Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de maio 2009

Importância do aleitamento materno

27 de maio de 2009 2

A enfermeira Kathiuscia no senviou um textinho para incentivar as mães a amamentar.

(Foto: Carlos Rodrigues, ZH)

"Desde os primórdios tempos, o ser humano busca meios de sobrevivência característicos de seu estilo de vida. Evolução, mas principalmente instinto de sobrevivência. Para sobreviver, ele necessita alimentar-se, questão essa fundamental da vida.

O ato de alimentar-se começa logo que nascemos, tal qual nosso instinto de viver, como somos trazidos ao mundo desprovidos de conhecimentos, somos amparados por um ser que nos acompanhou durante todo o desenvolvimento até a chegada a este novo habitat, nossa mãe.

A mulher, já conhecida como mãe, acolhedora, protetora dentre outros adjetivos também é a base estrutural para uma vida futura saudável de um recém-nascido, e é por meio de um ato tão simples, porém complexo, que a amamentação reflete em um crescimento físico-psicológico ideal.

A amamentação pode ser realizada por qualquer mulher que esteja em condições saudáveis, mas que tenha acima de tudo o desejo de fornecer o alimento que provém de seu peito. Se idéia fosse comparar esse alimento a outro, eu diria que não existe tal comparação, pois do alimento que falamos, o leite materno, é tão complexo que o recém-nascido pode e deve ser alimento apenas com o mesmo até os seis meses de vida ou mais a contar de seu nascimento.

O leite materno mesmo sendo a alimentação fundamental do recém-nascido, não tendo custo algum, apenas o tempo que a mãe doa para estar junto a seu filho, porém sofre concorrência com outros alimentos, estampados em supermercados, farmácias... mas uma coisa eu lhes digo: nada jamais irá comparar-se ao leite humano, mesmo que as propagandas , a mídia diga ao contrário.

Nunca se falou tanto em aleitamento materno globalmente como se vem falando nos últimos tempos. Mas acreditem que se este assunto está sendo tratado por grandes autoridades com tanto respeito, é porque é de excelência que façamos de tudo para fornecer aos nossos filhos ou que ainda um dia desfrutaremos de ter.

Que não interpretemos este texto apenas como um apelo, mas que sirva para concientizar-mos da importância de receber nossos filhos de braços abertos não apenas para acolher, dar calor e proteção, mas principalmente para garantir uma sobrevivência digna e saudável, pois o primeiro leite, o colostro, que dura aproximadamente sete dias após o nascimento, serve como uma vacina natural protegendo contra várias doenças futuras, confere imunidade e saúde ao recém-nascido, tal qual o leite posterior aos sete dias e que produziremos durante alguns meses.

Cabe salientar mesmo que quanto mais a mulher amamentar seu filho, mais leite produzirá. Dessa forma, mulheres, isso sirve de estímulo para darmos as mãos e formar a maior corrente em prol de um objetivo único : a amamentação."

Kathiuscia é enfermeira

Postado por Anelise

Amor de vó é amor em dobro

26 de maio de 2009 6

 

"Levantei cedo, arrumei uma pequena bolsa com o essencial para dois dias. A minha rotina nunca mais seria a mesma, disso eu tinha certeza. Passavam das 9h quando entramos na freeway, rumo à Capital. Uma viagem tranqüila, observando as belezas naturais de nossa região e, de vez em quando, alguma conversa para passar o tempo na viagem de uma hora.

Murilo, meu filho, na direção, Simone, minha nora, ao lado, sentada confortavelmente com a barriga enorme que dentro carregava meu neto, a continuidade de meu filho. Eu, no banco de trás, já imaginando as horas de pura emoção que me aguardavam.

Na recepção do Hospital Divina Providência, que fica nos Altos da Glória em Porto Alegre, enquanto eles passavam pelo protocolo de internação, eu era a ansiedade em pessoa. Nesse tempo fiquei conversando assuntos banais com um senhor que também aguardava por alguém. Foi providencial a conversa no sentido de me acalmar. Faltavam poucas horas para a chegada de meu neto.

Um recepcionista nos encaminha até a porta do elevador, informando que deveríamos descer no terceiro andar. Simone foi levada para ser preparada para a cesariana que estava marcada para as 13h. Murilo e eu ficamos sentados na sala de espera, que possui uma janela onde se observa toda a movimentação no berçário.

As crianças nascem e, imediatamente, são levadas para esta sala, onde os médicos pediatras as examinam e estando tudo bem, são banhadas, vestidas e entregues às suas respectivas mães, isso tudo tendo a participação efetiva dos pais. Murilo foi chamado para também se preparar para acompanhar a cesárea.

Chegam César, o padrinho de Murilinho e Dona Eloi, a outra avó e foi muito bom ter a companhia deles, eu não queria ficar sozinha neste momento de espera. Eram 14h e meu neto não chegava. Sentei numa poltrona exatamente em frente à janela, eu estava tão tensa com a demora, que cheguei a morder o próprio lábio.

