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Posts de junho 2009

Férias estão aí!

30 de junho de 2009 1

(fotos: divulgação)

A partir de hoje, selecionaremos alguns programas legais para as crianças fazerem nestas férias de inverno. Recebemos uma dica bacana da Escola de Gastronomia Aires Scavone que alia gastronomia e diversão para os pequenos: é o curso Kids Gourmet.

O objetivo do curso é promover o contato das crianças com a culinária e com a alimentação saudável, fazendo-as perceber o que comem e como comem. Todas as receitas são orientadas pela nutricionista Luciane Scavone, e os cursos são em formato de workshop, para que os pequenos gourmets entrem em contato com os alimentos.

O primeiro curso é Filmes & Receitas divertidas, sempre apresentando um filme e depois receitas relacionadas .

 

Programação

1ª AULA

Filme: Jackers!As aventuras de Piggley Winks _ A torta de maçã

Cardápio: Torta de maçã

Suco tutti-frutti

 

2ª AULA

Filme: Jantando fora com Timão & Pumba

Cardápio: Muffins de chocolate

Chá de frutas

 

 

3ª AULA

Filme: Plano Bee _ Uma abelha do barulho!

Cardápio: Sanduíche da abelinha

Milkshake de inverno

 

A Escola de Gastronomia Aires Scavone fica na Rua Acélio Daudt, 130, em Porto Alegre. O telefone para informações é o (51) 3341-1555 e o e-mail mkt@egasrs.com.br.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Postado por Anelise

É hoje!!

29 de junho de 2009 3

Começa hoje o desafio para os pais. Com o selo Leia com as crianças, o caderno Meu Filho lança a série Frannie aprende uma lição, histórias compactadas em oito capítulos que retratam a vida da estudante que vive no fundo do mar.

Com a intenção de incentivar a leitura e aproximar pais e filhos durante o período de férias, os textos serão publicados durante oito semanas _ até o dia 17 de agosto _ na contracapa do caderno.

Frannie é um peixinho que está iniciando a segunda série e deseja conhecer os professores e a nova rotina no colégio. Mas ela poderia ser qualquer criança em idade escolar, cheia de desafios e fantasias.

Além do texto, um guia com atividades e brincadeiras também estará disponível na página, que terá uma área de recorte para que as famílias colecionem as histórias. O material também poderá ser usado em sala de aula por professores e profissionais da educação.

As histórias de Frannie são um oferecimento da Associação Mundial de Jornais (WAN, em inglês).

 

Confira a data de cada capítulo!

29/06: O primeiro dia de aula

06/07: Minha professora é um monstro marinho

13/07: Assustadora viagem de ônibus

20/07: Frannie e o peixe globo

27/07: Os novos amigos de Frannie

03/08: Jordan, o bebê medusa

10/08: O primeiro teste de Frannie

17/08: Eu gosto da escola!

Postado por Anelise

Novidade na TV para os bem pequenos

28 de junho de 2009 0

(ilustração: divulgação)

A Nickelodeon estreia na manhã de 4 de julho, às 7h30min, O Pequeno Reino de Ben e Holly. A animação é destinada ao público de dois a seis anos de idade e entra para o bloco pré-escolar do canal, o Nick Jr. O desenho será exibido aos sábados e domingos, sempre às 7h30min.

A série conta a história da princesa Holly e de seu melhor amigo, Ben. Holly é uma jovem fada que está aprendendo como fazer magia da forma correta. Mas, de vez em quando, seus feitiços não dão certo. Ben é um duende e, apesar de não saber fazer magia, é muito bom em construir brinquedos. A trama combina o mundo encantado com situações do cotidiano das crianças.

Todos os personagens do mundo encantado são muito, muito pequenos, assim como a joaninha Gaston, amigo de Ben e Holly. Mais que um inseto, Gaston é como um cachorro que late e brinca quando está feliz. No Reino também mora a Babá Plum, que, além de cuidar das crianças, ensina truques de mágica a Holly e suas irmãs gêmeas Daisy e Poppy. Juntos, esses personagens vão aprender a solucionar seus problemas enquanto se divertem e aprendem.

