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Posts de novembro 2008

Discovery Kids seleciona crianças

30 de novembro de 2008 7

A criançada vai adorar o desafio. O concurso Ação no Discovery Kids oferece uma oportunidade inédita aos pequenos que sonham com a oportunidade de mostrar o talento na telinha ao lado de seus personagens favoritos. Até 18 de dezembro, o canal infantil Discovery Kids estará recebendo inscrições de crianças interessadas em participar da nova série LazyTown Extra, produção que segue o formato da série homônima e será filmada na América Latina no primeiro semestre de 2009.

Para participar, os pais devem acessar o site www.discoverykidsbrasil.com/concursos e responder a seguinte pergunta: Qual esporte ou atividade física seu filho(a) mais gosta e qual o seu benefício?

 

No início de 2009 serão anunciados os nomes das três crianças escolhidas, entre todos os participantes do concurso na América Latina. Elas serão convidadas especiais de LazyTown Extra, uma produção em que o personagem Ziggy embarca em uma viagem fascinante pela América Latina. Nessa divertida aventura, o anfitrião interage com crianças e celebridades e visita os locais mais interessantes da região. Com diferentes temas a cada episódio, a série traz importantes lições que incentivam a atividade física e a boa alimentação com o mesmo dinamismo que garante o sucesso da série LazyTown.

O objetivo da iniciativa é aproximar os telespectadores de seus personagens, oferecendo a oportunidade de vivenciarem mais de perto a experiência Discovery Kids. Por isso, o concurso ainda premiará 65 participantes com kits do Discovery Kids e jogos de LazyTown.

Postado por anelise

O que vai mudar na sua vida?

29 de novembro de 2008 2

Uma amiga me enviou este texto por e-mail. Não estava assinado, mas achei algumas reflexões interessantes, principalmente na parte em que fala sobre o papel que a carreira das mulheres assume com a maternidade e a eterna vulnerabilidade das mães. Muito reflexivo para um sábado??

"SER MÃE ....  SER PAI...

Nós estavamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em `começar uma família`.

`Nós estamos fazendo uma pesquisa`, ela diz, meio de brincadeira. `Você acha que eu deveria ter um bebê?`

`Vai mudar a sua vida,` eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.

`Eu sei,` ela diz, `nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .`

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar `E se tivesse sido o MEU filho?` Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de `Mãe!` fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia-a-dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald`s se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando-o no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida — não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em
brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

`Você jamais se arrependerá`, digo finalmente.

Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.` "

Postado por Fabíola

Tratamento dentário

28 de novembro de 2008 0

A Associação Brasileira de Odontologia está com as inscrições abertas para seleção de pacientes de 11 a 18 anos para tratamento nas áreas de Implantodontia, Endodontia e Ortodontia.

Interessados em participar da triagem e avaliação com profissional da odontologia devem contatar com a Clínica da ABO-RS até dia 10/12, pelo telefone (51) 3333-2370.   

Postado por Fabíola

Diabetes cresce entre crianças e adolescentes

27 de novembro de 2008 0

O diabetes virou um inimigo mundial: a doença cresce mundialmente cerca de 3% ao ano entre crianças e adolescentes, como conseqüência do sedentarismo, obesidade e maus hábitos de consumo alimentar.

O Ministério da Saúde está preparando para o ano que vem uma pesquisa para identificar a população jovem com a doença, numa tentativa de identificar os fatores de risco e atuar na prevenção deles.

O diabetes típico da infância e adolescência é o de tipo 1. No entanto, também o tipo 2, antes tido como uma doença de adulto, vem crescendo entre os pequenos. Ele ocorre quando há falta de insulina ou ela não atua de forma eficaz, causando um aumento da taxa de glicose no sangue. Traz complicações, disfunções e insuficiência de vários órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, cérebro, coração e vasos sangüíneos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é essencial para que nosso corpo funcione bem e possa utilizar glicose (açúcar) como principal fonte de energia.

Sinais de alerta

— Ter parentes (pais, irmãos, tios etc.) com diabetes.

— Ter excesso de peso (especialmente abdominal).

— Ter vida sedentária (não fazer atividade física).

— Ter mais de 40 anos.

— Fazer tratamento para pressão alta e ter colesterol e triglicerídeos

elevados.

— Usar medicamentos diabetogênicos (corticóides, anticoncepcionais

etc.).

— Mulheres que tiveram filhos pesando mais de 4 quilos, ou abortos e/ou

natimortos.