Pensamentos de todos os tipos, medos, angústia, sentimentos antagônicos, inexplicáveis. Então aconteceu a cena que eu tanto esperava. Vi meu filho, com aquela roupa que parecia um médico, entrando com meu neto nos braços. Corri até o vidro e fiquei a olhar, desabando em lágrimas. Meus pensamentos voltaram para remotos 25 anos atrás quando dei à luz a meu filho. Meu neto é idêntico. Nasceu às 13h59min, pesando 3,5 quilos, lindo, perfeito. Diante do milagre da vida, eu celebro a vida, que apesar dos tempos modernos é igual desde que o mundo é mundo.

Ahhh meu neto, quero ser uma criança grande a brincar com você. Quero ter todo o tempo do mundo para ser tua companheira de recreio.

Venha logo, estou aqui te esperando para brincar de futuro. Dizer-te o quanto vale a pena viver, conhecer pessoas, sorrir, sofrer decepções, deixar rolar uma lágrima, aprender com um bom livro, com amigos, com os sábios e até mesmo com os ignorantes.

Quero andar nas calçadas com você pela mão, te mostrando a beleza dos dias, o encanto do viver, do quanto é fundamental ter esperança e fé.

Estou te esperando meu neto, neste meio de outono. Quero te esquentar no inverno, te apresentar às flores na chegada da primavera, te mostrar o mar no verão. Quero sentir a plenitude de estar viva e querer envelhecer sempre ouvindo você dizer: Vovó."

 

Silma Terra é a vovó-coruja do Murilinho, que nasceu no dia 29 de abril. Ele teve pneumonia, mas já está em casa se recuperando e com saúde!

Postado por Anelise

Segurança em casa

25 de maio de 2009 0

Você já pensou que sua casa pode estar cheia de armadilhas para as crianças? Abaixo, selecionamos algumas dicas para evitar acidentes com os pequenos.

Os fios e a tomada: A fiação dos aparelhos eletrônicos nunca deve estar exposta, e as tomadas precisam ser protegidas com tampas apropriadas ou fita isolante. Assim, afasta-se o risco de choque elétrico.

Móveis: Prefira aqueles com pontas arredondadas ou use protetores naqueles em que os cantos são mais pontiagudos, oferecendo riscos de batidas e cortes aos pequenos. Mas tenha uma postura bastante crítica também ao selecionar estes e outros protetores. Peças pequenas e que se soltam facilmente podem ser levadas pela criança à boca, aumentando o risco de engasgamento e asfixia.

Decoração: Enfeites de vidro, cerâmica e outros materiais que se quebram facilmente devem ser retirados do alcance da criança. Objetos pequenos, como brincos e anéis, esquecidos sobre mesas e cômodas, são um perigo e tanto, pois conseguem passar pela garganta de uma criança pequena e, portanto, oferecem risco de asfixia.

Plantas: Algumas plantas, quando manipuladas ou colocadas na boca, podem causar graves intoxicações em crianças, principalmente menores de cinco anos. Bico-de-papagaio, copo de leite e comigo-ninguém-pode são exemplos de vegetais que oferecem risco.

Televisão: Como a TV normalmente é um atrativo para os pequenos, que costumam manipular seus botões rotineiramente, é importante que ela esteja apoiada em um móvel bem firme, diminuindo os riscos de que o aparelho caia sobre a criança durante um movimento mais brusco.

Postado por Anelise

Brincadeiras antigas para integrar

23 de maio de 2009 2

(Fotos: divulgação Feevale)

Taco, bilboque, bola-de-gude, pipa, cama-de-gato, cinco-marias, cabo-de-guerra, além de carrinhos de lomba são brincadeiras antigas que podem unir pais e filhos.

No mês passado, durante o Circuito Esportivo da Escola de Aplicação famílias se juntaram para relembrar a diversão de brinquedos que era usados há mais de 20 anos.

Renan Koche, 35 anos, gerente de operações, se divertiu muito com suas duas filhas, Ana Clara, sete anos, e Beatriz, quatro anos.

— Acho fantástico aproximar das crianças coisas que elas nem imaginavam que existissem. É bacana a iniciativa — disse o pai das meninas que, quando criança, gostava de andar de perna-de-pau, jogar futebol e bola-de-gude. A filha Ana gostou muito da cama elástica e, segundo ela, achou "muito legal brincar com o pai".

Teve até filho grande que veio com o pai para brincar. Raquel Reckziegel, 19 anos, estudante de Jornalismo, não perdeu a oportunidade de jogar taco com o pai, o contador Sérgio Reckziegel, de 50 anos.

— Fiquei sabendo das brincadeiras porque minha irmã estuda aqui na escola. Como não tenho tempo de fazer atividades físicas, quis vir para matar a saudade, relembrar o que eu gostava de brincar — contou a jovem, entre uma partida de taco e outra.

O pai estava tão animado quanto a filha, pois, segundo ele "essas brincadeiras são muito divertidas, especialmente para os pais se mexerem um pouco".

Para o professor Tiago de Carvalho Leite, um dos organizadores do evento, o objetivo foi alcançado.

