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Rio de Janeiro

26 de janeiro de 2009 40

Voltei do Rio depois de quatro dias, quase todos abaixo de chuva. Mas não importa, uma das razões da minha ida era encontrar uma superamiga que mora fora do Brasil e que estava lá a trabalho, e para esses reencontros pouco importa a meteorologia. Ainda assim, faça-se justiça: ontem, domingo, o tempo colaborou e peguei um sol ótimo, andava muito desbotada.

*

Quando cheguei na quinta, fui jantar com os queridíssimos Malu Mader e Tony Belotto: foi uma noite divertida e inteligente, e saí do restaurante com o compromisso inadiável de assistir ao documentário sobre a trajetória dos Titãs – lá no Rio só se fala bem a respeito. Vou tentar ir nesta semana. 

*

Na sexta de manhã, a indiada do ano: ir ao consulado americano solicitar visto de entrada no país. Chovia!! Eram 7:30h e a fila era grande, e pior, ao relento, sem abrigo. Nessas horas é bom ter uma reserva de paciência. Aos poucos ela andava (a fila anda, não é o que dizem?) e quando vi estava dentro do consulado. Mais um período de espera, registro de digitais, distribuição de senhas, até que chega a última das filas, quando o pessoal treme: é a hora da entrevista propriamente dita. Eram quatro guichês, todos com microfones, ou seja, dá pra ouvir tudo o que os gringos perguntam para cada candidato a turista: em que trabalha, quanto ganha, enfim, a privacidade vai para as cucuias. Tive a sorte de ser entrevistada por uma moça que não estava muito a fim de papo, e em três perguntas ela liquidou a questão: me concedeu o visto. Duas horas de fila para 30 segundos de análise, sem pedir um único documento do calhamaço que eu havia levado. Foi assim. Saí de lá, troquei de roupa no hotel e, aproveitando uma trégua da chuva, fui caminhar no calçadão de Ipanema para desopilar daquele ritual chato e burocrático.

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Mas, à tarde, voltou a chover, e então optei por um programinha maneiro: pegar um filme na Casa de Cultura Laura Alvim, ali quase no Arpoador. Fui ver Juventude, filme brasileito dirigido e escrito por Domingos Oliveira, um dos nomes que mais admiro no cinema nacional. A história é simples: três homens entre 60 e 70 anos, velhos amigos, se reúnem na casa de um deles para passar o final de semana e conversar sobre a vida que levaram até ali, o que fizeram de certo, de errado, o que valeu, o que não valeu, e o que ainda pode ser feito com o restinho de futuro que ainda há. É ótimo! Primeiro, porque é muito raro encontrar um roteiro que discuta a passagem do tempo pelo ponto de vista masculino. Segundo, porque os três amigos eram interpretados pelo próprio Domingos e mais Paulo José e Aderbal Freire, três atores especiais. Em terceiro, porque o filme não é piegas, ao contrário, é inteligente, doce, melancólico e divertidíssimo, eu ri muito com as ironias do personagem do Domingos. Aliás, a fronteira entre personagem e realidade é muito tênue – na verdade, são três grandes seres humanos fazendo um compacto dos seus melhores e piores momentos, dando sabor às cafajestadas inerentes à “raça” e demonstrando uma sensibilidade e uma propensão para o amor que raras vezes os homens expõem.

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Há mais a dizer sobre o filme, devo escrever uma crônica sobre ele. Mas desde já, fica a dica, e vá rápido, porque infelizmente não é o tipo de filme que se mantém muito tempo em cartaz, ainda mais nessa época pré-Oscar, em que os blockbusters invadem as telas.

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Fiz algumas reuniões de trabalho e tudo indica que meus textos voltarão ao teatro esse ano - dessa vez, livremente inspirando uma peça que deve estrear no segundo semestre. Por enquanto, me pediram para não falar nada a respeito – tenho que respeitar a superstição alheia. 

*

Descoberta: uma lojinha minúscula que é o paraíso dos chinelos havaianas, tem de todos os tipos e cores e estampas, mas o que é mais legal: você pode customizar a sua lá mesmo, é só levar sua havaiana velha de guerra e transformá-la em nova. O pessoal da loja vende pequenos broches para serem colocados em uma das tiras (você pode abarrotar o chinelo de pequenos broches, se quiser, mas eu acho mais charmoso se for um único broche em cada pé) e sair de lá com os pés personalizados. É uma biboca que está sempre lotada de turistas estrangeiros e fica na rua Farme de Amoedo, em Ipanema (se eu encontrar o cartão que me deram, confirmarei o endereço). 

