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Jubilados do Eberle em outubro de 1968

11 de março de 2015 0

Em 1968: Olivo Berton (primeiro sentado à direita, atrás da mesa) e Candelino Francisco da Costa Neto (ao centro da mesa), com diretores e colaboradores do Eberle durante a solenidade do jubileu de prata, realizada no Salão de Honra. Foto: Studio Geremia, acervo pessoal de Airton Berton, divulgação

Em tempos de reforma do prédio central da Metalúrgica Abramo Eberle e de discussões sobre a futura ocupação da Maesa, são frequentes as lembranças de filhos e netos de antigos funcionários. O leitor Airton Gilmar Berton disponibilizou algumas imagens emblemáticas do pai, Olivo Berton, colaborador da marcenaria da empresa por 35 anos.

Nascido em 24 de março de 1929, seu Olivo foi admitido na fábrica aos 14 anos, em 20 de outubro de 1943, época em que a metalúrgica vivia seu auge – marcado, entre outros fatores, pelo surgimento do majestoso prédio em alvenaria da Rua Sinimbu. Ele completou o jubileu de prata em 1968, recebendo o clássico relógio de ouro pelos 25 anos de atuação na casa. O relato da solenidade integrou o Informativo Eberle de outubro daquele ano, que reproduziu a foto acima e detalhou ainda aspectos da vida familiar do funcionário:

“(…) De seu casamento como dona Norma Maria Klock nasceram quatro filhos: Agenor Luiz, Alfeu Roberto, Airton Gilmar e Gladis Inês. Seu esporte preferido é o futebol.

Na imagem acima, seu Olivo (primeiro sentado à direita, atrás da mesa), diretores e colaboradores do Eberle durante a solenidade realizada no Salão de Honra, onde também eram afixados os nomes dos funcionários jubilados.

Em 1968: Olivo Berton quando recebia um broche das mãos do então diretor Júlio João Eberle, por sua contribuição nos trabalhos de marcenaria desde 1943. Foto: Studio Geremia, acervo pessoal de Airton Berton, divulgação

Na foto abaixo, o colaborador (segundo, à direita) com parte do grupo que atuou na confecção das portas de bronze da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, de Belém do Pará. O trabalho, desenvolvido entre os anos de 1953 e 1958, ficou exposto por algumas semanas na Maesa, antes de ser levado para o norte do país.

Seu Olivo permaneceu na empresa até 1978. Ele faleceu em 2001, aos 72 anos.

Na Maesa: Olivo Berton (segundo à direita) e parte do grupo que atuou na confecção das portas de bronze da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, no final dos anos 1950. Foto: José Dallabilia, acervo pessoal de Airton Berton, divulgação

Informativo Eberle

Além de Olivo Berton, a página dos jubilados no Informativo Eberle de outubro de 1968 destacou Candelino Francisco da Costa Neto (chefe de estoque da fábrica 2), Laurindo Abeli Rech (sub-chefe da seção de limagem de artigos e chapas) e Severino Arcangelo Marotto (colaborador da seção de cortação, forja e talheres).

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