Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "ambiente"

Homem é preso por caçar e matar animais silvestres em Santiago

29 de julho de 2014 0

Um homem de 58 anos foi detido pela Patrulha Rural da Brigada Militar (BM) por caçar e matar animais silvestres e por porte ilegal de arma de fogo em Santiago na noite de ontem. Ele foi preso e encaminhado ao Presídio Estadual do município.

Por volta das 21h, a patrulha recebeu uma denúncia anônima de que havia um caminhão em atitude suspeita estacionado na Estrada Charruas, no interior do município, em um local de grande incidência de furto abigeato.

Os policiais foram ao local, com apoio de agentes de inteligência da BM, e viram luzes, provavelmente de lanternas, em meio ao mato, momento em que ouviram um tiro. Em seguida, o homem de 58 anos saiu do mato, correndo em direção ao caminhão, e tentou fugir, mas foi abordado. Um segundo homem que estava do lado de fora do caminhão apontou uma espingarda em direção aos policiais, que revidaram com três disparos. O homem abandonou a arma _ uma espingarda calibre 24 _ e fugiu em direção ao mato. Um dos tiros acertou o tanque do caminhão. Não há informações se o homem foi atingido ou não. Segundo a BM, ele não foi atendido no hospital da cidade.

No caminhão do homem que já havia sido detido, foram encontrados um veado carneado, uma faca e um rifle calibre 22. Segundo ele, o homem que fugiu era seu filho e teria ido em direção a uma casa que eles arrendam nas redondezas. Os policiais foram até o local indicado, mas o fugitivo não foi encontrado. Na residência, foram apreendidos três tatus _ dois carneados e um assado.

preso caça

O homem detido foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento, onde foi autuado em flagrante por crime contra a fauna e porte ilegal de arma de fogo e, depois, encaminhado ao Presídio Estadual de Santiago.

O artigo 29, da Lei de Crimes Ambientais (9.605, de 12 de fevereiro de 1998), prevê pena de detenção de seis meses a um ano e multa para quem “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente. A pena é aumentada de metade, se o crime é praticado durante a noite.”

Vereador propõe carroça de metal para catadores em Santa Maria

21 de julho de 2014 0

O vereador Cezar Gehm (PMDB) deve apresentar nos próximos meses um projeto-sugestão ao prefeito Cezar Schirmer para substituir gradualmente as carrocinhas de catadores e papeleiros por carrinhos elétricos em Santa Maria. Isso porque, cabe ao Executivo encaminhar a proposta, caso se interesse pelo tema.

Como diz Deni Zolin, editor da página 2 do Diário de Santa Maria, a ideia é muito boa, além de contribuir para a saúde dos catadores, ainda pouparia de sacrifício muitos cavalos que trabalham até a exaustão. Resta saber se será aceita e levada adiante pelo município. Será?

Confira o texto publicado na edição impressa de hoje do Diário:

Proposta criação do projeto Cavalo de Lata em Santa Maria

Além de ter uma emenda aprovada no Orçamento de 2015 para criar o projeto Cavalo de Lata, o vereador Cezar Gehm (PMDB) quer sugerir que a ideia de substituir gradualmente as carroças de papeleiros por carrinhos elétricos seja mesmo encampada pela prefeitura. Por isso, como os vereadores não podem apresentar projeto de lei que gerem gastos ao município, Gehm vai apresentar um projeto de lei sugestão ao prefeito Cezar Schirmer, que poderá levar a ideia adiante ou não.

Cavalo de Lata é o apelido dado a um carrinho elétrico, que consegue levar até 1 tonelada de lixo reciclável. Ele foi desenvolvido por um engenheiro gaúcho e já é usado por catadores em cidades como Santa Cruz do Sul, Porto Alegre, Foz do Iguaçu (PR), Lages (SC) e Salvador (BA). A intenção do projeto é evitar que catadores tenham de puxar carrinhos pesados e também os maus-tratos aos cavalos usados para puxar carroças. Além de garantir mais dignidade aos catadores e evitar problemas de saúde, a proposta pretende dar mais segurança ao trânsito.

