forma como te expressas.
    Não sou nenhum adolescente, sou até muito seletivo para nulheres.
    Mas tambem gostaria de ter o teu brilho e inteligencia para escrever.
    Todos os dias presencio conversas fantásticas de muitas pessoas durante ida/vinda do trabalho no onibus, acho que daria um bom livro.
    Bjs

  • George diz: 29 de maio de 2009

    Ola` Martha,

    O texto “O GRITO” esta` muito bom, parabens!

  • Vanessa diz: 4 de fevereiro de 2009

    Amei “O Grito”. Genial!
    Parabéns pelo dom que tens!
    Abraço

  • carla Floriano Fraga diz: 17 de fevereiro de 2009

    Genial! é simplesmente a melhor crônica que tu escrevetes..fala toda a verdade humana..sempre acreditei em tudo isso! Parabéns!

  • Paulo Cardozo diz: 22 de junho de 2009

    Martha:

    Aprendi a gostar de você lendo suas crônicas no O Globo aos domingos. Você, realmente, tem o dom da palavra, sabe colocar com singeleza temas existenciais que ocorrem no nosso dia-a-dia com leveza que me encanta, aguça e instiga minha curiosidade em relação a sua personalidade.

    Resultado; eu meu tornei seu fã incondicional!

    Pls drop me some lines..

    Abraço afetuoso,

    Paulo

  • Jéssica Centeno diz: 30 de setembro de 2009

    amei “O Grito”. maravilhoso.

  • Oscar Henrique Cardoso diz: 7 de novembro de 2009

    Martha Medeiros, quero te agradecer, em primeiro lugar, pela tua inteligência e pela tua existência. Leio teu blog aqui no CLIC, teus livros, quero agradecer por você nos brindar com palavras e imagens do cotidiano. Você vê a vida além de uma janela. Você vive e você nos passa a vida com um olhar somente seu, e um pouco nosso também. Abraços do jornalista e também escritor (estreante) Oscar Henrique Cardoso.

  • Suzana diz: 29 de julho de 2009

    Oi, Martha. A lucidez da coluna “Turma do dããã” expõe a provável dolorosa rejeição familiar, ativa ou passivamente, resultado de real negligência quanto à educação de seus filhos. Até a poesia diz: quem ama, cuida. E quem é cuidado sabe respeitar. Porém, nem só. Também é fruto da desesperança, reação a esse festival de tragédias e tragédias que é despejado em multimídia, “full time”, onde o esforço e responsabilidade é coisa de otário… Temos conserto? Grande abraço!

  • Lucas Larré Rodrigues diz: 5 de agosto de 2009

    Martha. Simplesmente INCRÍVEL a facilidade das tuas colocações. Sou teu FAN. Me deleito com tuas crônicas….Saudações

  • Augusto Morenho diz: 1 de dezembro de 2009

    Martha, teus textos salvam esse jornal, parabéns!

  • Luciane Franco diz: 27 de novembro de 2009

    O que mais me impressiona é como você consegue expor em palavras tudo aquilo que sentimos. O texto “O grito”, grita tudo o que queremos deixar calado, abafado, escondido! Nós humanos temos a triste mania de esconder em baús os nossos sentimentos mais verdadeiros e queremos que fiquem lá! Então, de repente lá esta Martha Medeiros para abrir os nossos baús.É dolorido e bom ao mesmo tempo ouvir os nossos gritos,mas o melhor é saber que tem alguém com coragem para remexer dentro de nós! Sua fã! bjs

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