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Posts de agosto 2009

Nascendo uma mãe

31 de agosto de 2009 1

Lucca e a mãe blogueira Giovana em um dos cliques inesquecíveis/Arquivo Pessoal

A Giovana, que mora em Santos/SP, nos envia uma foto do Lucca, seu primeiro e único filho (por enquanto, diz ela). O Lucca nasceu no dia 31 de janeiro de 2008, para alegria da mamãe e do papai, Fabricio.

Eles têm um blog dedicado ao pimpolho, com um nome para lá de criativo. No Nascendo uma Mãe – www.gielucca.blogspot.com -, a Giovana descreve as delícias e dúvidas que tem como mãe de primeira viagem. Vale a pena espiar. Sobre a maternidade, a Giovana comenta:

- Sempre que me refiro ao meu filho, digo que o amor é tanto que dói. Quase sempre, ao olhar pra ele, meus olhos se enchem de lágrimas. É um amor lindo demais! (e olhando a foto acima, alguém ainda duvida disso?)

Abração, boa sorte, parabéns pelo blog de vocês, e fiquem com Deus! – completa a Giovana.

 

Postado por Fabiana Sparremberger

Você conhece bem seu aluno?

31 de agosto de 2009 2

(foto: Adriana Franciosi, ZH)

“Certamente podemos dizer que os tempos mudaram. Isso é evidente e consequentemente, a escola também mudou. As relações que nela são vivenciadas também já não são mais as mesmas, o relacionamento entre professores e alunos estão sendo motivos de reflexões. Está se tornando comum, acessarmos os meios de comunicação e nos depararmos com noticias cada vez mais chocantes, relacionadas ao dia a dia de professores e alunos, nas vivências em sala de aula.

Pensando nisso, elaboramos dicas sobre a regência em sala de aula, sem perder o respeito e a admiração dos seus alunos.

_ Procure conhecer o cotidiano de seus alunos, só assim você será capaz de compreender e saber como contornar as atitudes destes em sala de aula;

_ Não reaja por impulso. Reflita se for preciso, saia da sala de aula, analise a situação e então retorne para lá e proponha uma conversa onde ambas as partes possam entrar em comum acordo;

_ Se o problema for com um aluno apenas, chame-o para uma conversa, onde vocês possam se entender;

_ Demonstre e tenha amor pela sua profissão. Conquiste a admiração e respeito de seus alunos, pois é através do exemplo que estes aprenderam a valorizar e a compreender o real sentido da educação e das relações humanas;

_ Não se exalte, pois gritos podem piorar a situação. Procure manter a calma. Lembre-se que isso é difícil, mas não impossível e por isso você conseguirá.

Pense nisso! São dicas que cabe a você professor ou e ao aluno, pensar e refletir sobre elas para colocá-las em prática. Com muitos colegas nossos, essas tentativas, tem surtido bons resultados, então, por que não tentar colocá-las em prática em nossas aulas em sala de aula?”

Elisabete Cerutti, pedagoga e professora da URI

Postado por Anelise

Nós no Diário impresso

31 de agosto de 2009 3

As mães do blog felizes da vida com a estreia da coluna no jornal impresso/Charles Guerra

Fizemos o caminho inverso do percorrido pelos colunistas do Diário de Santa Maria. Eles começaram suas colunas no jornal impresso e, depois, com o Diário online reformulado, em junho deste ano, tornaram-se blogueiros e levaram seus leitores também para a Internet. Nós começamos com o blog, ficamos surpresas com a receptividade (obrigada a todos que nos visitam aqui), e resolvemos partir também para as páginas do jornal, incentivadas pela Andreia Fontana, comandante do Diário online e impresso.

Por isso, nesta segunda-feira, o Em Nome do Filho circula, uma vez por semana, na editoria de Saúde, trocando ideias e trazendo dicas de especialistas para as dúvidas de pais e mães preocupados com seus maiores patrimônios.

