O site da Variety nos dá uma notícia pra lá de boa. A 20th Century Fox vai ressuscitar a franquia Alien. E quem vai dirgir? Quem? Quem? QUEM?????
Ele mesmo!!! O criador da criatura, que iniciou a franquia em 1979: o grande Ridley Scott!!!!!
O número zero da franquia será escrito pelo desconhecido Jon Spaihts, que caiu nas graças dos estúdios por conta de seu roteiro para Shadow 19, que Keanu Reeves realiza para a Warner Bros. Na história, um nave espacial está retornando para a Terra quando recebe um sinal de alerta de uma outra espaçonave, que vazia não deveria ser visitada por eles.
Agora, a pergunta que não quer calar é: teremos a tenente Ripley (Sigourney Weaver)?
Nunca sei o que esperar de Steven Soderbergh. Embora ele já tenha feito grandes filmes como Erin Brockovich, Uma Mulher de Talento (Erin Brockovich), Traffic e Sexo, Mentiras e Videotape (Sex, Lies and Videotape), não se pode esquecer as grandes porcarias que ele também gerou como as continuações de Onze Homens e Um Segredo, O Segredo de Berlim (The Good German), Full Frontal (Full Frontal) e Solaris. Soderbergh é o tipo de cara oito ou 80. Ou ele faz um grande filme, ou uma grande M$#%&*.
A única exceção até o momento parece ser a insossa primeira parte Che, que não chega a lugar nenhum e fica no meio termo entre seus brilhantes feitos e as suas grandes porcarias. Ainda não tive o (des) prazer de assistir à segunda parte deste filme, mas pelo que já li, não muda muito em relação à primeira.
Fico pensando o que esperar então de Confissões de uma Garota de Programa (The Girlfriend Experience), que estreia dia 14 de agosto no Brasil? Apesar de a tradução nos fazer pensar que se trata de um filme erótico e apesar da protagonista ser a famosa estrela pornô Sasha Grey, parece que a proposta de Soderbergh não é exatamente esta.
Foto: Paris Filmes, Divulgação
Confissões de Uma Garota de Programa se passa durante cinco dias na vida de Chelsea, uma garota de programa de luxo, que atende clientes da alta sociedade de Manhattan. Ela oferece mais do que sexo para seus clientes: oferece também companheirismo e conversa – uma verdadeira “namorada de aluguel”. Chelsea acha que tem a sua vida totalmente sob controle. Sente que seu futuro é seguro, porque cuida de seu próprio negócio à sua maneira, ganha US$ 2 mil em uma hora e tem um namorado dedicado (Chris Santos), que aceita o seu estilo de vida. Mas é outubro de 2008, os Estados Unidos entram em uma grande crise financeira, é época de eleições presidenciais e, neste cenário, Chelsea tem que lidar com todas as questões que envolvem sua escolha profissional, inclusive as econômicas.
Em uma entrevista ao site da MTV, Soderbegh falou sobre a proposta e sobre como surgiu a ideia para este filme:
– Estava trabalhando com Brian Koppelman e David Levien (roteiristas do filme) em um bar, vi uma mulher do outro lado e alguma coisa não estava encaixando. Seu jeito, o fato de estar sozinha, tinha alguma coisa que seus olhos denunciavam. O que acontecia ali? Koppelman e Levien logo disseram ´GFE´ e perguntei o que era isso. E eles me explicaram o girlfriend experience e todo esse mundo de acompanhantes de alto nível, que não é algo sexual. É quase um relacionamento falso. Você sai para jantar e conversa com a pessoa e se alguém visse iria achar que se tratava de uma cena de namorados reais. Fiquei muito intrigado com isso e logo criamos uma história, que acompanha uma semana na vida de alguém que faz isso – declarou.
Foto: Paris Filmes, Divulgação
O objetivo parece ser justamente este: muito menos sexo e loucuras e muito mais um drama intelectual. E neste caso, o título em português não ajuda muito, já que na falta de uma expressão para traduzir este tipo de serviço (seria “dama de companhia” ou “acompanhante”), a tradução acabou nos remetendo a personalidades como a de Bruna Surfistinha, bem longe do tipo de protagonista que o diretor quer nos mostrar com a sua Chelsea.
