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Escola de Belas Artes de Caxias do Sul em 1958

29 de janeiro de 2016 0

A formandas de 1958 com a paraninfa Rosália Eberle Peroni e a diretora Elyr Ramos Rodrigues (com a bolsa preta). Foto: Stefano Alberti, acervo de família, divulgação

Inaugurada em 31 de março de 1950, a Escola Municipal de Belas Artes é lembrada até hoje como um marco da trajetória artístico-cultural de Caxias do Sul. Situado na Rua Dr. Montaury, na área onde hoje localiza-se a Casa da Cultura, o espaço foi responsável pela formação de centenas de alunos, muitos deles com atuação destacada posteriormente em diversas frentes – pintura, música, escultura, arte decorativa, desenho e gravura.

A partir de 1952 sob a direção da senhora Elyr Ramos Rodrigues (in memoriam), a escola deu seu mais importante passo rumo ao amadurecimento e profissionalização em 1959. Foi quando a nova cartilha disciplinar da entidade alicerçou-se no currículo do Instituto de Belas Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Nesse mesmo ano, os cursos de música e artes plásticas foram reconhecidos, e a então instituição municipal foi elevada à condição de Escola Superior de Belas Artes, sendo posteriormente integrada à UCS.

Boa parte dessa história foi recordada recentemente pela leitora e ex-aluna Stela Alberti Lisot, que frequentou a entidade em finais da década de 1950. Foram disponibilizados por dona Stela os registros desta página, entre eles a festa das formandas de Belas Artes de 1958.

Na foto acima, a partir da esquerda, estão as jovens Doralice Bergmann, Gloria Rivoire, Lori Bolzani, Elisa Rombaldi, a própria Stela, Céres Ferrari, Vera Sartor, Suely Giron e Anéris Bedin, tendo à frente a paraninfa, dona Rosália Eberle Peroni, e a diretora da escola, a senhora Elyr Ramos Rodrigues (com a bolsa preta).

Clique nas imagens para ampliar.

Elyr Ramos Rodrigues e Aldo Locatelli: um retrato em 1952. 

Anos 1950: primórdios da Escola de Belas Artes de Caxias do Sul.

As formandas de 1958: Gloria Rivoire, Lori Bolzani, Elisa Rombaldi, Stela Alberti, Vera Sartor, Céres Ferrari, Anéris Bedin e Suely Giron. Foto: Stefano Alberti, acervo de família, divulgação

Aluna e mestra

Abaixo, outro flagrante daquele 8 de dezembro de 1958: a formanda Stela Alberti com a professora de modelo vivo e artista plástica Valdira Danckwardt.

Valdira, inclusive, foi uma das jovens que serviu de modelo, na época, para um dos anjos esboçados por Aldo Locatelli e que decoram as laterais da Igreja São Pelegrino – as chamadas Estações de Misericórdia.

Estações de Misericórdia: Igreja São Pelegrino nos tempos do pintor Emilio Sessa.

Aldo Locatelli e o retrato de Diva Martinato em 1962.

Honraria especial no centenário de Locatelli.

A formanda Stela Alberti e a professora Valdira Danckwardt. Foto: Stefano Alberti, acervo de família, divulgação

Outra formatura em 1965

Mesmo antes de concluir o magistério na Escola Normal Duque de Caxias, em dezembro de 1959, Stela Alberti começou a lecionar. Não sem antes resolver um “entrave legal”. Aos 17 anos, em 1958, ela precisou ter a maioridade reconhecida pelo pai, Stefano Alberti. Foi o que possibilitou à jovem dirigir-se, três vezes por semana, à localidade de Linha Brasil, em Nova Petrópolis, para dar aulas.

A licenciatura e a complementação do currículo vieram em 1965, com a formatura da Didática da agora Escola Superior de Belas Artes de Caxias do Sul.

Abaixo, um registro da solenidade de 9 de dezembro de 1965. Stela (à direita) aparece com Roney Marcon, Carmencita Maria Aguzzoli, Noely Oppermann (ao fundo), o paraninfo da turma, general Justino Alves Bastos, e a diretora da escola, Elyr Ramos Rodrigues.

Por fim, outro registro daquele dia, com o grupo inteiro. Na fila de trás, a partir da esquerda, estão Marisa Sebben, Noely Oppermann, Stela Alberti, o professor Otmar, Matilde Veronese, Lorena Gauer e Marilia Caberlon. Mais à frente vemos Marli, a professora Terezinha Pezzi, Doris Paternoster (bem ao centro), irmã Luizélia, Nilva, Maria Helena Leitão, o paraninfo, general Justino Alves Bastos, e uma jovem não identificada.

Se você reconhece alguém ou tem os sobrenomes completos das pessoas, entre em contato com a coluna.

Nu fotográfico agita a Aliança Francesa em 1955.

Em 1965: Roney Marcon, Carmencita Aguzzoli, Noely Oppermann, o general Justino Alves Bastos, a diretora Elyr Ramos Rodrigues e a formanda Stela Alberti. Foto: Studio Beux, acervo de família, divulgação

O grupo em 1965, com os professores Otmar (ao fundo) e Terezinha Pezzi (na fila do meio) e o paraninfo, o general Justino Alves Bastos. Foto: Studio Beux, acervo de família, divulgação

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