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Lembranças da Rua Alfredo Chaves

22 de abril de 2014 0
A Rua Alfredo Chaves em meados dos anos 1960. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A Rua Alfredo Chaves em meados dos anos 1960. Repare na torre do relógio do Eberle, ao fundo. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

Se a Rua Alfredo Chaves possui três pontos de referência eternos, eles estão localizados no trecho entre a Dom José Baréa e a Os Dezoito do Forte: o Parque dos Macaquinhos, a Chácara dos Eberle e a prefeitura. Na imagem acima, vemos uma bucólica Alfredo Chaves ainda dominada por paralelepípedos, captada a partir da Rua Tronca, no início dos anos 1960.

Inaugurado para a edição de 1954 da Festa da Uva, o pavilhão Feira Industrial (à esquerda) abrigou o evento até 1972 – a prefeitura passou a ocupar as instalações posteriormente. Repare também nos ligustros e plátanos recém plantados nos arredores do Parque Getúlio Vargas e no parreiral que havia na esquina da Alfredo com a Dom José Baréa, anos antes de receber o Súper Cesa.

O quarteirão da Chácara, entre as ruas Alfredo Chaves, Santos Dumnot, Carlos Giessen e Andrade Neves. Casarões rentes à Alfredo Chaves deram lugar a prédios e a um posto de combustíveis. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

O quarteirão da Chácara, entre as ruas Alfredo Chaves, Santos Dumont, Carlos Giessen e Andrade Neves. Casarões rentes à Alfredo Chaves deram lugar a prédios e a um posto de combustíveis. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A chácara vista do alto

Imagens aéreas disponibilizadas pelo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami mostram o enorme terreno que abrigava as várias residências da família Eberle, no final dos anos 1960.

Repare nos antigos casarões rentes à Rua Alfredo Chaves, demolidos para abrigar um posto de gasolina e os prédios residenciais da esquina da Alfredo com a Rua Carlos Giessen (ao lado do Zaffari).

O quarteirão da Chácara, entre as ruas Alfredo Chaves, Santos Dumont, Carlos Giessen e Andrade Neves. Casarões rentes à Alfredo Chaves deram lugar a prédios e a um posto de combustíveis. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

O quarteirão da Chácara, entre as ruas Alfredo Chaves, Santos Dumont, Carlos Giessen e Andrade Neves. Casarões rentes à Alfredo Chaves deram lugar a prédios e a um posto de combustíveis. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A Casa Rosa e a Casa Verde (ao fundo). Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A Casa Rosa (à frente). Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

Atualmente, a Casa Rosa integra o condomínio de luxo Reserva Casa Rosa.

Relatos

Um dos netos do empresário Júlio João Eberle, Júlio Alberto Eberle, rememora um pouco da história da chácara:

– Meu avô, Júlio João Eberle, ganhou de seu pai, Abramo Eberle, o terreno onde estava localizada a Casa Verde, desmanchada por uma incorporadora local e onde se encontra atualmente o prédio de mesmo nome, e também a Casa Rosa. Meu avô construiu primeiramente a Casa Verde e morou nela com minha avó, Alda Muratore Eberle, e seus três filhos por muitos anos, até ficar pronta a Casa Rosa. Ela foi construída pelo engenheiro Romano Lunardi, que construiu também as fábricas da Metalúrgica Abramo Eberle. Meu avô Júlio morou na Casa Rosa desde o início da década de 60, quando ela ficou pronta, até falecer. Minha avó permaneceu na Casa Rosa ainda por muitos anos – recorda.

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