Alimentos que devem ser evitados:

— Doces, bolos, leite condensado, chocolate e biscoitos não dietéticos.

— Achocolatados, farinha láctea.

— Carnes salgadas e toucinho, frituras.

— Bebidas alcoólicas.

— Refrigerantes comuns.

Postado por Fabíola

Brincar, brincar e brincar

27 de novembro de 2008 0

Foto: Ricardo Duarte, ZH

O Natal está se aproximando e a maioria das crianças só quer saber de ganhar brinquedos. Mas qual o papel desse instrumento lúdico na vida das crianças? A pedagoga infantil Ana Maria do Couto Ferreira responde a dúvidas dos pais. Confira a entrevista abaixo:

— Como os pais podem fazer a escolha correta dos brinquedos?

Na realidade, a criança não precisa de brinquedos, mas, sim, de brincar, e muitas vezes os brinquedos são os companheiros delas. Com o cotidiano dos adultos cada vez mais comprometido com suas atribuições, "falta" tempo para os filhos. Então, exite essa importância de escolher o brinquedo.

Embora alguns brinquedos criem esteriótipos e modismos, os pais devem observar o que este brinquedo pode ocasionar na vida "futura". É por meio da ludicidade, da fantasia e da imaginação que a criança começa a estabelecer as relações com o mundo adulto. Durante a escolha os pais devem ter um olhar nos brinquedos educativos e que possam ajudar na formação das crianças.

— Existem materiais apropriados para cada idade?

Sim. Devemos proporcionar às crianças jogos e brinquedos respeitando sua fase de desenvolvimento.

— Qual a importância do brincar para a aprendizagem escolar?

É por meio do simbolismo que a criança descobre e constrói as relações de conhecimento com o mundo, pois os brinquedos são objetos privilegiados da educação desde que inseridos em uma proposta educativa baseada na interação entre as crianças.

— Qual a importância de fazer o Dia do Brinquedo na escola?

O Dia do Brinquedo proporciona a interação e a troca das crianças, mas é muito importante observar que todas as crianças levem um brinquedo para este dia e que as famílias coloquem este dia no seu calendário, não deixando que seus filhos esqueçam de levar o brinquedo para a escola. Afinal, é a família quem ajuda a criança na organização de suas rotinas.

— O que as crianças aprendem ao dividir os brinquedos ?

Acredito que a educação se dá na base, portanto vivemos em uma sociedade onde o adulto necessita ser constantemente lembrado da vida em sociedade e perceber as diferenças sociais. Se proporcionarmos ambientes onde as crianças convivam com a situação de dividir os espaços, os brinquedos, a atenção, estaremos contribuindo na formação de um ser humano menos "egoísta", egocêntrico e individualista, que seja capaz de pensar em dar e não só em receber, compartilhar sem ter que ser lembrado que estas atitudes são necessárias para quem vive em sociedade.

Postado por anelise

Mais ioga para a gurizada

26 de novembro de 2008 0

O pessoal do Studio Ballance, de Porto Alegre, aproveitou a matéria publicada na semana passada no caderno Meu Filho para enviar algumas fotos de alunos praticando ioga. 

A instrutora Karin Bender explica que, a partir do próximo ano, as crianças poderão aprender a técnica milenar. Olha só:

 

Fotos: Divulgação, Studio Ballance

Postado por Anelise Zanoni

Uma vitória contra a raiva

26 de novembro de 2008 1

O morcego é um dos causadores da raiva humana. Foto: divulgação

O Hospital Universitário da Universidade de Pernambuco, em Recife, confirmou um caso raro de cura de raiva humana em um paciente de 15 anos, que havia sido agredido por um morcego. Este seria o primeiro caso brasileiro de cura, e o terceiro no mundo.
A cura chama a atenção da comunidade médica e científica porque a raiva humana era considerada 100% letal, ou seja, semprematava a pessoa ou animal infectado.

Os médicos aplicaram um tratamento formulado e utilizado por médicos norte-americanos na recuperação de uma paciente com a infecção por raiva, em 2004, a base de antivirais, sedativos e anestésicos injetáveis.

Diante desse caso, o Ministério da Saúde vai elaborar um protocolo de tratamento para utilizar em outros casos de suspeita de raiva em humanos no país.