_ A ideia é ter uma coleta seletiva mais eficiente e valorizar os catadores e as entidades. Minha intenção não é proibir carroças, mas incentivar a troca gradativa delas e dos carrinhos de catadores por esses carros elétricos. É inconcebível haver pessoas puxando carrinhos. E vai acabar também com os maus-tratos aos animais, pois muitos cavalos morrem ou ficam inválidos de tanto peso que puxam _ comenta Cezar Gehm.

Nem mesmo a emenda no Orçamento ou o projeto de lei garantem que a ideia saia do papel. Será preciso batalhar para conseguir dinheiro e parcerias com empresas, talvez com a inclusão de propaganda nos carrinhos, para tentar fazer o projeto virar realidade. Isso porque cada carrinho, hoje, custa até R$ 15 mil.

UFSM nega canil e diz que projeto é educativo

17 de julho de 2014 0

Representantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) disseram que um projeto para reduzir o número de abandono de animais e maus-tratos, deve ser, pelo menos em um primeiro momento, apenas de caráter educativo no campus.

Um dos integrantes do grupo que discute a implementação deste projeto, Caio Cesar Gomes, assessor de gabinete, explica que não há uma definição se será criado um local para recolhimento dos animais que vivem no campus da Universidade, em Camobi.

Conforme o assessor, por enquanto, estão definidas apenas campanhas educativas:

_ O projeto é educativo, de conscientização, com assuntos envolvendo o convívio com os animais. Não se sabe se será feito um canil, ou um lugar para abrigar animais, ou se haverá recolhimento. Se isso existir, será uma construção coletiva, entre as pessoas que frequentam as reuniões para decidir _ esclarece.

Atualmente, professores, pró-reitores e o vice-reitor, Paulo Bayard, coordenam o projeto, que ainda não tem um nome, e fazem reuniões periódicas para discutir o assunto junto com protetores de animais.

(texto retirado do site do Diário de Santa Maria)

Criação de canil no campus da UFSM gera polêmica

17 de julho de 2014 0

A iniciativa divulgada na noite desta quarta-feira, no perfil do Gabinete do Reitor no Facebook, fala da criação de um canil em uma área do Hospital Veterinário para cuidar, vacinar e castrar os animais abandonados no campus da UFSM até encaminhá-los à adoção.

A proposta gera polêmica antes mesmo de ser implantada. Protetores de animais são contra.

Confira o texto publicado no site do Diário de Santa Maria nesta manhã:

_________________________________

UFSM deve criar canil para recolher cachorros soltos no campus

Projeto coordenado pelo vice-reitor, Paulo Bayard, gera incertezas entre os protetores dos animais

cuscos campus - Simone Doico

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) deve criar um espaço para recolher cachorros abandonados no campus em Camobi. Conforme divulgado, na noite desta quarta-feira, no perfil do Gabinete do Reitor no Facebook, o canil será construído em uma área do Hospital Veterinário, que irá cuidar, vacinar e castrar os animais até encaminhá-lo à adoção.

O projeto, que é coordenado pelo vice-reitor, Paulo Bayard, prevê a retirada dos cerca de 60 animais que hoje vivem soltos pela instituição e são alimentados por estudantes e servidores. A iniciativa, no entanto, diverge opiniões. Enquanto alguns comentários do post se dizem a favor da medida, a maioria demonstra insatisfação e diz que a remoção dos cães apenas contribuiria ainda mais para o abandono dos animais.

Na manhã desta quinta-feira, a reportagem do Diário tentou contato com pessoas ligadas ao projeto na UFSM, mas não conseguiu falar com ninguém. A informação é que estavam todos em reunião justamente para tratar da iniciativa. A previsão é que o projeto seja colocado em prática o quanto antes.