O Pequeno Reino de Ben e Holly é uma série criada e dirigida por Neville Astley e Mark Baker. Produzida por Phil Davies e escrita por Neville Astley, Mark Baker, Phil Hall, Sam Morrison e Chris Parker.

Postado por Anelise

Ajudinha na amamentação

27 de junho de 2009 0

"Eu sou médica pediatra e gostaria de informar, já que eu leio tua coluna e vejo as perguntas das mães bem respondidas, se vcs sabem que o Banco de Leite do Hospital Fêmina lançou no dia 03 de junho o "SOS Amamentação", um dia inteiro dedicado a informar, estimular e promover o aleitamento materno?? Gostaríamos muito que esta atividade fosse divulgada na mídia.

Dispomos de uma sala para recepcionar a dupla mãe- bebê e auxiliar as mães que estiverem inseguras ou com dificuldades na amamentação. Funciona das 7h às 19h e contamos com uma equipe multiprofissional pronta e treinada para apoiar estas mães. Estamos batalhando por um site e por um número 0800.

Nossos telefones para contato são: 3314-5353 (Disque- Amamentação) e 3314-5362

E-mail: blhhfe@ghc.com.br

Estamos no 8° andar do Hospital Fêmina, bem em frente ao elevador.

Maria Emilia Soares

Responsável Técnica do Banco de Leite Humano do Hospital Fêmina"

Postado por Anelise

Lições levadas para a escola

26 de junho de 2009 1

Após a publicação da matéria "10 Lições para Sempre", dia 18 de maio,  recebi alguns e-mails parabenizando o conteúdo do texto e que contam sobre como nosso trabalho está refletindo dentro das salas de aula. A Silvana, que também é jornalista, nos enviou um e-mail bem bacana. Olha aí!

 

"Olá Anelise,

Em primeiro lugar, parabéns pela matéria.

Meu nome é Silvana, sou jornalista, mãe de um menino de 10 anos, chamado João Pedro.

Sou leitora do Caderno Meu Filho. Chamou-me muito atenção a matéria sobre as 10 lições para sempre.

Me identifiquei muito, pois é justamente através destes valores que educo meu filho...bom, mas isso é outra história...

O foco deste e-mail é comunicar que com sua matéria e com a minha dica, meu filho e mais 4 colegas de aula estão desenvolvendo seu projeto para a feira de ciências.

Eles estudam na 5ª série na Escola Sarandi, na cidade de Sarandi.

Dei a sugestão a eles...e assim, estão desenvolvendo seu projeto, uma campanha de divulgação que consciste na elaboração de um folder, anuncio para jornal, spot

para rádio, banner e apresentação no power point.

A intenção é divulgar e sensibilizar a comunidade sobre a importância dessas lições...para cada lição eles ilustraram com um desenho/exemplo...encaminhei em anexo.

Bom, no momento eles estão em fase de elaboração, mas tenho certeza que para os cinco, as lições já estão assimiladas..

Fica o meu agradecimento,

Silvana."

Postado por Anelise

Uma dica de livro e uma reflexão aos pais

25 de junho de 2009 0

 

Abaixo, reproduzo o e-mail que recebemos da Magda, nossa leitora que adorou a matéria sobre leitura, publicada na edição desta segunda-feira.

 

"Amei a matéria,por isso tomei a liberdade de te enviar essa dica!

Parabéns!

Sobre o livro BrincRIar posso te adiantar algumas idéias. No título já está destacado o verbo RI. Isso é importante. O livro resgata a importância das brincadeiras na criação e recriação da pessoa. A brincadeira, a infância, é fundamental para formação de um ser humano equilibrado e feliz. A coisa mais séria que uma criança pode fazer é brincar.

