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Posts de dezembro 2008

Escolha o nome do cachorrinho

31 de dezembro de 2008 0

 

Ilustração Reprodução

A escritora Neida Rocha mandou um convite para os leitores. A criançada pode escolher o nome do cachorrinho do personagem principal do livro Danilo, sua mochila e seus amigos.

Para participar do concurso infantil as crianças podem ter entre seis e 12 anos. Confira o regulamento:

— A inscrição é gratuita e não está vinculada à compra do livro.

— Os interessados devem preencher uma ficha de inscrição até o dia 30 de setembro de 2009 acessando o site www.neidarocha.com.br. A ficha deve ser enviada para Rua Almirante Barroso, 51, Canoas (RS), CEP 92.110-370 ou por e-mail: neidarocha@terra.com.br

— A divulgação e a entrega do prêmio ocorrerão no Dia da Criança (12/10/2009) em local a confirmar. Cada criança poderá participar com quantos nomes desejar, desde que seja feita uma ficha de inscrição para cada sugestão. A remessa deverá ser feita para a autora:

— A escolha do nome será feita pela autora e levará em consideração a originalidade e criatividade do nome.

— A criança vencedora receberá de prêmio um computador com programas e acessórios básicos para o funcionamento do mesmo.

— O nome do cachorro escolhido e o da criança ganhadora serão incluídos nos próximos livros da autora, sem ônus para a mesma, desde que autorizados por um responsável.

Postado por Anelise

Site bom pra pinguim!

30 de dezembro de 2008 0

Após três anos divertindo crianças e famílias no mundo inteiro em inglês, o site Club Penguin (www.clubpenguin.com), famoso mundo virtual coberto de neve, agora é lançado em português. É a primeira vez que o Club Penguin, um parquinho virtual onde os jogadores assumem a forma de avatares-pingüins coloridos e se divertem com jogos e interagindo com seus amigos, estará disponível em outro idioma além do inglês.

O Club conquistou uma reputação como diversão segura para toda a família com seu ambiente que estimula o faz-de-conta, aliado a um sistema sofisticado de filtros de palavras e moderadores online, que monitoram o bate-papo e as atividades no site e trabalham para prevenir o uso de linguagem inadequada e o compartilhamento de informações pessoais.

— O suporte ao jogador e a moderação ao vivo têm um grande papel na proteção dos interesses do nosso público e também para sua segurança online, por isso foi tão importante abrir uma operação local para fornecer esse atendimento — explica Lane Merrifield, um dos fundadores do site.

(Foto: Reprodução)

O Club Penguin não contém anúncios publicitários e é grátis para jogar, embora uma assinatura dê acesso a outras atividades, como comprar roupas para o pingüim ou decorar um iglu. Para criar um pingüim, são necessários o endereço de e-mail dos pais ou responsáveis e também sua permissão para que seu filho possa brincar nesse mundo virtual.

Os pais ou responsáveis também podem criar sua própria conta, que lhes permite conferir o histórico de seu filho no jogo, alterar sua senha, escolher um modo de bate-papo diferente e definir o horário e a duração da visita da criança ao Club Penguin.

Postado por Anelise

Pais, cuidem da infância!

29 de dezembro de 2008 0

A terapeuta e jornalista Evânia Reichert que deu entrevista em matéria publicada hoje no caderno Meu Filho conta que a motivação para escrever o livro Infância, a idade sagrada nasceu em 2005, após o suicídio de um menino de 10 anos, em Porto Alegre. Na carta deixada para a família, o garoto alegou que não suportava mais viver na solidão de sua casa e a depressão dos pais.

Para Evânia, o suicídio não é uma hipótese da infância. Era preciso compreender o que estava ocorrendo. No livro, a terapeuta é rigorosa com a atitude das famílias, especialmente com os equívocos que comprometem a fase inicial do desenvolvimento infantil.

— Estamos em um momento de revisão nos modos de educar. Na minha opinião, se não há respeito aos adultos, é porque eles também não respeitam as crianças — avalia.

Para a especialista, a falta de auto-regulação é um dos principais problemas da atualidade. Além disso, pais e professores estão falhando quando não sustentam as esperanças das próximas gerações.

— Fizemos um saque antecipado do futuro — diz a autora, citando o filósofo e educador Mário Sérgio Cortella.

Confira outros trechos da entrevista:

 

Você está pessimista em relação à educação hoje?