Mas se a ideia era fugir do lugar comum de filmes sobre prostituição por que escolher justamente uma das atrizes mais famosas do cinema adulto, que mesmo não exercendo a profissão mais antiga do mundo, obviamente tem seu nome associado a este tipo de trabalho? O diretor garante que o público vai se impressionar com a atuação de Sasha Grey
– Não considero ela uma amadora, mas a idéia é trabalhar com pessoas que não aprenderam nada sobre atuação. Ela não é treinada e é isso que procuramos. Grey vai surpreender a todos, está ótima no filme – disse ele, explicando que procurava por uma atriz que ficasse confortável em cenas mais sexuais.
O fato é que me parece meio dúbio ele escolher uma pessoa ligada à pornografia para protagonizar um filme sobre prostituição (mas que não tem o erotismo como principal foco) e fazer disso o maior marketing para a divulgação do longa. Ou é uma grande sacada, o filme é genial e eu vou considerá-lo um dos cineastas mais brilhante da história, ou será mais um de seus filmes medíocres, que flerta com o improvável, mas acaba sendo somente uma tentativa infrutífera de fazer algo inovador. (Sem querer ser pessimista, mas me parece que a segunda opção é a mais provável.)
Foto: Paris Filmes, Divulgação
E as críticas, até agora divididas, me fazem só ter mais dúvidas sobre o que esperar deste longa. Assim como em Che, Confissões de Uma Garota de Programa é um deste filmes que a gente vai ao cinema com medo do que vai assistir. Mas como a curiosidade sempre é maior, é irresistível não ir. E só nos resta torcer para que tenhamos algo muito interessante na tela.
Eu estou procurando sobre o que escrever aqui no blog, mas realmente está difícil encontrar assuntos interessantes. Parece que o mundo cinematográfico anda meio fraco ultimamente. Não tendo nada mais interessante sobre o que postar, só me resta escrever sobre o novo projeto de Ben Aflleck.
Não tenho nada contra Ben Aflleck, apenas o acho um cara meio azarado. Ele despontou como um grande talento, mas suas escolhas equivocadas o fizeram naufragar. (Confesso que até o acho um pouco canastrão, mas ele parece ser um cara esforçado e, só isso, já merece reconhecimento.)
Depois dos horrorosos Contato de Risco e Demolidor, que terminaram por afundar a sua já fraquíssima carreira de ator, em 2006 parece que ele finalmente conseguiu sair da maré de azar com Hollywoodland, filme que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Veneza e uma indicação ao Globo de Ouro. Desde então, ele vem retomando gradualmente seu status e retornando para de trás das câmeras – lugar de onde, talvez, ele nunca devesse ter saído (convenhamos que, como ator, seu melhor trabalho foi no roteiro deGênio Indomável, filme excelente, dirigido por Gus Van Sant e que até rendeu um Oscar ao simpático Robin Williams).
O primeiro passo nesta retomada de sua carreira foi na direção do filme Medo da Verdade (Gone Baby Gone). Apesar do roteiro ser baseado no romance Dennis Lehane, o mesmo do premiadíssimo Sobre Meninos e Lobos, isso não ajudou muito. O filme não é grande coisa, embora se venda como tal e tenha um grande elenco, com nomes como Ed Harris, Morgan Freeman e John Ashton. O longa até recebeu indicações ao Globo de Ouro e ao Oscar de Atriz Coadjuvante para Amy Ryan, mas isso não significa muita coisa. Mas, como uma primeira direção, Aflleck não se saiu mal. Valeu a experiência!
