Os alunos do curso de Produção Audiovisual da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS começaram dia 15 de abril as gravações do primeiro longa brasileiro desenvolvido como resultado de uma disciplina de curso superior. Até então, a cadeira de Laboratório de Realização produzia apenas curta-metragens, mas neste semestre os alunos decidiram inovar e uniram-se em prol da criação do longa, que contará como trabalho de conclusão do curso.
A produção, que terá duração de 70 minutos, tem como título Cinco maneiras de fechar os olhos e será dividida em quatro núcleos, cada um com protagonistas próprios. Inspirado no filme Babel (dirigido por Alejandro González Iñárritu) as histórias de cada núcleo estão interligadas e influenciarão no destino de todos os personagens da trama.
Os alunos encarregados de dirigir o projeto são: Abell Roland de Jesus, Amanda Telles da Silva, Emiliano Fischer Cunha, Gabriel Motta e Filipe Matzembacher.
– Todas as funções serão realizadas por estudantes nas filmagens, e a supervisão ficará por conta dos professores – conta João Guilherme Barone, coordenador do curso.
O pré-lançamento ocorrerá no auditório da Famecos, durante uma das sessões do Teccine, que ocorrem em todos finais de semestre. O lançamento oficial está previsto para o fim do ano.
E como nossa série está chegando ao fim, nada melhor que encerrar com chave de ouro: só ele, François Truffaut.
No dia do seu casamento, justamente no dia que deveria ser o mais feliz de sua vida, no momento exato em que está saindo da igreja ao lado do seu grande e único amor, ele é assassinado a tiros! A partir daí, a noiva (a magnífica Jeanne Moreau), sedenta por ódio e vingança, vai atrás de um por um dos assassinos de seu amado.
Baseado no livro homônimo de Cornell Woorich, A Noiva Estava De Preto é uma das produções mais conhecidas de Truffaut e lembra muito os filmes de suspense de Hitchcock (de quem o diretor era fã), com cortes e mudanças de planos bruscos.
Na época das filmagens, Truffaut e Jeanne estavam separados de seus respectivos companheiros (ela era casada com Pierre Cardin que, por sinal, assinou o figurino que ela usa no longa) e haviam reatado o romance iniciado em outro filme, Uma Mulher para Dois. A Noiva Estava de Preto seria como uma homenagem do diretor à sua musa inspiradora. No entanto, quando o filme foi lançado, reza a lenda, que ele não ficou satisfeito com a atuação da atriz. Mesmo assim, foi um sucesso no seu lançamento, com um público de 300 mil pessoas durante o tempo que esteve em exibição em Paris.
Uma das coisas que mais me fascinaé o fato de que Jeanne Moreau, além de ser a única personagem feminina no longa, é também a única que permanece viva no final. Enfim, uma constatação meio idiota e óbvia, mas que me encanta! Ah, Truffaut e a nouvelle vague...
Nada melhor para homenagear os pombinhos Kate e William do que relembrar o casamento real que é considerado o mais feliz da história da Inglaterra. E um filme muito bonito e bem feito mostrou isso. Em A Jovem Rainha Vitória, a gente acompanha os primeiros anos de reinado da monarca que mais tempo ficou no poder, época em que conhece o Príncipe Albert. No início, ele se aproxima dela por puro interesse político de seus tios, mas não resiste aos encantos da ruivinha. O filme conta a história mais ou menos deste jeito, de maneira simples e romântica, mas nem por isso menos grandiosa. Destaque para a grande atuação de Emily Blunt, que a cada dia mostra mais talento, e para a riqueza de detalhes do filme - desde pequenos objetos palacianos que nos ambientam perfeitamente na época, passando pelo figurino impecável e pelos mais simples gestos da protagonista. Já escrevi sobre este filme (leia aqui).
William, por sinal, é desta linhagem. Ele é tata(...)raneto de Rainha Vitória - filho de Charles que por sua vez é filho da Elisabeth II que é filha do George VI que é filho do George V que é filho do Edward VII que é filho da Rainha Victoria. Ufa!! Tomara que isso seja um presságio de um casamento feliz. A família real está precisando ....
O Casamento de Muriel
O ano era 1995. Por engano, ao alugar um filme na locadora, veio este. Assisti a contragosto para não perder a diária e desde então é um caso de amor, ao som cafona, mas sedutor, de ABBA. A então pouco conhecida Toni Collete dá vida a Muriel, uma gordinha desengonçada, fã da banda sueca e com uma família problemática. Depois de aprontar poucas e boas e fugir com sua melhor amiga, ela vê num casamento de fachada com um nadador a chance para mudar a sua vida infernal. Um filme muito engraçado, com boas pitadas de drama, que fala sobre amizade, amor e tantas outras coisas. E claro, Dancing Queen, Fernando, Mamma Mia, I do, I do, I do, I do.