Evânia Reichert _ Não tenho uma sensação negativa em relação a tudo isso. É preciso compreender que estamos passando por uma mudança significativa. É interessante que na Renascença a situação do professorado era semelhante a que nós temos hoje. Naquela época, os professores não estavam suportando a rebeldia dos adolescentes. A diferença hoje é que o desafio não é só social ou político, mas psicológico. Mário Sérgio Cortella (filósofo e educador) disse uma vez que somos a primeira geração que não cuida suficientemente bem da próxima. Não sustentamos as esperanças das próximas gerações, fizemos um saque antecipado do futuro. Quando falamos para nossos filhos que não há saída, que tudo é muito difícil, estamos os levando a viver o presente de modo tão intenso que chega a ser insano. Isso também está relacionado com a falta de auto-regulação.

Como se preparar para esse desafio?

Evânia Reichert _ A educação precisa ser elucidativa, consciente. É preciso que os pais saibam o que está se passando, estejam atentos. As escolas humanistas sugerem que até os sete anos as crianças não sejam estimuladas só mentalmente, porque elas estão na fase do desenvolvimento motor, do ritmo, do movimento. Depois é que vem a maturidade cognitiva. É preciso desenvolver a sabedoria corporal. Hoje, os pequenos passam essa fase fechados nos apartamentos, na frente do computador e da televisão, e depois os pais acham que eles são hiperativos… Mas o que falta é grama, terra.

Qual a responsabilidade dos pais nesse processo?

Evânia Reichert _ Estou convencida que o problema da educação está nos adultos, que estão cada vez mais desconectados. Queremos que as crianças sigam o nosso ritmo e neurose. Um cuidador suficientemente bom é aquele que é capaz de estar atento ao tempo e às necessidades das crianças. Não ignorá-las, não sobrepor sempre as suas necessidades sobre as delas. Não é ser um pai submisso ou voltado só para os filhos, mas é um modo de lidar no cotidiano. Acho que a maternidade e a paternidade são uma grande oportunidade de desenvolvimento, mas é preciso que haja o desejo de transformação.

 

Sobre a mudança na lei da licença-maternidade, você acredita que dois meses a mais perto da mãe fazem diferença na formação da criança?

Evânia Reichert _ Sim. No mínimo, uma criança deveria ficar perto do provedor de afeto até os seis meses de vida. Nunca na história da humanidade os bebês ficaram tão cedo e tanto tempo em instituições. Em vários países europeus, a licença para as mães é de seis meses e existe uma licença para os pais. Hoje, muitos críticos falam sobre o custo de uma licença-maternidade maior. Mas qual é o custo social e financeiro para se tratar os comprometimentos posteriores? Os surtos psicóticos, a depressão, o transtorno obsessivo compulsivo, problemas que afastam as pessoas do trabalho? Esses custos são muitos maiores para o país que o impacto da licença-maternidade estendida.

Postado por anelise_zanoni

Saiba mais sobre fissura labial e fenda palatina

26 de dezembro de 2008 8

Dedicada a atender e tratar crianças com fissura labial e fenda palatina, a ONG Operação Sorriso já operou mais de 2,5 mil pacientes desde 2007, quando se estabeleceu em São Paulo.

As cirurgias são programadas em diferentes Estados, o mais próximo do RS fica no Rio de Janeiro. Conheça o trabalho da ONG no site www.operacaosorriso.org.br.

Confira aqui algumas respostas às dúvidas mais freqüentes sobre a fissura labial, conhecida popularmente como lábio leporino, e a fenda palatina:

O que são o lábio fissurado e a fenda palatina?

O lábio fissurado e/ou fenda palatina são aberturas no lábio, palato ou tecido mole da parte posterior da boca. O lábio fissurado pode estar acompanhado por uma abertura nos ossos da mandíbula e/ou na gengiva superior. A fenda palatina existe quando duas partes desta não se unem, deixando um buraco. O paciente pode ter lábio fissurado, fenda palatina ou ambos.

Qual é a causa?

A causa exata é desconhecida. Ambos são defeitos congênitos de uma etapa inicial do desenvolvimento do embrião. Os cientistas acreditam ser uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como enfermidades maternas, uso de medicamentos ou desnutrição. Se uma das crianças de uma família nasce com lábio fissurado e/ou fenda palatina, o risco de que as futuras crianças desta família tenham o mesmo defeito aumenta entre 2 e 4%.