Agora ele parte para o segundo desafio nesta linha. Segundo o site Variety, Ben Aflleck já fechou com os atores Jon Hamm (O Dia em que a Terra Parou) e Rebecca Hall (Frost/ Nixon) para The Town. Além de dirigir, ele também atuará no longa, como um ladrão de banco que desenvolve amizade com a caixa da instituição financeira que roubou (interpretada por Rebecca). Ela lhe dá vontade de parar com a vida de crimes, ao mesmo tempo em que é o contato do FBI para capturar o assaltante de bancos mais procurado de Boston. O filme é baseado no romance Prince of Thieves, de Chuck Nogan, que também colaborou com Aflleck na adaptação.
Se eu acho que ele vai se sair bem na sua segunda direção? Realmente não sei. De Ben Aflleck pode se esperar tudo. Ou nada. E os rumos que sua carreira já tomou comprovam isso. Mas eu realmente torço para que este trabalho seja mais representativo que Medo da Verdade, algo no estilo de Gênio Indomável. Torço de verdade para que ele consiga novamente um grande feito. E, por favor, não dê mais mancadas!
Dois grandes filmes já chegaram nas locadoras. Quem não viu no cinema, agora não tem mais desculpa.
O primeiro é Katyn (Katuyn, 2007), do premiado diretor polonês Andrzej Wajda (de Kanal, Cinzas e Diamantes, Terra Prometida, O Homem de Mármore e outros ). Em seu mais novo filme, Wajda faz um retrato do massacre de milhares de oficiais poloneses na cidade de de Katyn, em 1940 . No início da Segunda Guerra Mundial, o exército polonês é aprisionado pelos russos, por ordem dos nazistas. O longa mostra como o poder comunista tentou encobrir este massacre e forçar os familiares das vítimas a esquecê-los. Vale lembrar que Andrzej Wajda é filho do capitão de infantaria, Jakub Wajda que morreu no massacre.
O segundo filme eu já havia falado aqui no blog quando estava em cartaz. Aclamado pela crítica e pelo público e considerado um dos melhores filmes do ano, o drama O Visitante (The Visitor, 2007) é estrelado pelo ator Richard Jenkins que foi indicado ao Oscar de Melhor Ator por sua brilhante atuação. A trama gira em torno de Walter Vale (Jenkins) viúvo há cinco anos, que tem uma vida sem perspectivas, como professor universitário de economia da suburbana Connecticut. Quando relutantemente aceita representar um colega em uma conferência em Nova York, Walter descobre um jovem casal, Tarek e Zainab, que foi induzido a ilegalmente alugar seu apartamento vago. Walter concorda em deixá-los ficar até que encontrem seu próprio lugar. Logo surge, entre Walter e Tarek, uma grande amizade.
E falando em Gary Oldman, de quem, por sinal, eu sou muito fã, outro grande ator, Denzel Washington, fez praticamente uma declaração de amor e admiração ao inglês.
Presentes em Comic-Con, maior convenção de quadrinhos dos Estados Unidos, em San Diego, para a divulgação do filme The book of Eli, Washington disse que trabalhar com Oldman no filme " foi como um "bom sexo".
Acredito na sinceridade de Denzel Washington. Gary Oldman é um dos atores mais geniais e espetaculares que existem. Sua competência, humildade e elegância deveriam servir de exemplo para todos.
– Às vezes nós fazemos com um toque afro-americano, às vezes como um cavalheiro inglês, mas sim, é como o bom sexo – rebateu o ator, arrancando gargalhadas da plateia.
Washington e Oldman estrelam este filme de ficção científica com aspecto apocalíptico, dirigido pelos irmãos Albert e Alan Hughes. A fita deve chegar aos cinemas americanos em janeiro de 2010 e conta a história de um herói solitário que tem a missão de cuidar de um livro misterioso.
O ator britânico Gary Oldman anunciou hoje no Salão da História em Quadrinhos de San Diego que o novo filme de Batman começará a ser filmado em 2010. Oldman, que na saga interpreta o comissário Jim Gordon, disse que o público ainda terá que esperar um tempo para que o filme chegue aos cinemas, mas confirmou que as gravações da nova aventura do homem morcego começam ao longo de 2010.
