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Posts com a tag "Eventos"

Cássia Kiss e eu

08 de julho de 2010 37

Olá, pessoal.

Obrigada pelas mensagens deixadas.

Acabo de chegar de Brasília. Já estive lá umas quatro ou cinco vezes, sempre correndo, a trabalho. Considero uma cidade sui generis, diferente de todas que já vi. Não imagino como seja morar lá,  mas me rendo à beleza arquitetônica da capital federal. Cada vez que passo pela Esplanada dos Ministérios meu queixo cai, principalmente à noite, com as luzes iluminando a catedral, o congresso, o palácio do governo, e mais adiante, a incrível ponte JK. Passados 50 anos da inauguração de Brasília, ela segue sendo futurista e tudo indica que nunca ficará datada. A imponência da obra de Niemeyer é algo que faz com que ele mereça mesmo o epíteto de gênio.

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Mas queria mesmo é contar pra vocês como foi o encontro no Centro Cultural Banco do Brasil. À tarde, antes do evento, me encontrei rapidamente com a Cássia Kiss numa sala de imprensa improvisada no hotel em que estávamos hospedadas. Cássia está linda, jovem, radiante – resumindo, apaixonada. Estava acompanhada do marido, João, e o casal não se desgrudava um minuto, coisa rara de se ver até entre adolescentes. Legal ver uma mulher madura, vivida, já com quatro filhos de relacionamentos anteriores, abrir-se para um novo encantamento. É como eu digo: paixão rejuvenece mais que botox…

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Então fomos para o CCBB e chegando lá já havia uma longa fila a nossa espera. O auditório lotou, tinha gente sentada no chão. Primeiro o curador do evento, Marcelo Andrade, fez uma rápida apresentação do projeto que se chama Escritores Brasileiros: a cada mês eles levarão um escritor para falar sobre sua obra e um ator/atriz para ler os textos. Nos próximos meses Brasília receberá Luis Fernando Verissimo, Marina Colasanti, Nelson Motta e outros. Não lembro agora o casting inteiro, mas é poderoso.

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Aí fui chamada ao palco e fiquei uma meia-hora contando sobre como comecei minha carreira, os desvios e mudanças de rota desde a infância até chegar aqui, o que gosto de escrever, como costuma ser a reação dos leitores, enfim, um tricô regado a muito bom humor e informalismo. Eu me senti em casa, e acho que a plateia curtiu também.

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E então chegou o grande momento: Cassia Kiss subiu ao palco para ler algumas crônicas do meu livro Doidas e Santas. Sempre considerei a Cassia uma atriz intensa, e imaginei que ela talvez desse uma certa dramaticidade ao texto, mas que nada, de cara ela foi tirando os sapatos que apertavam e deixou todo mundo super à vontade. Leu com muita graça e leveza, as pessoas riam demais, foi uma delícia. Eu, que costumo ficar constrangida quando ouço textos meus sendo lidos em voz alta, relaxei e curti, por mim teria ficado lá até a madrugada…

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Uma palinha pra vocês verem como não estou inventando nada, foi bem assim:

http://www.youtube.com/watch?v=51GSUFgvdoA

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Bom, aí fomos para a livraria do CCBB, autografei alguns livros e jantamos ali mesmo, no bistrô. Uma noite agradabilíssima, que tem tudo para se repetir no Rio dia 14 de setembro.

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Antes disso, em agosto, está confirmada minha presença dia 4 em Natal e dia 5 na Feira do Livro de Mossoró, RIo Grande do Norte.

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Vamos falando. Beijos!

Inhotim e David Lodge

28 de junho de 2010 17

Olá!