*

Outra descoberta: nessa curta viagem, fui apresentada ao som de uma cantora chamada Katie Melua, de quem nunca tinha ouvido falar. Cool, sofisticada, uma voz linda. Irlandesa, eu acho, mas não estou certa (nunca estou certa de nada!!) Vou pesquisar mais sobre ela no google. Não sei se ela tem discos lançados aqui, parece que não. Quem souber, me avise.

*

Almocei num bistrô charmoso ali em Ipanema, na Barão da Torre quase Garcia D´Avila, chama-se Le Vin. Um casarão antigo com mesinhas na calçada, com toalhas xadrezinhas em branco e azul, um charme total  e onde come-se superbem – mas o Rio tem opções para todos os bolsos e um bom boteco não dá pra dispensar, já que esses, sim, são a cara da cidade. Encarei um no Baixo Gávea na noite de sábado, e olha, fazia tempo que eu não voltava pra casa às duas da manhã. É a alma carioca chamando pra noite. Não há como recusar o convite.  

*

Por enquanto, fico por aqui. Um beijão e um ótimo começo de semana – que seja ensolarado para todos!      

 

Postado por Martha Medeiros

Comentários (40)

  • Helena diz: 14 de fevereiro de 2009

    Também adoro o som de Kate Melua. Não sei muito sobre ela, só que faz uma música linda… Uma voz deliciosa, arranjos criativos e letras muito inteligentes. Um pouco de ar fresco na mesmice de sempre. Entre tantas coisas, adoro quando ela diz: `The more you scratch, the more you itch…` Grande verdade…

  • lescia jatobá diz: 6 de março de 2009

    olá, tudo bem? li seu poema “quem morrer” e quase chorei. fiquei emocionada, porque muitas vezes esquecemos desses detalhes e transformamos nossa vida numa batalha que faz com que esqueçamos de viver, que a vida é uma só e que só levaremos conosco quando morrermos, o que vivemos, seja uma vida vivida ou uma “morte” em vida.
    obrigada por suas palavras, por me lembrar que estou viva…
    adoro seu trabalho e, desejo-lhe muito sucesso!

  • Neusa Conte diz: 26 de janeiro de 2009

    Martha, Só HOJE tb senti o q a Letícia acima sentiu. Uma “Invejinha” , por compromissos financeiros, não tiro férias há alguns anos, vc pode até dizer q o “trabalho” não é td , e não é, mas fazer o que ? Atirar td pra cima não dá! Parabéns , por poder viver BEM do teu próprio talento, isso nenhuma CRISE , nenhum pacote econômico vai te tirar!!! Obrigado por compartilhar dos livros, filmes, cantores , etc… Que vc trás sempre QUENTINHO pra nós !

  • Nathália Hecz diz: 27 de janeiro de 2009

    Aiin, lá vou eu de novo! Mas agora é prestação de serviço! Kkkk! Estes versos: “Sou uma mulher madura, que às vezes brinca de balanço/ Sou uma criança insegura, que às vezes anda de salto alto”, acho que estão no Poesia Reunida, tentando ajudar a leitora Anelise. Se não for, eu to muito fora da casinha, porque eu sou capaz de jurar que li nesse livro. Se não for, Martha, perdão. Beijão, flor!

  • priscila delgado diz: 26 de janeiro de 2009

    Olá Martha!
    Acho que vc já deve ter ouvido isso várias vezes…mas sou louca por tudo o que voce escreve…tenho uma amiga, para quem sempre envio seus textos…ela também é louca por voce…aliás, por tudo que vc escreve…ia te dizer qual é o meu texto preferido, mas não dá não…gosto de tantos!
    Martha, voce vem pro Fórum Social Mundial?…se vier e encontrar uma garotinha parecida com vc,cabelhinho preto e liso, te olhando com cara de quem ta querendo cumprimentá-la, sou eu…
    muitos beijos!

  • Emanuele Schardong diz: 26 de janeiro de 2009

    Queria Martha!

    Tenho 20 anos e há muuuitos aprendi a amar teu jeito encantador de escrever e comunicar a alma como poucos conseguem. É um prazer imenso ler a ZH no domingo, que espero anciosa no sábado a tardinha para, primeiramente, espiar tua coluna.

