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Posts do dia 10 fevereiro 2011

Bravura em Berlim

10 de fevereiro de 2011 0

Nesta quinta, a 61ª edição do Festival de Berlim será aberta pelo filme Bravura Indômita, dos irmãos Coen. O longa é uma nova adaptação do livro de Charles Portis.

O primeiro filme é de 1969, com John Wayne no papel do xerife Rooster, agora interpertado por Jeff Bridges. Aliás, Wayne ganhou seu único Oscar de Melhor Ator por este filme, numa premiação que foi considerada muito mais uma homanegam a toda a sua carreira do que por sua atuação neste longa.

Agora,  Bridges concorre ao seu segundo Oscar por este filme, mas ele não deve ganhar. Na foto abaixo, ele à direita de Hailee Steinfeld, que interperta a jovem de 14 anos que contrata o xerife para matar o assassino de seu pai, e Josh Brolin, que interpreta o bandido.

No elenco também Matt Damon, um policia texano que se junto à dupla na busca pelo assassino.

Nesta outra foto, Bridges com os diretores Ethan e Joel Coen!

Três anos depois de vencer o Urso de Ouro com Tropa de Elite, o diretor brasileiro José Padilha volta ao Festival de Berlim, para apresentar a sequência do filme, Tropa de Elite 2 – O Inimigo agora é Outro. A produção brasileira terá uma sessão de gala na sexta

Promoção – O Discurso do Rei

10 de fevereiro de 2011 1

Quer ganhar um par de ingressos para o filme O Discurso do Rei, um dos favoritos ao Oscar ?

Então clique aqui e responda à pergunta:

Por que Colin Firth merece ganhar o Oscar de Melhor Ator?

Os autores das oito melhores respostas ganham, cada um, um par de ingressos para o filme.

Lembrando:
1) Para participar da promoção, tem que acessar o “clique aqui” ali de cima. Respostas enviadas por comentários aqui no post não serão válidas.
2) A promoção é válida para os cinemas de Porto Alegre.
3) Para saber todos os detalhes, confira o regulamento que está naquele mesmo link ali de cima.

SOBRE O FILME:
Sinopse: Após a morte de seu pai, o rei George V (Michael Gambon) e à abdicação escandalosa do Rei Eduardo VIII (Guy Pearce), Bertie (Colin Firth) que sofreu de um problema de fala debilitante toda a sua vida, de repente é coroado rei George VI do Inglaterra. Com o seu país na beira de uma guerra e precisando desesperadamente de um líder, sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), a futura Rainha Mãe,
manda o marido para se consultar com um excêntrico terapeuta da fala, Lionel Logue (Geoffrey Rush).
Depois de um começo difícil, os dois embarcam em um tratamento pouco ortodoxo e, eventualmente, formam um vínculo inquebrável. Com o apoio de Logue, sua família, seu governo e Winston Churchill (Timothy Spall), o Rei vai superar sua gagueira e proferir o seu mais importante discurso no rádio, inspirando o seu povo e os unindo para a iminente batalha contra os alemães na Segunda Guerra Mundial.
Baseado na história real do rei George VI, O Discurso do Rei segue a busca do monarca de Royal para encontrar sua voz.
Site do filme: www.odiscursodoreiofilme.com.br

Promoção – O Ritual

10 de fevereiro de 2011 0

Quer ganhar um par de ingressos para o filme O Ritual ?

Então clique aqui e responda à pergunta:

Qual a situação mais apavorante que você já viveu?

Os autores das sete respostas mais criativas ganham, cada um, um par de ingressos para o filme.
A promoção vale até o dia 16. Na quinta, dia 17, divulgo o resultado.

Lembrando:
1) Para participar da promoção, tem que acessar o “clique aqui” ali de cima. Respostas enviadas por comentários aqui no post não serão válidas.
2) A promoção é válida para os cinemas de Porto Alegre.
3) Para saber todos os detalhes, confira o regulamento que está naquele mesmo link ali de cima.

SOBRE O FILME

SINOPSE: “O Ritual” é um suspense sobrenatural que revela o alcance do Diabo até em um dos lugares mais sagrados da Terra. Baseado em fatos reais, o filme narra a história do cético seminarista Michael Kovak (Colin O’Donoghue), que é enviado para uma escola de exorcismo no Vaticano apesar de ter dúvidas a respeito da prática controversa e polêmica, e até mesmo a respeito da sua própria fé. Usando seu profundo ceticismo como barreira, Michael desafia seus superiores a recorrer à psiquiatria, e não a demônios, ao tratar possuídos.