Nesse último final de semana realizei um desejo: conhecer o Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho, MG. Inhotim é um parque enorme que reúne diversas galerias de arte contemporânea junto a um jardim botânico de tirar o fôlego. A ideia, em si, é bárbara: unir obras de arte feitas pelo homem a obras de arte criadas pela natureza. Além das galerias, há também obras expostas a céu aberto. É um passeio imperdível. Brumadinho fica a cerca de 50km de Belo Horizonte, mas quem quiser saber detalhes mais precisos, pode acessar www.inhotim.org.br

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Gosto de arte e gosto de natureza, mas não deu empate: dessa vez, a natureza me impactou bem mais. De todo o passeio, foram as caminhadas entre as diversas espécies vegetais que mais me deram prazer. E também a parada estratégica para o almoço no restaurante do parque, um local moderno, charmoso, superbem decorado e com um buffet excepcional. Uma delícia almoçar embaixo das árvores, naquele ambiente inspirador.

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Quanto à arte contemporânea, não sou a pessoa certa para falar a respeito, porque não consigo abstrair o suficiente para entender as chamadas “instalações”. Gosto muito de pinturas, esculturas e de algumas experimentações que se fazem em nome da arte, mas experimentalismo demais me parece um embuste. Volto a dizer, não sou entendida no assunto, é opinião de uma leiga absoluta. Já vi muito coisa sem sentido (ao menos pra mim) em bienais de arte no mundo inteiro, e em Inhotim não foi diferente. Projeções de vídeos caseiros totalmente nonsense, vidros encostados na parede, salas vazias com sons obscuros saindo de alto falantes, salas escuras com efeitos de luzes… Entendo que a intenção é provocar os sentidos, mas a única coisa que isso desperta em mim é minha ignorância. As obras do pernambucano Tunga foram as que mais me atraíram, é uma porralouquice que abala, não mantém ninguém indiferente, mas fora isso, eu saía das galerias louca para ver as palmeiras, os lagos, as árvores, tudo o que realmente inspira essa caipira aqui.

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Sei que não precisamos entender tudo o que vemos, que a lógica não é uma aliada da arte, que o que importa é o sentimento despertado, mas tudo tem um limite.  Uma cadeira de pernas pro ar jogada no meio de uma sala, por exemplo, pode ser uma obra de arte e pode ser apenas uma cadeira de pernas pro ar, vai depender da interpretação do artista, interpretação essa que costuma estar exposta em pequenos avisos nas paredes, em que consta o nome do autor da engenhoca, o material empregado e o que eles quis dizer com aquilo. Sem a explicação, fica-se boiando. Eu fico, ao menos.

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Trocando artes plásticas por literatura: estou terminando de ler mais um livro de David Lodge, autor inglês que gosto muito. O título (ruim): Surdo Mundo. Você leu certo: Surdo Mundo, e não Mudo. Detesto trocadilhos. Detesto. Trauma de uma época longínqua em que eu trabalhava numa agência de propaganda em que algumas pessoas eram viciadas nesse humor sem graça, cujo único mérito é fazer malabarismo com as palavras. Argh.

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Mas voltando ao livro, que originalmente se chama Deaf Sentence. É a história de um professor aposentado que a cada dia fica mais surdo. Um relato inteligente, bem-humorado e terno sobre como as relações familiares e profissionais são afetadas pela convivência com alguém que possui uma deficiência que obriga a um remanejo de conduções e atitudes. A surdez sempre nos pareceu um mal menor (quem nunca disse “prefiro ser surdo a ser cego”?), mas há muitas dificuldades que essa carência auditiva invoca, e também algumas sutilezas curiosas: às vezes ser surdo pode ser um benefício em meio às nossas dificuldades naturais de comunicação, dificuldades que todos temos, você, eu, todo mundo.

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O livro é um romance genérico, não fica batendo apenas nessa tecla da surdez. Discute assuntos diversos, todos eles interessantes, envolvendo as filigranas dos relacionamentos e também fala sobre arte em geral e linguística em particular. Um livro rico de informações, e que além disso diverte e emociona. Recomendo.