A infância está sendo invadida, violada, por um mundo adulto infantilizado pela sociedade consumista e sexista. A sociedade está negando às crianças o seu direito de simplesmente brincar.

São insuficientes os espaços e o tempo para as crianças brincarem. Principalmente as crianças dos centros urbanos, quase todas estão sendo sufocadas pela expansão imobiliária e pelas rotinas absurdas que lhe são impostas pelas famílias. As crianças estão sendo "treinadas", desde bebês, para serem pessoas à imagem e semelhança do deus Mercado.

Passeio de criança é no shopping, e não na praça ou no parque. Nossas crianças passam cerca de 4 a 5 horas vendo a "maravilhosa" programação educativa da TV brasileira. Crianças se vestem como adultas, dançam como adultos, consomem como adultos. Nem o recreio na escola conta com uma orientação para as brincadeiras.

Na era do computador, brincar não é mais real, é virtual. Não há socialização real, integração de vida, formação de amigos. A infância não tem mais pátio, tem tela.

BrincRIar é assim um livro que revaloriza o sentido de brincar. E, através da poesia, do jogo de palavras, rimas e aliterações, oferece aos pequenos-grandes leitores a aventura de uma das melhores brincadeiras da infância: a brincadeira de descoberta dos sons e sentidos das palavras. Ela liberta e fortalece a capacidade de expressão da personalidade infantil.

Brincar com as palavras, no contexto da poesia, é um exercício de liberdade, de criatividade, de recriação da nossa imaginação, da nossa esperança, e da nossa capacidade de reinventar nossa vida, de recriar no destino.

O livro contém poeminhas rimados e lúdicos sobre o mundo das brincadeiras infantis, sobre o universo familiar, sobre os animais, as descobertas, e faz uma celebração das SETE MARAVILHAS da vida. A bola dos variados jogos infantis transforma-se na "bola mundi", a bola de um mundo que é uma bola.

Por isso, na ilustração, a bola é jogada, perpassa todo o livro e volta ao jogador - que é o leitor - para ser jogada novamente, para frente!

Site do autor: www.dilancamargo.com "

Postado por Anelise

Sono também tem manual

24 de junho de 2009 1

(Foto Júlio Cordeiro, ZH)

Crie um ritual do sono, invista em rotinas regulares (apenas depois dos três meses de vida, sempre deixando o bebê guiar esse processo).

É importante que o ritual do sono seja calmo, sem algazarras que possam excitar a criança e aumentar sua temperatura corporal, confundindo seu relógio biológico, uma vez que o sinal para o sono é uma queda natural na temperatura do corpo.

Pode-se usar um banho, por exemplo, para sinalizar o início do ritual do sono. Outras opções são massagens, carinhos e músicas de ninar, que ajudam o bebê a adormecer.

Reconheça os sinais do sono do bebê: esfregar os olhos, bocejar, diminuir atividades, ficar irritado sem motivos, olhar fixo para algum lugar, chorar ou gritar. Qualquer desses sinais é suficiente para iniciar imediatamente o ritual do sono.

A luz do dia é um sinal poderoso no relógio interno. Leve a criança para passear ao ar livre. E, na hora do sono, evite televisão, computador, providencie cortinas que bloqueiem a luz externa.

Atividades físicas são importantes para o sono, evite então que ele fique mais de uma hora por dia em assentos (cadeirão, carro, carrinho de passeio). Crianças que se exercitam pouco tendem a ter um sono mais problemático.

É importante ter uma rotina quanto aos horários da alimentação. Se a hora das refeições variar muito, o corpo fica sem sinais de quando deveria se alimentar e isso prejudica o sono. (Salvo mães com filhos com menos de 6 meses, em que a livre demanda é o ideal para a criança crescer bem).

Fonte: Pediatria radical, de Thelma B. Oliveira

 

 

Postado por Anelise

Eu preciso tanto...

23 de junho de 2009 1

Conversamos um pouquinho com a autora do livro infantil Eu Preciso Tanto, Shirley Souza

Meu Filho _ Como surgiu a ideia de fazer um livro sobre consumismo infantil?