COMO EDUCAR EM 5 DIAS

Na nossa estreia no Diário impresso, nesta segunda-feira, tratamos do livro Transforme Seu Filho Até Sexta, do norte-americano Kevin Leman. Pai de cinco filhos, o psicólogo apresenta um método para educar a personalidade difícil do seu filho em 5 dias. Se para muitos profissionais não há uma receita pronta para educar, para o escritor, isso é possível adotando atitudes disciplinadoras de segunda a sexta. Para que os pais consigam adotar o método de ensino de Leman, é preciso que eles adotem pelo menos 10 atitudes.

1 – Seja 100% consistente em seu comportamento

2 – Sempre faça o que diz que vai fazer

3 – Responda, não reaja. Use ações, não palavras

4 – Conte até 10 e pergunte-se: “O que meu velho `eu` faria nessa situação? O que meu novo `eu` deve fazer?”

5 – Nunca ameace seus filhos

6 – Nunca se zangue

7 – Não faça advertências

8 – Pergunte-se: “De quem é esse problema?”. Não assuma o que não é seu. Você precisa manter a bola no campo de seu filho. Não assuma o que ele deveria estar fazendo

9 – Não pense que o mau comportamento vai passar

10 – Mantenha um rosto alegre, mesmo quando você quiser… fazer outra coisa

Só resta saber se o método funciona. Eu tenho minhas dúvidas (e não são poucas). Se educar fosse assim tão fácil, o bebê vinha ao mundo com um manual de instruções. 

Especialistas e pais com a palavra. 

Postado por Fabiana Sparremberger

A gripe A e a fragilidade das grávidas

30 de agosto de 2009 1

Elisa fala das emoções da gravidez e das preocupações com a gripe A/Arquivo Pessoal
A relações públicas Elisa Lubeck Terra, 31 anos, mãe da Manoela ou do Rodrigo, compartilha conosco a emoção da gravidez e as preocupações diante da gripe A

Quando eu soube que estava grávida foi uma sensação indescritível. Ser mãe realmente mexe muito com a cabeça e com a sensibilidade da gente. Se a novidade surpreendia a familiares e amigos, a mim não tanto. Já há algum tempo esperava ansiosa pelo “positivo” do exame. A festa começou com a emoção do pai, depois da família e, finalmente, dos amigos. Cada um desses importantes personagens recebeu a notícia de forma inusitada, teve desde apresentação em power point, a mímicas do futuro papai.

Foram muitos abraços, muitos desejos felizes e tudo isso sumariamente me fez sentir melhor no início deste momento tão especial. Mas eu já não era a mesma. Enquanto todos me questionavam se eu esperava o Rodrigo ou a Manoela (ainda não sabemos o sexo do bebê), eu me conscientizava de que agora já tinha responsabilidades sobre o meu filho.

Ganhei uma biblioteca completa sobre gravidez: como cuidar do bebê, cuidados com a alimentação, etc. Além disso, também ganhei roupinhas, o “famoso sapato vermelho” para dar sorte, entre outros presentes maravilhosos.

Entre surpresas e alegrias, a gente começa a se dar conta de que está valendo por dois, e que a atenção e o cuidado com a alimentação e a saúde devem ser redobrados para que o bebê tenha tudo o que necessita para a sua formação e crescimento. Só fui acreditar mesmo na notícia quando ouvi o coração do nenê batendo. É uma alegria enorme ver que está tudo bem e que, mesmo bem pequeno aquele coração bate muito!

E foi neste contexto todo que acompanhamos as notícias sobre a gripe A e a fragilidade das grávidas. A preocupação é muito grande, pois as grávidas ficam com o sistema imunológico mais sensível e são mais suscetíveis a doenças desse tipo. Agora me acostumei com a idéia de que não posso deixar os meus próprios desejos definirem a minha rotina, pois sou responsável direta por outra pessoa que depende de mim para tudo!

O que mais mudou no meu dia-a-dia é que o convívio com as pessoas ficou bastante deficiente. Já não participo de reuniões, festas, palestras, jantares e eventos. Evito qualquer tipo de aglomeração de pessoas. Isso é bastante complicado, tendo em vista que sou relações públicas, e minha rotina de trabalho exige o convívio com muitas pessoas e, às vezes, é difícil evitar o contato direto.