FIQUE ATENTO porque a raiva é uma doença transmitida por animais. A transmissão acontece quando o vírus da raiva, presente na saliva do animal infectado, penetra no organismo, por meio da pele ou mucosas. Isso pode acontecer por meio de mordidas, arranhões, lambidas ou pelo contato com a mucosa dos animais infectados.

A transmissão ocorre nos meios urbano e rural. Os principais transmissores são cães, gatos e morcegos. A vacinação de animais domésticos é a única forma de se conseguir a imunidade contra a raiva. Deve-se aplicar a vacina anti-rábica em animais sadios a partir do terceiro mês de vida. A dose tem que ser repetida anualmente.

Para evitar a preença de morcegos, é possível adotar algumas medidas: iluminar áreas externas nas residências, colocar telas nos vãos de dilatação de prédios, janelas e buracos e fechar ou vedar porões, pisos falsos e cômodos pouco utilizados que permitam o alojamento de colônias deste mamífero. Outros alojamentos freqüentes de morcegos são forros, garagens, casas de máquinas de elevadores, caixas de persianas, edifícios abandonados, estábulos, copas e troncos ocos de árvores e cavernas.

O QUE FAZER: Ao identificar que cães e gatos estão com suspeita de raiva, os donos devem isolar os animais e chamar ajuda especializada, que pode ser a de técnicos do centro de controle de zoonoses local ou a de um veterinário da secretária municipal de saúde para que as providências adequadas sejam adotadas.

EM CASO DE A PESSOA SER agredida por qualquer animal, deve-se lavar imediatamente a ferida com água e sabão e procurar um profissional de saúde para obter orientações sobre indicação de profilaxia anti-rábica (vacina e/ou soro). Quando indicada a medicação, é importante que a mesma seja realizada com todas as doses preconizadas nos dias corretos.

QUANDO A AGRESSÃO for por cães ou gatos, os animais deverão ser confinados por 10 dias após a agressão, para observação de sintomas da doença. Se o animal morrer, deve-se informar o departamento de zoonose do município imediatamente.

O cão ou gato já vacinado ou não vacinado, se mordido comprovadamente por um animal raivoso ou silvestre, recomenda-se a eutanásia (morte sem sofrimento). Se o dono não permitir, o animal deve ser revacinado e observado por 90 dias. Somente após este período, se estiver sadio, o animal poderá voltar ao convívio do dono. 

Postado por Fabíola

Estimule seu filho a ser carinhoso

25 de novembro de 2008 0

A neonatologista e pediatra Fátima Parente Araújo, que trabalha nos hospitais do Campo Limpo e Interlagos, em São Paulo, enviou um texto sobre a importância de os pais apostarem nas manifestações de carinho desde a gestação. Confira:

"Tudo que os pais aprenderam de bom na vida pode ser passado para os filhos e assim sucessivamente, como algo da cultura familiar que passa de geração em geração.  O filho pode sentir-se amado ou rejeitado já na gestação, deste modo, é importante que ele ouça palavras de carinho e afeto mesmo antes de nascer.

Foto: Jefferson Botega, ZH

Em geral, as crianças aprendem sempre com as pessoas de seu convívio e fixam-se, principalmente, nos pais para moldar modos de comportamento. Seus órgãos dos sentidos captam facilmente e eles fazem o que vêm, falam o que escutam, presenciam o relacionamento entre os pais e assim dão o que recebem. Por isso, todo o cuidado nas palavras e ações é pouco! A criança que é tratada com carinho se diferencia daquela que é tratada com agressões, ela se sociabiliza melhor, está sempre ativa e contente, tem o olhar e o sorriso alegres.

Se prestarmos atenção à definição formal da palavra carinho comprovaremos que ela inclui tanto a inclinação amorosa que sentimos em relação a algo ou alguém, como também a manifestação desse sentimento, que muitas vezes fica oculta, através de agradecimentos, aceitações, reconhecimentos, expressões de afeto ou gestos carinhosos.

As crianças menores passam por uma fase em que a espontaneidade é encantadora, manifestam suas emoções de uma forma natural e simples: Vão nos braços de qualquer pessoa, correm para nos abraçar, desenham flores, pulam na barriga do pai, etc. Com o desenvolvimento e o passar dos anos elas vão se moldando, e cada vez mais  vão mudando com a influência do ambiente.

Assim, se educarmos com reflexão, segurança, agindo sem agredir e falando sem ferir, eles vão se sentir felizes, seguros e confiantes, agindo e se expressando com o mesmo carinho que lhe foi ensinado."    

