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Miss Brasil visita Metalúrgica Abramo Eberle em 1958

09 de abril de 2015 1

Terezinha Morango e Zila Turra posam com a famosa prataria do Eberle. Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Três anos depois de receber o furacão Martha Rocha, em 1955, Caxias voltou a ser destino de uma Miss Brasil. Eleita em junho de 1957, Terezinha Morango chegou à cidade em 1º de março de 1958, para a abertura da 8ª Festa da Uva.

O roteiro da beldade de 21 anos incluiu os diversos estandes da Exposição Agro-Industrial, no pavilhão da Rua Alfredo Chaves, com destaque para a Malharia Salatino e a Metalúrgica Abramo Eberle.

No badalado estande da Maesa, Terezinha foi recepcionada pelo diretor-presidente, Júlio João Eberle, que apresentou-lhe alguns clássicos da empresa: os faqueiros de prata, as bombas de chimarrão e as facas campeiras, ricamente adornadas com motivos gaúchos.

O varejo da metalúrgica, a poucas quadras dali, na Rua Sinimbu, também integrou o tour. Nas fotos a seguir, Terezinha e a rainha daquele ano, Zila Turra, conferem a prataria da empresa, acompanhadas pelo diretor Caetano Pettinelli e pelo empresário Nestor Rizzo.

Clique nas imagens para ampliar.

Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

O diretor Caetano Pettinelli mostra a prataria do Eberle para a Miss Brasil 1957, Terezinha Morango, e para a rainha da Festa da Uva 1958, Zila Turra. Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

A “uva” e o “morango”: Zila e Terezinha são acompanhadas por José Gazola (ao fundo), Caetano Pettinelli (à direita) e Nestor Rizzo (atrás de Caetano). Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Zila Turra, Terezinha Morango e Nestor Rizzo conferem os clássicos faqueiros do Eberle. Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Em 1958: Nestor Rizzo (E), Caetano Pettinelli (de costas), Terezinha, Zila e José Gazola. Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Zila e Terezinha com o empresário Caetano Pettinelli. Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Colaboração

As imagens deste post foram gentilmente cedidas pela leitora Maria Angélica Pettinelli Angonese, neta de Caetano Pettinelli.

No Pioneiro

A edição do Pioneiro de 29 de março de 1958 destacou uma página às visitas feitas ao estande da Metalúrgica Abramo Eberle. Além de Terezinha Morango, passaram por lá o então prefeito de Porto Alegre, Leonel Brizola, o governador do Estado, Ildo Meneghetti, e o representante da presidência da República, general Nelson de Mello.

Clique para ampliar e ler a matéria original.

Foto: reprodução/Pioneiro

Foto: reprodução/Pioneiro

Morango e uva

Durante sua passagem pela Festa da Uva, uma frase da miss eternizou a rainha daquele ano, Zila Turra:

– Se eu sou um morango, a Zila é uma uva.

Tereza Gonçalves Morango entrou para a história do concurso Miss Brasil como a primeira representante do Amazonas a ostentar o título – foi também o primeiro título da região norte do país. Um mês depois do certame realizado no Brasil, “Morango” disputou o Miss Universo nos Estados Unidos. Levou o segundo lugar, ficando atrás da peruana Gladys Zender.

Já Zila foi a primeira rainha da festa a receber de presente uma viagem de avião. Em março de 1958, viajou a Roma pela lendária Pan-Air.

Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Impecáveis da cabeça aos pés: Terezinha e Zila durante a visita ao varejo do Eberle. Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

Terezinha Morango, Miss Brasil 1957, em visita ao varejo do Eberle em março de 1958. Foto: Carlos Caetano Pettinelli, acervo de família, divulgação

O primeiro dia da festa

Conforme recordado pelo jornalista Luiz Carlos Erbes no livro Festa da Uva – A Alma de um Povo, a edição de 1958 teve início no dia 1º de março, um sábado. A comitiva enviada pelo presidente Juscelino Kubitscheck – que cancelou a vinda a Caxias dias antes, frustrando a organização – foi recepcionada à tarde e conduzida ao pavilhão da Rua Alfredo Chaves para a inauguração.

Porém, o momento mais inusitado não ocorreu no pavilhão, mas durante o banquete realizado no Recreio da Juventude, à noite. Antes de o jantar ser servido, faltou luz por mais de uma hora.

As autoridades aguardaram pela comida à luz de velas.

Comentários (1)

  • Adauto Celso Sambaquy diz: 9 de abril de 2015

    Rodrigo,
    Sobre o diretor não identificado, que aparece em uma outra foto mais acima, acredito seja o senhor JOSÉ GAZOLA, diretor presidente da Ind. Metal Gazola Ltda.
    Eu o conhecia bem, pois trabalhei naquela empresa.
    Abraços e essa Terezinha era um Moranguino de linda.

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