Assim sendo, a prevenção é o melhor caminho no caso dessa gripe. Afinal, como ainda não existe o manual de instruções da boa mãe, procuro buscar nos livros, nas orientações médicas e nas dicas de outros pais as informações necessárias para proteger a mim e ao bebê, e sobretudo, seguir os mandamentos do coração para ser a melhor mãe possível, mesmo que de improviso!

Postado por Fabiana Sparremberger

Vai ser menino ou menina?

29 de agosto de 2009 7

Era uma vez um sapo e uma sapa que se conheceram ainda “crianças”, eles moraram e cresceram na mesma rua… O sapo a vi desabrochar… A sapa o vi amadurecer… O casal se apaixou… Se casou. Com a paixão veio o amor que se transformou em um “girininho“…

A história fictícia é sobre o “meu (forma de expressão) girininho” (me perdoem os que não gostam da forma “carinhosa” de fazer alusão ao bebê que carrego) que agora entrar num novo estágio de vida…

Ontem fiz o ultrassom dos três meses de gestação… De “embrião”, passou a ser referido como “feto”. A grande expectativa era saber o sexo do anjo… O bebê se mexia tanto durante o exame que eu só pensava… “não fecha as perninhas, faz uma surpressa para a mamãe e o papai e mostra o que você vai ser”.

Se lembram daquela referência que fiz à história de uma mãe que falou que, se for menina, a gente enxergava na tela uma espécie de três estrelas semelhante à constelação das Três Marias. Já, se for menino, aparecia aquela terceira perninha bem pequenininha, diferente das outras.

Na realidade não vi nem uma coisa, nem outra. Eram dois risquinhos na tela. Sei que é cedo para afirmar com certeza, mas eis que surge uma pista…

- Se tivesse que apostar… Apostaria em menina – disse a experiente médica para a euforia dos dois pais bobões que acompanhavam o exame.

Depois voltou atrás…

- Não saiam por aí comprando coisas para menina, esperem o próximo ultrassom.

Parece ser uma menina que se aproxima… Nunca escondi que o primeiro impulso era por uma filha, mas o mais importante é ter saúde (sem piequisse, é pura verdade). Se for menino vai ser amado (no mínimo) com a mesma intensidade 

Apesar da alegria em ter uma pista sobre o sexo, o que mais me impressionou durante o exame foi ver o “feto” se mexer o tempo inteiro. Dava uns pulos parecia que ia saltar pra fora… outras vezes, se espreguiçava… e em outros momentos, parecia cabecear uma bola (será que vai puxar aos tios maternos e ser “boa de bola”…)

Não vejo a hora de fazer o próximo exame e aí (para a alegria de muitos) definitivamente o bebê que carrego deixará de ser chamado carinhosamente de “girininho”…

Postado por Ticiana Fontana

Aos 11, "ficar" já é comum

28 de agosto de 2009 0

Você tem filho entre 8 e 14 anos? Então, espia só o resultado desta pesquisa. A assessoria do canal Boomerang (emissora do grupo Turner Broadcasting System, Inc.) divulgou o resultado da 4ª edição da pesquisa Kids Experts, feita com mil meninos e meninas entre 8 e 14 anos e moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Veja alguns dos resultados:

85% dos pesquisados ainda não têm namorado. Dos que têm entre 13 e 14 anos, 23% dos meninos e 13% das meninas estão namorando

* A partir dos 11 anos, “ficar” já é comum. Mas, aos 13 anos, as meninas já querem namorar e ter um compromisso

* Os adolescentes se envolvem em atividades diferentes com pais e amigos. Com pais, assistem à TV (43%) e DVD (31%) em casa, fazem refeições (34%, na média de dias de semana e finais de semana) e saem para lanchar (33%). Já com os amigos, preferem bater papo online (48%), jogar videogame (39%) e conversar, seja pessoalmente ou ao telefone (38%)

61% das meninas disseram que não saem de casa principalmente sem seus celulares. Depois dele, não podem esquecer a maquiagem (58%) e os brincos (55%). O mesmo se repete com os meninos: 50% deles não sai de casa sem seus celulares, enquanto 47% não saem sem boné e somente 30% sem a carteira

Postado por Fabiana Sparremberger

A primeira foto

28 de agosto de 2009 0

Há 34 anos, eu era assim. E esta aí é a minha primeira foto/Arquivo pessoal

Ah, que saudade que tenho dos álbuns da minha vida, da minha infância querida…

Você lembra da sua primeira foto? Era ainda bebê ou mais crescidinho(a)?

