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Eberle: a Fábrica 1 em 1956

11 de julho de 2015 0

Registro de 1956 traz os funcionários durante uma possível cerimônia religiosa. Foto: acervo pessoal de Alvis Fiedler, divulgação

O aposentado Alvis Santos Fiedler, 84 anos, trabalhou por duas décadas no setor de gravação da Metalúrgica Abramo Eberle e mantém um vasto acervo fotográfico da empresa entre os anos 1940 e 1960. Algumas imagens, no entanto, carecem de uma identificação completa dos ex-funcionários ou o contexto em que foram captadas.

Acima, por exemplo, vemos um registro de 1956, possivelmente da solenidade de inauguração de uma escultura do Sagrado Coração de Jesus – à época fixado em uma das paredes da Fábrica 1 (onde hoje localiza-se o estacionamento pela Rua Borges de Medeiros).

Na imagem vemos, entre outros, os diretores Hugo Argenta (o primeiro à direita), Júlio João Eberle, Rui Raabe, Oscar Martini, o chefe de almoxarifado Alberto Miller, o gerente administrativo e financeiro Humberto Bassanesi (segundo à esquerda), o gerente de vendas Américo Garbin e o diretor da seção de gravação Hugo Seidl, além do padre Angelo Tronca (ao centro, abaixo do altar).

Diferentemente dos registros oficiais de entrega do relógio de ouro aos jubilados, quando os diretores apareciam sentados à frente, todos aqui posicionaram-se mesclados aos funcionários – ironicamente, seu Alvis não aparece na imagem.

Retomando a seção Amnésia, que recorre à colaboração dos leitores, você reconhece mais alguém? Algum parente ou amigo? Sabe se a imagem do Sagrado Coração era proveniente do antigo Atelier Zambelli?

Clique na imagem para ampliar e entre em contato com a coluna.

Colaboração de leitor

Filho do ex-diretor Américo Garbin, Luiz Victorio Garbin forneceu mais informações sobre a imagem:

No sentido de colaborar, identifico a foto da “EBERLE em 1956”, edição de sábado e domingo, como representativa de fato da solenidade de introdução do oratório, contendo a imagem do Sagrado Coração de Jesus, na “Seção de Gravação”, chefiada por Hugo Seidl, de óculos embaixo do oratório, tendo a sua esquerda na foto, também de óculos, o padre Tronca (Ângelo?), quem realmente oficiou a cerimônia religiosa e não o páraco Ernesto Brandalise citado, aliás não presente na foto. Confirmo o diretor Hugo Argenta (primeiro à direita), tendo ao seu lado, de gravata e segurando chapéu, seu colega diretor Oscar Martini. Mais atrás, ao lado da lâmpada da foto, de óculos o Diretor-Presidente Júlio Eberle (filho do fundador Abramo Eberle e sucessor na presidência da empresa do irmão morto, José Eberle); ao seu lado na foto, o ‘chefe’ do Almoxarifado Alberto Miller. O gerente administrativo e financeiro Humberto Bassanesi é o segundo na frente à esquerda da foto e atrás, na terceira fila, de frente para câmera, o gerente de vendas Américo Garbin, meu pai. Não aparece na foto o idealizador da introdução dos oratórios nas seções de trabalho da empresa, com o objetivo de abençoar e proteger os trabalhadores, o gerente de artigos religiosos Zulmir Fabbris, irmão de minha mãe.

Sua coluna revive as pessoas queridas e conhecidas. Parabéns.

Atenciosamente.
Luiz Victorio Garbin

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