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Encontro da família Molon movimenta distrito de Otávio Rocha, em Flores da Cunha

16 de outubro de 2014 0
Festividade que celebrou as bodas de ouro de Giovanni Batista Molon e Maria Magnabosco Molon em 1945. Foto: acervo família Molon, divulgação

Festividade que celebrou as bodas de ouro de Giovanni Batista Molon e Maria Magnabosco Molon em meados da década de 1930. Foto: acervo família Molon, divulgação

A família Molon celebra suas origens em dose dupla neste final de semana, em Flores da Cunha. A 9ª edição do encontro nacional dos descedentes ocorre no distrito de Otávio Rech, com filó no sábado à noite e missa festiva às 10h de domingo, seguida de almoço de confraternização.

Conforme o historiador Floriano Molon, um dos organizadores do encontro, em 1882 os imigrantes Molon cortaram relações com os parentes deixados nos arredores do Castello de Arzignano, em Vicenza, na Itália. Juntamente com um grupo de amigos e conterrâneos que haviam saído da região nas mesmas condições, escolheram recomeçar a vida no Brasil.

O Rio Grande do Sul recebeu famílias de seis imigrantes de sobrenome Molon, que se concentraram em Flores da Cunha, Caxias, Farroupilha, São Marcos e Carlos Babosa – além da Serra, os Molon estabeleceram-se nas cidades de Tubarão (SC), Curitiba (PR) e Americana, Santa Bárbara do Oeste e São Bernardo do Campo (SP).

A família de Pietro Molon e Francesca Ziggiotti. Foto: acervo família Molon, divulgação

O viúvo Pietro Molon (ao centro) com a família de Demétrio e Elisabete Pinzon Molon. Foto: acervo família Molon, divulgação

Os imigrantes Antonio Molon e Regina Ghiotto, Pietro Molon e Francesca Ziggiotti, Alessando Molon e Tereza Genaro e Angelo Molon e Cecília Ziliotti estabeleceram-se em Otávio Rocha, 10ª Légua da Colônia Caxias, enquanto Giovanni Batista Molon e Maria Magnabosco, e Girolano Molon e Catarina Laghetto foram colonizadores de Nova Vicenza, atual Farroupilha.

Com a presença, nos últimos encontros, de cerca de mil participantes, estima-se que os imigrantes deixaram uma descendência com mais de 10 mil nomes, somando-se também o lado materno.

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Trajetória em livro

O livro Molon – História de uma Família faz uma apanhado dessa trajetória e apresenta a árvore genealógica dos mais de 8 mil nomes já catalogados.

A obra pode ser adquirida com o autor, Floriano Molon, pelo e-mail fmolon@cpovo.net. A família mantém ainda o site www.familiamolon.com.br, com várias fotos e informações.

Uma das curiosidades diz respeito ao significado do sobrenome:

“Molon se reporta ao vocábulo grego mélon e ao latino melo, melonis, melão. O significado do sobrenome é transparente, indicando cidadão medieval que se dedicava ao plantio, à cultura prevalente de melões, melancias. O sobrenome se relaciona não somente ao cultivador, mas também ao mercador, ao vendedor ambulante desses produtos.”

O escritor e pesquisador Floriano Molon, um dos organizadores do encontro deste domingo. Foto: Roni Rigon, banco de dados/Pioneiro

O escritor e pesquisador Floriano Molon, um dos organizadores do encontro deste domingo. Foto: Roni Rigon, banco de dados/Pioneiro

Participe da festa

Informações e reservas de ingressos podem ser feitas pelo fone (54) 3279.1153 ou pelo e-mail fmolon@cpovo.net.

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