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Dia dos Namorados: um registro de 1934

06 de junho de 2014 7
Suelly Dal Cortivo e Oswaldo Ribeiro Mendes, pais do leitor Américo Ribeiro Mendes Netto, em 1934. Foto: acervo pessoal de Américo Ribeiro Mendes Netto, divulgação

Suelly Dal Cortivo e Oswaldo Ribeiro Mendes, pais do leitor Américo Ribeiro Mendes Netto, em 1934. Foto: acervo pessoal de Américo Ribeiro Mendes Netto, divulgação

Na próxima quinta-feira, 12 de junho, a coluna e o blog serão temáticos do Dia dos Namorados. E desde já abrimos espaço para a colaboração de leitores. Américo Ribeiro Mendes Netto, por exemplo, separou do acervo familiar a imagem acima.

O flagrante mostra os pais, Suelly Dal Cortivo e Oswaldo Ribeiro Mendes, ainda solteiros, em 1934. Há exatos 80 anos, os dois jovens costumavam namorar nos jardins da antiga Vila Braghirolli, casarão situado na Avenida Júlio de Castilhos, entre as ruas Visconde de Pelotas e Dr. Montaury.

Um ano depois, em 19 de janeiro de 1935, Suelly e Oswaldo casaram. Da união, que durou mais de 60 anos, nasceram nove filhos: Américo, Terezinha, Augusto, Ernani, Ana Maria, Luiz, Maria do Rosário, Carlos e Flávio.

Dona Suelly faleceu em 1999 e seu Oswaldo, em 2000.

Antigo postal enviado por Rodolfo Braghirolli ao amigo Vicente Argenta mostra a fachada da alfaiataria em 1910. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

Antigo postal enviado por Rodolfo Braghirolli ao amigo Vicente Argenta mostra a fachada da alfaiataria em 1910. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A Vila Braghirolli

O casarão, que fazia vizinhança com o lendário Studio Geremia, a pioneira Loja Renner e a antiga Livraria Saldanha, na Av. Júlio de Castilhos, era a residência dos bisavós de seu Américo: o alfaiate italiano Rodolfo Braghirolli (1860-1942), que imigrou para o Brasil em 1878, e a esposa Josefina.

Eles tiveram seis filhos: Aldo, Yolanda, Sylvia, Lyna, Dyna (uma famosa professora de piano) e Hygina (mãe de Suelly e avó do leitor Américo).

Um registro da família Braghirolli em 1930. Em pé vemos Yolanda, Hygina, o patriarca Rodolfo, Sylvia e Aldo. Sentados aparecem Lyna, a matriarca Josefina e Dyna.  Foto: Studio Geremia, acervo pessoal, divulgação

Um registro da família Braghirolli em 1930. Em pé vemos Yolanda, Hygina, o patriarca Rodolfo, Sylvia e Aldo. Sentados aparecem Lyna, a matriarca Josefina e Dyna. Foto: Studio Geremia, acervo pessoal, divulgação

Uma rua no bairro Cinquentenário leva o nome de Rodolfo Braghirolli.

Participe da coluna

Se você possui imagens antigas da época de namoro, entre as décadas  de 1930 e 1970, envie para o e-mail rodrigo.lopes@pioneiro.com, com identificação das pessoas, data, local e uma breve descrição.

Comentários (7)

  • Américo Ribeiro Mendes Netto diz: 6 de junho de 2014

    Rodrigo
    Parabens pela tua coluna .Como o nome está dizendo ela resgata a “MEMÓRIA ‘ ( quase desconhecida ) de pessoas e eventos da nossa terra.
    Muitp obrigado por colocares a foto de 1934 dos meus pais namorando na Vila Braghirolli ,dos bisavós Rodolfo e Josefina.
    Podes contar comigo , no que puder contribuir. Abraço Américo

  • Adauto Celso Sambaquy diz: 6 de junho de 2014

    Rodrigo,
    Sou caxiense e vivi parte desse tempo que mostras hoje. Conheci a família do seu Oswaldo e dona Sueli e seus filhos Américo, Terezinha, Augusto e Ernani, com os quais convivi durante a minha juventude. Lembro da professora Dyna Braghirolli, na antiga Escola Normal Duque de Caxias. Com o seu blog consegui fazer uma viagem mental ao passado e me situar no palacete da família Braghirolli. Saudades de um tempo maravilhoso. Obrigado.
    Adauto Celso Sambaquy
    Balneário Camboriú (SC).

  • Américo Ribeiro Mendes Netto diz: 7 de junho de 2014

    Tens razão caro Adauto ,,,foram anos em que a Vida corria leve , com muitos sonhos .
    A coluna do Rodrigo Lopes está conseguindo até “”desentocar” certo pescador perdido nas areias de Camburiú.Grande abraço.Américo.
    http://www.segredosdepassaporte.blogspot.com

  • Adauto Celso Sambaquy diz: 9 de junho de 2014

    Américo, ainda não consegui ser pescador. Prefiro caminhadas na Av. Atlântica e ficar observando as sereias que se bronzeiam na praia. Não sei se lembras do aniversário do falecido Enio Chaulet. Estávamos lá e eu tenho a fotografia que foi batida. E a festa dos quinze anos de minha irmã em que você esteve presente. Se tiveres interesse em ver, me contata pelo meu e-mail asambaquy@terra.com.br.
    Abraço do “quase” pescador.

  • Marilena Turra diz: 10 de junho de 2016

    Rodrigo, parabéns! Resgatar a história, é muito importante. Não perder os valores ,a tradição, as lutas das famílias que construiram esta peculiar e bela cidade, tambem.
    Conversava e escutava maravilhosos e interessantes relatos de meu saudoso pai. E estas fotos só ilustram ainda mais a memória da cidade.
    Parabéns!

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