Alguns comentários feitos no post, no Facebook, sobre a iniciativa:

Marlene Nascimento
Será que as pessoas acreditam que a criação de um local vai resolver o problema? E ainda acham que vai ser bom para os animais? Não existe bem-estar em animais em “canis” muito menos quando eles correm o risco de servirem de cobaia para algum experimento. Nem vai resolver o problema para os seres humanos que não gostam da convivência com os animais, pois com certeza muito mais vão ser abandonados lá por aquelas pessoas que acreditam em soluções simplistas e que vão achar ótima ideia soltar animais onde vai existir um paraíso para eles- canil – castração – doação.

Paulo Bayard Gonçalves
As medidas que serão adotadas passarão por: 1. educação (orientando de que o abandono de animais é crime), 2. controle de entrada de animais no Campus, 3. intensificação da vigilância para impedir o abandono e 4. retirada dos cães que estão no Campus disponibilizando-os para adoção. Resumindo, as três ações imediatas será: educar, impedir o abandono e disponibilizar os cães que estão no Campus para adoção. Gostaríamos que as entidades de proteção dos animais estivessem conosco nessa ação que visa preservar o bem estar animal.

Taís Vieira
Recolher os animais está mais do que comprovado que não dá certo!!! Tem que educar e punir as pessoas que abandonam e castrar os animais e divulgar para adoção.

Polícia vai investigar sucatas depositadas na margem do Jacuí em Restinga Seca

15 de julho de 2014 1

A Polícia Civil de Restinga Seca e o Batalhão Ambiental da Brigada Militar de Santa Maria vão investigar um depósito de sucatas localizado na margem do Rio Jacuí em Vila Rosa, Restinga Seca.

Moradores da localidade denunciaram o fato que foi divulgado pela Rádio Agudo e Correio Agudense  ontem.

sucata jacuí

O depósito fica a poucos metros da barranca do rio. Daí, a preocupação dos moradores e de pescadores de que as peças acabem indo parar no leito do rio. Não há informações sobre quem teria deixado o lixo no local.

Informado pelo blog, o Batalhão Ambiental da Brigada Militar esteve no local na manhã de hoje. Uma equipe local da Brigada e da Polícia Civil também foram verificar.

Segundo o Batalhão, foram encontrados cerca de 30 para-brisas e 30 para-choques numa área perto da margem. Os materiais serão recolhidos por um guincho. Ainda conforme o Batalhão, os para-brisas trazem parte do número do chassi, pelo qual é possível identificar o proprietário do veículo. A ideia é descobrir em que estabalecimento os donos levaram os carros para conserto para chegar ao autor do descarte irregular. 

Caso de ossos em Rosário do Sul irá para Delegacia de Meio Ambiente em Porto Alegre

15 de julho de 2014 0

A delegada Karina Heineck da Polícia Civil de Rosário do Sul vai remeter o caso sobre os ossos encontrados no antigo aterro do município para a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema) em Porto Alegre. As duas ocorrências registradas na DP de Rosário serão enviadas à Capital por malote amanhã.

Os restos mortais e caixões foram encontrados no local por vereadores da oposição da cidade na quinta e sexta-feira da semana passada, depois da denúncia de moradores. O fato foi fotografado, filmado pelos parlamentares e registrado na Brigada Militar e Polícia Civil, que foram ao local, e denunciado no Ministério Público.

O Diário de Santa Maria publicou reportagem sobre o caso no site na sexta-feira e na edição impressa de sábado.

 

Escritor de "como sobreviver a touros" é chifrado em corrida na Espanha

11 de julho de 2014 0

A notícia é da agência EFE, em Pamplona (Espanha):

O escritor norte-americano Bill Hillman, coautor do livro “How To Survive the Bulls of Pamplona” (“Como Sobreviver aos Touros de Pamplona”), é um dos corredores que foram chifrados no terceiro circuito da Festa de São Firmino.

O corredor, de 32 anos e natural de Chicago, levou duas chifradas na coxa direita de um touro que avançou contra os corredores e permanece internado no Serviço de Traumatologia do Complexo Hospitalar de Navarra, agora em estado “menos grave”.