Apenas ao se tornar aprendiz de um padre não ortodoxo, o Padre Lucas (Anthony Hopkins) – padre lendário que já realizou milhares de exorcismos — suas barreiras começam a cair. Quando se envolve em um caso extremamente perturbador que parece transcender até mesmo as habilidades do Padre Lucas, Michael começa a vislumbrar um fenômeno que a ciência não pode explicar ou controlar… Um espírito tão violento e assustador que o força a duvidar de tudo em que sempre acreditou.
Gênero: Suspense
Diretor: Mikael Håfström
Elenco: Anthony Hopkins (“O Silêncio dos Inocentes”), Colin O’Donoghue, em sua estreia no cinema, Alice Braga (“Predadores”), Toby Jones (“Frost/Nixon”), com Ciarán Hinds (“Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2”) e Rutger Hauer (“Batman Begins”, “Blade Runner, o Caçador de Androides”).
Em exibição somente nos cinemas.
Veirifque a classificação indicativa.

A maldição da pipoca

10 de fevereiro de 2011 14

Não tem jeito. A fila para a pipoca é sempre um terror. Mesmo chegando 20 minutos antes da sessão (sim, só 20 minutos, porque não vou comprar uma hora antes), o tempo voa, o atendimento é lento, as pessoas demoram a fazer suas escolhas. O resultado disso é uma enorme tensão que precede a tão esperada exibição de um filme.

Sempre que passo por isso juro que nunca mais me colocarei em situação igual. Mas eis que vou novamente ao cinema, sinto aquele cheiro mágico que penetra em minha alma, vejo que ainda tenho tempo e pronto: lá estou eu em mais uma interminável fila. E se o tempo voa, vira uma questão de honra chegar ao balcão de atendimento. Se fiquei 15 minutos na fila, não serei derrotada justamente agora, que já estou pertinho do meu destino.

Se o balcão é enorme, com cinco ou mais posições, por que apenas dois estão atendendo? Ainda mais em horário de grande movimentação! É sempre assim. Duvido que alguém já tenha presenciado todas as caixas abertas e atendendo. E se a movimentação é grande, por que vejo tantos funcionários parados? Pessoas uniformizadas são o que não faltam, pena eu não entender bem a utilidade de suas funções.

E quanto mais perto, mais rápido passam os minutos e mais lenta a movimentação. A tensão aumenta, as pessoas na fila começam a ficar angustiadas e, quando me dou conta, já estou discursando com alguém que mal conheço sobre a péssima infraestrutura do local – o que é totalmente inútil. E se alguém atrás de mim tem a cara de pau de pedir para passar na frente daí é o clímax. Eu também estou na fila e também quero assistir a um filme. Tento sempre ser prestativa, mas faltando dois minutos para a minha sessão começar, mando a educação para o beleleu. Azar! Quando morrer acerto minhas contas no inferno.

Mas o que mais irrita é a cara do atendente na hora em que vou fazer meu pedido. Eu estou feliz, ansiosa e, principalmente, me sentindo triunfante por ter esperado LOOONGOS minutos para chegar até ali, vencendo minha angústia e a vontade de desistir no meio do caminho. E o que recebo em troca? Uma cara antipática diante da minha educação e um serviço lento. E se a gente pede humildemente para apurar, aí vem a vingança plena. Um serviço ainda mais lento e uma olhar da raiva e torpor.

E eu não tenho culpa das pessoas trabalharem ali. Sei que o mundo é injusto e desigual. Percebo isso todos os dias. Mas não é justamente na hora de comprar pipoca que eu preciso ser penalizada por este caos social. Eu só quero abstrair e assistir a um bom filme (algumas vezes, nem tanto) desfrutando daquela massa pouco consistente de amidos e fibras. Acho que tenho direito a quatro ou seis horas deste prazer semanal.

Passados todos estes obstáculos, vêm aqueles segundos derradeiros entre sair do balcão, com as mãos cheias, e tentar chegar a tempo na sala, que neste momento já deve estar exibindo os primeiros comerciais e trailers. E haja malabarismo para conseguir correr, sem derrubar nada. Uma verdadeira prova olímpica. E quando penso que a odisséia terminou, mais um desafio: um bilheteiro lesado que parece ter muita dificuldade de conferir meu ingresso e indicar a sala para a qual devo me direcionar. Mas agora falta pouquinho, em questão de segundos já estarei adentrando na sala escura. Mas será que valeu a pena tanto esforço?

Muitos vão dizer que não e que eu deveria abrir mão deste hábito – “aliás, isso é coisa de cinema blockbuster porque filmes cults não combinam com pipoca”. Quando entro na sala também estou me questionando sobre isso. Mas ao saborear a primeira “maõzada” já me entreguei ao pecado da gula. Eu sou assim e não adianta! Adoro encher minha boca de pipoca enquanto sou transportada para outra realidade. E se tem uma coca-cola bem gelada (o que não quer dizer entupida de gelo) e uma balinha de goma depois, a viagem fica melhor ainda!