Postado por Fabíola

Depressão atinge até 35% das mães

25 de novembro de 2008 1

 

Foto: Miro de Souza, ZH

Um outro lado da maternidade, distante do mundo cor-de-rosa dos filmes, dos sonhos adolescentes e dos comerciais de televisão, tem aparecido com maior freqüência na vida de mães e bebês, segundo pesquisa do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Ao acompanhar as consultas de pré-natal, o parto e os retornos de mulheres atendidas em hospitais públicos da cidade, aplicando um questionário padrão e uma avaliação, o trabalho encontrou uma incidência de depressão pós-parto em 32% a 35% delas - um número três vezes mais alto do que o identificado na literatura médica internacional, que varia de 10% a 15%.

São mulheres que, em vez dos sorrisos constantes pela felicidade de ter um bebê em casa, como elas e as famílias provavelmente esperavam, se deparam com crises de choro, irritação permanente, dificuldades para dormir e comer, sensação de desamparo e tristeza e falta de apetite sexual - nos casos mais graves, podem ocorrer tentativas de suicídio e atos de violência contra a criança. Além disso, sentem raiva do bebê, o culpam por sua situação e, muitas vezes, acabam sendo negligentes em relação aos cuidados de que a criança necessita, tratando-a como um fardo. Esse conjunto de sintomas pode aparecer nos primeiros dias após o parto e, se não for cuidado, persistir por até um ano.

E não são só as mulheres que sofrem com essa situação. Uma série de pesquisas indica que essa falta de contato com a mãe nas primeiras semanas traz conseqüências para o desenvolvimento físico e neuromotor da criança, persistindo nos anos seguintes: interagem menos com adultos, estabelecem menos relações afetivas e têm níveis mais altos de hormônios relacionados ao stress no organismo. Fazer um mapeamento detalhado desses efeitos e o que eles acarretam na relação entre mãe e filho é um dos objetivos da pesquisa da USP, financiada pela Fapesp e pelo CNPq. O trabalho começou no ano passado e deve se estender pelos próximos dois anos.

_ O índice de depressão pós-parto que encontramos nas mulheres atendidas foi realmente alto, três vezes maior do que o descrito na literatura médica, e por isso partimos para análise dos fatores que poderiam influenciar no comportamento dessas mulheres _ explica a pediatra Maria Teresa Zulini da Costa, pós-doutoranda na USP e uma das pesquisadoras do projeto, coordenado pelas psicólogas Emma Otta e Vera Silvia Raad Bussab.

CULPA

O alto índice de depressão pós-parto em mulheres de renda mais baixa também foi constatado em um estudo com um universo menor de mulheres. Ao acompanhar 84 mães usuárias de um serviço público de saúde, perceberam que cerca de 30% delas apresentavam o conjunto de sintomas.

Atualmente, os médicos receitam antidepressivos para mulheres que amamentam - a substância é transmitida pelo leite para o bebê, mas segundo os médicos seus efeitos não são nocivos para a criança.

Simone Iwasso, Estado de São Paulo

Postado por Anelise

Hora de dizer adeus ao colégio

24 de novembro de 2008 0

Se para os pequenos o desafio é encorajá-los a iniciar uma vida escolar mais séria, para os adolescentes, a transição do Ensino Médio para o Ensino Superior exige mais que um vestibular. Vivendo uma fase importante da vida, repleta de decisões, eles precisam ser compreendidos e entender que o caminho que vem pela frente é, na verdade, uma grande maratona. Aproveitando a reportagem publicada hoje, a equipe do caderno Meu Filho conversou com a psicóloga Simone Venturini Pinto, do Colégio Rosário. Confira

A importância de preparar os adolescentes

"Trabalhar o desvínculo do Ensino Médio é prepará-los para a vida, preparar para encarar a realidade de mudanças, de ter novas decisões. Cada escolha que fazemos envolve perdas e ganhos, como, por exemplo, sair do colégio que significa escolher a futura profissão, passar no vestibular, pensar no seu futuro como adulto que trabalha e paga o seu sustento com o próprio esforço."

 

O que os pais devem fazer

"A família tem sempre um papel muito importante e único. Estabelecendo limites desde cedo a criança apreende o que significa perder, escolher, esperar, respeitar - todos elementos necessários para um crescimento tranqüilo em todas as fases e nas suas futuras experiências de vida."