Hillman é um corredor experiente, com uma década de circuitos no currículo, segundo o site oficial do evento, “sanfermin.com”.

A ligação do autor com a Festa de São Firmino e com a cidade do norte da Espanha se reflete no livro, que, segundo a fonte, Hillman publicou recentemente com John Hemingway, Joe Distler e Alexander Fiske-Harrison.

Anualmente, dezenas de pessoas ficam feridas nas ditas “festas” da cultura esponhola que nada mais são do que tristes e revoltantes episódios, que assim como as touradas, fazem parte de uma cultura ultrapassada que envolve o suplício e o sacrifício de animais. Lamentável. Talvez agora, o autor se dedique a outro tipo de livro.

Santiago recolhe lixo eletrônico

11 de julho de 2014 0

Quer se livrar de lixo eletrônico? A Secretaria do Meio Ambiente de Santiago está promovendo mais uma campanha de coleta destes materiais.

Quem tiver monitores, impressoras, teclados, estabilizadores, carregadores, tvs, telefones, celulares, notebooks, cartuchos de tintas… precisa levar no silo da Cotrijuí, na rua Osvaldo Aranha.

O recebimento será à tarde, das 14h às 17h, até o dia 17 de julho. Não serão aceitas baterias, lâmpadas e pilhas.

Informações pelo fone (55) 3251-0783.

 

Um espaço animal

10 de julho de 2014 0

Manuela Vasconcellos
manuela.vasconcellos@diariosm.com.br

Animais silvestres vítimas de apreensões na região central do Estado poderão ter, em breve, acomodações mais corretas. A previsão é que, nos próximos dias, a Eletrobrás assine contrato com uma construtora de Santa Maria para a obra do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas). O espaço será erguido em uma área de dois hectares do campus de Camobi da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que já cedeu o local, autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Até o dia 15, representantes da Eletrobrás, da UFSM e do Ibama irão se reunir para tratar das obras e da administração do espaço.

O centro será aparelhado física e tecnicamente para receber animais silvestres recolhidos pelo poder público. No local, atuarão profissionais que farão avaliações clínicas e técnicas a fim de detectar limitações físicas dos bichos. Caso precisem de cuidados, serão mantidos no centro. Do contrário, poderão ser reencaminhados ao sistema silvestre. Até agora, essa triagem é feita pelo Mantenedor de Fauna Silvestre São Braz, o antigo Criadouro Conservacionista São Braz.

_ Apesar de o São Braz ter uma estrutura muito boa para fazer essa triagem, não é função do local. Com o Cetas, o mantenedor ficará mais liberado, com mais espaço para receber animais que já chegarão triados _ explica Tarso Isaia, chefe do escritório regional do Ibama em Santa Maria.

Na UFSM, a princípio, a cedência de professores e de técnico-administrativos das áreas de biologia e de medicina veterinária seriam por meio de concurso público.

_ Temos o maior interesse nessa criação, tendo em vista o ensino, a preservação genética, o meio ambiente e a pesquisa _ relata o vice-reitor da UFSM, Paulo Bayard.

Construção é resultado de pagamento de multa

Em 2011, a Eletrobrás assinou um termo de compromisso em que confirmava a conversão de uma multa aplicada pelo Ibama na construção de um Cetas em Santa Maria, cidade estratégica para a região. A multa se deu por causa de um dano ambiental na hidrelétrica de Quebra Dentes, em Quevedos. Além de ter de reconstruir a área, a empresa terá de viabilizar a obra, que é de cerca de R$ 400 mil.

Há cerca de dois meses, a empresa solicitou à BK Construções, de Santa Maria, um orçamento para a construção. Porém, não há confirmação de que será essa a empresa responsável pela obra.

No Estado, há somente dois locais que fazem triagem de animais silvestres: Porto Alegre e Pelotas.

_ Há falta desses espaços de triagem em todo o país. O escritório do Ibama em Santa Maria atende cem municípios, o que faz com que os criadouros, principalmente o Braz, fiquem abarrotados de animais _ explica Tarso Isaia, chefe do escritório regional do Ibama em Santa Maria.