Com que freqüência aparecem?

Um em cada 800 bebês nos Estados Unidos nasce com lábio fissurado e/ou fenda palatina, o quarto defeito de nascimento mais comum neste país. No Brasil existe  1 criança com fissura para cada 650 nascidas, e cerca de 5.800 novos casos todos os anos.

Que tipo de problemas causam na criança?

As conseqüências não são meramente estéticas. Crianças com estas deformidades podem sofrer de múltiplos problemas de saúde, incluindo problemas auditivos, infecções crônicas, má-nutrição, problemas na dentição e dificuldades no desenvolvimento da fala. Os efeitos emocionais dessas deformidades podem ser devastadores para a criança. Elas usualmente vivem escondidas e sua auto-estima é destruída. 

Este problema pode ser evitado?

De acordo com um estudo recente, mães que tomam complexos multi-vitamínicos que contem ácido fólico antes da concepção e durante os dois primeiros meses de gestação podem reduzir a probabilidade de terem um filho com este problema. Outros estudos sugerem que altas doses de vitamina A pode desempenhar um importante papel em alguns defeitos congênitos, incluindo lábio fissurado e fenda palatina. (Mulheres não devem tomar mais de 5.000 unidades de vitamina A por dia).

As deformidades podem ser reparadas com cirurgia?

Sim. A cirurgia oferece excelentes resultados. Um pediatra e um cirurgião plástico trabalham em conjunto com os pais da criança para decidir qual é o melhor momento para realizar a cirurgia. A maioria dos cirurgiões concorda que o lábio fissurado deve ser reparado quando o bebê tem em torno de três meses de vida. A fenda palatina, geralmente, se opera entre os 12 e 18 meses de idade. Qualquer procedimento cirúrgico dependerá da saúde geral da criança e da extensão da fissura a ser reparada.

Postado por Fabíola

Unicef lança site infantil

25 de dezembro de 2008 0

Novo site infantil traz jogos, desenhos e curiosidades/Reprodução

O UNICEF lançou neste dezembro o seu primeiro site infantil em língua portuguesa, o UnicefKids. O endereço www.unicefkids.org.br traz, de forma lúdica, informações sobre os direitos de cada criança e adolescente.

Apresenta ainda o trabalho do UNICEF no Brasil e no mundo e oferece jogos, desenhos para colorir, testes, vídeos, enquetes, fóruns, curiosidades, histórias. Além disso, a criança poderá baixar papéis de parede e enviar cartões para a sua família e amigos.

O www.unicefkids.org.br é ilustrado com fotos de crianças e adolescentes que participam de projetos apoiados pelo UNICEF no Brasil. Meninas e meninos em situações reais, estudando, brincando, convivendo com suas famílias e amigos.

 

Postado por Fabíola

O menino-urso do shopping

24 de dezembro de 2008 0

O pessoal do Iguatemi aproveitou toda a função natalina do shopping para nos enviar um textinho sobre o Menino-Urso, um dos personagens da Parada Natalina do shopping.

"Fredericco Restori, 10 anos, já tem em seu currículo dois curtas, um longa-metragem e várias peças teatrais. Influenciado pelo pai, o diretor do grupo Falos & Stercus, Marcelo Restori, o menino se diz apaixonado pelo que faz e contente com o novo trabalho. Ele faz um urso, todas as quintas-feiras, na Parada Natalina do Shopping Iguatemi. Fredericco não acredita mais em Papai Noel, mas não descarta a possibilidade de ele existir em algum lugar do mundo.

— Ele é a magia do Natal, deve morar lá na Lapônia, mesmo — conclui.

Para ele, o natal significa a família reunida e diversão.

— E o melhor de tudo é a ceia da minha mãe — ressalta com a aprovação do pai coruja ao lado. "

Foto: Lucas Menegassi, Divulgação 

Postado por Anelise

Fique atento aos sinais de câncer infantil

23 de dezembro de 2008 0

Não existe campanha de prevenção para o câncer pediátrico como existempara os tipos mais freqüentes de cânceres adultos. Por isso, é importante os pais estarem alertas para ajudar o pediatra no diagnóstico precoce da doença.

Por conta desta falta de diagnóstico precoce, muitas crianças começam a ser tratadas já em estágio avançado da doença, o que reduz as chances de sucesso do tratamento.

