(foto: Daniel Marenco, ZH) Aos seis meses de vida, o filho da professora Marcelle Soares, Enzo, foi apresentado às frutas e aos purês de vegetais. A aceitação foi péssima. Não queria experimentar, chorava, gritava e ficava com ânsia de vômito. A mãe tentava de tudo. Cantava músicas para incentivá-lo, usava a técnica do aviãozinho, trenzinho e afins, preparava comidas divertidas, com carinhas feitas de legumes, oferecia comida do próprio prato, comia a do prato dele, ou mesmo dividia a refeição com o filho. Nada adiantava. Ele simplesmente não queria comer. Marcelle começou a achar que o problema era a comida que fazia. _ Achei que estava sem graça, li livros sobre o assunto, usei vários temperos diferentes e até me matriculei num curso de alimentação infantil _ conta. Nesse meio tempo, Enzo continuou mamando. E se sustentava com o leite da mãe. _ Todos me criticavam porque ele era muito magrinho. Mas esse é o biótipo da nossa família. As pessoas têm mania de achar que só é saudável criança gorda _ reclama. Hoje, com 1 ano e 9 meses, Enzo está começando a comer naturalmente. Aceita macarrão, algumas frutas, pães e guloseimas, dadas apenas em ocasiões especiais. Sem brigas, gritaria na hora da refeição ou ameaças. _ Ele teve o tempo dele, e eu respeitei _ analisa Marcelle. 
Postado por Anelise







Comentários