Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 6 agosto 2009

Post triste

06 de agosto de 2009 3

Matthew Broderick (na foto, à direita) ganhou fama como /Divulgação, Paramount

Hoje o cinema sofreu uma baixa. O diretor John Hughes morreu, vítima de um infarto em Nova York. Hughes tinha 59 anos e era conhecido por filmes que marcaram a geração anos 80/90 como Curtindo a Vida Adoidado, Clube dos Cinco e Mulher Nota 1000.

Quem é desta época sabe muito bem como era legal, nas férias, ligar a TV sabendo que estes filmes estariam na Sessão da Tarde (Mulher Nota 1000 passava mais na sessão domingo à noite, cujo nome não lembro agora).

Poucos detalhes foram divulgados sobre a morte repentina do cineasta. Tanto a revista Variety quanto o site TMZ publicaram que Hughes estava passando férias em Manhattan quando sofreu um ataque cardíaco durante sua caminhada matinal.

Enfim... teremos para sempre na memória a imagem de Matthew Broderick (ainda gurizinho) cantando a clássica música dos Beatles. Obrigada, John Hughes, por estes filmes bacanas que habitaram meu imaginário infanto-juvenil!

 

Postado por Ju Lessa

Emoção colorada

06 de agosto de 2009 1

Apesar de ser gremista, não posso ignorar isso.

O tão esperado filme Nada Vai nos Separar – Os Cem Anos do S.C. Internacional, que chega às telas de todo o Brasil no fim de agosto, foi assistido em primeira mão na última terça-feira pelo presidente do clube, Vitório Piffero e pelo diretor de marketing, Jorge Avancini. A reação foi melhor do que o esperado. O mandatário colorado saiu entusiasmado da sessão e chorou durante o filme. "Várias vezes", disse o normalmente contido Piffero. "Algumas, de soluçar"!

Para completar a série de elogios, Avancini afirmou que "o filme é dez vezes melhor que Gigante", referindo-se ao longa-metragem sobre a conquista do Campeonato Mundial pelo Inter, também produzido pela G7 Cinema.

Postado por Ju Lessa

Huxley merece dignidade

06 de agosto de 2009 4

Reprodução

Um dos maiores clássicos da literatura sci-fi – se não o maior - vai ganhar uma nova versão cinematográfica. De acordo com o blog Risky Biz, Ridley Scott vai desenvolver mais uma adaptação de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley. A obra foi publicada pela primeira vez em 1932 e desde então já ganhou adaptações para séries de TV e um filme homônimo lançado em 1998.

Sempre sinto medo quando leio sobre adaptações de livros para o cinema. E quanto melhor o livro, mais apreensiva fico. E neste caso, tenho um motivo a mais para tamanho temor. Para quem não lembra ou teve sorte de nem saber da existência, o filme homônimo citada no parágrafo acima é uma grande porcaria.

Imagino o quanto deve ser difícil fazer um filme baseado em um livro sem perder a grandeza deste e, em se tratando de Admirável Mundo Novo, deve ser mais difícil ainda. Mas Leslie Libman e Larry Williams se puxaram para conseguir fazer algo tão decrépito. Começando pelo protagonista Bernad Marx, terrivelmente interpretado pelo canastrão Peter Gallagher. E numa tentativa infeliz de agradar aos fãs de ficção científica, ainda tem a participação lamentável de Leonard Nimoy, que comprova que o único papel que sabe interpretar na vida é de Spock mesmo. O roteiro é sem pé nem cabeça e, em nenhum momento, lembra a grandiosidade desta obra, exceto por pequenas alusões insignificantes e os nomes dos personagens. E pensar que tanta porcaria junta surgiu através de um livro maravilhoso. Pobre Huxley!

O risco de ver um fiasco como este novamente nas telas me faz sentir calafrios. Pelo menos, o que ameniza um pouco meus medos, é que desta vez é Ridley Scott quem está no comando. E ainda de acordo com Risky Biz, Leonardo DiCaprio, com quem Scott trabalhou em Rede de Mentiras, pode estrelar a adaptação. O ator também seria produtor do filme. Não imagino DiCaprio como Bernad Marx, aliás acho que nunca consegui dar um rosto para este personagem. Mas DiCaprio é um excelente ator e, mais do que isso, é inteligente para abrir mão de um grande papel se perceber que este não lhe cai bem.

E sobre Ridley Scott não se tem muito que falar. Ele fez as adaptações maravilhosas de Blade Runner e Allien – O Oitavo Passageiro, embora estes não sejam os melhores livros de Philip K. Dirk e Alan Dean Foster, respectivamente, e tais obras nem se comparem à literatura de Aldous Huxley. Nestes dois casos, aquela minha teoria de que livros nem tão bons geram filmes ótimos funcionou. Torço para que ela não funcione no caso de Admirável Mundo Novo e que Ridley Scott faça mais uma grande obra de ficção científica e dê um pouco de dignidade cinematográfica a Huxley.

Postado por Ju Lessa

Atlântida de volta

06 de agosto de 2009 0

Matar ou Correr é um dos filmes a ser restaurados /Ancine, Divulgação
A Cinemateca Brasileira vai restaurar 60 longas-metragens de ficção e 27 horas de cinejornais do acervo da Companhia Atlântida Cinematográfica, que foi comprado pelo Ministério da Cultura (MinC). Todo o material será digitalizado e, posteriormente, disponibilizado ao público. Até o final deste ano, parte dos filmes já poderá ser consultada ou exibida em mostras.

Postado por Ju Lessa