    Tal hábito adquiri de minha mãe, que é fervosora leitora tua, dona de livros e recortes teus. Logo me encantei por ti e pelo jeito como parece conversar com o leitor, que se sente próximo, acolhido, amado.

    (continua!)

  • Leandro diz: 26 de janeiro de 2009

    Loja cheinha e só de Havaianas?? Bah, é pra lá que eu vou! Bjs

  • leticia diz: 26 de janeiro de 2009

    ahh martha, deu uma invejinha aqui ! coisa boa ganhar dinheiro pra fazer o que gosta.. porque nao podia ser assim com todo mundo .. ahh mas também né, bem feito pra mim por não ter estudado.. tudo de bom ! abraço e felicidades

  • Osvando diz: 26 de janeiro de 2009

    Ketevan “Katie” Melua (em georgiano, ქეთევან “ქეთი” მელუა, pronunciado IPA: /ˈmeluˌɑː/) nascida a 16 de setembro de 1984 é uma cantora e compositora de nacionalidade britânico-georgiana. Nascida em Kutaisi (Geórgia), com 8 anos partiu para a Irlanda do Norte e desde os 14 vive na Inglaterra. Em novembro de 2003 (com 19 anos) gravou o seu primeiro álbum intitulado Call Off the Search, que atingiu 1 milhão de cópias passadas cinco semanas. Tornou-se cidadã britânica em 10 de agosto de 2005.

  • Daniele Valente diz: 26 de janeiro de 2009

    Olá Martha! Resolvi te escrever porque ganhei um presente maravilhoso de aniversário: seu livro “Doidas e Santas”. Parabéns! É divertido e emocionante. Estou amando!
    Beijos
    Daniele Valente

  • Anelise Espíndola diz: 26 de janeiro de 2009

    Martha, gostaria de saber se esse texto realmente é seu e se for em qual livro se encontra e qual o seu nome, pois como você já deve estar acostumada a internet pode ser muito fraudulenta e acabar trocando os nomes dos autores e assim se perde o devído prestígio de quem realmente o escreveu.

    “Sou uma mulher madura,que às vezes brinca de balanço…
    Sou uma criança insegura,que às vezes anda de salto alto!”

    Sou super fã sua, você é maravilhosa.

  • Karen Franke diz: 27 de janeiro de 2009

    Martha!
    Rio de Janeiro: cidade multicultural, talentosa por si só… Tuas aventuras e desventuras são frutos deste espaço acalentador e envolvente… Lembro quando fui a primeira vez ao RJ aos 16 anos, a receptividade carioca cativou-me; pareciam irmãos meus – não preciso dizer a delícia de ter ficado lá,embora em um curto espaço de tempo!!
    Martha!
    Espia meu primeiro e recente blog, http://kakafranke.blogspot.com/
    Se quiseres, comenta! Ficarei mui feliz!!
    Beijos
    Karen

  • Ana Paula diz: 26 de janeiro de 2009

    Nossa, Martha! Pelo visto você curtiu bastante a passagem por aqui! Que bom! Falando na Katie Melua, não conheço nenhum álbum dela, mas já havia ouvido uma versão dela para “Just Like Heaven” do The Cure no filme ” E se fosse verdade”. A voz dela é linda e muito gostosinha de se ouvir! Hehehehehe… Beijão e boa semana!

  • ALEX JUNG diz: 26 de janeiro de 2009

    Para Letícia de Santa Maria,
    comprei um livro neste final de semana e estou bem no início, mas parece promissor. Sugiro que leia, pois nunca é tarde para estudar. o título do livro: “De faxineiro a procurador da república”, de Manoel Pastana. Como eu disse, estou no livro e estou gostando muito, com certeza é uma lição de vida… Abraços

  • Natália diz: 26 de janeiro de 2009

    Oi Martha! adoro você, adoro teus textos, me identifico muito. Escrevo bastante e tem um texto meu que eu gostaria que você lesse. Se não for pedir muito você pode me passar seu email? Obrigada pela atenção, beijo.

  • Nathália Hecz diz: 26 de janeiro de 2009

    Aff, correção: no meu comentário, nem é FIQUE, é FIQUEI. Desculpas! Beijão! ;)

  • Patricia Moura diz: 26 de janeiro de 2009

    Katie Melua canta uma música com Jamie Cullum “Cats” que na verdade é do The cure..viva as férias…bjs

  • lu diz: 27 de janeiro de 2009

    ai, que eu AMO essas coisinhas do Rio…. delícia. e a Katie Melua é memso uma fofa.. so achei coisas dela em mp3…cd, nunca vi. beijao, lindona!!

