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O prédio das Lojas Alfred ao longo das décadas

05 de março de 2014 0
Os tempos áureos do Alfred, no início dos anos 1960. Foto: reprodução Facebook Caxias do Sul - Fotos Antigas

Os tempos áureos do Alfred, no início dos anos 1960. Foto: reprodução Facebook Caxias do Sul – Fotos Antigas

Assim como os hotéis Alfred e Alfred Palace (este último atualmente em reformas), o prédio da antiga Lojas Alfred, na esquina da Sinimbu com a Marechal Floriano, é referência de localização no centro de Caxias. Porém, vem sendo castigado ao longo das décadas no que diz respeito à manutenção de sua clássica fachada.

Na foto acima, do início dos anos 1960, o imponente prédio da fábrica e da loja, com as clássicas “assinaturas” ao alto: Tecidos e Artefatos Kalil Sehbe S.A (nas laterais) e Alfred (em letra cursiva, bem na esquina). Repare também na quantidade de Sincas e nas ruas Sinimbu e Marechal Floriano, ambas ainda em mão dupla.

Abaixo, dois registros: um de 1975, já com enormes banners publicitários ocultando parte da fachada e sem algumas árvores, e outro de meados dos anos 1980.

A esquina do Alfred em 1975: Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A esquina do Alfred em registro de 1975. Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A Rua Sinimbu com o antigo Alfred Hotel (popularmente conhecido como Alfredinho, em primeiro plano), o Alfred Palace Hotel (atrás) e o prédio das Confecções Alfred (à direita). A esquina do Alfred em 1975: Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A Rua Sinimbu com o antigo Alfred Hotel (popularmente conhecido como Alfredinho, em primeiro plano), o Alfred Palace Hotel (atrás) e o prédio das Confecções Alfred (à direita), em meados dos anos 1980. Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

As reformas

Em meados de 2005, as interferências e reformas suprimiram marcas e símbolos da arquitetura original, como o logotipo e os famosos letreiros. Em 2006, o prédio passou a abrigar a Rio Grande Energia e, posteriormente, lojas de eletrodomésticos e faculdades.

As reformas em 2005 e o início da descaracterização do prédio; Foto: Roni Rigon, banco de dados

As reformas em 2005 e o início da descaracterização do prédio. Foto: Roni Rigon, banco de dados

As reformas em 2005 e o início da descaracterização do prédio. Foto: Roni Rigon, banco de dados

As reformas em 2005 e o início da descaracterização do prédio. Foto: Roni Rigon, banco de dados

As reformas em 2005 e o início da descaracterização do prédio. Foto: Roni Rigon, banco de dados

As reformas em 2005 e o início da descaracterização do prédio. Foto: Roni Rigon, banco de dados

As reformas em 2005 e o início da descaracterização do prédio. Foto: Roni Rigon, banco de dados

As reformas em 2005 e o início da descaracterização do prédio. Foto: Roni Rigon, banco de dados

Após reforma, prédio passou a abrigar a RGE, em 2006. Foto: Roni Rigon, banco de dados

Após reforma, prédio passou a abrigar a RGE, em 2006. Foto: Roni Rigon, banco de dados

Em 2008, com uma loja de móveis e eletrodomésticos; Foto: Roni Rigon, banco de dados

Em 2008, com uma loja de móveis e eletrodomésticos. Foto: Roni Rigon, banco de dados

Atualmente, o prédio pouco lembra os tempos áureos: está totalmente descaracterizado pela poluição visual.

O prédio hoje, dominado por anúncios desordenados em todos os níveis. Foto: Rodrigo Lopes

O prédio hoje, dominado por anúncios desordenados em todos os níveis. Foto: Rodrigo Lopes

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