Estreia neste final de semana um filme interessantíssimo que estou louca para assistir. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2009, O Grupo Baader Meinhof (Der Baader Meinhof Komplex) mostra a história da Facção Armada Vermelha (RAF), organização guerrilheira e terrorista alemã de extrema-esquerda, fundada em 1970, na antiga Alemanha Ocidental, e dissolvida em 1998.
No início dos anos 70, década em que sexo, drogas e rock`n roll eram a base da juventude, o movimento surgiu com alta dose de ideologia e terminou com a execução de diferentes crimes. O radicalismo dos jovens levaria às últimas consequências a tentativa de romper um possível fascismo.
Baseado no livro The Baader Meinhof Complex, de Stefan Aust, o filme mostra a origem deste grupo, em 1967, quando um estudante é morto Berlim ao participar de uma manifestação estudantil. Impressionada com o acontecimento, a jornalista de esquerda Ulrike Meinhof se envolve ativamente no movimento estudantil e conhece o casal extremista Gudrun Ensslin e Andreas Baader.
Depois de passar por treinamento militar em um campo do El Fatah, na Jordânia, o grupo assalta bancos e realiza uma série de ataques violentos e letais. O número de mortos cresce, e com ele também a histeria da imprensa. O chefe da polícia federal alemã, Horst Herold (O EXCELENTE ATOR BRUNO GANZ), constrói um enorme aparato policial. Em 1972 ele consegue capturar Baader, Ensslin, Meinhof e outros integrantes da RAF. É só no cativeiro que a liderança da RAF desenvolve poder político real. Cada vez mais pessoas apoiam a causa da RAF, que alista vários recrutas e cria novos líderes.
O confronto violento entre o Estado alemão e a RAF sai do controle no outono de 1977. Seis semanas após o sequestro de um industrial proeminente, um avião com 86 turistas alemães é sequestrado. A busca frenética de Herold pelo industrial é infrutífera, mas o avião acaba sendo libertado por um esquadrão antiterrorista alemão. Na manhã seguinte à libertação dos turistas, vários integrantes da RAF são encontrados mortos em suas celas. Em um ato de vingança, a RAF executa o industrial.
O produtor e roteirista do longa é Bernd Eichinger, o mesmo de Perfume — A História de um Assassino e do sensacional A Queda! — As Últimas de Hitler usou sua experiência no movimento estudantil e a sua vivência da época para reproduzir esta história.
– Quando alguém me confronta com uma autoridade autopresumida, não consigo levar essa pessoa a sério. Mas havia muitas pessoas do meu ciclo de amizades que apoiavam essa postura militar. Eu não entendia o ponto de vista delas. Mas justamente por não entender sua posição, ela se manteve tão fascinante para mim. Por um lado, ela me revolta, mas, ao mesmo tempo, não consigo tirá-la da cabeça, porque ela é um mistério que quero resolver.
Para o trabalho de direção, Eichinger escolheu Uli Edel (Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída e Noites Violentas no Brooklyn):
– Desde o começo eu sabia que o filme quebraria algumas das regras mais fundamentais da estrutura narrativa e da dramaturgia do cinema: não há heróis nesse filme, não há ninguém com quem o público possa se identificar. Também não há trama em seu sentido mais literal, nenhuma narrativa linear. Em vez disso, há apenas a monstruosidade dos eventos, que capturam a atenção do público e levam a história adiante. ( ...) É preciso um diretor capaz de conduzir uma máquina cinematográfica colossal, incluindo uma equipe numerosa, um grupo enorme de atores e vários milhares de extras a uma velocidade alucinante, sem perder o controle. Em todo o mundo, poucos são os diretores capazes disso, e Uli Edel é um deles. Nós nos conhecemos em nosso primeiro dia de aula na escola de cinema de Munique, em 1970. Em outras palavras, somos amigos desde que nos tornamos cineastas – afirma o roteirista.
– Quando Bernd me perguntou se eu queria dirigir, minha primeira reação foi: e quem mais? Essa é a história da nossa geração, uma história que ocupou minha mente mais do que qualquer outra. Eu a vejo como a maior tragédia na história do pós-guerra alemão – diz Edel .