— Hoje vemos o filho sentado na frente do computador, em fins de semana, e os pais em casa, perdendo a oportunidade de se aproximar mais das crianças — afirma e acrescenta que os pais têm condições de resgatar essas brincadeiras antigas, valorizando sua própria infância e fazendo uma troca com seus filhos.

Você também conhece experiências legais que ajudam a melhorar a relação de pais e filhos? Escreva para meufilho@zerohora.com.br

Postado por Anelise

Relação mãe e filho

22 de maio de 2009 1

"Uma criança precisa sentir que é objeto de prazer e de orgulho para sua mãe, assim como uma mãe necessita sentir uma expansão de sua própria personalidade na personalidade de seu filho: ambos precisam se sentir profundamente identificados um com o outro." (Bowlby)

`A troca de olhares dentro das relações cria uma intimidade e proporciona descobertas e o reconhecimento dos afetos que rodeia e aproxima duas pessoas. Um bebê, ao nascer, necessita de diferentes cuidados. A interação inicial com a mãe é fundamental para todo o processo de desenvolvimento da criança.

É a partir dela que são construídas as interações afetivas e sociais com o ambiente. Assim, o papel da mãe é essencial para o desenvolvimento não apenas orgânico, mas também psíquico do filho.

O olhar, a fala, o toque são manifestações que proporcionam ao bebê a percepção que pertence à sua mãe. Para chegar a pronunciar suas primeiras palavras, olhar fixamente para determinado objeto ou pessoa, um longo período de comunicação não-verbal é percorrido entre mãe e bebê.

Dirigindo-se ao seu bebê e construindo com ele, e para ele, uma seqüência de olhares em que há a estrutura de um diálogo, a mãe interpreta os sinais do bebê e atribui significados a eles. No choro, a mãe identifica diferentes motivos: frio, fome, dor, necessidade de colo, nomeando-os para ele.

O bebê vai se construindo e dando retorno à mãe, proporcionado a ela também a satisfação da necessidade de pertencer ao seu filho. É nesta relação de profunda identificação de sentimentos que o bebê vai se construindo como pessoa e a mulher descobre-se como mãe".

Isabel Guidolin, psicóloga do AMARE

Postado por Anelise Zanoni

Canal escolhe bebê mais bonito

21 de maio de 2009 0

O seu filho é o mais bonito do mundo? Então mostre!

Até o dia 16 de junho o canal Discovery Home & Health, em associação com a Johnson`s Baby, promove o concurso "Abraçadinhos" que irá escolher a nova imagem para o Mês do Bebê 2009 _ bloco de programação do canal.

O concurso é aberto às mães de toda a América Latina que poderão participar enviando uma foto sua abraçada com seu filho(a) via o site: www.homeandhealthbrasil.com/abracadinhos/ , onde há mais informações sobre o concurso e requisitos para participar. Semanalmente serão divulgadas as imagens dos finalistas no site do concurso.

A mamãe e o bebê ganhadores serão as estrelas da campanha publicitária do Mês do Bebê de 2009 no Discovery Home & Health e também participarão de uma sessão de fotos profissional e dos comerciais do canal para promover o bloco de programação exibido em toda a América Latina.

O Mês do Bebê é um bloco de programação especial do canal realizado todos os anos no mês de setembro, apresentando séries e especiais dedicados aos bebês e à família.

A programação sobre o universo familiar também pode ser conferida toda semana nas sextas em familía, das 20h às 24h, quando são exibidas séries como "A Chegada do Bebê", "Jon e Kate +8" e "A Domadora", entre outros.

Postado por Anelise

Os gêmeos da Leilanie

20 de maio de 2009 0

"Meu nome é Leilanie, tenho 31 anos, e estou grávida pela primeira vez... de gêmeos. São dois meninos, o Antonio e o Eduardo que devem chegar no mês de julho!

A descoberta da gravidez já foi uma surpresa... quando soubemos que esperávamos gêmeos foi pânico total.

Mas, com o tempo, fomos nos acostumando e curtindo muito a idéia da dupla chegada!

Hoje estou com 28 semanas e no 7º mês de gravidez. É uma emoção incrível a cada dia. Estamos super felizes e na expectativa da chegada dos meninos!"

Abraços, Leilanie

Postado por Anelise

Site para as gurias

19 de maio de 2009 0

 

Deixar de ir àquela super festa com a turma no sábado só porque se acha gorda é mais comum do que se pode imaginar. Para ajudar as meninas a superar essas e outras questões relacionadas à autoestima, Dove dedica uma página inteira em seu novo site para garotas a partir de 11 anos.

O espaço, batizado de "Só para meninas", traz testes e jogos que ajudam as adolescentes a encarar a questão da beleza de forma saudável. Acesse www.dove.com.br para conferir como está sua autoestima e ler dicas de especialistas, como o psicólogo Marco Antonio de Tommaso, sobre o tema.