Conseqüências negativas

"A separação do ambiente escolar só trará reflexos negativos, para as crianças que durante o seu crescimento não foram trabalhados adequadamente os limites e as suas relações afetivas."

Tristeza é comum?

"Todo adolescente precisa já ter trabalhado individualmente o significado da perda. Quando isto não acontece, precisam de mecanismos afetivos para lidar com ela, por exemplo, o desprezo pela escola, a raiva por alguém. Quem está pessoalmente preparado encara a separação como algo que traz novidades e desafios a serem superados."

 

 

Postado por Anelise

Um papinho sobre a nova fase escolar

24 de novembro de 2008 0

 

 

 

Na escolinha Caracol, a criançada teve festa com o tema Menino Maluquinho. Foto: Rossoni Produtora, divulgação

Quando as crianças deixam a Educação Infantil, os pais ficam preocupados com a adaptação ao novo ambiente escolar. Para complementar a reportagem publicada hoje no caderno Meu Filho, a psicóloga Flávia Assmann Castro deu algumas dicas. Confira trechos da entrevista.

Como preparar a criança

"Caso a criança esteja estudando na escola que cursará a primeira série do Ensino Fundamental, na maioria das vezes, a formatura é o suficiente para ser um divisor de águas para a próxima etapa e, ao mesmo tempo, serve como um ritual de passagem para a criança, trazendo segurança quanto ao que está por vir.

Ao contrário, se a criança vem de casa ou mesmo de uma creche, é necessário que ela seja trabalhada adequadamente. Os pais podem e devem falar à criança por que escolheram determinada escola, e o que consiste a primeira série do ensino fundamental. Devem estar confiantes de que a escola escolhida proporcionará ao seu filho um ambiente propício e saudável para desenvolver sua aprendizagem."

Tempo para preparação

"Cada criança tem seu tempo. À medida em que elas vão finalizando a pré-escola surgem curiosidades sobre a nova etapa e estas devem ser esclarecidas. Cada criança deve ser respeitada em suas particularidades para além da idade cronológica apresentada.

Precisamos ser pacientes para não exigir certas responsabilidades. Nesta transição, os pais também estão angustiados. Tendem a ficar inseguros, pensando se a professora cuidará bem e dará todo o carinho que a criança tem em casa.

Os pais devem saber que a entrada para a primeira série vai exigir da criança novas competências como ser mais independente e ter mais autonomia, seja na hora de formalizar a leitura e a escrita, dar conta dos temas de casa, ir ao banheiro sozinho."

A dificuldade de trocar de escola

"Hoje é comum as pré-escolas investirem em momentos especiais como a formatura, seja uma cerimônia mais formal, nos moldes de colação de adultos, ou até mesmo uma apresentação mais informal de algo que aprenderam durante o ano. Logo, a criança, aos poucos, é preparada para o momento de saída.

Aquelas que nunca freqüentaram uma educação infantil podem ser preparadas por seus pais e familiares e têm tantas condições de terem sucesso nesta entrada na primeira série quanto os que já estudam na pré-escola."

Como superar a transição

"Poderíamos dizer que "crescer" para todos nós significa abrir mão de algumas coisas para conquistar outras. Nesta transição há perdas, mas há ganhos importantes. Ganha-se em autonomia, responsabilidades, e a criança torna-se cada vez mais ativa na construção de seu próprio conhecimento. Algumas escolas já estão vivenciando a primeira série de nove anos (nova lei) e estão tendo de repensar a estrutura anterior, o que reconhece a criança de seis anos com necessidades específicas daquelas que até então chegavam com praticamente sete anos de idade. Um exemplo claro é a maturidade emocional da criança que, às vezes, não se encontra no mesmo nível que os avanços na aprendizagem."

E se a criança ficar triste?

"Pode acontecer de a criança apresentar dificuldades nesta transição, o que deve ser avaliado logo pela equipe da escola. Vários fatores podem estar envolvidos na manifestação destes sentimentos. A forma como os pais e a criança vão se inserir e interagir com o novo espaço está intimamente ligado com o sucesso deste momento de transição."

Postado por Anelise

Pesquisa sobre TOC na adolescência

23 de novembro de 2008 0

O Ambulatório de Transtornos de Ansiedade do Hospital de Clínicas de Porto Alegre está selecionando adolescentes de 12 a 17 anos, portadores de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), para participarem de uma pesquisa envolvendo tratamento por meio de terapia cognitivo- comportamental em grupo.
Os jovens devem apresentar sintomas como preocupação demasiada com limpeza, contaminação, ordem, simetria e alinhamento ou execução de verificações repetidas.
Interessados devem entrar em contato pelo telefone (51) 9987-4444, de segunda à sexta-feira, em horário comercial, para agendar entrevista com a equipe.