A médica Vera Morais, do Centro de Oncohematologia Pediátrica do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, alerta para estes sinais:

Eles são parecidos com os das doenças benignas da infância, como a febre, por exemplo. Mas se ela se estende por mais de uma semana, se começa a aparecer sangramento, se a criança começa a perder peso, apresentar palidez, manchinha branca no olho, aumento na barriga, o profissional e também a família já deve ficar mais alerta, porque essas também são sintomas de leucemia, que é o tipo de câncer que mais afeta as crianças.

Ainda segundo Vera, na grande maioria das clínicas de tratamento de câncer infantil, a taxa de cura chega a 70%, quando o diagnóstico é feito precocemente.

O câncer é uma das cinco principais causas de óbitos em crianças menores de cinco anos e a segunda maior causa na faixa etária de cinco até os 19 anos. Somente para este ano, segundo o Registro de Casos de Base Populacional, do Inca, havia a estimativa de, aproximadamente, 10 mil casos da doença.

Postado por Fabíola

Rádio Rá Tim Bum

23 de dezembro de 2008 0

Foto: divulgação

A criançada vai adorar a novidade do pessoal do TV Rá Tim Bum. O canal acaba de lançar a Rádio Rá Tim Bum em seu novo site. Com 150 músicas disponíveis, agora as crianças podem ter acesso às trilhas sonoras dos personagens na rede. A iniciativa integra o pacote de novidades elaborado pelo canal, que conta com novos programas e episódios em 2009. O site traz ainda jogos, vídeos e outras atividades.

Convide seu filho para conferir o site www.tvratimbum.com.br

Postado por Anelise

O combate à gordura trans

22 de dezembro de 2008 0

O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) estabeleceram que, até o final de 2010, o limite de gordura trans nos alimentos não pode ultrapassar a 2%, índice recomendado pela Organização Mundial de Saúde.

Ela está presente especialmente nos biscoitos e salgadinhos que as crianças e adolescentes adoram. Ainda está em discussão quais serão os parâmetros para a redução de sal e açúcar nos alimentos industrializados.

A Abia apresentou uma pesquisa com 34 alimentos de diferentes categorias (embutidos, biscoitos, refeições prontas, derivados do leite, temperos, entre outros) e mostra que já houve uma reduções de gordura trans, por nutrientes, nos últimos cinco anos. O estudo foi realizado com base em modelo solicitado pelo Ministério da Saúde e a partir de informações coletadas com empresas que representam 70% da produção nacional.

A média de reduções de nutrientes nos últimos cinco anos — nas categorias e marcas analisadas — é a seguinte:
— Gordura trans: 86%
— Gordura saturada: 45%
— Açúcar: 29%
— Sódio: 20%

Um dos reflexos do alto teor de açúcar, sal e gordura nos alimentos é o sobrepeso, já reconhecido em todo o mundo como epidemia e que atinge cerca de 40% da população brasileira, de acordo com o IBGE. Além disso, sofrem de obesidade 12,7% dos brasileiros.

Conforme dados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), divulgada pelo Ministério da Saúde em julho, 6,6% das crianças com menos de cinco anos têm excesso de peso. A obesidade, em todas as idades, desencadeia uma série de doenças, entre as quais aquelas que mais matam no Brasil: doenças cardiovasculares, diabetes e câncer de intestino.

Postado por Fabíola

Mais sobre a compra de brinquedos

22 de dezembro de 2008 0

 

Foto: Caco Konzen, ZH

Com a chegada do Natal, inicia a procura pelo presente que mais agrada a criançada: brinquedos! Mas é preciso ficar atento. Alguns produtos podem oferecer riscos e acabar em acidente.

Os acidentes de trânsito, afogamentos, sufocações, queimaduras, quedas, intoxicações e outros representam a principal causa de morte de crianças de 1 ano a 14 anos no Brasil. Dentre os acidentes, dois deles são os principais responsáveis pelos acidentes com brinquedos: as sufocações e as quedas.

A sufocação ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes por acidentes. Só em 2005, segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 800 crianças morreram vitimas desse tipo de acidente. No caso de bebês com até 1 ano, a sufocação representou a principal causa de morte entre os outros tipos de acidentes. Isso porque com até dois anos, as crianças ainda estão na fase de descobrir o mundo com a boca e podem engasgar ou sufocar com uma peça pequena de um brinquedo.