Postado por Anelise

Pais contemporâneos, filhos virtuais

19 de maio de 2009 1

"Antigamente, a mãe era aquela que disponibilizava o seu tempo integral para cuidar dos filhos. Com a inserção da mulher no mercado de trabalho, hoje quase uma necessidade no matrimônio, algumas lacunas precisam ser pensadas. As responsabilidades aumentaram e as exigências sobre ela também. Então, ser uma mãe eficiente, profissional exemplar, uma ótima dona de casa e é claro uma excelente esposa faz parte dos mandamentos da mulher moderna. Mas qual o mandamento para educar?

Hoje, os filhos marcados por uma educação individualista estão dotados de incertezas, pois, os pais, por não saberem dos seus próprios limites se apropriaram de idéias prontas, pré-concebidas, de um consumo que por hora satisfaz o vazio.

Os brinquedos se globalizaram, ocupando um lugar que pertenciam aos pais. O excesso de estímulos deixa a criança sem contorno, um mundo de "posso tudo, mas não tenho nada". Estes são os traços estampados nos olhos de cada uma. O alcance imaginário que o brinquedo da atualidade proporciona, garante a criança uma fantasia ilimitada de poder, de vencedor, ele não precisa criar um personagem, este vem pronto é só ligá-lo e comandar.

A criatividade, a imaginação, se fragmentou na multiciplicidade de opções ilusórias criada pela sociedade que não dá mais conta da falta, da falta de algo que ela mesma não compreende, mas que poderíamos dar o nome de angústia.

A combinação destes fatores desenvolve a dificuldade do indivíduo em tolerar a frustração. No momento em que os pais, submersos à sua criança interna, perdidos psiquicamente em um invólucro de sentimentos incompreendidos de uma criança que na época não tinha espaço para falar, pensar e agir.

E hoje, dominado pela sociedade ampla, desteminada, garantida pela tecnologia, perde as arestas do limite, deixa seus filhos engessados, entre as bases do tudo ou nada. Assim, ou o indivíduo é feliz porque tem o poder, ou ele é infeliz, taxado de baixa auto- estima, por não tê-lo.

Os pais, anestesiados pelo desfile de tantas novidades, negam que tem uma história, um passado, uma genética que não permite esquecer sua origem. Todavia, sem este espaço nobre para manifestarem-se de forma saudável, regem-se então pelo acting out, no qual manifestam suas faltas, seus vazios, pela ação.

Muitas vezes, então, aparecem os crimes bárbaros, dos quais as pessoas ficam surpresas, desesperadas, tentando achar uma explicação, mergulhadas na homogeneidade cultural do pensamento. Assustadas, diante de uma soberana impotência de não conseguir simplesmente colocar um off neste episódio, tal qual a criança de hoje poderia somente desligar o game e ir jantar.

Assim, pais e filhos destituídos deste poder, sentem-se intolerantes, esvaziados e inconformados pela certeza de que possuem limites, e que não conseguem mudar o que foi feito. Resta apenas enlouquecer, destruir o que já a muito estava dentro de si, o sentido das coisas, que até agora não tinha nome, mas que se transformou em pedido de socorro.

Pensamos que para muitos, este pedido de socorro tem sua origem lá no início da vida, quando, repetida vezes, através do choro, a criança clamava pela atenção da mãe, e esta, muito ocupada, deixava a criança mergulhada no nada, num eco que não lhe devolvia nada, além de sua própria voz.

Será que este adulto de hoje não está repetindo este mesmo choro, esta emancipação precoce afetiva entre pais e filhos que de alguma forma subtraíram o significado do vínculo afetivo? "

 

Mariza Tessa, psicóloga clínica, e Denise Barbarioli, psicóloga clínica

Postado por Anelise

Para Maria Mariana, todas devem ser mães

18 de maio de 2009 12

 

Muita gente pediu e a gente aceitou. Abaixo, estamos reproduzindo a entrevista completa com a polêmica atriz Maria Mariana, que acredita que as mulheres só são felizes e completas se casarem e tiverem filhos.

O que você acha? Leia e deixe seu comentário no blog

QUEM É ELA

Aos 19 anos, Maria Mariana queria expor ao mundo os medos e as descobertas que viveu no momento mais efervescente da vida. Escreveu a peça Confissões de Adolescente, que ficou 10 anos em cartaz, virou livro e série de TV.

Ao chegar à idade adulta, a rebeldia a fez mudar de rumo. A atriz, filha do cineasta Domingos Oliveira, famoso nome da contracultura, abdicou do trabalho, trocou o Rio por uma cidade menor, se casou. Em sete anos, viu nascer Clara, Laura, Gabriel, Isabel e, claro, uma mãe.

Depois de quase uma década longe dos palcos e da TV, Maria Mariana está de volta. Ela lança o livro "Confissões de Mãe" (Editora Agir Equilíbrio, R$ 29,90), uma espécie de diário que resgata os valores da maternidade.

Nas 96 páginas, relatos e lembranças levantam polêmicas sobre o universo materno, como a importância dos filhos na vida das mulheres que, para ela, aliada ao casamento, é a única forma de obter a felicidade.

ENTREVISTA:

 Meu Filho _ Em Confissões de Adolescente, você apresentou os percalços da idade de forma  rebelde. Hoje, depois de quatro filhos, e de um afastamento da vida pública, Confissões de Mãe surge como uma obra conservadora. O que mudou?