Pois a minha mãe fez uma baita economia para comprar uma máquina fotográfica logo depois de eu nascer (acima aí está a minha primeira foto. Reparem na terra vermelha que servia de cenário). A Kodak que custou os olhos da cara permitiu que minha infância ficasse guardada em dezenas de álbuns que eu revejo até hoje, de tempos em tempos, quando visito minha família, lá em Três de Maio, no noroeste do Estado.

Tenho fotos de todos os aniversários (e, em todas, a mãe me fazia apontar a idade com as mãos) e de muitos flagras que me fazem rir ainda hoje. Ah, esses tempos que não voltam mais…

Hoje, as máquinas digitais, tão práticas, mas tão insensíveis, acabam sepultando os tradicionais álbuns de família.

Dia desses, eu me dei conta que eu tinha revelado fotos do Bruno apenas até os 2 anos. E, dos dois anos seguintes, havia só uma pilha de CDs, guardados como relíquias. Tantos sentimentos e tantas descobertas reveladas em cliques que ficavam numa pasta de computador e nos CDs. Credo! Corri para o laboratório, e tratei de encher mais dois álbuns de fotos…

Adoro sentar num sofá, olhar tranquilamente cada foto, lembrar de cada história revelada pela imagem… Quanta alegria, quantos sentimentos bons… Como minha memória não lembra de muitos episódios da minha infância, a fotografia eternizou momentos importantes que me dão a certeza de que ela foi muito feliz.

Que deixemos aos nossos filhos esse mesmo tesouro que recebi da minha mãe… Que nossos pequenos, quando forem pais, possam mostrar sua valorosa infância aos nossos netos…

Vida longa aos álbuns de família!!!

Postado por Fabiana Sparremberger

Os chutes do Francisco

27 de agosto de 2009 1

Gigi e Guilherme são os papais do Francisco, que está há 25 semanas na barriga da mãe/Arquivo pessoal

As mamães grávidas estão enriquecendo o blog enviando seus depoimentos. A Gigi Saldanha, mãe de primeira viagem, compartilha conosco sua experiência. Pelo relato, já dá pra ver que o Francisco será um guri de muita sorte…

“Meu nome é Gigi, tenho 25 anos e estou grávida de 25 semanas. O meu filhote é um menino e vai se chamar Francisco. O nome fui eu mesma que escolhi, com a ajuda do pai, é claro. Se fosse uma menina, a escolha seria toda dele, e eu não poderia palpitar. Estou esperando o meu primeiro filho, e ele é homem. Estou tão feliz, vivendo uma fase tão bonita, tão diferente também. São sensações boas e, ao mesmo tempo, estranhas.

Comecei a ir ao médico todo mês, coisa que eu não faço nunca. Comecei a me preocupar com uma pessoa que ainda nem nasceu, que tá aqui dentro de mim, chutando, dando cambalhotas. As pessoas estão sempre querendo tocar na minha barriga, mas acho que meu Francisco é um pouco tímido. Ele só mexe quando eu ou o pai dele (Guilherme) tocamos. Quando outra pessoa, por mais próxima que seja, toca na barriga, ele para de mexer.

Tive somente alguns dias de enjoo e vômito, senti dor de cabeça, mas nada que não pudesse aguentar. Senti irritação na gengiva também, mas passou tudo bem rápido.

Hoje, que estou com 25 semanas, não sinto nada disso. Sinto cansaço, dificuldade em fazer coisas que antes eu fazia tranquilamente. Mas penso que já vai passar, e que não estou doente, graças a Deus.

Me sinto muiitoooo sensível também. Não tolero certas atitudes das pessoas. Acho isso estranho, porque sempre fui uma pessoa tranquila, e passei a me irritar muito facilmente. Sinto que já mudei bastante também, principalmente meu corpo. Passei dos 57 quilos para 68, mas não grilo muito com isso. O importante é que meu filhote tenha muiiiiiita saúde e que seja perfeito.