  • Emanuele Schardong diz: 26 de janeiro de 2009

    Saiba que minha mãe, mesmo residindo agora em SC, continua a assinar a ZH, por sentir-se mais familiarizada e também por sentir muita falta de tuas colunas no DC.

    Gostaria apenas de lhe dizer que a admiro imensamente pelo dom que guardas junto a ti, pelo prazer que me proporciona sempre que a leio, pelo hábito da leitura que despertaste em mim, pela beleza com que faz teus poemas e pela coragem de assumir pontos de vista nem sempre comuns e manjados. Continue assim, encantadora!

  • Cristina Borensztajn diz: 26 de janeiro de 2009

    Quero aproveitar para parabenizá-la pelo modo simples e brilhante com que voce escreve e retrata as questões humanas em suas crônicas. Pelo que li voce aproveitou bem o fim de semana aqui no Rio. Que bom saber que os seus textos estarão nos teatros cariocas ainda este ano. Fico feliz com a notícia. Precisamos urgentemente de algo inteligente em nossos tristes palcos e organizar outra noite de autógrafos como aquela improvisada na peça O Divã na Casa Laura Alvim. Lembra?

  • Fernanda Guimarães diz: 26 de janeiro de 2009

    Martha,
    Conheci a música de Katie Melua em 2007…aliás, uma grata surpresa!
    Tenho dois Cd`s dela: The Katie Melua Collection e Call of the Search.
    Katie nasceu na Georgia e se não me engano, tem 24 anos!
    Dá uma olhada no site oficial dela:
    http://www.katiemelua.com/
    “Just Like Heaven” é uma das minhas favoritas. O original é dos The Cure…
    Há também Closest Thing to Crazy que é arrebatadora na voz de Katie…Não deixes de ouvir também Moon River…é tocante!
    beijos

  • Maria Luiza Bicca Bragança diz: 28 de janeiro de 2009

    Nooossa Martha! Uma mesa de jantar com Malu Mader e Martha Medeiros é um sonho! Sério mesmo, é um dos meus sonhos!
    Hoje lí na ZH que entrastes em férias… aproveite-as então.
    Ah e quanto ao meu sonho, espero ainda realizá-lo.
    Beijos querida

  • Luisa diz: 27 de janeiro de 2009

    Eu li o post novo, mas tenho que admitir que eu fiquei presa a um pequeno parágrafo ali no começo. Jantou com a Malu Mader e o Tony Belloto?! Ohcéus! Tens mesmo que ver esse filme! É divertido, nostálgico, e faz você cantar as músicas ao mesmo tempo em que elas aparecem. Confesso que eu sou muito suspeita pra falar já que sou fã deles há mais de 10 anos (tudo começou quando eles lançaram o cd acústico mtv, quando eu tinha 5).

    Sobre a peça Divã, baseada no seu livro, sabe quando estréia?

  • Luciana Ferst diz: 28 de janeiro de 2009

    Estou 2anos8meses fora do Brasil, morando em Queenstown, quando tenho oportunidade leio o que escreves. Gosto muito, se puderes, envie-me o endereco por e-mail da loja que costumiza havaianas no RJ.
    Obrigada1
    Luciana Ferst

  • Moema diz: 26 de janeiro de 2009

    Muito boa tuas respostas na entrevista 3AM

  • Liliana Garbin diz: 28 de janeiro de 2009

    Oi,Martha.Voltei d férias essa semana e já corri pro blog…saudades…..
    Bjos,Lili.

  • Caroline diz: 26 de janeiro de 2009

    O filme Juventude ganhou vários prêmios no Festival de Cinema de Gramado em 2008!

    E essas lojinhas de havaianas no Rio de Janeiro tem várias! Tem uma em Copacabana, no Bairro Peixoto, bem legal!!!

    Leio sempre teu blog, tuas colunas, enfim… mas é a primeira vez que comento, apesar de gostar muito de todas!

    Beijo!

  • Luana diz: 27 de janeiro de 2009

    Oi!! Só para dizer que adorei a lojinha de havaianas!! Li o blog e me vi lá… customizei a minha e coloquei um broche de cada lado!! eheh beijos

  • Milena araújo diz: 28 de janeiro de 2009

    Muito boa tua entrevista no site 3:AM brasil. Parabéns. Detalhes gostosos de conhecer.