Maria Mariana _ O primeiro livro é um diário com textos que falavam de histórias de adolescente, época em que saímos do ninho familiar e fazemos opções. Confissões de Mãe são reflexões a partir do nascimento da minha primeira filha. Não mudei meus pensamentos, mas, na adolescência, estamos saindo para o mundo e, ao longo do tempo, começamos a chegar mais perto de nossas escolhas.

Meu Filho _ Seu pai (Domingos de Oliveira) é conhecido por defender a contracultura e os casamentos abertos. Como ele reagiu as suas mudanças?

Maria Mariana _ Meu pai ficava com saudade de me ver trabalhar, queria que eu desse continuidade ao que fazia. Mas ele percebia que eu estava muito feliz cuidando dos meus filhos. Eu não saberia fazer de outra forma, porque, neste tempo, só soube pensar na maternidade. Tudo tem seu tempo, e agora volto a trabalhar. O livro é um reconhecimento do trabalho de mãe.

Meu Filho _ Em sete anos, nasceram quatro crianças. Qual o grande aprendizado?

Maria Mariana _ Cada filho traz conhecimento e faz a gente ir para frente. O primeiro filho é um marco, nasce a mãe, os avós, a casa, tudo o que envolve a criança. O segundo é uma afirmação do casal, como uma cerimônia do casamento. Além disso, o casal afirma que o relacionamento está dando certo. O terceiro filho é uma afirmação da mulher, ela percebe que tem vocação para ser mãe. Mas é preciso que ela goste de ser mãe e tenha amor por isso. E o quarto filho vem como uma determinação superior mesmo. Alguma coisa em mim dizia que era preciso ter mais um. O quarto filho decide chegar, sem pedir licença. Cada filho é uma experiência para sempre.

Meu Filho _ O parto é descrito no livro como um momento fundamental para a mulher. O que é essencial?

Maria Mariana _ Aprendi a importância do parto com o tempo. É fundamental se preparar. As pessoas falam de como e quando o bebê vai nascer, mas a mãe precisa nascer também. A mãe precisa nascer porque adquirimos outro corpo. É preciso que o parto aconteça e, quando a mãe se permite viver parto natural, vive em si mesma. É quando a mãe nasce. É importante ter saúde física e emocional, permitir-se entrar no trabalho de parto, fazer-se despertar, acorda a mãe que existe dentro da mulher.

 

Meu Filho _ Como adolescente contestadora e mãe tradicional, você imagina como será a adolescência dos seus filhos?

Maria Mariana _ Já estou fazendo um trabalho pela adolescência deles. Minha amizade, respeito, confiança e o conhecimento que tenho deles é um começo. Temos a chance de fortalecer as bases desde o começo da vida deles. Estou investindo nisto para que, na adolescência, eles me sintam como amiga, tenham confiança também. E espero que sejam contestadores porque precisamos chegar às conclusões por nós mesmos. Mãe é para sempre, enquanto eu viver estarei orientando eles.Meu Filho _ Na sua opinião, toda mulher deve ser mãe?

Maria Mariana _ Faço uma defesa e um elogio à maternidade. Não quero ser polêmica, agressiva, mas sei que o assunto é polêmico porque hoje a sociedade exige que a mulher administre a carreira. Ser mãe não é uma opção. É um degrau que a mulher tem de subir se quiser ir para frente. Na história da mulher que quer evoluir, ter mais paz, entender sentido da vida e melhorar, é necessário passar pela maternidade. Tem mulher que não quer subir em seu caminho, mas é feliz com isso. Eu respeito. Para trabalharmos valores do feminino, do servir, do auxiliar, do encontrar sentido para a vida, somente com a maternidade, que é a melhor escolha.

Meu Filho_ Você é contra a ideia de que é preciso curtir a vida e trabalhar muito antes de ter um filho. Na sua opinião, quando é a hora de ter um um filho?

Maria Mariana _ Nada é motivo para decidir a hora certa de ser mãe. Estamos mais prontas entre os 20 e 30 anos, mas acho que o único quesito importante é encontrar um pai. Esse amor do casal é tudo que a pessoa precisa, o resto vem junto. Há muitos casos de mulheres contando dinheiro, se planejando, e quando o filho vem, as portas se abrem. Elas ganham autoconfiança, firmeza e coragem, valores fundamentais para encaminhar a vida profissional.