O QUE É UM CETAS?
- O Centro de Triagem de Animais Silvestres é um empreendimento autorizado pelo Ibama que recebe, identifica, marca, faz a triagem, avalia, recupera, reabilita e destina animais silvestres apreendidos em ação de fiscalização, resgates ou entrega voluntária de particulares
- Todo animal silvestre que é levado para o Cetas tem sua espécie identificada, é avaliado e, caso necessário, é tratado para ser destinado preferencialmente para programas de soltura. Nos casos em que o animal não tem mais condições de ser solto na natureza, ele poderá ser destinado para zoológicos, mantenedores ou criadouros
(Fonte: Ibama)

Criadouro ganha nova definição

Um dos primeiros criadouros conservacionistas do Estado agora é um mantenedor de fauna silvestre. O São Braz, em Santa Maria, recebeu a nova classificação no mês passado. Um dos motivos é que os criadores deixaram de existir, conforme o Ibama, a partir de uma lei de 2008, uma vez que a palavra sugere criação. Mas os serviços já prestados serão os mesmos.

Apesar disso, o Braz já trabalha em busca de outra definição. A intenção do ambientalista Santos de Jesus Braz, dono do local, é que o espaço seja transformado em instituto, fundação ou Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip).

_ O Ibama chegou a sugerir a transformação para a categoria de zoológico, mas não víamos isso com bons olhos. Nos primeiros meses, até poderia dar grande retorno, mas, depois, não teria a mesma visitação, e as nossas despesas seriam as mesmas. Com uma nova classificação, podemos buscar recursos governamentais _ declara.

Atualmente, o mantenedor é mantido por meio de apadrinhamento e de doações de frutas e carnes para os animais. Um dos problemas do local está no crescimento dos últimos anos de animais de grande porte. Hoje, três pumas, dois leões africanos, dois tigres de bengala, uma onça pintada e um urso pardo americano vivem no criadouro, além de cerca de 600 animais de 168 espécies.

O QUE É UM MANTENEDOR DE FAUNA SILVESTRE?
- Empreendimento que tem as finalidades de criar e de manter espécimes da fauna silvestre em cativeiro, sendo proibida
a reprodução

(Texto retirado do Diário de Santa Maria, edição desta quinta-feira)

Descarte irregular de entulhos será investigado

09 de julho de 2014 0

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o descarte irregular de resíduos flagrado pelo Batalhão Ambiental da Brigada Militar na manhã de ontem. O fato foi noticiado pelo blog ontem à tarde.

entulho 2

O caso gerou uma ocorrência, mas não configurou prisão em flagrante dos envolvidos. O delegado André Diefenbach, responsável pela 3ª Delegacia de Polícia, que está com o caso, explica que mesmo que os policiais militares não tenham presenciado o exato momento da descarga dos detritos, o fato pode se encaixar em casos de flagrante presumido, ou seja, quando os indícios apontam que os policiais chegaram momentos após o crime ter sido cometido.

Nos próximos dias, a polícia ouvirá o dono da empresa de tele-entulho e o proprietário da área.

Ao blog, ambos negaram as irregularidades. O dono do terreno disse que presta serviços para a empresa pintando as caixas coletoras. Disse ainda, que algumas vezes as caçambas vêm com materiais dentro e que são esses materiais que os policiais viram no local. Ele alegou não saber que não poderia usar a área como depósito.

O dono da empresa de tele-entulho falou que o caminhão estava levando uma caixa para reparo no local e que não se tratava de descarte.

De acordo com o delegado Diefenbach, o caso pode resultar no indiciamento por crime previsto no artigo 54 da lei 9.605 (Lei dos Crimes Ambientais): causar poluição de qualquer natureza, por lançamento de resíduos sólidos, com pena de um a cinco anos de reclusão.

O Batalhão Ambiental reforça o pedido para que a comunidade denuncie casos de descarte e depósito irregular. O telefone é (55) 3221-7372.