Enfim, estou realizada com esta fase gorda da minha vida. O que mais me emociona são os chutes que ele dá…Desejo isso que estou vivendo a todas as mulheres”.

Postado por Fabiana Sparremberger

Faixa para bebês

27 de agosto de 2009 0

Sensacional a ideia da pediatra Geysi Lima, do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), de Pernambuco (RE), apresentada nesta semana no programa Mais Você, da Rede Globo. A médica criou uma espécie de faixa para bebê, que prende o recém-nascido ao peito da mãe logo após o parto, seja ele normal ou cesariana.

A faixa é feita de uma malha simples e permite o contato do bebê com a mãe, pele a pele, por uma hora. A iniciativa, segundo a médica, diminui consideravelmente as chances de mortalidade do bebê nos primeiros 28 dias de vida. Preso à mamãe, é o bebê quem vai dar sinais de que quer mamar. Quando fizer isso, a equipe do hospital ajuda na tarefa.

As gestantes já entram com a faixa na sala de parto. E, assim que o bebê vem ao mundo, ele já é “preso” à mamãe. Ficou curioso para ver como funciona essa engenhoca? Então veja a reportagem.

Postado por Fabiana Sparremberger

Réplica ao pai grávido

27 de agosto de 2009 0

Foi difícil convencer o pai do girininho(a) a dar um depoimento aqui no blog. Após muita insistência, diria quase um “parto”, saiu o texto “Estou grávido!”, postado na manhã de quarta-feira. Acabei descobrindo que não foi novidade o que ele escreveu… Eu já sabia praticamente tudo o que ele vem sentindo e passando. Já o futuro papai do girininho(a) comentou o contrário, muitas vezes, só consegue descobrir minhas confissões, fraquezas e certezas por meio do blog.

Cada pessoa tem um jeito, umas falam mais sobre os seus sentimentos, outras são mais reservadas e se expressam de diferentes maneiras, com olhares, gestos ou por meio de textos…

Com isso, quero dizer que, nesta época especial, a paciência e o respeito entre os pais são fundamentais para o desenvolvimento tranquilo do bebê dentro da barriga da mãe.

Admito que durante a gestação a mulher (pra variar) está numa situação mais vulnerável em relação ao homem. Estamos suscetíveis a mudanças hormonais, psicológicas e limitações físicas.

Não adianta dizer que a vida não muda com a gestação. Mesmo as mais tranquilas, aquelas sem efeitos colaterais, como enjoos e outros problemas, têm alterações facilmente perceptíveis no dia-a-dia. A gente vai mais ao banheiro, a barriga aumenta e começa a limitar movimentos, a capacidade física não é mais a mesma, as defesas do organismo baixam, temos mais sono….

Com apenas três meses de gestação, admito que a minha vida mudou completamente, do trabalho ao lazer, da literatura ao hábito alimentar…

Alterações que nem sempre são fáceis de aceitar e assimilar, portanto, é quase impossível controlar o humor inconstante e outras coisinhas mais…

O futuro papai do girininho(a) tem sido bastante paciencioso e cedeu muito em função do meu estado gestacional, e acho que todo homem deve ceder cada vez mais…

Não é feminismo, mas uma questão de compreensão e parceria com a mulher nesta época especial. Se somos obrigadas a limitações, temos de ter ao lado um “parceiro” disposto a encarar “junto” a parte boa e a ruim do período (se falta ânimo, fica em casa numa boa, divide as responsabilidades com comida, louça, dá colo, etc e tal).

No fim das contas, para evitar um conceito rançoso a meu respeito, concordo com o pai do girininho(a) somando tudo: “é maravilhoso ser mãe do(a) girininho(a) … a sensação é indescritível” (na sexta a gente vai fazer novo ultrassom para ver se o(a) girininho(a) também está curtindo esta fase da vida).

Postado por Ticiana Fontana

Que tipo de pai você quer ser?

26 de agosto de 2009 3

Estes dias conheci a filha de um casal de amigos meus da adolescência. Éramos muito próximos, mas aquelas coisas da vida acabaram nos afastando. Encontrei a filha deles agora, aos 17 anos.

