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Eberle: o jubileu de prata de Hugo Seidl em 1952

26 de setembro de 2015 0

25 anos de Eberle: a imagem oficial do jubileu de prata de Hugo Seidl (sentado ao centro), em fevereiro de 1952. Foto: acervo pessoal de Alvis Santos Fiedler, divulgação

Neste sábado, quando a família recorda do aniversário de nascimento de Hugo Seidl (26/9/1902-23/6/1988), aproveitamos para recontar parte da trajetória do antigo chefe da seção de gravação da Metalúrgica Abramo Eberle.

Natural de São Sebastião do Caí, o jovem chegou a Caxias para trabalhar aos 17 anos, a convite do amigo da família Erico Raabe, então chefe da seção de gravação. Após um breve estágio pela Metalúrgica Fracalança, em São Paulo, em 1924, Seidl ingressou no Eberle em 5 de fevereiro de 1927.

No setor onde eram produzidos centenas de artigos – botões de metal, medalhas, talheres, cálices, ostensórios, bandejas, placas –, o então oficial gravador imediatamente assumiu o cargo de chefia. A atuação, porém, logo expandiu-se: Seidl foi também professor de desenho, instrutor de ginástica e integrante do time de futebol da empresa.

Já o reconhecimento maior deu-se em 1952, quando da cerimônia do jubileu de prata. Os 25 anos dedicados ao Eberle renderam o tradicional relógio de ouro e o registro acima, captado no interior da seção com diretores e funcionários.

Sentados, a partir da esquerda, vemos os colegas Honório Marotto, Agostinho Fochesato, Alberto Bellini, Hugo Argenta, Erico Raabe, o jubilado Hugo Seidl (ao centro), o diretor-presidente Julio João Eberle, Oscar Martini, Humberto Bassanesi e Antonio Rasia.

Na fila de trás, entre outros, identificamos Luiz Rasia, Francisco Chiarello, Homero Madalena, Mauricio Gedoz, Edemor Rossi, Silvio Zampieri, Oddino Sartori, Alberto Müller, Orevil Bellini, Duminiense Paranhos Antunes, Flavio Rasia, Valter Bassani, João Vanelli, Ari Campagnollo, Alcides Claus, Ivo Santini, Rui Raabe, Sadi Zampieri, Alvis Fiedler, Aldo Marzotto, Vilson Porto, Adelino Beux, Antonio Sirena, Leonoro Dal Monte, Germano Andreis, Darci Facchin e Bruno Segalla.

Curiosidade da foto maior: um dos exemplares do busto de Abramo Eberle (ao fundo), inaugurado em 1946, na praça defronte ao Monumento ao Imigrante, por ocasião dos 50 anos da empresa.

Clique nas imagens para ampliar.

Orevil Bellini: o desenhista do Eberle.

Eberle: a seção de gravação em 1956.

No Recreio Guarany em 1957: Hugo Seidl entre os colegas da seção de gravação Orevil Bellini (E) e João Sanvitto. Foto: acervo pessoal de Orevil Bellini, divulgação

Presidente do Recreio Guarany

Nos registros acima e abaixo, Hugo Seidl e parte do setor de gravação do Eberle em meados de 1957, quando ele completou 30 anos de Eberle. Na época ele também presidia o Recreio Guarany e integrava o time de bolão Garra de Ferro. Seidl (C) aparece acompanhado dos colegas Orevil Bellini (E) e João Sanvitto durante um jantar no clube.

Mais abaixo, outro registro daquela confraternização. Seidl (ao centro, de óculos) aparece junto a funcionários de seção como Mauricio Gedoz, Nilo Bissigo, Valdomiro Mangini, Pedro Porto, Francisco Chiarelo, Aldo Marzotto, Serafim Serafini, Romulo Basso, Valter Bassani, Auri Costa, Alvis Santos Fiedler, Orevil Bellini, João Sanvitto, Rui Raabe, Paulo Marzotto, Getulio Sandi, João Cambruzzi, Henrique Brinker, Antonio de Oliveira e Sadi Zampieri.

Eberle: um relógio de ouro no jubileu de prata.

Em 1957: Hugo Seidl (ao centro, de óculos) durante um jantar com colegas do Eberle no Recreio Guarany. Foto: acervo pessoal de Alvis Santos Fiedler, divulgação

Em família

Do primeiro casamento, com Aurora Piccoli, Hugo Seidl teve as filhas Ivone Aparecida (in memoriam) e Cladis Leopoldina. Ao ficar viúvo – e com as duas ainda meninas – uniu-se a Egide Cesa, com que teve outros seis filhos: Milton, Durval, Nilse Teresa, Mary Helena, Hugo Roberto e Ana Lúcia.

A família é completada por 16 netos, 17 bisnetos e três tataranetos.

Eberle: o jubileu de prata e ouro de Honório Marotto em 1948.

O grupo junto às portas de bronze: Paulo Marzotto e Adair Sachett. Na sequência, à frente, Antônio Vaz, Aldo Marzotto e Alvis Santos Fiedler; Rui Raabe, Pedro Longhi e Sadi Zampieri. Na primeira fila, Francisco Chiarello, Hugo Seidl e o professor Rati. Foto: acervo pessoal de Alvis Santos Fiedler, divulgação

Portas de bronze

Hugo Seidl também coordenou a equipe que confeccionou as portas de bronze da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré de Belém do Pará, fundidas na Maesa nos anos 1950 (foto abaixo).

Eberle: a trajetória de Joaquim Barasuol.

Olivo Berton e os jubilados do Eberle em 1968.

Obra exposta na Maesa: a partir da esquerda, Darci Zampieri, Orevil Bellini, Hugo Seidl, José Schwertner, Bruno Segalla e Lidio Panerai. Foto: acervo pessoal de Orevil Bellini, divulgação

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