 

TRECHOS DO LIVRO

"Cabe à mãe abrir os canais de amor na percepção emocional do filho. Mostrar a força do amor que tudo pode resolver. Cabem muitos conhecimentos no coração de uma mãe e o filho merece todos eles.
Ser mãe é uma tarefa 24 horas, durante toda a vida. Que tal? Sem férias. A remuneração é o sorriso do cliente, que na maioria dos casos é extremamente exigente. Uma boa mãe está sempre trabalhando por seu filho. Seu espírito se mantém conectado através de um cordão umbilical misterioso e eterno." (página 30)

"... ser mãe é a missão que temos a cumprir! Nossas vivências maternais são o chão que nos deram para caminhar. Umas vivem para fugir, outras para se revoltar, outras para se harmonizar, mas todas nós estamos nesse mesmo barco. A caminhada para a mulher fica mais fácil quando ela entende e aceita essa realidade! Ser mãe é o que de mais importante podemos fazer aqui na Terra". (página 34)

"Um casal, ao casar, vislumbra a união homem-mulher. Mas apenas quando chegam os filhos é que a força do casal aparece. Homem e mulher, então, casam verdadeiramente.
Uma vez diante do filho, é preciso que você esteja pronta para se unir ao companheiro para todo o sempre, perante a eternidade. Diante do filho, sim, o casal estará unido na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, na alegria e na tristeza. É um casamento espiritual, que independe do sim ou do não. Para o qual não tem divórcio. Mesmo fisicamente separados, o espírito do homem e o da mulher permanecerão juntos eternamente, refletidos na existência do filho." (página 54)

Postado por Anelise

Gestação afrodisíaca

14 de maio de 2009 0

Recebemos a revista Pais e Filhos na semana passada e decidimos dividir com os leitores a matéria da jornalista Cíntia Marcucci sobre sexo na gravidez. Leiam abaixo!

Gravidez dá tesão. Se uma parcela dos casais se sente intimidada pela crescente barriga ou pela presença do bebê dentro dela, uma outra fatia deita na cama e se sente mais relaxada, experimenta novas posições e desfruta orgasmos mais intensos.

O que muita gente já sabia na prática acaba de ser comprovado por uma pesquisa realizada pelo site Babycenter Brasil (brasil.babycenter.com ), cujos resultados a gente publica em primeira mão aqui: 55% das gestantes responderam que, em algum momento dos nove meses, sentiram mais vontade de fazer sexo do que antes de engravidar.

Os dados mostram que as mulheres brasileiras se sentem sedutoras mesmo barrigudas e acreditam que maternidade e prazer sexual combinam, sim. Durante 20 dias, em janeiro deste ano, 1.793 internautas (sendo 307 futuros pais, que deram suas opiniões) responderam à enquete online, a primeira do tipo que a versão brasileira do site, presente em vários países, realiza.

Como as respostas foram anônimas, o povo se soltou em depoimentos e dicas bem picantes.

— O site americano e a versão em espanhol também fazem enquetes do tipo. Dá para notar que a mulher brasileira é mais aberta ao sexo, e que os nossos resultados se assemelham mais aos da comunidade latina que aos dos leitores do site em inglês — comenta a editora do Babycenter Brasil, Fernanda Ravagnani.

Talvez este seja um dos motivos que mostram por que, por aqui, a estatística do prazer na gravidez é positiva: 66% afirmaram que a vida sexual melhorou ou se manteve igual, e 29% assinalaram a alternativa de que os orgasmos ficaram mais intensos durante a gravidez. Outras 47% não sofreram alterações em seus orgasmos e só 23% disseram que eles ficaram mais difíceis, já que, além dos tabus associados à sagrada barriga, o aumento da irrigação sanguínea na área genital pode causar sensibilidade em excesso para algumas mulheres.

Mesmo na quantidade, os leitores responderam que seus desejos mudam pouco: antes da gestação "um dia sim outro não" é a quantidade considerada ideal (38%), seguida por "uma ou duas vezes por semana" (31%) e "todo dia" (26%); depois a preferência vira "uma ou duas vezes por semana" (41%), seguida de "um dia sim outro não" (24%). "Todo dia" fica com 13%.

  

Prazer sem perigo

Embora o cômputo geral seja positivo, para 34% dos leitores a vida sexual ficou mais difícil ou até desapareceu. E é aí que entram os tabus de sempre: as instabilidades emocionais e o receio de que o sexo possa fazer algum mal ao bebê.

A mulher vive momentos de tensão, ansiedade e mudanças físicas. Isso interfere no desejo, óbvio. Tanto é que, para 12% das leitoras, o desconforto físico desses nove meses é desestimulante e 10% delas não sentem desejo, o que é normal.

Já com as outras 90%, o desejo rola, mas vem acompanhado de uma ligeira falha de comunicação entre homens e mulheres: elas (15%) acham que eles não querem sexo por só as enxergarem como mães ou pelas mudanças no corpo. Enquanto isso, eles dizem que quem não demonstra vontade (18%) e parece estar sempre com sono (18%) é a futura mamãe... Ou seja, falta diálogo.

Para quem vive nove meses bem resolvidos, o segredo é usar todas as mudanças físicas a favor do casal, como muitas leitoras disseram: vale aproveitar os seios maiores, o maior fluxo sanguíneo da região pélvica e testar novas posições. Afinal, 57% delas afirmaram sentir um aumento na libido, em especial no segundo trimestre de gravidez.

— Quem sabe não é esse o momento de os dois descobrirem coisas novas, prazeres novos que podem ser usados depois do nascimento do bebê para deixar o relacionamento mais legal — avalia Fernanda.