Shirley Souza _ Eu já havia escrito o "Eu quero! Eu quero!" para essa mesma coleção da Escala Educacional, que trata o mesmo tema com as crianças menores, que estão na fase da birra, quando defendem aos berros suas vontades. Este livro é muito bem aceito nas escolas e eu achava que precisava aprofundar a reflexão sobre o consumismo com os mais velhos, que já são capazes de entender a diferença entre "querer" e "precisar", mas que continuam usando qualquer recurso para conseguir o que querem.

As crianças, cada vez mais, são vistas como consumidoras e formadoras de opinião no núcleo familiar e isso é usado intensamente pelo mercado e pela propaganda. Eu não sabia muito bem que caminho seguir até que vivi uma cena com a filha de uma amiga minha, de sete anos, que estava agoniada por que não conseguia decidir entre dois brinquedos. Ela queria os dois, não aceitava a necessidade da escolha e justificava: "Mas eu preciso tanto dos dois!!!". Pronto, achei o caminho: trabalhar a diferença já citada entre o "querer" e o "precisar".

Meu Filho _ Na sua opinião, como os pais podem ajudar os filhos a repensar o consumo exagerado?

Shirley Souza _ Penso que um bom caminho é esse apresentado no livro, fazer o filho pensar sobre a necessidade e a utilidade do que consome. No livro há o caso de um garoto que compra pacotes de salgadinhos, mas não come nenhum, porque não gosta. O que ele quer são as figurinhas que vêm dentro dos pacotes... A questão é bem essa, a criança precisa pensar sobre seus desejos e identificar por que quer comprar determinado produto. A postura dos pais deve ser atenta, aberta ao diálogo e, principalmente, não ceder a todos os desejos infantis. É preciso pensar sobre o consumo desde cedo e conversar sobre ele em todas as ocasiões possíveis.

Meu Filho _ Qual a semelhança da personagem Gabriela com as crianças de hoje em dia?

Shirley Souza _ O livro é rico em personagens inspirados nas crianças reais. A Gabi não é um tipo idealizado de criança, ela tem desejos de consumo, quer que os pais comprem tudo o que ela pedir, mas, por outro lado, tem um acompanhamento atento dos pais, que questionam sua postura e não cedem facilmente aos pedidos da filha. Ela não deixa de ter "desejos de consumo", mas aprende a avaliá-los e a diferenciá-los de suas "reais necessidades". A melhor amiga dela, Flávia, já é totalmente consumista e seus pais atendem a todos os seus desejos. Ela é um ótimo exemplo da criança que não tem limites e não compreende o que representa seu consumismo, o quanto ele é desnecessário, excessivo e pode ser prejudicial. Assim como as duas, o perfil das outras crianças que aparecem na história é facilmente encontrado na vida real.

Postado por Anelise

Infância e consumo nos tempos modernos

22 de junho de 2009 2

(foto: Jefferson Botega, ZH)

Aproveitando o texto que publicamos hoje sobre consumo infantil, a orientadora pedagógica da escola Cinco Estrelinhas, Maria Inês Galvez Ruiz Costa, nos enviou este artigo.

"A presença da mídia na vida cultural e social eé uma característica central dos tempos atuais. Esta forte presença sobre o desenvolvimento infantil, através de múltiplos canais de acesso de diferentes conteúdos, a partir de vertiginoso volume e velocidade de informação, não pode mais ser colocada em segundo plano do âmbito das discussões, na medida em que crianças e adolescentes são, quase que constantemente, instigados a olhar e a perceber o mundo, a partir da visão proposta pelos meios de comunicação.

Infelizmente, o quadro brasileiro aponta para um déficit em relação à omissão do poder público — seja no que se refere à produção de conteúdos de qualidade para a infância e adolescência, quanto na adoção de medidas mais eficientes para proteção destas no que se refere ao impacto do material, muitas vezes nocivo, que vem sendo veiculado.