Postado por Fabíola

Uma passeata para os bebês

22 de novembro de 2008 0

Foto: Genaro Joner

Neste domingo, dia 23, começa a 6ª Semana Estadual do Bebê, do Programa Estruturante Primeira Infância Melhor.

A data marca o Dia do Bebê, que terá programação musical, teatro, desfile de moda infantil, brincadeiras e brinquedos, espaços para shantala, amamentação, fraldário, ônibus interativos, entre outros. As atividades terão início às 10h e vão até as 13h30min, no Parque da Redenção. Haverá também a Passeata dos Bebês.

No parque, as crianças poderão ser imunizadas contra a poliomielite e o rotavírus. Os pais devem levar a carteira de vacinação dos filhos. O teste do dedinho e a confecção de carteiras de identidade também serão oferecidos.

O Dia do Bebê tem a finalidade de mobilizar a sociedade gaúcha sobre a importância da atenção nos primeiros anos de vida, proporcionando à gestante e crianças de zero a seis anos juntamente com suas famílias, atividades lúdicas, recreativas, informações, serviços na área do desenvolvimento infantil, bem como orientações educativas e preventivas.

Confira a programação

10h às 10h20min — Bloco Afro Odomode, Grupo de dança Afro Sul, dança interativa com crianças e música com percussão afro.

10h20min às 10h50min — Show com Beto Hermann _ CD Planetinha Bebê

10h50min às 11h20min — Solenidade de Comemoração com autoridades e convidados especiais

11h20min às 12h — Passeata dos Bebês

12h às 12h10min — Lançamento da revistinha da Guarda Municipal de Porto Alegre.

12h10min às 12h40min — Desfile de Crianças vestindo roupas trabalhadas com materiais recicláveis

13h às 13h30min — Teatro/Circo Interativo

13h30min às 13h40min — Chegada do Papai Noel

Postado por anelise

A primeira reunião dançante

21 de novembro de 2008 2

Mariana demorou cerca de uma hora para se aprontar para a festa. Foto: Genaro Joner

Lembra a primeira vez em que você pisou em uma pista de dança? Daquela ansiedade e do medo de ser abordada por um menino durante a música lenta?

Nesta segunda-feira, o caderno Meu Filho apresenta na série A Primeira Vez a história da estudante Mariana Pires Ricachinevsky, que, aos 10 anos, foi à primeira reunião dançante na casa de um colega de natação. Uma mescla de angústia e medo de ver o que aconteceria foi inevitável. Mas, no final da festa, a menina ganhou uma surpresa. Leia na segunda-feira.

 E você, gostaria de contar como foi a primeira reunião dançante do seu filho? Mande seu relato para meufilho@zerohora.com.br

Postado por Anelise

A descoberta do Jose Pedro

20 de novembro de 2008 0

Rosaura Soares Paczek lembrou de mais uma descoberta do filho, Jose Pedro, e resolveu nos enviar.

"Numa noite dessas, eu coloquei a filmagem do nascimento do Jose Pedro para ele assistir, convidei " vamos ver como tu nasceu?"

Ele, muito ansioso, queria logo vê-lo bebezinho _ e sabem como são as filmagem, têm música, paisagens, fala de Porto Alegre, mostra o hospital e demora para iniciar. Então, ele perguntava a todo momento "cadê eu?"

Quando eu apareci com aquele barrigão falei "olha lá a mamãe e o Jose Pedro lá dentro da barriga". Elee me olhou rápido e perguntou: "mãe tu me engoliu?"

Achei muito engraçado, mas é claro que tudo o que comemos vai para barriga, então a associação está perfeita, mas como explicar para uma criança de três anos? Contei a velha historia da sementinha, mas ele continuou dizendo que eu comi ele.

Sei que esta coisa se deve esperar que eles perguntem para que possamos responder, pois devemos dar o tempo de amadurecimento e vamos aguardar o que vem por ai. Ainda tem muita coisa que terei que explicar, que Deus me ajude."

Você também tem uma história engraçada sobre seu filho para nos enviar? Escreva um e-mail e envie para meufilho@zerohora.com

Postado por anelise

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