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Pedro Henry não sabia de acordos financeiros do PP, diz defesa

09 de agosto de 2012 1

Agência Estado

A defesa do deputado federal Pedro Henry (PP-MT) sustentou no julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF) que o parlamentar não tinha conhecimento sobre as movimentações financeiras do partido. Ele era líder do partido quando o escândalo explodiu e foi denunciado por, supostamente, ter negociado o apoio do PP ao governo em troca de dinheiro junto com os ex-deputados Pedro Corrêa e José Janene, já falecido.

— O deputado Pedro Henry não teve conhecimento de qualquer transação financeira realizada pelo PP. Todas as testemunhas dizem isso — afirmou o advogado José Antonio Duarte Alvares.

Segundo o advogado, o parlamentar participou de reuniões com petistas como ex-presidente José Genoíno apenas para negociações políticas:

— Negociações exclusivamente políticas, jamais financeiras, Henry nunca participou de negociações financeiras com o PT.

O defensor destacou também que João Cláudio Genu, que fez os saques destinados ao PP, disse agir por ordem de Corrêa e Janene.

Assim como a defesa de Corrêa, Alavres frisou que o PP já tinha manifestado apoio às reformas previdenciária e tributária durante o governo Fernando Henrique Cardoso, apenas mantendo a posição nas votações na administração do PT. A Procuradoria-Geral da República apontou essas votações como alvo de compra pelo sistema do mensalão.

Alvares destacou que o nome de Henry aparece na denúncia sempre na companhia dos outros dois dirigentes do PP e ressaltou que Henry foi absolvido em processo de cassação na Câmara.

Comentários (1)

  • benhur o branco diz: 9 de agosto de 2012

    Mensalão – As coisas acontecem como convém a interesses múltiplos. A origem dos recursos ditos “públicos” utilizados para pagamento da mesada dos parlamentares e partidos comprados é desconhecida.Foram apontados como fonte financiadora os empréstimos dos Bancos MG e Rural ao M. Valério . Mas, dinheiro que sai de Banco tem de ser contabilizado. Como empréstimos (quem tirou/pagou?) ou como despesas (quem autorizou?) do Banco o que é facilmente verificável. Os investigadores seguramente não seriam ignorantes das praticas elementares da contabilidade. A primeira suspeita lançada na época – as verbas de publicidade do Governo, – foi a primeira descartada e absolvidos os suspeitos. Então ficamos assim. Como no caso Daudt, que foi assassinado, mas que ninguém matou!

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