Alice no País das Maravilhas tomou o sexto lugar de Harry Potter e a Pedra Filosofal na lista dos filmes mais rentáveis de todos os tempos, de acordo com os dados do site Box Office Mojo. O filme de Tim Burton arrecadou até agora US$ 996 milhões, contra os US$ 974,7 milhões arrecadados pelo primeiro filme baseado no livros de J.K. Rowling.
James Cameron ainda ocupa as duas primeiras posições no ranking com Avatar e Titanic, respectivamente.
Os 10 filmes mais rentáveis
1º) - Avatar - US$ 2,72 bilhões
2º) - Titanic - US$ 1,84 bilhão
3º) - O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei - US$ 1,12 bilhão
4º) - Piratas do Caribe 2 - O Baú da Morte - US$ 1,06 bilhão
5º) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - US$ 1,01 bilhão
6º) - Alice no País das Maravilhas - US$ 996 milhões
7º) - Harry Potter e a Pedra Filosofal - US$ 974,7 milhões
8º) - Piratas do Caribe - No Fim do Mundo - US$ 961 milhões
9º) - Harry Potter e a Ordem da Fênix - US$ 938,2 milhões
10º) - O Senhor dos Anéis - As Duas Torres - US$ 925,2 milhões
Seguem as cinco frases selecionadas que ganharam um par de ingressos para Alice no País das Maravilhas.
Os dois primeiros ainda levam uma camiseta do file, cada um.
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Pergunta: se você pudesse ser um personagem dos livros de Lewis Carroll, qual seria? Por quê?
Respostas:
ALICE!!! PARA SER GRANDE DIANTES DOS MEUS PROBLEMAS E PEQUENA PARA SER PROTEGIDA.....
Inajara Cardoso
eu seria aquele personagem que esconde sua covardia atrás de um sorriso impressionante,eu seria aquele que não tem medo de mostrar quem é,eu seria aquele que só sobrevive ajudando as pessoas acharem o caminho de volta para casa(eu seria o gato risonho) .
Francisco de Assis Ribeiro
Seria ALice, para fugir da correria deste mundo, dos males que a humanidade vem causando ao planeta, e assim poder viver no mundo mágico da imaginação, tão cultuado pelas crianças...Onde podemos ser tudo, sem preocupar-se com o TER, mas apenas SER!!! Glaucier dos Anjos Zauer
Eu seria o chapeleiro louco. Comemorar os "desaniversários" é uma boa desculpa para sempre encontrar os amigos e confraternizar. E ainda poderia parar o relógio do coelho! Nessas horas o tempo pára e não adianta vir o coelho mostrando no relógio que a segunda-feira esta chegando... Renata Kroeff
O Chapeleiro Maluco! Porque ele é completamente maluco beleza, brigou com o tempo e resolveu que toda hora são seis horas da tarde, hora de ele tomar chá. Seria o máximo criar um tempo só nosso, perpetuando aquilo que a gente adora fazer!
Angela Vieira
Olha o que escrevi é somente a minha opinião, com algum conhecimento que tenho. Teve gente que adorou e escreveu muito bem do filme, assim como teve que odiou. No fundo, é só opinião.
Sugiro que você vá assistir ao filme e depois volta aqui e me conta o que achou. Que tal?
Não se sinta troxa. Você só vai saber sobre o filme realmente se for assisti-lo.
Meninos, eu tive o prazer de já ter assistido ao filme.
Não costumo dar minhas impressões sobre algo que não vi. Posso falar sobre diretores, atores e equipe integrantes do projeto, cujos trabalhos eu conheça, mas jamais sobre algo que não vi.
Diego, não pude publicar seu comentário devido a uma palavra de baixo calão. A falta da última vogal não a faz perder o significado. São regras da empresa.
Obrigada pelos comentários educados, ou, ao menos, que possam ser publicados.
O que falar sobre Alice no País das Maravilhas, que FINALMENTE chega hoje aos cinemas? Aliás, quem sou eu para falar de um trabalho de Tim Burton, cuja maioria dos filmes sempre me fascinaram?
Alice no País das Maravilhas é quase perfeito. Digo que é quase porque tecnicamente é impecável, em todos os sentidos. Figurino, fotografia, direção de arte, trilha sonora, edição de som, tudo realmente fabuloso. No entanto, parece que o ponto, não digo fraco, mas um pouco decepcionante, é justamente um dos que eu levo mais em consideração para gostar de um filme: o roteiro.
É aí, justamente no roteiro, que Alice perde a força. Entrar no mundo fantasioso criado por Lewis Carroll não parece ter sido uma missão fácil para Linda Woolverston, responsável por escrever o roteiro do filme. A trama poderia ser mais envolvente. A impressão é que de tão preocupada em não perder a magia dos livros, Linda acabou optando por uma narrativa convencional, que em alguns momentos é muito arrastada. Faltou ousadia ao adaptar a história para o cinema, não há nada inovador. O que tem de encantador é fruto da imaginação de Carroll e já estava presente nos livros. Os duplos sentidos e as ironias estão todos lá, mas não passam apenas de representações do que a gente já conhecia nas histórias.
