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Família Lucchese em Arroio do Sal em 1966

02 de fevereiro de 2016 2

Em 1962: Izaura Lucchese, Milena e Eva Speggiorin, Selma Ioppi, Zilá Speggiorin, Similda Faccio e as crianças Volnei e Ceni Speggiorin. Foto: Niágara, acervo de família, divulgação

Horry Lucchese e o filho Horizau em Arroio do Sal em 1966. Foto: Foto Rio, acervo de família, divulgação

Em 1969: Izaura e Horizau Lucchese em Arroio do Sal. Foto: Niágara, acervo de família, divulgação

Os veraneios do início dos anos 1960 renderam dezenas de imagens guardadas até hoje pelo casal Izaura, 88 anos, e Horry Lucchese, 94. Foi o período em que a família, completada pelo filho Horizau Antonio Lucchese (in memoriam), costumava revezar-se para desfrutar do mar de Arroio do Sal e de Areias Brancas nos meses de janeiro e fevereiro.

Moradores da Rua Vinte de Setembro, 2.991, há quase 70 anos, os Lucchese mantiveram por duas décadas o Armazém Santo Antônio. Fundado em 1958, quase defronte à residência do casal, o local “só não vendia tecido a metro”, conforme recorda dona Izaura. De resto, tudo podia ser encontrado lá: secos & molhados, leite, pão, bebidas, arroz, feijão, farinha, guloseimas, carvão avulso, fumo em rolo e até querosene a granel.

-  A gente se dividia: 15 dias cada um com o filho na praia. Enquanto um ficava lá, o outro (cônjuge) ficava cuidando do armazém e das contas aqui. Por isso, quase não temos nenhuma foto da família completa naqueles veraneios – recorda dona Izaura, acrescentando que o estabelecimento foi batizado como esse nome após ela ganhar de presente uma estátua do santo casamenteiro da senhora Alzira Lucchese Longhi.

Na imagem acima, um flagrante das famílias Lucchese e Speggiorin nas águas de Arroio do Sal por volta de 1962. A partir das esquerda estão Izaura Lucchese, a menina Milena Speggiorin, Eva Speggiorin, Selma Ioppi, Zilá Speggiorin, Similda Faccio e, à frente, à direita, as crianças Volnei Speggiorin e Ceni Speggiorin. Abaixo, um registro de 1966 das amigas Zenaide Prux Rodrigues, Izaura Lucchese, Gessy Serra, Ivone Viegas e Lia Serra.

Clique nas imagens para ampliar.

Zenaide Prux Rodrigues, Izaura Lucchese, Gessy Serra, Ivone Viegas e Lia Serra. Foto: Niágara, acervo de família, divulgação

Em 1969: Horizau Lucchese, Marlise Speggiorin, Eva Speggiorin (com o bebê Henry Speggiorin Filho), Izaura Lucchese, Adelia Kaiser Lucchese, Marlei Speggiorin e as crianças Milena Speggiorin, Benhur Lucchese e Mara Lucchese Slaviero (à frente). Foto: Niágara, acervo de família, divulgação

Em 1986

Em 2010, dona Izaura foi uma das personagens da matéria especial Vidas Reconstruídas: como superar a dor pela perda violenta de um familiar, publicada pelo Pioneiro.

A reportagem, assinada pelo jornalista Daniel Correa, recordava de um dos crimes de maior repercussão na Serra nos anos 1980: o assassinato do empresário Horizau Lucchese, 34 (filho de Izaura e Horry), que vendia motores para bombas de garimpo no nordeste do país.

Há 30 anos, o homicídio foi cometido por pistoleiros contratados por um desafeto de Horizau. Dois homens mataram o empresário na porta de sua casa, no bairro Petrópolis, na noite de 1º de outubro de 1986.

Além da dupla, o mandante foi condenado. A motivação teria sido um desacordo comercial.

Horizau Lucchese, Izaura Lucchese, Gessy Serra e Jussara Serra. Foto: Niágara, acervo de família, divulgação

Em 1966, Horry e Horizau Lucchese. Foto: Foto Rio, acervo de família, divulgação

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Participe da seção Outros Verões…, enviando fotos em alta resolução acompanhadas de data, identificação das pessoas e um breve relato do veraneio. O período deve abranger o início do século 20 até, no máximo, os anos 1970.

Comentários (2)

  • Amanda Pietra Faccio diz: 2 de fevereiro de 2016

    Muito gratificante ver a união das famílias em momentos alegres. Isso é a prova de uma amizade verdadeira que perdura até hoje. Muito emocionante essa matéria do Jornal Pioneiro.Linda a história.

  • Domingos diz: 19 de março de 2016

    Eu gostaria muito de saber quem foi a Marlei Sppegiorim, sua descendência… Fico triste em saber que minhas filhas não conheçam a família materna…

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