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Posts do dia 24 março 2011

Trailer de Capitão América

24 de março de 2011 0

A Paramount e os estúdios da Marvel divulgaram o primeiro trailer completo de Capitão América: O Primeiro Vingador.



O filme conta a história de Steve Rogers (Chris Evans), que após ter sido descartado para o serviço militar, se torna voluntário de um projeto secreto de pesquisa, que o transforma num herói dedicado a defender os ideais americanos. Em contrapartida, os nazistas realizam outro experimento parecido, que transforma a cobaia Johann Schmidt (Hugo Weaving) em Caveira Vermelha, principal inimigo do Capitão América.

O elenco traz também os atores Samuel L. Jackson, Tommy Lee Jones, Sebastian Stan, Toby Jones, Stanley Tucci e Neal McDonough.

A direção é de Joe Johnston e a previsão de estreia nos Estados Unidos é em 22 de julho. O longa chegará ao Brasil no dia 29 do mesmo mês.

Resposta para Costa, sobre adiamento da estreia de Lanterna Verde

24 de março de 2011 0

Oi Costa, tudo bem?

Pois é, acho que eles perderam um período bem propício para a estreia de Lanterna Verde. Mas acredito que o buraco é mais embaixo. Um dos motivos para o adiamento deve ser a falta de salas adaptadas para 3D. Nos meses de junho e julho, devem estrear filmes como Kung Fu Panda 2, Carros 2, Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, bem mais apelativos para as bilheterias. Por este ângulo, talvez até tenha sido uma boa tática adiar a estreia do filme para garantir exibição nestas salas.

Aproveitando o gancho, segue mais uma imagem divulgada, do personagem Abin Sur, vivido por Temuera Morrison (“Star Wars: O Ataque dos Clones”).

No filme, Lanterna Verde será interpretado por Ryan Reynolds. No elenco, ainda há os atores Blake Lively como Carol Ferris, Mark Strong como Sinestro, entre outros. A direção fica por conta de Martin Campbell e o roteiro de Greg Berlanti.

A Tropa dos Lanternas Verdes é formada por um grupo de guerreiros, cujos poderes vêm de um anel de força. Protetores da paz e da justiça, cada um deles é responsável por um planeta ou setor do universo. Na Terra o escolhido é Hal Jordan (Ryan Reynolds), um jovem piloto de testes que é também o primeiro humano a se tornar Lanterna Verde. Ao lado de Carol Ferris (Blake Lively), sua paixão de infância, Hal precisa aprender rapidamente a lidar com o anel, já que logo precisará usá-lo para defender o planeta contra Sinestro (Mark Strong) e Hector Hammond (Peter Sarsgaard).

Descobrindo uma estrela

24 de março de 2011 1

Preciso admitir que durante muito tempo nutri implicância por Elizabeth Taylor. Seus exageros, sua vida pessoal escancarada, suas joias extravagantes, sua maquiagem pesada, seus vícios. Liz roubou o marido da fofa Debbie Reynolds, o que para mim era imperdoável.

Minhas restrições aumentaram ao ler a biografia de Audrey Hepburn, de quem sou muito fã, que fala sobre uma rivalidade não assumida entre as duas. Na época, Audrey era esposa de Mel Ferrer enquanto Liz estava casada com Richard Burton. Os dois se tornaram amigos- talvez o fato de serem atores medianos casados com duas grandes estrelas tenha os aproximado – e os casais tiveram alguns momentos de convivência.

Enquanto Audrey era fina, suave e discreta, Liz era exagerada e extravagante. O figurino de Audrey era enxuto e básico, com sapatilhas para disfarçar sua altura. Liz usava vestidos luxuosos e abusava nas joias e nos saltos. Audrey se casou duas vezes, Liz sete. Liz era um choque de realidade perto do encanto de Audrey. Se Liz era a dama de Hollywood, Audrey era a princesa.

Embora nunca tenha cometido a estupidez de questionar seu enorme talento, demorei para me apaixonar por Liz Taylor. Precisei de tempo para relevar seus pecados, para admirar sua personalidade e para entender a franqueza com qual sempre lidou com suas escolhas. É uma paixão que surgiu aos poucos, sem os encantamentos infantis que se tem pelos ídolos em geral. Virei fã não só de uma grande atriz, mas de uma mulher que sempre teve coragem para assumir seus atos, mesmo quando equivocados.

Sempre senti esta força em seus trabalhos. Suas personagens eram humanas e longe da perfeição. Cleópatra era passional a ponto de morrer por seu amor. Martha era decadente e autodestrutiva. Gloria era perturbada. Maggie era persistente e ambiciosa. Cada papel tinha um traço de Liz e por isso foram e ainda são tão marcantes em minha vida.

Até mesmo para morrer Liz foi marcante. Não foi cedo demais para virar mito, nem se escondeu do mundo para ser misteriosa. Não foi clichê, até porque clichês nunca fizeram parte de sua trajetória. Fez questão de mostrar seu envelhecimento  e nos fez acompanhar sua “via crúcis” nos últimos anos.

Elizabeth Taylor se tornou uma diva por ser justamente o extremo oposto de tudo o que idealizei.