No entanto, se com o roteiro Burton não consegue impactar, em todos os demais aspectos ele o faz, com a maestria já conhecida pelos fãs de seus filmes. E a junção de todos os elementos técnicos transforma Alice num grande filme.
O Mundo Subterrâneo – e não País das Maravilhas como a pequena Alice achou que se chamava em sua primeira viagem, ainda criança – é bizarro e assustador. Ao regressar para aquela terra esquecida em seus sonhos infantis, a jovem encontra um lugar estranho, oprimido e nem um pouco amistoso. À medida que Alice vai (re) conhecendo aquele ambiente e se adaptando, as coisas começam a ficar mais leves e coloridas. E todas estas sensações foram muito bem captadas pelo diretor de fotografia Dariusz Wolski (Controle Absoluto, trilogia Piratas do Caribe).
Tim Burton utilizou diversas técnicas de efeitos visuais para fazer o filme. Todas as cenas no Mundo Subterrâneo foram feitas em estúdio e a ambientação, digitalmente na pós-produção. E quem comandou este processo foi ninguém menos que Ken Ralston (que fez trabalhos memoráveis em filmes como Guerras Nas Estrelas, Uma Cilada para Roger Rabbit, De Volta para o Futuro). E não há detalhe que passe despercebido. Aliado a isso, uma edição de som detalhista, maquiagens impecáveis e um figurino concebido de maneira muito inteligente, que consegue mostrar bem a divisão entre os dois mundos de Alice (com tons clássicos no real e brincando com cores e elementos do encantado). Um trabalho em equipe sensacional que cria uma ambientação perfeita. E é graças a ele que, junto com Alice, também entramos de corpo e alma neste universo desconhecido.
No elenco, os principais destaques são para a Rainha Vermelha e o Gato Risonho. Helena Bonham Carter consegue ultrapassar a barreira da caricatura, transformando sua monarca, uma tirana que corta a cabeça de qualquer um, numa pessoa amargurada, o que nos faz até simpatizar e ter pena dela em alguns momentos. Um dos pontos altos da equipe de efeito visual foi duplicar o tamanho da cabeça da Rainha Vermelha e, ao mesmo tempo, deixar o corpo intacto. Um trabalho de muito primor.
Dublado pelo grande ator britânico Stephen Fry, o Gato Risonho é um dos personagens mais carismáticos do filme. Seu sorriso, sua calma, seu cinismo implícito, junto ao seu dom de desaparecer, fazem dele um ser envolvente e sedutor. (Mais um ponto para a equipe técnica). E o sotaque britânico refinado de Fry, só aumenta esta sedução.
Johnny Depp mais uma vez interpreta um tipo estranho e misterioso (o que já está ficando exaustivo, diga-se de passagem). Desta vez, mais carismático e leve. O Chapeleiro Maluco não chega a demonstrar suas emoções, mas elas ficam evidentes na face de Deep, que é ajudado pelo visual - suas roupas, sua pele, seu cabelo, tudo, reflete sua emoção. Apesar de toda a maquiagem e todos os efeitos que o cercam, Deep faz uma atuação única, mesmo este tipo de papel já sendo recorrente em sua carreira.
A protagonista é interpretada pela quase desconhecida Mia Wasikowska, que atua sem afetação, sem grande destaque, de maneira simples e elegante. A sua escolha foi um grande acerto, pois diante de toda a magnitude do filme, um rosto simples e pouco manjado nos ajuda a focar em todo o contexto, e não apenas na atriz principal. Mia faz apenas o que deve fazer. Ela não é o centro da história que Burton quer nos contar, é apenas um meio para entrarmos nela e conseguirmos acompanhá-la.
Destaques ainda para Alan Rickman, na voz da Lagarta, e Michael Sheen, como o Coelho Branco, que conseguem dar um ar sério e real aos seus personagens.
Burton escolheu filmar em 2D e depois converter o filme para 3D, diferentemente de filmes como Os Fantasmas de Scrooge e Avatar, filmados em câmeras específicas para isso. Talvez por isso, o 3D não chame tanta atenção. Aparece em alguns momentos, de maneira discreta e sem grandes interações com o público. O Gato Risonho é o personagem que melhor se beneficia desta tecnologia, muitas vezes aparecendo flutuando em cima da plateia. Talvez Burton tenha pesado os riscos de apostar todas as fichas deste grande trabalho numa tecnologia ainda em evolução e optou pelo convencional, dando um toque especial de 3D em algumas seqüencias.
