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No Dia da Cerveja, recorde da clássica Pérola

01 de agosto de 2014 1
Foto: Roni Rigon, banco de dados/Pioneiro

Peças como tampinhas de garrafas, flâmulas e guardanapos personalizados compõem acervo de colecionadores. Foto: Roni Rigon, banco de dados/Pioneiro

Na primeira sexta-feira de agosto, quando se comemora o Dia Internacional da Cerveja, impossível não recordar da Pérola. Produzida pela antiga Cervejaria Leonardelli, a bebida era o carro-chefe da empresa fundada ainda em 1887 pelo imigrante italiano Ambrogio Leonardelli.

Naquele início do século 20, época em que o setor vinícola impulsionava o desenvolvimento econômico da região, a produção de cerveja – e das consequentes gasosas, guaranás e refrigerantes – também foi responsável por empregar centenas de trabalhadores e colocar Caxias no mapa das grandes maltarias do Rio Grande do Sul.

Foto: Geremia, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

A pioneira Cervejaria Irmãos Leonardelli já oferecia seus produtos na Festa da Uva de 1935, na Praça Dante Alighieri. Foto: Giácomo Geremia, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Quando o NOVO COMPLEXO foi inaugurado, em 1952, silos, fábrica, bar, varejo e administração passaram a ocupar todo o quarteirão envolvendo as ruas Vereador Mario Pezzi, Vinte de Setembro, Ernesto Alves e Venâncio Aires, no bairro Lourdes.

A partir daí, versões e versões elevaram a Pérola à categoria de uma das melhores cervejas do país, com distribuição em vários Estados. É desse período áureo – entre os anos 1950 e 1970 – alguns dos registros a seguir.

Foto: Óptica Caxiense, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Um brinde com o famoso chope Pérola na Festa da Uva de 1961. Foto: Óptica Caxiense, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Foto: Óptica Caxiense, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Presidente Jânio Quadros brindou e provou um caneco do chope Pérola na Festa da Uva de 1961. Foto: Óptica Caxiense, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Foto: Óptica Caxiense, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Estande da Cervejaria Leonardelli na Festa da Uva de 1965, com a rainha Silvia Celli (de coroa) e as princesas Maria Pezzi Portella, Clara Maria Nesi, Marta Campos De Carli e Ana Maria Botelho. Ao centro, o presidente da edição daquele ano, Ottoni Mingheli, e o ex-prefeito Victorio Trez (primeiro à esquerda). Foto: Óptica Caxiense, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Acervo preservado

Demolida no início dos anos 1990, a estrutura é lembrada hoje apenas pela ANTIGA CHAMINÉ, único símbolo que restou em pé – agora junto a um posto de combustíveis. Não muito longe dali, porém, RÓTULOS, suvenires, fotos e peças de maquinário originais compõem um museu particular mantido pelo bisneto do fundador, o aposentado João Carlos Leonardelli.

Foto: Roni Rigon, banco de dados/Pioneiro

João Carlos Leonardelli e o acervo mantido em casa. Foto: Roni Rigon, banco de dados/Pioneiro

Foto: Roni Rigon, banco de dados/Pioneiro

Pérolas da cervejaria e da história da família Leonardelli compõem acervo particular, mantido em casa. Foto: Roni Rigon, banco de dados/Pioneiro

Foto: reprodução, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Foto: reprodução, acervo pessoal de João Carlos Leonardelli, divulgação

Leia mais curiosidades sobre a cervejaria clicando AQUI.

Comentários (1)

  • Alexandre de Souza diz: 1 de agosto de 2014

    Com certeza uma memória rica da nossa cidade e mais uma vez levanta a questão da participação de Caxias na história, sempre imponente.

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