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Coincidentemente, ontem, no avião, quando voltava de Minas, li um trecho em que o personagem do livro diz: “A maior parte da arte contemporânea é sustentada por uma estrutura discursiva, sem a qual simplesmente viria abaixo e seria indiferenciável de lixo”. Pode ser que David Lodge e eu estejamos redondamente enganados, mas adorei descobrir essa afinidade de pensamento com um autor que respeito tanto.

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Além de Brumadinho, conheci também a Serra da Rola-Moça e fiquei deslumbrada com essa região montanhosa, que visual! Estive em Minas a passeio, apenas a passeio. É possível que volte muito em breve para uma sessão de autógrafos, avisarei se for confirmado. Por enquanto, convido para um encontro no Centro Cultural Banco do Brasil dia 7 de julho em Brasília. A atriz Cassia Kiss lerá alguns textos meus e depois comentarei um pouco sobre meu trabalho.

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Beijos, boa semana a todos!

Homem de Ferro

15 de maio de 2010 18

Sou louca pelos filmes do Woody Allen, não é segredo pra ninguém, e não foi diferente com Tudo pode dar certo, gostei do começo ao fim (aliás, que monólogo no início do filme!). Em 90 minutos de projeção, está ali resumido o que entendo por sanidade mental: a aceitação da nossa total falta de controle sobre o destino e o bom humor para enfrentar nossas próprias contradições. Porém, gostar de Woody Allen não faz de mim uma intelectualóide xarope, e a prova disso é que ontem me esbaldei assistindo Homem de Ferro 2, com o espetacular Robert Downey Jr – que acaba de assumir o primeiro posto entre meus atores favoritos. Não que eu seja muito chegada a filmes de ação, não sou. Mas como já havia gostado do primeiro Homem de Ferro, fui conferir a continuação e me deliciei com os diálogos rápidos e inteligentes, com a participação sarcástica de Mickey Rourke, com as eletrizantes cenas gravadas num fictício GP de Mônaco, com a trilha sonora recheada de AC/DC (sonzeira que não ouço normalmente, mas que casou superbem com a montagem) e ainda o prazer de ouvir o clássico do The Clash… should I stay  or should I go?

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Taí uma pergunta que anda martelando minha cabeça: should I stay or should I go? Detalhes nos próximos capítulos.

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Dia 28 de maio estarei em Goiânia, e terça próxima, dia 18, estarei no Rio participando do evento “Leitura em Ação”. Segue o release que está circulando na rede. Beijos!

Martha Medeiros é a convidada do
Ciclo Leitura em Ação no CCAC
A Ação da Cidadania realiza no dia 18 de maio, terça-feira, mais um encontro do ciclo Leitura em Ação, desta vez com a presença da escritora Martha Medeiros, poeta e cronista de O Globo. Leitura de textos feita pela própria autora, debate e sorteio de livros autografados estão incluídos na programação do evento, que acontece às 18:30h, no Centro Cultural Ação da Cidadania (RJ), e tem como tema Vozes femininas na literatura: cotidiano em verso e prosa”. A entrada é gratuita.
Entre os textos lidos, estão algumas das poesias publicadas nos livros “Cartas Extraviadas” e “Poesia Reunida”, e mais as crônicas “O Grito”, “Desejo que desejes”, “A minha felicidade não é sua”, “A importância de perder peso”, “Vai, vai, vai viver” e “O que mais você quer”, entre outras.
Idealizado com o objetivo de difundir a literatura brasileira contemporânea e formar novos leitores, o ciclo tem como público-alvo as lideranças da Ação da Cidadania e alunos da rede pública de ensino, mas está aberto ao público em geral. Serão 10 encontros, realizados mensalmente sob a curadoria da escritora e pesquisadora Suzana Vargas (Estação das Letras).
Além da formação de platéia para a leitura, o ciclo Leitura em Ação complementa e integra o projeto Espaços de Leitura, criado e desenvolvido pela Ação da Cidadania com a implantação de bibliotecas móveis em comunidades pobres do país. Com capacidade para armazenar de 150 a 200 volumes, elas são abastecidas com os livros doados à campanha Natal sem Fome dos Sonhos.
Esta segunda edição do ciclo foi iniciada em abril deste ano e teve como convidados os escritores Zuenir Ventura e Ruy Castro. Inserido na atual política de incentivo à leitura da Ação da Cidadania, como forma de inclusão social, o projeto conta com o patrocínio da Oi e da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, através da Lei de Incentivo à Cultura, e o apoio cultural da Oi Futuro.
SERVIÇO:
Ciclo Leitura em Ação
Data: 18 de maio de 2010 (terça-feira)
Horário: 18:30h
Local: Centro Cultural Ação da Cidadania – Av. Barão de Tefé, 75 – Saúde – RJ – Telefone: 2233-7460
Entrada franca – 300 lugares
Leitura de textos, debate e sorteio de livros, com a presença da escritora Martha Medeiros