O sexo por si só não machuca o bebê nem prejudica a gravidez. Se a mãe estiver saudável, e o médico liberar, basta seguir a regra do respeito e do carinho. Uma dica: se não machucar a mãe, o bebê também estará seguro; se ela estiver contente com sua vida sexual, passará esse sentimento bom para o filho.

Por isso, os 36% de homens e 19% de mulheres que disseram ser esse o motivo de fazer menos sexo durante a gravidez podem relaxar. Ou então parar de usar esta desculpa.

 

Quando tomar cuidado

Há médicos que desaconselham o sexo com penetração para mulheres que, no início da gestação, tiverem escape ou sangramentos. Gestações de risco pedem cuidados e ninguém melhor para avaliar e ajudar do que seu obstetra. Vale lembrar que o sêmen é rico nas prostaglandinas naturais, que ajudam o útero a se contrair, e isso pode apressar o parto no fim da gestação. Se não houver risco ou histórico de parto prematuro, não há problema nenhum. Senão, o médico pode recomendar abstinência nas últimas semanas.

Postado por Anelise

Carreira e maternidade: é preciso escolher?

13 de maio de 2009 18

Quando se fala em carreira e paternidade, os profissionais bem-sucedidos não têm de lidar com nenhum tipo de opção muito difícil. Geralmente, homens que exercem qualquer profissão, inclusive os cargos diretivos, expressam livremente o desejo de ter filhos e os têm.

Na verdade, quanto mais realizado o homem, maior é a probabilidade de que ele se case e tenha filhos. Com as mulheres ocorre o inverso.

— Elas enfrentam os mesmos desafios que os homens em longos expedientes e sofrem as mesmas pressões de quem ocupa cargos importantes. Contudo, há desafios que são próprios de cada sexo — afirma o ginecologista, Prof° Dr. Joji Ueno.

Entre os desafios femininos em relação à maternidade, o médico aponta:

1) Dedicação quase que exclusiva ao trabalho

A história da mulher no mercado de trabalho, no Brasil, está sendo escrita com base, fundamentalmente, em dois quesitos: a queda da taxa de fecundidade e o aumento no nível de instrução da população feminina. Estes fatores vêm acompanhando, passo a passo, a crescente inserção da mulher no mercado e a elevação de sua renda.

Em 1990, a parcela feminina chegava a 34,4%. Em 2006, as mulheres ocupavam quase 42% dos postos de trabalho. Hoje, a mão-de-obra feminina está permeada em todos os setores.No entanto, ainda falta muito para alcançarem uma posição de igualdade em relação aos homens.

— As mulheres pagam um preço alto pelo número excessivo de horas a mais de trabalho, porque, aos primeiros anos de ascensão profissional, se sobrepõem, quase que exatamente, os anos mais apropriados para a maternidade — diz o médico.

 

2) Jornada dupla e pesada

A ideia de que as mulheres deveriam imitar com o mesmo grau de sucesso o modelo competitivo masculino é um complicador da vida moderna porque os maridos ainda não assumiram uma fatia significativa das responsabilidades tradicionalmente atribuídas a elas no plano doméstico.

— Mesmo mulheres casadas, com salários superiores aos dos maridos, se vêem obrigadas a lidar com a maior parte das responsabilidades domésticas. Poucos são os maridos que se ocupam do próprio trabalho e assumem a casa e os filhos —observa Joji Ueno.

 

3) Relógio biológico

As mulheres jovens aprendem que as pessoas bem-sucedidas devem se dedicar à carreira na faixa dos 20 anos e canalizar toda energia para o trabalho, durante pelo menos 10 anos, se quiserem ter sucesso.

— Seguindo esse conselho, é bem provável que as mulheres se vejam com 35 anos e ainda sem tempo para pensar na possibilidade de ter filhos. Exatamente na etapa da vida em que a infertilidade pode ser um problema — diz o médico.

Muitas mulheres que optaram por seguir apenas os trilhos profissionais deixam para mais tarde certas decisões que afetam a vida pessoal. Antes mesmo dos 40 anos, o relógio biológico feminino dá sinais de urgência. E aí chega a hora da decisão. Até na gravidez espontânea, a idade é um limitador natural.

Mesmo com a ajuda da ciência e das técnicas de fertilização in vitro, é bom saber que as chances de as mulheres de até 35 anos engravidarem são de 40% a 50%. Acima de 40, a taxa é 10%. Há também mais incidência de doenças como diabete e hipertensão. Sem contar os riscos para o feto.

 

4) Trabalho x gravidez

A questão emprego e vida pessoal não deve ser pensada como uma dicotomia, como se ambos fossem forças que se repelem. Flexibilidade é muito importante para a mulher que deseja conciliar a carreira com a maternidade e encontrar a felicidade.

Se grande parte das mulheres que insistem em seguir carreira ficam impedidas de constituir família, outra parte igualmente grande e que opta pela família é obrigada a encerrar sua carreira.

— O custo social desta postura excludente é muito alto para as empresas e para a economia ganha dimensões gigantescas. A força de trabalho do país precisa das mulheres. Não podemos nos dar ao luxo de perder excelentes profissionais porque elas resolveram ter filhos — diz Ueno.