Alice no País das Maravilhas pode até não ser um filme a entrar para a história do cinema, mas é mais uma marca do grande avanço da indústria cinematográfica e, com certeza, um dos melhores trabalhos de Burton.
Sinopse: Alice (Mia Wasikowska) é uma jovem de 17 anos que passa a seguir um coelho branco apressado, que sempre olha no relógio. Ela entra em um buraco que a leva ao País das Maravilhas, um local onde esteve há dez anos apesar de nada se lembrar dele. Lá ela é recepcionada pelo Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) e passa a lidar com seres fantásticos e mágicos, além da ira da poderosa Rainha de Copas (Helena Bonham Carter). Direção: Tim Burton Roteiro: Linda Woolverton, baseado em romance de Lewis Carroll Elenco: Mia Wasikowska, Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Crispin Glover, Anne Hathaway, Christopher Lee, Michael Sheen, Alan Rickman, Stephen Fry
Se você pudesse ser um personagem dos livros de Lewis Carroll, qual seria? Por quê?
Os autores das cinco melhores frases ganham um par de ingressos para o filme.
Quer mais? Então aí vai: as duas melhores frases ainda ganham uma camiseta do filme cada.
A promoção vale até sexta, dia 23, às 12h. Na segunda, dia 26, primeira semana de exibição do filme, o resultado será divulgado. A entrega dos ingressos é na terça e quarta, dias 27 e 28, em horário comercial.
Para saber direitinho onde pegar o prêmio é só conferir o regulamento da promoção, naquele link ali de cima.
Sinopse: da Walt Disney Pictures e do diretor Tim Burton chega o épico de aventura e fantasia em 3D − ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS −, uma abordagem mágica e criativa de uma das mais adoradas histórias de todos os tempos. JOHNNY DEPP estrela como o Chapeleiro Maluco e MIA WASIKOWSKA como Alice, de 19 anos, que retorna ao mundo mágico que ela encontrou pela primeira vez quando criança e volta a se reunir com seus amigos de infância: o Coelho Branco, Tweedle-Dee e Tweedle-Dum, o Dormouse, a Lagarta, o Gato Risonho e, é claro, o Chapeleiro Maluco. Alice embarca em uma jornada fantástica para encontrar seu verdadeiro destino e acabar com o reino de terror da Rainha Vermelha.
Capturando os maravilhosos e adorados contos de Lewis Carroll Alice no País das Maravilhas (1865) e Alice do Outro Lado do Espelho (1871) com imagens deslumbrantes e inovadoras e com os personagens mais carismáticos da história da literatura, ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de abril
Elenco: Johnny Depp, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter, Crispin Glover, Matt Lucas, Marton Csokas, Tim Pigott-Smith, Lindsay Duncan, Geraldine James, Leo Bill, Jemma Powell, Mairi Ella Challen e Mia Wasikowska, como Alice Elenco de Vozes: Stephen Fry, Alan Rickman, Michael Sheen, Timothy Spall, Christopher Lee, Paul Whitehouse, Barbara Windsor
A aventura mitológica Fúria de Titãs dominou a bilheteria americana durante o fim de semana de estreia, apesar das críticas sobre a qualidade de seu formato 3D, e arrecadou mais de US$ 64 milhões.
A nova versão de um clássico de mesmo nome de 1981 triunfou em sua estreia nas salas de cinema dos Estados Unidos, confirmando a aceitação do público do formato 3D, tanto dos filmes bolados com essa tecnologia quanto daqueles produzidos inicialmente em 2D e transformados em 3D posteriormente. Esse foi o caso de Fúria de Titãs e de Alice no País das Maravilhas, que convivem com filmes atualmente em cartaz como Avatar e Como treinar seu dragão, realizados diretamente em três dimensões.
Fúria de Titãs liderou a bilheteria nos EUA após lucrar mais de US$ 64 milhões, mais do dobro do segundo filme de maior bilheteira entre sexta-feira e domingo, o filme de Tyler Perry e Janet Jackson Why did I get married too?. Como treinar seu dragão, animação dos estúdios DreamWorks, também brilhou em seu segundo fim de semana em cartaz nos EUA, somando US$ 29 milhões.
Já The Last Song se tornou o quarto filme de maior bilheteria, com mais de US$ 16 milhões. Após cinco semanas em armação para cartazes, Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, situou-se como o quinto filme com mais bilheteira após obter mais de US$ 8 milhões em venda de ingressos. O filme já ultrapassou os US$ 300 milhões de arrecadação nos Estados Unidos. (EFE)
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Holly Golightly: You know those days when you get the mean reds?
Paul Varjak: The mean reds, you mean like the blues?
Holly Golightly: No. The blues are because you're getting fat and maybe it's been raining too long, you're just sad that's all. The mean reds are horrible. Suddenly you're afraid and you don't know what you're afraid of. Do you ever get that feeling?
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