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Dona Valesca, um dos símbolos do Atelier Zambelli

12 de dezembro de 2014 4
Foto: Ricardo Wolffenbüttel, banco de dados/Pioneiro

Foto: Ricardo Wolffenbüttel, banco de dados/Pioneiro

Além das peças sacras, o ATELIER ZAMBELLI eternizou o trabalho de diversos escultores, como Mário Spiandorello, André Schiavo e Nadyr Dallemolle.

De todos, porém, o nome mais lembrado é o de dona Ludwina Valesca Reis, que trabalhou no Zambelli durante 55 anos, desde o fim dos anos 1940 até 2003.

Falecida em 2009, dona Valesca era tida por muitos como “o anjo do atelier” e teve sua trajetória moldada juntamente com as milhares de imagens que ajudou a produzir.

As fotos deste post integram um ensaio especial feito pelo fotógrafo Ricardo Wolffenbüttel em 2009, pouco antes de ela falecer.

Leia mais sobre os 10 anos do Memorial Atelier Zambelli, que serão comemorados nesta sexta(12), clicando AQUI.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel, banco de dados/Pioneiro

Foto: Ricardo Wolffenbüttel, banco de dados/Pioneiro

Foto: Ricardo Wolffenbüttel, banco de dados/Pioneiro

Foto: Ricardo Wolffenbüttel, banco de dados/Pioneiro

Comentários (4)

  • luiz henrique barcarolo diz: 12 de dezembro de 2014

    Caro Sr. Jornalista Ricardo.
    Com imensa alegria acompanho todas as publicações relativas ao Atelier Zambeli pois, tenho o privilégio de ter convivido por décadas nas instalações do velho casarão na Avenida Julio. Tomo a liberdade de mencionar que, ressalvado todo o direito a verdadeira história do “Anjo Dona Valesca” muitos outros profissionais ali também em muito contribuiram para o que hoje temos como recordação. Falo em especial o nome de meu falecido pai, Orlando Barcarolo que além de ter trabalhado lado a lado com Dona Valesca, Mariozinho, o hoje Dr. Nadyr Dallemole, era um dos proprietários da empresa, juntamente com o também falecido Sr. Nilo Tomazi. Vênia ainda para mencionar que meus pais, Orlando e Lady Maria, ali se conheceram, iniciaram o namoro e terminaram casando, sendo que ambos ainda trabalhavam no Zambelli além de uma tia que trabalho na área de pintura por mais de 25 anos. A história da empresa vai muito além pois inumeras foram as famílias que trabalharam por anos e anos ali naquele estabelecimento.Lembro sim de apenas alguns nomes, como o Silvino e o filho que trabalhavam na pintura, Dona Valesca, o Mariozinho, a Tia Iracy, a Dona Marlene mas, principalmente lembro do escritório na parte da frente, subindo uma escada de madeira, onde ficava o “Tio Nilo” ou meu pai. Lembro ainda diversos finais de semana onde saíamos em familia para “restaurar” estátuas, entre elas na Criuva e na Igreja do Menino Jesus, entre Vila Seca e Os Dallagho.São lembranças da minha infância mas, principalmente lembranças de nosso município. Não buscamos nenhuma promoção ou citação mas apenas ajudar a esclarecer um marco tao importante de nossa comunidade. Atenciosamente e esperando ter ajudado. Luiz Henrique Barcarolo

  • Marilena Turra diz: 12 de dezembro de 2014

    Parabéns Sr. Jornalista: Esta busca e preservação da memória cultural e de todos os imigrantes que construiram esta cidade,é um no mínimo um serviço á comunidade. Meus avós imigrantes italianos, tambem muito contibuiram com a construção de Caxias do Sul. Assim como tantos outros.
    A memória revisitada é necessária à todos os que consideram o valor da luta de muitos!

  • Vinícius Gatelli diz: 12 de dezembro de 2014

    Parabéns Sr. Jornalista!
    Lembrar do Atelier Zambelli é lembrar um pouco da história da minha família…
    Minha avó passou sua infância e adolescência com a família Zambelli. Até hoje escuto relatos e histórias daquela época…
    Gostaria de saber se o Atelier ainda funciona, pois há anos que não temos notícias e gostaríamos de comprar algumas esculturas…
    Parabéns mais uma vez pela bela reportagem.Para mim é uma dos temas que mais gosto do Pioneiro…

  • Maragarete Legnaghi diz: 12 de dezembro de 2014

    Sr. Jornalista!
    Parabéns pela matéria, contudo, faço das palavras do Sr. Luiz Henrique Barcarolo as minhas.
    Também trabalhei no Atelier, na pintura, por quase uma década e conheci as pessoas por ele mencionadas, as quais também fizeram parte da história citada, por longa data…
    Há muitos outros nomes que com certeza também contribuíram para que hoje possamos lembrar o que foi a “fábrica de estátuas” como era conhecida pela grande maioria.

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