Em contrapartida, encontramos inúmeros pesquisadores em todas as partes do mundo, produzindo conhecimento sobre as interfaces do relacionamento da infância e mídia construindo um patrimônio de fontes de pesquisa e estudos nas áreas da Educação, Sociologia, Psicologia, Comunicação e outras.

Com frequência, encontramos na mídia significativas influências ao consumismo infantil, uma prática sexual pouco responsável e comportamentos discriminatórios enquanto fatores de estímulo.

Mobilizada por esta temática, a equipe da Escola Cinco Estrelinhas como tomadora de decisão, desempenhando seu papel de formadora, promoveu um debate sobre o filme: Criança, a alma do negócio.

Entre várias abordagens teóricas, depoimentos de pais e crianças, os participantes da sessão evidenciaram a posição de destaque, enfatizando a participação da mídia na alteração das condições dos processos de construção social da realidade das crianças constituindo crenças, valores, hábitos e sentidos de pertencimento a uma representação daquilo que desejam ser.

Por considerar a peculiaridade do público infantil, já que suas noções de realidade e ficção estão em formação, manifestamos nossa preocupação e perguntamos: quais referenciais de realidade as crianças estão sendo estimuladas a formar em sua relação com a publicidade? Como transitam neste território? O que a publicidade está a dizer sobre a infância quando faz uso da sua imagem? Que lugar social a criança ocupa nas relações de produção e consumo?

Na medida em que encontramos estas e outras respostas para nossas inquietações passamos a entender quer esculpida por campanhas publicitárias, a infância, que circula em diferentes caminhos, reflete mudanças profundas nos campos social, econômico e educacional. A publicidade, neste sentido então, se constitui uma das esferas mais avançadas da produção de imagens passando a ser uma pedagogia que ensina as crianças, uma visão de mundo e de valores ao mesmo tempo em que ensina, também, quais comportamentos são socialmente aceitáveis e quais são inaceitáveis.

Colocados como objetos de consumo _ os brinquedos, os livros, os materiais escolares, os lugares para festas, a moda, a música, celulares, e outros se apresentam no discurso publicitário, com qualidades de "coisas de infância", de tal forma que usufruir daquele bem implica diretamente adquirir certa identidade: frequentar determinado lugar, usar determinado tipo de roupa ou acessório como determinada mochila de tal marca, significa "um modo de ser criança", ou ser identificado como detentor de certas qualidades percebidas socialmente; assim, submetidos a essa magia, todos nos reconhecemos de um modo ou de outro nas identidades que circulam nos anúncios.

Uma mudança significativa na vivência da infância e da adolescência é necessária nesse contexto midiático. Referimo-nos aqui não somente ao aspecto da qualidade, mas também de quantidade dos processos de produção e subjetividades associados à publicidade na diluição de fronteiras entre adultos e crianças."

Postado por Anelise

Ler é uma diversão

22 de junho de 2009 0

Fernando Gomes

Incentivar o gosto pela leitura é fundamental para que as crianças tenham contato desde cedo com as letras.

O uso de livros, revistas, jornais e outros materiais impressos ajudam no conhecimento, na imaginação e na produção oral e escrita.

>> Confira aqui a matéria de capa no caderno Meu Filho desta segunda-feira

Para os pais, a primeira lição é simples: se o pai e a mãe não têm o costume de ler, dificilmente as crianças terão o gosto pela leitura. A família é e sempre será um exemplo para os pequenos, que tenderão a imitar as atitudes dos adultos.

Confira o vídeo e entenda a importância da leitura para os pequenos:

 

Postado por Anelise

Medo da creche

19 de junho de 2009 6

"Olá, meu nome é Andrea e o meu filho Pietro teve um problema diferente: no ano passado coloquei ele em uma escolinha onde já havia frequentado o filho do meu primo. Ela é simples, mas pela recomendação, resolvi arriscar. Ele tinha na época, dois anos e oito meses e não precisou nem fazer adaptação, ele adorava. Nesta época, ele ainda usava fraldas e, de acordo com as "tias", e também minha tia, elas tiravam a fralda, e era bem rápido.

