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Nos tempos do calçadão

06 de maio de 2014 0
O calçadão captado a parti do Banrisul, com a antiga banca de revistas e a central de informações (à direita), em 1997. Foto: Roni Rigon, banco de dados

O calçadão captado a partir do Banrisul, com a antiga banca de revistas e a central de informações (à direita), em 1997. Foto: Roni Rigon, banco de dados

Bem antes da polêmica que envolveu o corte das árvores e a remodelação da Praça Dante Alighieri, em 2003, o trecho da Avenida Júlio de Castilhos, entre as ruas Doutor Montaury e Marquês do Herval, já havia sido alvo de muita especulação, dúvidas e polêmicas.

Foi em 1978, quando iniciaram-se as tratativas da prefeitura para o fechamento da Júlio e a chegada do calçadão – já no final daquela década, reportagens do Pioneiro mostravam a preocupação da população com a insegurança a partir de alguns horários e o afastamento do caxiense de sua principal praça.

Ainda sob a denominação Ruy Barbosa, resquício da onda de xenofobia iniciada durante a Segunda Guerra Mundial, o cartão-postal do centro foi ampliado. Com o surgimento de uma nova área de convivência, o transeunte passou a desfrutar de um parquinho infantil, um minipalco para apresentações, mesas e cadeiras ao ar livre, novos bancos e canteiros, além de iluminação e paisagismo extras no trecho.

O surgimento do calçadão, em 1979. Foto: Edson Corrêa, banco de dados/Pioneiro

O surgimento do calçadão, em 1979. Foto: Edson Corrêa, banco de dados/Pioneiro

O surgimento do calçadão, em 1979. Foto: Edson Corrêa, banco de dados/Pioneiro

O surgimento do calçadão, em 1979. Foto: Edson Corrêa, banco de dados/Pioneiro

O surgimento do calçadão, em 1979. Foto: Edson Corrêa, banco de dados/Pioneiro

O surgimento do calçadão, em 1979. Foto: Edson Corrêa, banco de dados/Pioneiro

O calçadão em 1982. Foto: Roberto Scola, banco de dados/Pioneiro

O calçadão em 1982. Foto: Roberto Scola, banco de dados/Pioneiro

A praça e o calçadão na época em que foram plantados ipês amarelos, em 1986. Repare no Cine Central, na época exibindo o clássico Beijo da Mulher Aranha, com Sonia Braga, e parte do Caixa de Fósforo, com a enorme pintura da operadora de crédito Fin-hab (aquela da formiguinha) na lateral do prédio. Foto: Roberto Scola, banco de dados/Pioneiro

A praça e o calçadão na época em que foram plantados ipês amarelos, em 1986. Repare no Cine Central, na época exibindo o clássico O Beijo da Mulher Aranha, com Sonia Braga, e parte do Caixa de Fósforo, com a enorme pintura da operadora de crédito Fin-hab (aquela da formiguinha) na lateral do prédio. Foto: Roberto Scola, banco de dados/Pioneiro

O calçadão com mesas e cadeiras ao ar livre, defronte às sorveterias e lancherias da Galeria do Comércio, em 1985; Foto: Maria da Graça, banco de dados/Pioneiro

O calçadão com mesas e cadeiras ao ar livre, defronte às sorveterias e lancherias da Galeria do Comércio, em 1985. Foto: Maria da Graça, banco de dados/Pioneiro

De Ruy para Dante

Em 12 de junho de 1990, o poder público devolveu à praça seu antigo nome: Dante Alighieri. E 14 anos depois, acompanhando a inauguração da nova, o calçadão da Júlio foi reaberto – uma das tantas demandas apontadas por comerciantes e prestadores de serviço das redondezas.

As polêmicas e discussões sobre tudo o que rodeia o coração da cidade, porém, estão longe de acabar: das pombas e ratos à insegurança noturna, da prostituição ao chafariz jorrando água com cor de vinho, dos ambulantes às condições dos banheiros, nada escapa aos comentários de quem transita pelo Centro.

Não fosse isso, a praça não seria… uma praça.

A Praça Dante e os antigos ligustros em 1986. Árvores foram o pivô de uma ampla reforma e muita polêmica em 2003. Foto: Gilmar Gomes, banco de dados/Pioneiro

A Praça Dante e os antigos ligustros em 1986. Árvores foram o pivô de uma ampla reforma e muita polêmica em 2003. Foto: Gilmar Gomes, banco de dados/Pioneiro

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