O diabetes virou um inimigo mundial: a doença cresce mundialmente cerca de 3% ao ano entre crianças e adolescentes, como conseqüência do sedentarismo, obesidade e maus hábitos de consumo alimentar.
O Ministério da Saúde está preparando para o ano que vem uma pesquisa para identificar a população jovem com a doença, numa tentativa de identificar os fatores de risco e atuar na prevenção deles.
O diabetes típico da infância e adolescência é o de tipo 1. No entanto, também o tipo 2, antes tido como uma doença de adulto, vem crescendo entre os pequenos. Ele ocorre quando há falta de insulina ou ela não atua de forma eficaz, causando um aumento da taxa de glicose no sangue. Traz complicações, disfunções e insuficiência de vários órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, cérebro, coração e vasos sangüíneos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é essencial para que nosso corpo funcione bem e possa utilizar glicose (açúcar) como principal fonte de energia.
Sinais de alerta
— Ter parentes (pais, irmãos, tios etc.) com diabetes.
— Ter excesso de peso (especialmente abdominal).
— Ter vida sedentária (não fazer atividade física).
— Ter mais de 40 anos.
— Fazer tratamento para pressão alta e ter colesterol e triglicerídeos
elevados.
— Usar medicamentos diabetogênicos (corticóides, anticoncepcionais
etc.).
— Mulheres que tiveram filhos pesando mais de 4 quilos, ou abortos e/ou
natimortos.
Alimentos que devem ser evitados:
— Doces, bolos, leite condensado, chocolate e biscoitos não dietéticos.
— Achocolatados, farinha láctea.
— Carnes salgadas e toucinho, frituras.
— Bebidas alcoólicas.
— Refrigerantes comuns.
Postado por Fabíola








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