E no elenco tem ainda a maravilhosa Rachel Griffiths como Rhonda, a fiel loucaça amiga de Muriel.
Invente outro final para a história de O Chapeuzinho Vermelho?
A promoção vale até o dia 30 de abril. Na terça, dia 3, divulgo o resultado.
1) Para participar da promoção, tem que acessar o “clique aqui” ali de cima. Respostas enviadas por comentários aqui no post não serão válidas.
2) Convite individual, válido de 2ª a 5ª feira, exceto feriado, em qualquer cinema onde o filme estiver sendo exibido no Brasil, exceto as salas 3D e Imax.
3) Para saber todos os detalhes, confira o regulamento que está naquele mesmo link ali de cima.
Sobre o filme
Em “A Garota da Capa Vermelha”, Amanda Seyfried é Valerie, uma bela garota ligada a dois homens. Está apaixonada pelo melancólico forasteiro Peter (SHILOH FERNANDEZ), porém seus pais a prometeram em casamento ao rico Henry (MAX IRONS). Inconformados com a situação, Valerie e Peter planejam fugir, até que tomam conhecimento de que a irmã mais velha de Valerie foi morta pelo lobisomem que vaga pela escura floresta que rodeia o vilarejo onde moram.
Ao longo de anos, as pessoas mantiveram uma difícil trégua com a fera, oferecendo-lhe mensalmente um animal em sacrifício. Mas sob uma lua cor de sangue, o lobisomem desrespeita o acordo, tirando uma vida humana. Sedenta de vingança, a população recorre a um famoso caçador de lobisomens, o padre Solomon (GARY OLDMAN), com a intenção de matar o monstro. Ocorre que a chegada de Solomon provoca conseqüências inesperadas, pois ele alerta que o lobisomem assume forma humana durante o dia, podendo ser qualquer um deles.
O número de mortes cresce a cada lua, e Valerie começa a desconfiar que o lobisomem pode ser alguém que ela ama. O pânico toma conta de todos e ela descobre que tem uma ligação singular com o monstro—que os une inexoravelmente, tornando-a ao mesmo tempo suspeita…e isca.
Gênero: Suspense / Romance
Data de lançamento: 22 de Abril de 2011
Diretor: Catherine Hardwicke (Crepúsculo)
Elenco: Amanda Seyfried (“Cartas para Julieta”, “Mamma Mia! – O Filme”), Gary Oldman (“Batman, o Cavaleiro das Trevas”, franquia “Harry Potter”), Billy Burke (saga “Crepúsculo”), Shiloh Fernandez (“Skateland”, série de TV “Jericho”), Max Irons (“O Retrato de Dorian Gray”), a indicada ao Oscar Virginia Madsen (“Sideways – Entre Umas e Outras”) e a vencedora do Oscar Julie Christie (“Longe Dela”, “Darling, a que Amou Demais”).
Site do filme: www.agarotadacapavermelha.com.br
Já escrevi sobre este filme na primeira vez que assisti (leia aqui). Uma comédia romântica sensível, com todo o requinte inglês. Rachel e Heck formam um casal fofo que teria tudo para ser feliz... Teria, se Rachel não descobrisse, por acaso, que sua alma gêmea é outra pessoa. E de outro sexo ... sim, não é ele, é ela!!!! O filme trata deste relacionamento homossexual com muita delicadeza e de maneira super leve, sem aquele ranso dos dramas do gênero. Não é um grande filme, mas é tão fofinho que parece que estamos numa daquelas românticas de Meg Ryan. E com uma trilha sonora muito legal. Obviamente que o tema não poderia ser outro: “Imagine me and you, I do/ I think about you day and night/ It's only right/ To think about the girl you love/ And hold her tight / So happy together ... la la la la…”
O Casamento de Rachel
Aqui temos outra Rachel. Mas não é comédia, nem romântica. Dramalhão da pesada e uma das melhores atuações de Anne Hathaway, que lhe valeu uma indicação ao Oscar. Anne interpreta Kym, uma garota desajustada que está visitando a família para o casamento de sua irmã. É claro que todas as mágoas, culpas e remorsos, tanto de Kym como de sua família, vêm à tona. Usando câmera na mão e com som totalmente ambiental (sem nenhuma edição), o diretor Jonathan Demme ( O Silencio dos Inocentes, não é preciso dizer mais nada) consegue nos passar uma veracidade desconcertante. É um filme pesado, cheio de tragédias familiares e relacionamentos abalados. Apesar de tudo isso, parece tão próximo das neuroses de qualquer boa família. E o mais legal é a incessante luta de todos os personagens em se tornarem pessoas melhores, mesmo que, muitas vezes, equivocadamente. A festa de casamento é bem diferente daquilo que é considerado convencional. Além disso, a trilha sonora do filme é executada pelos próprios músicos que fazem parte do longa. É é muuuito legal!!! E uma curiosidade: a roteirista Jenny Lumet é filha do recém falecido, mas eterno, Sidney Lumet, o que comprova que talento vem de berço, sim senhor. E tem também uma participação pra lá de especial de Debra Winger.