Outros riscos também devem ser observados nos brinquedos: o uso de substâncias tóxicas como mercúrio e chumbo, presença de arestas ou forma pontiagudas que podem ferir a criança ou o engasgamento com plásticos e brinquedos de pano.

Bicicletas, skates ou patins também oferecem um grande risco: a queda. Para proteger a crianças, os pais devem incentivar o uso do capacete, joelheiras e cotoveleiras e garantir que o local da brincadeira seja longe de carros, piscinas e sacadas. Em 2005, por exemplo, dados do Ministério da Saúde mostraram que 75.504 crianças foram hospitalizadas vítimas de quedas, representando a principal causa de internação por acidentes com crianças até 14 anos.

Na hora da escolha do brinquedo, é preciso estar atento à certificação do Inmetro e verificar se o presente escolhido é adequado à idade da criança.

Mais informações e dicas de segurança você encontra no site www.criacasegura.org.br

Postado por Anelise

Ajude as crianças carentes neste Natal

21 de dezembro de 2008 0

Você já fez a sua doação neste Natal? Pois vá lá no Portal Social (www.portalsocial.org.br), uma iniciativa da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, e conheça projetos e instituições que precisam de ajuda.

Há mais de 70 projetos cadastrados que envolvem o atendimento a crianças e adolescentes em diferentes cidades gaúchas. Eles sonham com a construção de pavilhões ou salas de aula para atendimento a crianças carentes, ou aquisição de equipamentos para unidades pediátricas em hospitais.

Conheça o trabalho delas no site e doe qualquer valor a partir de R$ 10. A iniciativa não é apenas para o final de ano, mas o período natalino é sempre um bom momento para dividir e ajudar.

Postado por Fabíola

O nascimento do João

20 de dezembro de 2008 0

O jornalista Sebastião Ribeiro nos enviou alguns relatos sobre o nascimento do Jão, em novembro deste ano. Reproduzimos os textos abaixo. E quem quiser pode dar uma espiada em outros relatos dele no www.bloguidotiao.blogspot.com

 

 

No sábado, entretanto, começaram as contrações. Leves e a cada 30 minutos, moderadas e a cada 20, fortes e a cada 10, insuportáveis e a cada 4. Esse último nível, já na manhã de segunda-feira, quando fomos ao hospital. No centro obstétrico, uma máquina foi ligada à Rafa para medir o ritmo e a intensidade das contrações. Imediatamente, de inopino, as insuportáveis e a cada 4 minutos ficaram moderadas e a cada 15, pelo menos até o aparelho ser desligado. A Rafa foi mandada de volta para casa.

+++

A tarde foi insuportávelr. As contrações estavam horríveis, mas o bebê só tinha 37 semanas, enquanto o ideal são 40 para nascer. Havia uma remota possibilidade de o pulmãozinho ainda não estar formado 100%, e o João ter de ficar na incubadeira, feito pinto. Mas, com o ritmo voltando para insuportáveis e a cada 4, conversamos com a médica e tomamos uma decisão: o João estava pedindo para sair - de parto normal ou cesariana, era hora de ele nascer. A decisão me trouxe um alívio e uma alegria serena. Às 21h estávamos no Hospital Moinhos.

 

 

Tinha dito à Rafa que apoiaria qualquer decisão dela. Quando entrei no Centro Obstétrico, ela me informou que faria uma cesárea. Tranqüilo, pensei.

+++

Até eu entrar no vestiário onde deveria tirar a roupa e vestir o camisolão verde, estava tranqüilo. Só ali, sozinho, me dei conta de que alguma coisa realmente importante aconteceria. É como se tudo o que se passara na minha vida estivesse virando passado.

+++

Paramentado, de camisolão, touca, protetor de pés e máscara, fui para a sala de plantão dos médicos. Encontrei a minha mulher muito enjoada, e as médicas pingando suor de tanto forcejar a barriga. Passaram-se instantes até, de repente, uma delas abrir a cortina e aparecer aquele pedacinho de carne já quase chorando. Colocaram-no, ainda gosmento, sobre a Rafa, que o beijava feito bicho. Não derramou uma lágrima. Nem eu. Ainda demoraria para eu me emocionar.