Uma Loura Por um Milhão – ainda naquela série de filmes de Billy Wilder. Telecine Cult, às 19h40min
Planeta Terror – diversão pura, no melhor estilo Tarantino. Telecine Premium, às 20h
Feitiço do Tempo – muito bom relembrar Bill Murray e Andie MacDowell em um de seus melhores trabalhos ( o que, diga-se de passagem, é raro). Gostosíssimo! Sony, às 22h
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Chega aos cinemas brasileiros neste fim de semana, COM DOIS ANOS DE ATRASO, o mais novo filme do cineasta russo Sergei Bodrov. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2008, O Guerreiro Genghis Khan (Mongol), conta a história lendária de Genghis Khan, um dos maiores conquistadores que o mundo já conheceu.
Fotos: Divulgação/Europa Filmes
Após a traição e morte de seu pai, o jovem, que ainda era conhecido como Temudgin, seu nome de nascença, passa a ser tratado como um escravo pelos clãs de sua região na Mongólia. Auxiliado por sua noiva, com quem fez um pacto ainda na infância, ele cresce com sede de poder. Em uma impressionante jornada, ele se torna Gengis Khan, um dos maiores conquistadores que o mundo já conheceu.
Baseado em pesquisas de fontes fidedignas e escrito por Bodrov e Arif Aliyev, o longa se desdobra nos primeiros anos deste líder, nascido em meados de 1160. Em seu filme, Bodrov apresenta um retrato multidimensional do futuro conquistador, o revelando não apenas como o conhecido estereótipo de homem bruto e mau, mas também como um inspirador líder visionário e sem medo. O cineasta conta que, ainda criança, na antiga União Soviética, leu pela primeira vez sobre Genghis Khan na sua aula de história.
Fotos: Divulgação/Europa Filmes
– Os russos viveram sob o domínio dos mongóis por aproximadamente 200 anos – Bodrov observa. – Nos nossos livros de escola, Genghis Khan era retratado como um monstro. Os livros eram produtos da época, e as descrições lá eram bastante ruins e simplistas.
– Eu sempre estive interessado em escolher um personagem famoso e ir um pouco mais a fundo na sua vida; gosto de pegar um clichê e descobrir o que realmente aconteceu na vida real desse personagem. Eu gosto de saber: se esse é um homem tão horrível, que é acusado de matar milhões de pessoas, como isso aconteceu exatamente? Como ele se tornou Genghis Khan?
O roteiro de O Guerreiro Genghis Khan mostra o surgimento de um dos homens mais poderosos que o mundo já conheceu. Mas também, e talvez acima de tudo, é uma história de amor, como define o próprio diretor.
– A infância dele é realmente uma história desconhecida. Aí você descobre que ele era uma criança órfã, que ele era um escravo, todo mundo tentou matá-lo, sua esposa foi seqüestrada, ele a recebeu de volta quando ela estava grávida. Para mim, imediatamente, isso é o começo de uma história bastante interessante sobre um personagem extraordinário.
Fotos: Divulgação/Europa Filmes
As filmagens de O Guerreiro Genghis Khan tiveram a duração de aproximadamente 25 semanas, divididas em dois segmentos. Bodrov filmou a primeira parte, abordando a infância de Temudgin e alguns poucos anos de sua fase adulta, com o diretor de fotografia holandês Rogier Stoffers, cuja lista de trabalhos inclui o ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro Character, Um Ato de Coragem, Escola de Rock e Paranoia. Com Stoffers indisponível para fazer a segunda parte das filmagens, Bodrov escalou o operador cinematográfico russo Sergey Trofimov, conhecido por seu trabalho em thrillers supernaturais.
Holly Golightly: You know those days when you get the mean reds?
Paul Varjak: The mean reds, you mean like the blues?
Holly Golightly: No. The blues are because you're getting fat and maybe it's been raining too long, you're just sad that's all. The mean reds are horrible. Suddenly you're afraid and you don't know what you're afraid of. Do you ever get that feeling?
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