  • Juliana diz: 27 de janeiro de 2009

    Martha,que delícia saber das suas aventuras e compromissos pelo Brasil afora,dicas,experiências e novidades,tudo de bom,ainda mais vindo de vc!!!
    Bjãooooo!!

  • Francis Beheregaray diz: 26 de janeiro de 2009

    É guria, tu tens que vir para Curitiba.

  • Nathália Hecz diz: 27 de janeiro de 2009

    Ai, ai… Tenho duas amigas que estão se VICIANDO nas tuas crônicas! Sabe por quê? Porque elas me vêem lendo e ficam perguntando: “Mas, ô Nathi, o que é que tu está lendo? Posso ver? Me empresta?” E elas estão me culpando por isso! Kkkk! Falam: “Bah, Nathi! Tudo culpa tua!” Tá vendo só o poder das tuas palavras? Até as minha amigas meio doidas começaram a ler! Parabéns por escrever tão bem, flor! Já disse isso várias vezes, mas nunca é demais… :) Amoo!

  • Keila diz: 27 de janeiro de 2009

    Outra peça? Em SP? Avise-me assim que possível!
    Bjs

    Ah quando puder acesse meu novo blog…outra linha, mas nao abandonei meu antigo blog nao!

  • Marcel Hartmann diz: 28 de janeiro de 2009

    Bem que podia ter uma dessas lojas de Havaianas aqui em POA, né? Alguém podia ser revolucionário e montar uma.
    A única coisa parecida que tem aqui é uma loja de tranformação de roupas. Isso, eu vi num livro da minha mãe: “Endereços Curiosos de Porto Alegre”, da Claudia Aragón. Só isso também…
    Um beijo!

  • Iria diz: 27 de janeiro de 2009

    Mais sobre Katie Melue: http://www.katiemelua.com/biography.html
    um abração

  • Camilla Furtado diz: 28 de janeiro de 2009

    Queridíssima Martha, há muito tempo quero te falar, mas qualquer coisa que eu escrever vai ser pouco…fico ansiosa…Vou tentar resumir…Me vejo incondicionalmente no que você escreve, você sabe tudo de mim! Estou vicidada nos seus textos.Tudo que vc escreve é tudo de bom!! Você é MARAVILHOSA!! PARABÉNS! SOU SUA FÃ!

  • Juliano Polimeno diz: 27 de janeiro de 2009

    Olá Martha,
    sou músico/compositor de SP em fase de pré-produção de meu primeiro disco e musiquei um poema seu que queria muito poder gravar. É o “A Morte Devagar”. Será que vc poderia me escrever para conversarmos? Já agradecendo…Abs.

  • Nathália Hecz diz: 26 de janeiro de 2009

    Adoro ler os posts do blog quando tu volta de viagem! Aaai, guria! Tu me racha a cara com o bom humor, “desbotada” foi muuito bom (minha cor é igual a tua, e também estou desbotada, preciso de sol)! Falando em obras tuas adaptadas pro teatro, sonhei esta noite que estava vendo “Divã, O filme”. Fique LOUCA por um par de havaianas enfeitadinhas! Traz uma pra mim da próxima vez, kkkk! Adorei tudo! Beijão, flor! Adooro!

  • Elizabete Camillo diz: 27 de janeiro de 2009

    ola Martha!!!
    Cada vez mais tenho lido o q vc escreve, e o q me impresiona,é a quantidade de textos q estão na net, sem ser dado os créditos aos seus verdadeiros escritores.Tem um site q eu vizito muito http://www.pensador.info/,só q nao sei se tudo q tem lá, esta devidamente creditado. Como faço pra saber???
    obrigada!!! bjs

  • Dillu Machado diz: 5 de fevereiro de 2009

    Oi Martha,
    Estou lhe escrevendo para dizer que sou fã também de Katie Melua e tenho o disco dela Call of the Search que me foi dado por um inglês de passagem aqui na Bahia. Apaixonei-me imediatamente (pela Katie hehehe) e sonho um dia cantar “the closest thing to crazy” dela com violino e tudo. Queria lhe mandar o vídeo do Cd pelo seu blog, mas não sei como (ainda). Vou tentar, bem como enviar as músicas também. Não sei se o disco existe no Bra

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