+++

Levaram o João para uma sala contígua. Fui junto. Viraram e reviraram o João. Quando me dei por conta, ele era um pacotinho em minhas mãos. Peguei-o como achava que um pai deveria pegar uma criança. Sem medo, com firmeza e determinação. Sem fraquejar, eu só queria ser o que se espera de um pai. Tinha um papel e tinha de cumpri-lo a contento.

Os primeiros momentos de um bebê são do pai. É ele quem o acompanha, quem o pega, quem o assume, quem tem o controle. Com o João no colo, dei-me conta que naquele momento o poder era meu; o poder de decidir o que fazer com ele _ levá-lo para a mãe ou para a família? Deixei-o nos peitos da Rafa e corri para fazer um sinal de OK para os tios e avós que aguardavam atrás do vidro do Centro Obstétrico.

Mas o sonho dos primeiros minutos é efêmero. Uma ilusão que se esvai no exato momento em que põem o garoto na teta da mãe. A boquinha que nunca sentiu um seio vai direto no mamilo e suga como se sempre antes. Nesta justa hora, o pai descobre que é ninguém. A vida do filho será teta e teta. Resta a mim, resta a nós, pais, fazê-lo arrotar.

Os momentos no quarto do hospital são malucos. Pela primeira vez na minha vida, a sensação de sonho e realidade se inverteram. Prestes a cair no sono, sentia que voltaria ao mundo do dormir, ao qual estava familiarizado, e, ao mesmo tempo, abandonaria o mundo mágico que estava vivendo acordado. A realidade era muito mais fantástica do que qualquer sonho. E isso não é figura de linguagem nem metáfora. Realmente, tinha medo de adormecer e interromper um sonho que dava vontade de sonhar.

 

"Meu filho nasceu sabendo perfeitamente a diferença entre o dia e a noite. O dia é para dormir; a noite, para farrear. É a distinção fundamental, que contém toda a dicotomia do universo. Não tenho dúvidas de que o João já entende a oposição entre o doce e o salgado, o claro e o escuro, o bem e o mal, o azul e o vermelho.

Tentarei explicar o inexplicável, relatar os sentimentos que acometem um pai de primeira viagem quando nasce o filho, o que se passou antes e depois das 23h39min do dia 17 de novembro de 2008, quando o João Ritter Com Dois Tês dos Santos de Araujo Sem Acento Ribeiro veio ao mundo.

Dos fatos: na sexta e no sábado a Rafa submeteu-se a duas ecografias para verificar se, digamos assim, um `vazamento` percebido não era de líquido amniótico, o que precipitaria uma cesariana. Não era. Ao ouvir o diagnóstico da médica, a Ana Lúcia Letti Muller Recomendamos, minha mulher descobriu de uma só vez que possuía um tampão e que ele havia rompido. O parto poderia demorar alguns dias.

Postado por Anelise

Infertilidade: O que a psicologia pode fazer?

19 de dezembro de 2008 1

"O acompanhamento psicológico é, muitas vezes, indicado em situações em que a carga emocional é excessiva frente a uma alteração na gestação. As equipes de saúde que acompanham e as famílias que enfrentam a dificuldade, seja uma malformação, uma patologia ligada à mãe ou ao bebê, procuram a psicologia quando algo "errado" acontece, tanto do ponto de vista orgânico, quanto psíquico. Mas e quando a questão é "o não acontece"? Quando a alteração é a impossibilidade de haver uma gestação?

O trabalho de acompanhamento psicológico de casais que enfrentam a infertilidade é extremamente importante no sucesso do tratamento. Cada vez mais, outras áreas da saúde, como a acupuntura, por exemplo, se associa com eficácia à medicina na compreensão e tratamento desta alteração.

Vivemos um momento cultural no qual o ato sexual foi separado da procriação, e a tecnologia trouxe a possibilidade de controlar, até certo ponto, a fecundidade: há a oportunidade de inibi-la pelos métodos contraceptivos, bem como induzi-la pelas técnicas de reprodução assistida. Logo, com a impressão do controle, o que é da ordem do imprevisível fica sem lugar e cada vez mais insuportável. E a infertilidade é geralmente imprevisível, portanto, ocupa um lugar de exclusão no social.

Nesse cenário, o desejo de um filho passou de questão íntima de um casal, para questão pública, tecnocientífica e compartilhada com especialistas. Assim, a função da psicologia é oferecer uma escuta ao sofrimento do casal, já bastante desgastado emocionalmente pelas inúmeras tentativas de fecundação, garantindo a continuidade do espaço privado e da subjetividade presente na história.