Deixei para tirar mais para o verão, em função do calor. Em novembro elas começaram a "tirar". Não sei qual método, até hoje não sei o que houve, só sei que ele não quis mais ir. Falei para não insistirem em tirar as fraldas, porque algo houve, pois até hoje, ele tem três anos e oito meses (não usa mais fralda desde novembro) e faz xixi no vaso, mas cocô, nem pensar em ir.

Indaguei o que houve, e elas, obviamente, disseram que não houve nada. Ele ainda frequentou alguns dias em dezembro, depois alguns em janeiro, e a última vez que levei foi um dia de março, e ele ficou tão tristinho, que nunca mais levei. Sempre quando passávamos pela creche, eu brincava com ele dizendo: "olha a creche!" e ele sempre me repetia, e a ultima vez que falei assim, ele rapidamente me disse "hoje não preciso ir, né mamãe, não quero ir".

Vou levá-lo em um psicólogo para ver se descubro o que realmente aconteceu, e também, para conseguir quebrar este trauma que ficou com relação á ida ao vaso."

 

Andrea, mãe do Pietro

Postado por Anelise

Ele é mordido quase todos os dias

18 de junho de 2009 3

A leitora Alessandra, mãe do Gabriel, leu o post sobre as mordidas e mandou um relato sobre o que está ocorrendo na aula do menino.

 

"Sou mãe de um lindo menininho de dois aninhos que chega praticamente quase toda a semana mordido ou arranhado da escola. Quase sempre é a mesma coleguinha que o morde e, dias atrás, ela deu um "beijo mais forte nele". Na verdade, foi um chupão entre o nariz e a boca.

As tias sempre colocam na agenda que foi uma disputa por brinquedo. Já fizemos reunião na escola com as educadoras e os pais para falarmos sobre o assunto, mas eles disseram que é fase e que é bem normal e que não temos muito o que fazer.

Fico com o coração apertado toda vez que vejo ele machucado e também tenho vontade de pedir para ele fazer a mesma coisa nela, mas sei que esta não é melhor forma de educar meu filho ensinando ele a machucar os coleguinhas mas ele precisa aprender a se defender dela. "

E você, também está com o mesmo problema? Divida suas experiências contando a história para o e-mail meufilho@zerohora.com.br

Postado por Anelise

Ele veio mordido da escola. E agora?

17 de junho de 2009 2

É normal mães e pais se preocuparem quando a criança chega em casa com algum sinal de mordida no corpo. O que fazer? Como entender esta fase? A pedagoga Elisabete Cerutti nos enviou um texto explicativo.

 

"É muito comum que nas escolas de Educação Infantil, mais especificamente nas turmas de maternal, de crianças com aproximadamente dois anos de idade, aconteçam as mordidas.

NesTa idade a criança encontra-se na fase oral, do desenvolvimento da personalidade. Ela tem seu primeiro contato com o mundo através da boca, pelo seio materno, que lhe proporciona o prazer de saciar sua fome. Em razão dessa relação de prazer, à medida que cresce leva outras coisas à boca, como as mãos e os pés. Aos poucos, vai tentando saborear outros objetos e até mesmo as pessoas, na tentativa de conhecer e descobrir melhor o mundo.

Na fase oral, há características específicas como sucção, morder, triturar o objeto, oral receptiva ou oral agressiva. Quando acontece uma mordida, é preciso entender o que a atitude da criança significa conhecer o outro através do contato da boca ou ter ciúmes da atenção que outros recebem, e por isso reagir. A criança que morde na verdade está procurando uma forma prazerosa de se expressar com o mundo, de se descobrir dentro dele.

