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Lembranças da Vinícola Mosele

18 de fevereiro de 2014 8

O estande da Mosele na Festa da Uva de 1965. Foto: Studio Beux, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A antiga Vinícola Mosele era presença constante nas edições da Festa da Uva entre os anos 1950 e 1970. Os estandes da empresa costumavam ser prestigiados por soberanas, autoridades e políticos, que aproveitavam para conferir alguns de seus lançamentos.

Na imagem acima, vemos o espaço da vinícola na Festa da Uva de 1965. Da esquerda para a direita aparecem a senhora Alice Loman Mosele, a rainha Silvia Ana Celli e o então presidente da festa, Ottoni Minghelli.

Na foto abaixo, também da Festa de 1965, vemos o presidente Ottoni Minghelli, a senhora Alice Loman Mosele, a rainha Silvia Ana Celli (com a mão na taça) e as quatro princesas: Clara Maria Nesi, Ana Maria Botelho, Maria Paula Pezzi Portela e Martha Campos De Carli.

Clique nas imagens para ampliar.

O estande da Mosele sendo visitado pelas soberanas da Festa da Uva de 1965. Foto: Studio Beux, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

Na edição de 1961

Em 1961, a rainha Helena Robinson (abaixo) também prestigiou os vinhos da cantina. Em ambas as edições, a Festa ocorreu no pavilhão da Rua Alfredo Chaves, atual sede da prefeitura municipal.

Em 1961: a rainha Helena Robinson prestigia o estande da vinícola. Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

O prédio da cantina

Fundada em 1935 por Eduardo Mosele, José Jaconi e Fortunato Mosele, a Vinícola E. Mosele S/A localizava-se na Avenida Rio Branco, nas imediações da Receita Federal. A empresa funcionou até meados dos anos 1980, quando os prédios começaram a ser suprimidos.

Nas imagens abaixo, o complexo na década de 1950, com a antiga chaminé, também demolida.

Década de 1950: a Vinícola Mosele na Av. Rio Branco, onde hoje funciona a Receita Federal. Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

Década de 1950: a Vinícola Mosele na Av. Rio Branco, onde hoje funciona a Receita Federal. Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

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Você possui fotos antigas da Festa da Uva? Envie para o e-mail rodrigo.lopes@pioneiro.com, com a identificação de quem aparece nas imagens, um breve histórico, data e nome do fotógrafo.

Comentários (8)

  • Carlos diz: 1 de março de 2014

    Meu sogro lembrou que o Conhaque Ile de France, produzido pela E. Mosele era muito bom!

  • Nilton Meiro Machado diz: 14 de janeiro de 2015

    Boa noite,
    apenas curiosidade, este Eduardo Mosele, teria algum apelido como (Buri ou Bury Mosele), ou quem sabe filho, irmão, com o nome Buri Mosele, seria de grande ajuda para nós, temos aqui uma senhora de nome Rosi, que é filha deste senhor chamado Buri Mozele, desculpe talvez não tenha soletrado certo, este senhor esteve no Paraná, mais exato na cidade de Curitiba, onde teve contato com a mãe desta Senhora, o nome da Mãe dela atende por Sebastiana ou apelido Tiana, a Rosi nasceu em 23/05/1963, ele não assumiu ela ou talvez nem saiba de sua existência.
    o que sabemos é isto vou procurar no fórum de Porto Alegre, ela apenas quer saber o paradeiro do pai dela.
    desde já agradeço muito sua atenção

    Nilton

  • Mosele diz: 12 de março de 2015

    Nilton Meiro Machado – existe uma familia Mosele que vive em curitiba. se quiser entre em contato para mais detalhes

  • Antonio José diz: 10 de junho de 2015

    É inacreditável que não exista nada na Internet sobre o vinho raposa, o mais popular vinho do Brasil na década de cinquenta do século XX. O vRaposa Verde da Mosele era o vinho mais consumido em Fortaleza, e era encontrado em qualquer vendinha da cidade, por mais humilde que seja. Até anúncios de cartaz promocional do vinho, que eram encontrados na rede há três anos atrás, sumiram sem deixar rastro. Creio que o único registro que ficou do lindo rótulo do Raposa foi esta fotagrafia da família fabricante, onde na parede aparecem três das inconfundíveis garrafas barrigudas em destaque. Infelizmente, com rótulos ilegíveis.

  • Mauricio Groisman diz: 15 de julho de 2015

    Referente ao comentário do Sr. Antonio José, gostaria de lhe dizer que possuo uma garrafa fechada do Vinho de Mesa Branco Seco -Raposa Verde Mosele, produzido e engarrafado por Pindorama S/A, cuja garrafa é muito semelhante com a da fotografia. Vou enviar para o Sr. Rodrigo Lopes uma foto atual dessa garrafa.

  • Antonio José diz: 22 de julho de 2015

    Aguardo ansioso por mais alguma informação sobre o vinho Raposa. Confesso que não tinha conhecimento de que houvesse uma variação branco seco do vinho verde Raposa, que em minha infância só conheci na versão tinto. O fato de ser engarrafado por essa Pindorama, que não sei se é uma vinícola, atesta que esta versão já é posterior a atribulações que acometeram a vinícola Mosele. Devo acrescentar que lí, há muitos anos, talvez na década de setenta, uma matéria, se não me engano numa edição especial dedica a vinhos de uma revista masculina excelente, a Status. Nesta matéria um enólogo famoso fazia uma avaliação do vinho verde (tinto) Raposa, e falava muito positivamente de suas qualidades, colocando-o, apesar da aparência modesta e popular, em ótimo lugar entre os vinhos de mesa nacionais.

  • Lucia h rodrigues diz: 30 de setembro de 2015

    Tenho uma garrafa de conhaque ile de france extra velho, gostaria de saber q ano foi produzido e se ainda tem algum valor . Ele ainda está lacrado. Será q virou vinagre? Ele foi produzido e engarrafado por mosele sa.

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