As inscrições para a Oficina de Roteiro de Cinema (5ª turma), ministrada por Roger Bundt, já estão abertas. O curso vai desenvolver aulas teóricas e práticas de redação de roteiro para curta e longa-metragem. Durante a oficina cada aluno desenvolverá um roteiro de curta-metragem, com supervisão individual do professor.
Serão sete aulas presenciais e uma aula online (atendimento individual). As aulas serão ministradas aos sábados, das 9h30 às 12h, no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa.
O foco desta semana é o casamento do Príncipe William com Lady Kate. Nada mais justo. Particularmente, adoro esta função de casamento real e tudo o que diz respeito à monarquia inglesa. Em homenagem ao mais novo (e fofo) casal das velhas monarquias europeias, começo uma singela lista de casamentos inesquecíveis de filmes que adoro.
Casamento Grego (2002)
Sucesso de público e crítica nos cinemas, Casamento Grego mostra a história de Toula, uma garota grega de 30 anos que ainda está encalhada. Seus pais gostariam de vê-la casando-se com um rapaz que tivesse as mesmas origens, porém o coração de Toula bateu forte por Ian, um professor americano que não sabe nada sobre a Grécia, nem sobre os costumes e tradições de seu povo. Uma comédia romântica despretensiosa e divertidíssima sobre o choque de costumes. Na real, a história não tem nada de surpreendente, quantos a filme a gente já conhece cujo conflito é um casal tentando convencer suas famílias de que se amam? Mas o que vale aqui são as piadas e as ótimas atuações. Destaque para Michael Constantine, na pele do impagável patriarca grego.
Um Casamento á Indiana (2001)
Um casamento arranjado às pressas em Nova Delhi. A noiva, Aditi, aceita se casar depois de uma decepção amorosa. Com a data do casamento chegando, os familiares começam a se aglomerar na casa dos pais da noiva, cada um com seu drama particular que acabam se misturando com a tensão da proximidade do evento. No meio disso tudo, a noiva não consegue deixar de pensar no ex-amante e na escolha que fez. E o que poderia ser um dramalhão antecedendo uma verdadeira tragédia – nada pior do que se casar com alguém que não se conhece sofrendo de amor por outra pessoa -, é na verdade uma comédia delicada e leve, com vários personagens interessantes. Várias histórias e tradições se misturam neste filme de Mira Nair que nada mais é do que a celebração das diferenças.
O Filho da Noiva (2001)
O argentinho Juan Jose Campanella é um das maiores diretores da atualidade. Seus filmes mesclam humor, drama, suspense e romance de maneiras intensas e nas medidas exatas. O Filho da Noiva é de 2001 e é o segundo dos quatro filmes mais conhecidos do diretor (O Mesmo Amor, A Mesma Chuva, O Clube da Lua e O Segredo de Seus Olhos) .
Protagonizado pelo parceiro de vários trabalhos do diretor, Ricardo Darín, O Filho da Noiva conta a história de Rafael Belvedere que, aos 42 anos, tem uma vida assoberbada e está em crise. Frustrado com suas escolhas, ele gerencia o restaurante que era de seu pai, sua ex-mulher o acusa de não dar atenção ao filho e sua atual namorada pede mais comprometimento. Ele não entende por que o pai decide, justamente agora, depois de anos de relacionamento, se casar no religioso com sua mãe, que está perdendo a memória devido ao Alzheimer e a quem ele quase nunca visita. Em tensão constante e sempre tentando carregar o mundo nas costas, Rafael sofre um ataque cardíaco, o que faz com que se encontre novamente com Juan Carlos (Eduardo Blanco, outro parceiro de Campanella), um amigo de infância que o ajuda a reconstruir seu passado e ver o presente com outros olhos. Um filme belíssimo e que tem um dos casamentos mais lindos que eu já “presenciei”.
Além de Darín e Blanco, completam o elenco estrelar o grande Héctor Alterio e a magnífica Norma Aleandro (juntos na foto), que nos levam às lágrimas com suas interpretações delicadíssimas.
Clique aqui e confira os 10 vencedores da promoção para o filme HOP - Rebelde Sem Páscoa.
A pergunta era: Qual figura lendária você gostaria que fosse rela? Por quê?