Curiosa, no final do papo que nós duas tivemos peguntei a ela:

- Que tipo de pais eles são?

Convivi com o pai toda a minha infância, correndo pela rua e andando de bicicleta. Conheci a mãe dela na adolescência. Fomos a festa juntas, saímos da linha algumas vezes, curtíamos uma fase com poucas responsabilidades e com um futuro onde tudo era possível. Que tipo de pais se tornaram?

Ela me respondeu com tranquilidade algo assim:

- Não são conservadores, mas também não me deixaram muito solta. Me permitiam ir a festas, por exemplo, mas sempre me levavam e me buscavam.

Eu tentei resumir:

- Liberdade vigiada?

- Sim – ela confirmou.

Eu gostaria que meus filhos, atualmente ainda pequenos, fizessem uma descrição serena assim sobre nossa relação no futuro. Certamente meus amigos e sua filha tiveram seus conflitos, algumas vezes os pais se exaltaram, a menina bateu a porta, talvez tenham brigado e ficado sem se falar.

Mas aos 17 anos, ainda chegando à maioridade, ela está tranquila e é visível que se sente segura em relação ao seu lugar dentro da família, mesmo que seus pais tenham assumido este papel quando ainda muito jovens.

Pode parecer uma equação simples, mas acho que andamos sempre sobre a linha entre ser conservador demais ou liberal ao extremo. Você pode fazer consciente e convictamente a opção por um caminho e seguir apenas um deles, eu prefiro tentar me equilibrar no meio desta trilha.

E, lá adiante, espero que meus amigos não ouçam uma avalanche de reclamações ao perguntarem por mim aos meus filhos.

Postado por Fabíola

Crie seu álbum de gravidez

26 de agosto de 2009 0

Mãe do blog Primeira Viagem, site do jornal Pioneiro, de Caxias do Sul, a jornalista e professora de informática Márcia Dorigatti Rodrigues, 29 anos, bolou um álbum virtual de fotos para as futuras mamães registrarem cada momento de sua gravidez.

Márcia, que é mãe de primeira viagem, diz que, para fazer o álbum no computador, é preciso saber trabalhar com o Photoshop. Se você sabe, é só seguir os passos abaixo:

1º Crie duas pastas: uma chamada álbum destino e a outra álbum origem;

2º Corte todas as fotos com o mesmo tamanho. Sugestão: 500 x 300 pixels. Salvar as imagens na pasta álbum origem;

3º Menu Arquivo – Automatizar – Galeria de fotos na web;

4º Procurar – clique na pasta origem (onde as fotos foram salvas);

5º Destino – busque a pasta álbum destino (onde será criado o arquivo do álbum);

6º Estilos – escolher o modelo desejado;

7º Você pode pegar o link criado junto com o álbum e abri-lo onde quiser em seu computador.

Postado por Fabiana Sparremberger

Eu recomendo o uso do sling

26 de agosto de 2009 1

Olhem que coisa mais fofa este bebê canguru/Arquivo pessoal

A Aline Mocelin Bernardi mandou um relato sobre o uso do sling, que ela mantém mesmo com o Luís Felipe tendo nove meses. Vale como dica para as grávidas e as que estão com pequeninhos, já que o sol voltou, o frio foi embora e dá pra levar a criançada para passear de novo. 

“Eu já estava grávida, quase ganhando o bebê quando assistindo a um programa de tv, vi a reportagem sobre os benefícios do Sling pro bebê e pra mãe. Na mesma hora resoslvi que teria um pra mim. Fui procurar onde comprar, e pra minha surpresa poucas lojas de bebês tinham, e as que tinham o preço era absurdo, (hojé já não é mais tão caro).

Então resolvi que eu mesma faria um pra mim, deu certo minha idéia, o primeiro foi uma canga de praia, dessas grandes, ficou muito bom, adorei, mas precisava de um melhor, afinal um tecido de canga combina mais com praia, né? Foi aí que fui numa costureira amiga minha e disse exatamente o que eu queria, e à tarde meu Sling estava pronto, é o que uso até hoje.