Cruzem os dedos!

02 de maio de 2010 22

Eu de volta! Estive no Rio de quarta a sexta da semana que passou, choveu à beça, mas aproveitei bem meu tempo, cumpri meus compromissos, fiz diversas reuniões de trabalho, conheci pessoas, enfim, rendeu.

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Na noite de quarta, dia 28, participei de um encontro na Clínica Odontológica Mario Groisman, que está inaugurando nova sede na Barra da Tijuca. Fui  convidada para recepcionar seus pacientes e amigos, fizemos um talk show, o próprio Mario me entrevistou num auditório, e foi divertidíssimo. Nós e a plateia batemos papo por mais de uma hora e meia sobre os mais diversos assuntos, e vocês poderão ter acesso a essa sabatina através do site da Cristina Brasil, sabe quem é ela? Nós já havíamos trocado e-mails, mas só agora nos conhecemos pessoalmente. Cristina fazia o “Decora Brasil”, programa de transformação de ambientes que era veiculado dentro do Happy Hour, do GNT. É uma grande mulher, em todos os sentidos (deve ter uns 2 metros de altura). Gaúcha, ex-modelo, moradora do Rio, decoradora talentosíssima e que manda muito bem em seu blog onde faz críticas, denúncias, comentários e etc, muito etc! Entra no blog dela e veja as fotos do encontro que tivemos na clínica. O vídeo ela ainda não postou, mas se comprometeu. www.cristinabrasil.com.br

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Também nesse encontro na Barra conheci a atriz Juliana Didone, lindíssima e querida, e a Rosemary, my God!!! Direto do túnel do tempo. Me senti na Jovem Guarda!! E revi Cristiana Oliveira, sempre superquerida comigo, me prestigiando onde vou. Fomos jantar depois, eu e ela, mais o Mario Groisman e sua mulher Raquel.

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Dia seguinte, mil reuniões. No café da manhã, me encontrei com uma produtora independente que está idealizando um projeto para tevê com minhas crônicas. Cruzem os dedinhos! (isso que ainda teremos o Divã na telinha também, com a super Lilia Cabral dando sequência a Mercedes…). Ao meio-dia, me encontrei com minha editora para livros de ficção, Isa Pessoa, da Objetiva, para tratarmos do lançamento do meu novo livro, a ser lançado no início de outubro. Estou fazendo a revisão final e entregarei em breve o original definitivo. Ainda sem título, mas lá  vem mais um monólogo feminino sobre a dificuldade de entendermos que no amor não há lógica!

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No final da tarde, me reuni com Kelly Goldoni, produtora da próxima peça com texto meu a estrear no Rio, Tudo que eu queria te dizer, com direção do Victor Garcia Peralta e com Ana Beatriz Nogueira e Kiko Mascarenhas no elenco. Ana Beatriz e Victor estiveram na reunião e adorei ambos, estamos sintonizados, a peça tem tudo para ser muito bacana. Cruzem os dedinhos, de novo!! Se a agenda não ficar tumultuada, eles estrearão dia 1 de julho no Teatro Leblon.

