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Esquina da Avenida Júlio de Castilhos com a Borges de Medeiros nos anos 1980

17 de abril de 2014 0
A esquina do Alfred City Hotel e da filial das Lojas Alfred em 1982. Foto: banco de dados/Pioneiro

A esquina do Alfred City Hotel e da filial das Lojas Alfred em 1982. Foto: banco de dados/Pioneiro

A adequação dos prédios à lei municipal que regulamenta o tamanho das fachadas possibilita comparações curiosas. Não apenas em relação às placas, mas também aos serviços e comércios oferecidos em alguns pontos da área central.

As fotos do post destacam a esquina da Avenida Júlio de Castilhos com a Rua Borges de Medeiros. Conhecido até hoje por abrigar o antigo Alfred City Hotel e uma filial das Lojas Alfred (acima, uma imagem de 1982), o prédio também sediou, até meados da década de 1990, a loja Taft Magazine (abaixo).

Repare no trecho da Borges ainda sem asfalto, na Júlio sem o prolongamento da calçada (o que permitia o estacionamento dos clássicos Opalas, Chevettes e Fiats 147) e a placa de rua divulgando o Restaurante Casa da Nona, no número 677 da Borges.

A antiga Taft Magazine, no final dos anos 1980. Foto: banco de dados/Pioneiro

A antiga Taft Magazine, no início dos anos 1990. Foto: banco de dados/Pioneiro

A antiga Taft Magazine e o Alfred City Hotel, no final dos anos 1980. Foto: banco de dados/Pioneiro

A antiga Taft Magazine e o Alfred City Hotel, no início dos anos 1990. Foto: banco de dados/Pioneiro

Após décadas de publicidade avançando sobre a marquise, o prédio e os vários estabelecimentos do térreo “limparam” a fachada, conforme mostra a terceira foto. Mesmo assim, o prédio do hotel ainda carece de uma certa harmonia na publicidade e nas cores das lojas.

Outro ponto tradicional que se adequou à lei no trecho da Júlio entre a Borges e a Marquês do Herval foi a Lojas Colombo.

A esquina atualmente, após a retirada do excesso de placas e fachadas. Térreo carece de harmonia visual. Foto: Gabriel Lain, especial

A esquina atualmente, após a retirada do excesso de placas e fachadas. Térreo carece de harmonia nas cores em relação ao restante do prédio. Foto: Gabriel Lain, especial

A fiscalização

De 1° de janeiro a 26 de março, 60 processos de regularização feitos por comerciantes e prestadores de serviço haviam sido protocolados na Secretaria do Meio Ambiente (Semma), responsável pela fiscalização. Com a proximidade do fim do prazo extra de adequação, em 30 de março, a procura pela regularização disparou: de 26 de março até ontem haviam sido protocolados mais 83 processos, 72 deles só neste mês.

Diariamente, a Secretaria do Meio Ambiente recebe cerca de 60 pedidos de informação sobre fachadas. O prazo para que comerciantes regularizassem a comunicação visual junto à Semma encerrou-se em 30 de dezembro. Porém, em janeiro, os casos que precisavam de autorização do órgão, mas que não haviam solicitado o documento, começaram a ser notificados.

Limpa Caxias

A página do Limpa Caxias no Facebook também é parceira da coluna Memória. Os prédios que retiraram o excesso de publicidade são avaliados pelos internautas em fotos “antes e depois”, publicadas na página.

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