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Um marco do passado da Maesa

04 de julho de 2014 0
O Monumento ao Imigrante e o grupo responsável pela idealização e construção, em 1954, antes de as estátuas serem transportadas para a BR-116. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

O Monumento ao Imigrante e o grupo responsável pela idealização e construção, em 1954, antes de as estátuas serem transportadas para a BR-116. Foto: acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

Se a assinatura do projeto de repasse da Maesa ao município pelo Estado foi comemorada como uma data histórica para Caxias do Sul, nesta quinta (3), o mesmo pode-se dizer do dia em que foi captada a imagem acima.

Trata-se do Monumento Nacional ao Imigrante logo após ser fundido na MAESA, em 1954 – e pronto para ser transportado até a BR-116, para sua inauguração oficial na Festa da Uva daquele ano.

Na imagem vemos alguns dos diretores, chefes de seção, políticos e autoridades responsáveis pela concretização de um dos maiores símbolos de Caxias do Sul, cujo aniversário de 60 anos foi comemorado em fevereiro último.

À frente, da esquerda para a direita, vemos Humberto Bassanesi (secretário da comissão que planejou a construção do Monumento), o jornalista Mário Gardelin, Alberto Bellini, Américo Garbin (vice-presidente da comissão), Tito Bettini (coordenador do trabalho de fundição do Imigrante), o advogado Heráclito Limeira, o então prefeito de Caxias Euclides Triches, o diretor-presidente da Eberle, Júlio João Eberle; Hugo Argenta, um diretor não identificado, e os empresários Caetano Pettinelli, Erico Raabe, Armando Meneghini e Almir Rojas.

Na fila de trás, o técnico industrial José Dallabilia, o irmão lassalista Teodoro Luís (ex-professor do prefeito Triches e um dos idealizadores do Parque Getúlio Vargas), o arquiteto Silvio Toigo (um dos idealizadores do complexo da Maesa), o empresário e presidente da Festa da Uva de 1950, Julio Ungaretti (atrás de Euclides Triches); duas pessoas não identificadas e, por fim, Pedro Buffon (o mais alto).

A lista de nomes obedece à identificação disponível no Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, que cedeu a imagem.

Leia mais sobre o futuro da Maesa AQUI.

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