Os autores das 10 respostas mais criativas, ganham, cada um, um par de ingressos para o filme. (Convite individual, válido de 2ª a 5ª feira, exceto feriado, em qualquer cinema onde o filme estiver sendo exibido no Brasil, exceto as salas 3D e Imax.)
A entrega do Prêmio acontecerá entre os dias 26 e 27 de abril de 2011, das 10h às 12h e das 14h às 18h30min, na sede da RBS TV, na Rua Rádio e TV Gaúcha, 189 - CEP:90850.080 – Porto Alegre – RS – Brasil, mediante apresentação, pelos vencedores de documento oficial de identificação (RG ou CNH).
A Warner Bros. Pictures divulgou um vídeo legendado de Lanterna Verde. O trecho, exibido na feira de quadrinhos, cinema e TV norte-americana Wondercon 2011, tem aproximadamente quatro minutos e apresenta um resumo de como Hal Jordan é convocado para a Tropa dos Lanternas Verdes.
Baseado em super-herói da DC, a trama irá mostrar a história de Hal Jordan, homem que recebe das mãos de um alienígena um estranho anel energético que o leva a fazer parte da tropa intergalática de protetores do universo conhecida como os Lanternas Verdes. Ao descobrir seus poderes, Jordan se torna a única esperança da Terra contra o temível monstro Parallax.
Martin Campbell (007 - Cassino Royale e O Fim da Escuridão) dirige Lanterna Verde a partir do roteiro de Greg Berlanti & Michael Green & Marc Guggenheim e Michael Goldenberg, argumento de Greg Berlanti & Michael Green & Marc Guggenheim.
O elenco tem Ryan Reynolds no papel principal, além de Blake Lively no papel da de Carol Ferris, uma piloto de testes que é herdeira direta da companhia aérea de seu pai, os sempre competentes Peter Sarsgaard, como o cientista Dr. Hector Hammond, e Mark Strong, como Sinestro, o poderoso mentor de Jordan dentro da Tropa dos Lanternas Verdes.
A equipe de criação de Lanterna Verde é liderada por um grupo de ganhadores do Oscar, como o diretor de fotografia Dion Beebe (Memórias de uma Gueixa), o desenhista de produção Grant Major (O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei) e a figurinista Ngila Dickson (O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei), além do editor indicado ao Oscar e colaborador de longa data de Campbell, Stuart Baird (Nas Montanhas dos Gorilas, Superman). Os efeitos especiais são supervisionados pelo indicado ao Oscar Kent Houston (As Aventuras do Barão de Munchausen, 007 – Cassino Royale).
Lanterna Verde está previsto para estrear em 3D e 35mm em 19 de agosto de 2011.
Acordei doente, não pude comparecer a uma prova de corrida, fique de cama contemplando da janela um lindo sol de outono. No meio da tarde, o tempo fechou e bem quando começou a chover forte, tive que usar todas as forças da minha alma para conseguir sair da cama e, vencendo todo o mal-estar que ainda dominava o meu corpo, ir trabalhar (vida de jornalista é isso, domingueira de plantão!).
Saí de carro, abaixo de água. Ao chegar na TV, a chuva estava mais fraca e um sol tímido já aparecia novamente. Minutos depois, uma óbvia e encantadora surpresa: um arco-íris lindo num céu azul em tom de sépia!
Parecia que eu estava num filme... e qual seria o filme????
Óbvio. Assim como eu, várias outras pessoas também fizeram a associação! E não tem como não fazer.
Aproveito para expor uma dúvida que me abateu enquanto escrevia este post. Além da citação da música em questão, em alguma sequência de O Mágico de Oz aparece algum arco-íris? Faz tempo que não assisto ao filme e não gostaria de esperar até a chance de revê-lo para saciar esta dúvida.
Também me lembrei de outro filme, que não tão é bom e a atriz não é lá estas coisas (péssima, por sinal). Mas, na infância, quando assisti, me diverti muito.... Super Xuxa Contra o Baixo Astral. E este sim, tem arco-íris! E tem Guilherme Karan. E tem Jonas Torres.
Um lindo e saudoso final de tarde, num dia chato e sem graça!
E para quem não conseguiu ver o presente que a mãe natureza nos deu na tarde de ontem, confira a galeria de fotos que a zerohora.com fez com fotos de internautas. Uma mais linda que a outra!
Holly Golightly: You know those days when you get the mean reds?
Paul Varjak: The mean reds, you mean like the blues?
Holly Golightly: No. The blues are because you're getting fat and maybe it's been raining too long, you're just sad that's all. The mean reds are horrible. Suddenly you're afraid and you don't know what you're afraid of. Do you ever get that feeling?
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