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Posts do dia 5 julho 2010

Imagens de bastidores de O Aprendiz de Feiticeiro

05 de julho de 2010 2

Para pura degustação, enquanto esperamos a estreia de O Aprendiz de Feiticeiro, no dia 6 de agosto, algumas imagens dos bastidores da produção.

Os atores Jay Baruchel e Teresa Palmer ouvem as instruções do diretor Jon Turteltaub

Nicolas Cage e Turteltaub

O diretor com Alfred Molina

Jay Baruchel e Jon Turteltaub

Nicolas Cage  e Jerry Bruckheimer observando o trabalho dos colegas

Nicolas Cage, Jay Baruchel, Mônica (Linda) Bellucci e Jon Turteltaub em ação

Jon Turteltaub confere todos os detalhes

Clima de total descontração

No elenco, Nicolas Cage, Jay Baruchel, Alfred Molina, Teresa Palmer, Monica Bellucci e Toby Kebbell. A direção é de Jon Turteltaub, que repete a parceria com Cage em filmes de aventura. Tomara que este seja tão legal A Lenda do Tesouro Perdido e sua continuação!

O Aprendiz de Feiticeiro marca também a sétima colaboração de Nicolas Cage com o produtor Jerry Bruckheimer, depois de A Rocha, Con Air – A Rota da Fuga, 60 Segundos, A Lenda do Tesouro Perdido, A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos e Força G.

E de presente mais um pôster do filme, recentemente divulgado.

Quer saber mais: clique aqui.

Filmes para Chorar – Parte 7

05 de julho de 2010 10

Acharam que eu tinha esquecido da clássica lista de filmes chorosos?!  Claro que não! Até porque, como está escrito numa blusa que ganhei de presente da minha amiga Lenara: “Eu sou a rainha do drama”.

Os Garotos da Minha Vida (Riding Cars With Boys, 2001)

O drama que Drew Barrymore vive em Os Garotos da Minha Vida é de partir o coração. (Pior que quando fui assistir estava imaginando uma comédia romântica bobinha  – e o título em português me ajudou a ter esta impressão).  Mesmo sendo um filme leve, ainda assim, é muito triste.

Nos anos 60, Beverly D’Onofrio (Drew) é uma garota que vive em uma cidade do interior dos Estados Unidos e sonha em chegar à universidade e tornar-se uma escritora. Porém, seus planos são subitamente interrompidos quando ela fica grávida de Ray Murphy , um motoqueiro que conheceu há apenas poucas semanas. Com medo de que sua filha se tornasse mãe solteira, os pais de Beverly a obrigam a se casar com Ray e abandonar os estudos para cuidar da criança. Mas Beverly não desiste de seu sonho e, após enfrentar alguns erros e obstáculos, busca enfim realizá-lo.

Último filme dirigido pela atriz Penny Marshall, que também foi a responsável por  Quero Ser Grande (aquele em que um menino, da noite para o dia, se transforma em Tom Hanks) e Tempo de Despertar (outro filme para lista de chorar). Destaque para as participações da finada Brittany Murphy, como Fay, melhor amiga de Beverly; Steve Zahn, que sempre faz ótimas atuações como coadjuvante; e o SENSACIONAL James Woods, como o pai durão e apaixonado pela filha sapeca. Cody Arens e Logan Arens estão muito fofinhos como  o pequeno Jason (aos seis e três anos de idade),  filho de Beverly e Ray e que carrega o peso de sentir responsável pelos erros de seus pais.

Uma das cenas mais fofas do filme (mesmo com o passar dos anos, pai é sempre pai e filha é sempre filha):

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Uma Lição de Amor (I Am Sam, 2001)

Quando Kristine Johnson e Jessie Nelson decidiram escrever este roteiro, eles devem ter pensado: “Ok, vamos fazer um filme para todo mundo morrer chorando”. E, para alcançar este objetivo, eles também devem ter pensado: “Vamos escolher uma dupla de peso”. E  acertaram os dois alvos em cheio.  Sean Penn e Dakota Fanning foram uma dupla invencível no campeonato de choro livre, num filme que nos leva às lágrimas do início ao fim.

Sam Dawson (Sean Penn) é um homem com deficiência mental que cria sua filha Lucy (Dakota Fanning) com  grande ajuda de seus amigos. Porém, assim que faz sete anos, Lucy começa a ultrapassar intelectualmente seu pai e esta situação chama a atenção de uma assistente social que quer a menina internada em um orfanato. A partir de então Sam enfrenta um caso virtualmente impossível de ser vencido por ele, contando para isso com a ajuda da cética advogada Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), que aceita o caso sem acreditar na possibilidade de vitória. Com uma histórias destas e estes atores, não é preciso escrever mais nada.

E, como o nome da personagem da Dakota (Lucy Diamond Dawson) indica, uma trilha sonora recheada de Beatles.

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Doutor Jivago (Dr. Zhivago, 1965)

Doutor Jivago é um daqueles clássicos que deveria ser obrigatório para todos. Um grande épico em vários sentidos: grandes atuações de Omar Sharif, Julie Christie, Geraldine Chaplin e Alec Guinness; uma excelente direção do brilhante David Lean (um dos melhores diretores de todos os tempos); um roteiro fantástico, baseado no livro de Boris Pasternak e escrito pelas mãos de Lean e Robert Bolt; uma trilha sonora emocionante, sob comando do grande Maurice Jarre (fico toda arrepiada quando ouço os primeiros acordes de Tema de Lara); e a fotografia magnífica de Freddie Young. Não é a toa que estes últimos quatro nomes aparecem juntos em outros grandes filmes como Lawrence da Arábia e A Filha de Ryan.

Doutor Jivago tem uma trama complexa e longa, que começa anos antes da Revolução Russa. Resumidamente: Yuri Zhivago é um médico e poeta que, inicialmente, apoia a revolução, mas se desilude com a dureza do regime socialista e se divide entre dois grandes amores: a esposa Tania (Geraldine Chaplin) e a bela Lara (Julie Christie).  A narrativa é feita em flashbacks a partir do general do exército vermelho Yevgraf (Alec Guinness), meio-irmão de Zhivago que procura pela sobrinha desaparecida – filha do poeta com Lara. O filme mostra os encontros e desencontros destes personagens com o passar dos anos e dos acontecimentos históricos. Lirismo puro! Uma das cenas mais belas é a que mostra flocos de neve se transformando em flores e uma destas flores se transforma no rosto de Lara.  São 197 minutos de um épico lindo, com muita poesia e emoção – e, claro, muitas lágrimas!

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