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Eberle: outros tempos, outros tons

05 de novembro de 2014 4
O quarteirão do Eberle no início dos anos 1970, com a Parque dos Macaquinhos e a antiga sede da Festa da Uva (hoje prefeitura) ao fundo. Foto: acervo pessoal de Paulo Martini, divulgação

O quarteirão do Eberle no início dos anos 1970. Foto: acervo pessoal de Paulo Martini, divulgação

A partir da aprovação do projeto de lei complementar que autoriza a REFORMA NO PRÉDIO DO EBERLE, histórias e imagens referentes ao passado da antiga metalúrgica serão cada vez mais frequentes.

O leitor Paulo Ricardo Martini, 57 anos, começou a trabalhar no Eberle Centro em abril de 1974, atuando como office-boy e posteriormente como auxiliar de compras e almoxarifado. Foram apenas quatro anos na empresa, mas até hoje ele guarda algumas imagens antigas, encontradas em um depósito localizado na base do relógio nos anos 1970.

São vistas aéreas da cidade, provavelmente de 1971 e 1972, com o complexo já circundado por alguns dos primeiros arranha-céus de Caxias, os edifícios Marina e Dona Ercília, na Rua Marquês do Herval (foto abaixo).

O quarteirão do Eberle no início dos anos 1970, com a Parque dos Macaquinhos e a antiga sede da Festa da Uva (hoje prefeitura) ao fundo. Foto: acervo pessoal de Paulo Martini, divulgação

O quarteirão do Eberle no início dos anos 1970, com a Parque dos Macaquinhos e a antiga sede da Festa da Uva (hoje prefeitura) ao fundo. Foto: acervo pessoal de Paulo Martini, divulgação

Uma tela de Adélia Eberle

Uma das imagens curiosas do acervo de Martini é a reprodução de um óleo sobre tela de 1929, assinada por nada menos que Adélia Eberle, filha de Abramo e primeira rainha da Festa da Uva, em 1933 (foto abaixo).

A obra, intitulada A Velha Funilaria,  reproduz os primórdios da metalúrgica no início do século passado, quando a fábrica e o casarão de madeira da família ainda eram as principais construções do trecho da Sinimbu entre a Marquês e a Borges.

A Velha Funilaria, óleo sobre tela pintado por Adélia Eberle em 1929. Foto: acervo pessoal de Paulo Martini, divulgação

A Velha Funilaria, reprodução do óleo sobre tela pintado por Adélia Eberle em 1929. Foto: acervo pessoal de Paulo Martini, divulgação

A tela original e colorida, reproduzida na biografia "Abramo Já Tocou". Foto: reprodução acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

A tela original e colorida, reproduzida na biografia “Abramo Já Tocou”. Foto: reprodução acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

O trecho da Sinimbu em meados dos anos 1940, quando os casarões de madeira começaram a ser substituídos pelo prédio de alvenaria, construído em partes. Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

O trecho da Sinimbu em meados dos anos 1940, quando os casarões de madeira começaram a ser substituídos pelo prédio de alvenaria, construído em partes. Foto: Studio Geremia, acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, divulgação

Comentários (4)

  • Alberto Rech diz: 5 de novembro de 2014

    A história do nome EBERLE se funde com a história de Caxias do Sul…. Foi a empresa mais significativa da cidade….

  • Dirceu Soares diz: 5 de novembro de 2014

    Emocionante. Vivi esse tempo. Ao fundo ainda aparecem os Bairros Exposição e Panazzolo, pequenos e com bastante vegetação. Valeu Rodrigo Lopes e Jornal Pioneiro. Vocês são show!

  • ademir luis dambros diz: 20 de fevereiro de 2015

    Somente quem trabalhou em uma das industrias da eberle sabe o quanto tem valor esses predios . Pois ali estao concentradas muitas recordaçoes, nostalgicas daquele bom tempo.

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