Para auxiliar a criança nesta fase, procure observar seu comportamento, ensinar o que pode e o que não pode fazer dar a atenção igual a todas as crianças, ensinar que quando quer um brinquedo deve esperar que o outro colega empreste e se não der, saber esperar, porque não é mordendo que vai resolver a situação, mostrar que a criança machucada fica triste, que chora por ter sentido dor, e ainda, disponibilizar brinquedos variados para que não disputem sempre o mesmo e cheguem as mordidas.

Pode ser uma situação constrangedora para a família, mas o mais importante é que todos dialoguem e entendam que isso é normal e que quem morde ou quem é mordido, precisa de acolhimento, carinho e proteção. "

 

Seu filho já voltou da escola mordido ou deu uma dentada em um amiguinho? Conte o que aconteceu para o e-mail meufilho@zerohora.com.br

Postado por Anelise

Ação pode proibir brinquedos em lanches

16 de junho de 2009 0

 

O Ministério Público Federal em São Paulo pretende tornar a vida de pais com filhos pequenos um pouco mais fácil. O órgão ingressou hoje na Justiça com uma ação civil pública contra as redes de fast-food McDonald`s, Bob`s e Burger King para que suspendam a venda de brinquedos em suas lojas.

Caso sejam condenadas, após sucessivos avisos, as três redes podem ser obrigadas a acabar com a associação de seus lanches com produtos infantis. McLanche Feliz, Lanche Bkids e Trikids são as promoções que costumam ser acompanhadas de brinquedos que vão dos personagens de desenhos animados aos heróis do cinema.

Segundo o procurador da República Márcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da ação, a prática fere tanto o Código de Defesa do Consumidor (CDC) quanto o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

- O CDC e o ECA são claros sobre as práticas abusivas e o direito das crianças à saúde - diz.

Segundo a ação, além de estimularem o consumo abusivo de alimentos com baixo valor nutritivo, as redes utilizariam o marketing infantil para vender seus produtos para consumidores ainda sem capacidade de discernimento.

- O que elas fazem é colocar o brinquedo como garçom do hambúrguer - diz o procurador.

Em março, o MPF fez uma recomendação para que as empresas suspendessem a prática. Ouvidas pelo procurador, destacaram três argumentos para a manutenção das promoções: seus alimentos não seriam as únicas causas da obesidade infantil, a inexistência de lei específica que regule a questão e a importância do papel dos pais para coibir o consumo exagerado. Araújo refuta a argumentação. Afirma que não apenas as causas únicas de um determinado mal são relevantes e que a responsabilidade pelo consumo abusivo pode ser compartilhada com as empresas.

Procuradas pela reportagem, apenas a rede Burger King se manifestou. Porém, afirma ainda não ter sido notificada pela Justiça, motivo pelo qual não pode se manifestar.

(Agência Estado)

Postado por anelise

Afinal, o que é a Educação Infantil?

16 de junho de 2009 5

(Foto: Valdir Friolin, ZH)

"A educação infantil foi criada com o propósito de desenvolver as capacidades motoras e cognitivas da criança. É uma das mais complexas fases do desenvolvimento humano. Os pequenos nessa fase precisam de atividades que os auxiliem no desenvolvimento de suas capacidades e, para isso, eles precisam fazer bolinhas de papel, trabalhar com a massinha de modelar, com a tesourinha, com tintas entre outros materiais.

Essas atividades proporcionam o desenvolvimento de suas habilidades motoras e cognitivas. Por exemplo, enquanto a criança brinca com a massinha de modelar ela está desenvolvendo sua coordenação motora fina (mãos e dedos) que futuramente na fase de alfabetização lhe permitirá escrever com mais facilidade, além do seu desenvolvimento nos aspectos intelectual, emocional e social.

Esse crescimento depende da interação do professor e do apoio da família, entendendo que a educação infantil não é a fase de alfabetização e sim de estimular à criatividade, a brincadeira, a socialização, a descoberta, a invenção e a construção do conhecimento. "

Elisabete Cerutti, pedagoga e professora da URI

Postado por Anelise

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