Além de acompanhar e resguardar o casal para que não seja tomado pela objetividade e para que sua vivência não se reduza a um procedimento, o psicólogo tem, também, a função diagnóstica, no que se refere à infecundidade psíquica. Quando a Medicina não encontra razões orgânicas para a infertilidade, embora isto não signifique que elas não existam, é ainda mais importante investigar se fatores emocionais estão envolvidos.

A sexualidade humana é a engrenagem da personalidade e a ela estão relacionadas questões cruciais, como maternidade e paternidade. Trata-se, assim, de encarar o sintoma psíquico, sempre menos evidente do que o orgânico, mas de igual potência e influência na questão da fertilidade."

Juliana Martins Costa, psicóloga

Postado por Anelise

Reprovação não é castigo

18 de dezembro de 2008 0

Final de ano letivo. Começa a entrega dos boletins escolares. Entre festejos e satisfações, alguns estudantes passam pela temida experiência de serem reprovados. O que fazer quando acontece o inevitável? Como trabalhar a baixa auto-estima e o complexo de inferioridade frente aos colegas que passaram de ano?

A reprovação, comum em escolas (de acordo com o Índice do Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), a reprovação nas escolas estaduais, é de 19% no Ensino Fundamental e 21,7% no Ensino Médio) — é sempre é uma perda grande para o aluno, um momento sofrido, independentemente da idade. Depois que a situação já está definida, não adianta mais ficar repreendendo o filho. O fundamental é tentar fazer uma avaliação: o que aconteceu ao longo deste ano? Por que se chegou a esse resultado? Como foi a rotina do aluno?

Para a psicóloga Luciane Valls, do Colégio Farroupilha, diante de uma reprovação, é fundamental analisar, junto com o aluno, o que aconteceu.

— Se o estudante foi reprovado, isso pode significar que ao longo do ano, ele não adotou uma postura de comprometimento com os estudos, portanto a ênfase a partir de agora passa primeiro por uma mudança de atitude do aluno — analisa.

A psicóloga adverte que nos casos em que o estudante apresenta maiores dificuldades e, mesmo demonstrando empenho, não consegue ser aprovado, a frustração é maior.

— Nessas situações, é importante que ele receba muito apoio dos pais e professores e que se mostre para ele que algumas pessoas, em determinados momentos, podem precisar de um pouco mais de tempo para superar determinados desafios — explica Luciane.

Outro aspecto importante é verificar a situação escolar do aluno nos anos anteriores.

— Existem alunos que vêm apresentando dificuldades há mais tempo, entrando em recuperação ano após ano, até chegar um momento em que não conseguem mais passar para a etapa seguinte. Às vezes, é preciso avaliar, junto com a escola, a necessidade de algum apoio especializado para o aluno — avalia Luciane.

Conforme Luciane, é preciso fortalecer a auto-estima desses alunos, e os professores devem ser orientados a reforçarem a auto-estima do aluno repetente, jamais expondo-o perante a turma.

— Ajudar o estudante a acreditar em si, num momento em que o sentimento de derrota ainda está muito recente, é o maior apoio que podemos lhes dar — defende.

A reprovação, geralmente, é um sinal de que há algo que não está bem. Se ela é recorrente, pode estar indicando alguma dificuldade mais séria, que necessite de apoio especializado nas áreas psicológica, psiquiátrica ou psicopedagógica. Em alguns casos, questões emocionais como a ansiedade excessiva ou a depressão, podem estar por trás de condutas que obstaculizam a aprendizagem.

Postado por Anelise

Ensaie para a Noite de Natal

18 de dezembro de 2008 0

Fui procurar na internet uma versão da música Bate o Sino e acabei descobrindo várias, curtas ou longas, simples e complexas. Escolhi uma mais simples, que as crianças podem aprender facilmente para animar a noite de Natal. Ensaie!

Bate o sino


Bate o sino pequenino

Sino de Belém

Já nasceu o Deus menino

Para o nosso bem

Paz na Terra pede o sino

Alegre a cantar

Abençoe Deus menino

Este nosso lar

Hoje a noite é bela

Juntos eu e ela

Vamos à capela

Felizes a rezar

Ao soar o sino

Sino pequenino

Vai o Deus menino

Nos abençoar.

Postado por Fabíola

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