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E é lá no Teatro Leblon que está Doidas e Santas com Cissa Guimarães, Giuseppe Oristaneo e Josie Antello. A estreia para imprensa e convidados foi na quinta. Estavam lá Floriano Peixoto, Bel Kurtner, Nivea Stelman, André Gonçalves, Cristina Pereira, Xuxa Lopes, Sandra Barsotti e mais um monte de amigos e familiares do elenco, e pude dar um beijo também nos queridos Marcelo Valle (o Osmar de “Viver a Vida”) e Alexandra Richter (a Mônica do filme Divã), que estão em cartaz com o megasucesso “A História de Nós Dois” e que não puderam assistir ao Doidas por estarem em cena em outro teatro, mas foram lá no coquetel após o espetáculo para cumprimentar a equipe. Uns fofos.

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Agora é com vocês: prestigiem a peça e me contem depois!

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E tem mais, tem mais. Sexta que vem, dia 7, reestreia no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio, a peça De mim que tanto falam, com Cristina Mayrink e Daniela Olivert, de sexta a domingo às 19h. Elas pegaram uns poemas meus, umas crônicas, umas frases soltas, bateram no liquidificador e fizeram uma espetáculo despretensioso, divertido e pensante a respeito do que? Lógico, das agruras dos relacionamentos, e da maravilha que é vivê-los. Confiram!!! Eu já assisti mais de uma vez, e não poderei estar nessa reestreia porque dia 7 de maio estarei em algum lugar secreto desse país comemorando o aniversário de alguém realmente vip – a very important person – to me!!

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Antes disso, quarta que vem, estarei em Montenegro – de novo batendo papo numa clínica odontológica, dessa vez a do dr. Celso Orth. Os dentistas me descobriram, socorro!!! E na semana seguinte, dia 12, estarei em Esteio (RS), e dia 18 volto ao Rio para o projeto “Leitura em Ação”, falaremos disso mais adiante.

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Ainda não vi “Tudo pode dar certo”, do Woody Allen, mas fãzona do cineasta do jeito que sou, já gostei. Em breve, comento.

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Sei, sei, hoje foi puro colunismo social, mas para não finalizar esse post com tamanha dondoquice, convoco-os a assinarem todos os abaixos assinados possíveis (estão rolando na internet) que possam ajudar a passar a lei Ficha Limpa que será votada na próxima terça. Quem já fez meleca no governo, não pode voltar a se eleger. Fim de linha! Vamos moralizar esse país. Pra isso sim, peço, imploro, cruzem os dedos, mesmo!!!

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Beijos e bom inicio de semana!

Desculpe o sumiço

28 de março de 2010 28

Amigos, tolerância comigo. Atropelei a mim mesma, ando lotada de trabalho e com zero inspiração, o que é um inferno para quem escreve. Mas vai passar, tem que passar. Enquanto isso, deixo boas notícias. Meu livro de cartas fictícias Tudo que eu queria te dizer vai virar peça de teatro, com estreia já confirmada dia 16 de setembro no Teatro Leblon do Rio. Depois confirmo o elenco.

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A peça Doidas e Santas, com Cissa Guimarães, estréia em Niterói dia 1 de abril e fica até dia 4. Depois desce para Porto Alegre e faz um tour pelo interior do Rio Grande do Sul. A programação:

10 e 11/04 – apresentações Porto Alegre – Teatro do Sesc

13/04 – apresentação GRAVATAÍ

15/04 – apresentação em SÃO LEOPOLDO
17 e 18 /04 – apresentações  em PASSO FUNDO
20/04 – apresentação em ERECHIM
E dia 28 de abril estréia no Rio, no Teatro Leblon – Sala Tonia Carrero – e fica até 25 de julho.
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Confirmada minha presença em Bento Gonçalves dia 7 de abril, Joinville (SC) dia 15 de abril e Sapiranga (RS) dia 22.
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Acabei de conhecer um site de moda e tendências que é muito bacana, acabo de dar uma entrevista pra eles, acessem: http://jjassessoria.wordpress.com/
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Volto logo.
Beijos!