 

E você, o que acha do assunto? Deixe um comentário!

Postado por Anelise

Bob Esponja tem site exclusivo

12 de maio de 2009 0

Desde ontem, as crianças fãs de Bob Esponja terão mais uma maneira de se divertir com a esponjinha amarela. A Nickelodeon acaba de anunciar o lançamento do novo minisite www.mundobob.com , dedicado exclusivamente ao personagem. O site marca a comemoração dos 10 anos de Bob e trará muitas novidades e brincadeiras para as crianças.

De acordo com Juliana Gatti, diretora de Digital Media da Viacom Networks Brasil, o novo site traz muitos jogos, curiosidades sobre os personagens e até um `por trás das câmeras`, em que o criador de Bob Esponja conta todos os seus segredos.

A ideia do site é fazer com que Mundo Bob seja um lugar onde as crianças poderão se inscrever e incluir em seu perfil jogos favoritos, amigos e até um "fãnômetro" para acumular pontos e ganhar prêmios virtuais como papéis de parede exclusivos e várias surpresas.

Acesse o site com seu filho e divirtam-se!

Postado por Anelise

A primeira festa do filho (sozinho)

11 de maio de 2009 4

"Leio seu blog quase diariamente e sempre me identifico com alguma questão abordada.

Tenho acompanhado as matérias sobre festa sem os pais, e pensei comigo "ainda bem que, com meu filho, não é bem assim". Mas acabei passando por uma prova de fogo.

Meu filho está com seis anos e iniciou o 1º ano numa escola nova. E, assim como a escola nova, novos amigos, novas professoras, novas responsabilidades, nova rotina, enfim, não foi nada fácil para ele, e confesso que pra mim também não foi.

Mas as coisas estão se ajeitando, e veio um convite para o aniversário de um colega, numa casa de festas, na qual, iriam somente as crianças. Olhei o convite e perguntei pra ele se ele iria querer ir, expliquei como seria, que a mamãe e o papai iriam levar ele e depois iriam buscar.

Ele me olhou todo faceiro e respondeu: "claro que eu quero ir, né, mãe; eu já tenho 6 anos". Ta né, tudo bem.

Compramos o presente e, quando chegou o dia da tal festa, roí todas as unhas no trabalho, não conseguia me concentrar em nada. Acho é difícil para os pais aceitarem que os filhos vão crescendo, e vão ficando menos dependentes e muito mais independentes, mas nunca vão deixar de serem nossos filhinhos.

Daí chegamos em casa para tomar banho e ir para a festa. Ele resolveu que não iria, pois achava que seria chato, não queria ir sozinho, enfim. Acalmei-o, dizendo que iria ser legal, iria ter brinquedos, doces, amigos e que se ele não gostasse da festa eu iria busca-lo.

Vou confessar que, inconscientemente, estávamos loucos que ele desistisse da ideia e passasse mais tempo com a gente aquela noite. Respirei fundo e pensei comigo, "ele já tem seis anos", deixa ele decidir sozinho!

Tá, depois de muito papo, enquanto ele tomava banho, ele disse que iria, mas só um pouquinho. Eu e o pai dele levamos ele até a festa, entrei cumprimentei a mãe do colega, ele se encantou com o lugar, os brinquedos, os jogos, os doces e nem me deu tchau. Ta né! Fazer o que?

Voltamos pra casa, senti um vazio, mas me segurei. Não parava de olhar no relógio para não correr o risco de perder a hora conforme tinha combinado com ele. E meu marido toda hora me perguntava, "não tá na hora?".

Chegou 20h30min em ponto e já estávamos nós na porta do salão. Entrei e quem disse que o guri queria vir embora? Depois de 20 minutos tentando convencê-lo, levamos nosso filho para casa, feliz e contente que tinha adorado a festa!

Conclusão: foi difícil tomar a decisão de deixá-lo ir sozinho, mas foi muito bom para ele sentir a confiança dos pais, que voltariam para buscá-lo e que ele iria se divertir.

Agora é seguir em frente, pois muito mais festas virão e, quando ele ficar mais velho, não vai querer que a gente leve, ou se levar vai pedir pra deixar uma quadra antes, aquelas coisas de adolescente.

Um conselho: confiem nos seus filhos e o mais importante: passar esta confiança é papel dos pais.

Era isso queria dividir minha situação e com certeza é a situação de vários pais por aí."

Melina, mãe e leitora do Meu Filho 

Postado por Anelise

Estamos selecionando!

11 de maio de 2009 0

O caderno Meu Filho está escolhendo voluntários para formar mais um Conselho do Leitor. Se você tem filhos de zero a 14 anos e disponibilidade para participar de reuniões mensais, às segundas-feiras, discutindo os temas tratados no suplemento e fazendo críticas e sugestões, participe.
Mande um e-mail para meufilho@zerohora.com.br, informando nome, idade (a sua e a dos seus
filhos), profissão, endereço e telefone para contato. Fale um pouco sobre sua vida e diga por que gostaria de integrar o grupo. Os nomes dos leitores selecionados serão divulgados em breve.

Postado por Anelise

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...