O risco de dores nas costas é mínimo por conta do equilíbrio do peso que o sling oferece, e os braços ficam livres pra fazer o que quiser.

O Sling me trouxe a possibilidade de ter meu filho mais próximo, é como se eu ainda carregasse o barrigão de grávida só que agora do lado de fora. A posição que o bebê fica é muito semelhante a que ele se encontrava no útero, meu bebê adora. Usando o sling consigo entender melhor o que meu bebê está querendo, atendo melhor suas necessidades. Pra amamentar é muito bom, principalmente em lugar públicos também, ele proporciona mais privacidade.

Tenho quase certeza que o temperamento do meu bebê se deve também ao fato do uso do sling, ele é muito tranquilo, quase não chora, nunca teve uma cólica nem problemas com refluxo, é uma criança esperta, digo isso porque só o fato do bebê se sentir mais acolhido, mais aconchegado no meu colo (ou do meu marido, porque ele tbm usa) já proporciona a ele a sensação de bem estar e de segurança.

Meu bebê tem 9 meses hoje, já firma o corpinho melhor hoje, então as posições vão ficando de acordo com as que ele escolhe, as pernas ficam pra dentro ou pra fora conforme o gosto dele e carregando ele próximo ao meu peito sinto que ele interage melhor com as pessoas, pois está no mesmo “nível” de altura que elas, se estivesse num carrinho poderia estar vendo os joelhos das pessoas…
Recomendo o uso, é muito bom mesmo.”

Postado por Fabíola

Estou grávido!

26 de agosto de 2009 5

Os pais do embrião carinhosamente apelidado de girininho/Arquivo Pessoal

 

A mulher engravida no ovário e sofre alterações físicas e psicológicas. Nós, homens _ ao menos aqueles que desejam ser pais _ não sofremos alterações físicas, mas mentalmente também ficamos grávidos. Embora pareça uma tarefa bem menos árdua do que a da mãe grávida, não é tão fácil assim.

Em momento algum me questionei quanto ao desejo ou a felicidade de ser pai. Porém, as dúvidas que me perseguem têm tornado minha vida atual nada tranquila.

O fato de ela ter de suportar as alterações físicas e limitações impostas pela gestação, além de todos os problemas que acompanham a alteração hormonal, que lhe causam enjoos, enxaquecas e humor oscilante, tento compensar me esforçando para ser o melhor companheiro do mundo, abrindo mão de alguns privilégios pessoais. Mas todo este esforço, muita vezes, parece ter o efeito contrário, pois, em alguns momentos, sinto-me um tanto chato e impertinente.

A insegurança e a dúvida estão entre os principais sentimentos que massacram o nosso dia-a-dia. Enquanto ela se acostuma com as dores de cabeça, as cólicas e os enjoos, eu tenho vontade, a cada sinal de desconforto, de ligar imediatamente para a médica. Obviamente sendo imediatamente condenado por ela, que considera a minha reação imatura e precipitada e me impede de tomar qualquer atitude sem o seu consentimento.

Assim como ela tem alterações de humor e de sentimentos em razão da carga hormonal que recebe, eu tenho as mesmas alterações apenas por tentar compreendê-las.

Livros, revistas, artigos, blogs e tudo quanto é material informativo que encontro estão ajudando a minimizar todos os sentimentos dúbios e contraditórios que me acompanham.

Confesso que pensei ser bem mais fácil a tarefa de futuro papai… Apesar de tudo, sou muito grato por este momento. Tenho certeza que após estes nove meses, vamos rir ao relembrar todas as mudanças, angústias e experiência que passamos e que, com certeza, ainda iremos passar.

Mesmo com as inúmeras indagações que me acompanham, uma certeza predomina sobre todos os outros sentimentos: eu posso afirmar, sem titubear e com uma clareza invejável: “é maravilhoso ser pai do girininho(a)… a sensação é indescritível”

* Texto de Fabiano Lutz Lopes, advogado, 34 anos, o futuro papai do girininho…

Postado por Ticiana Fontana

Três meses de gestação

25 de agosto de 2009 2

Hoje completo exatamente três meses da gestação do girininho(a). A expectativa é fazer um novo ultrassom esta semana, e tem a possibilidade de o bebê deixar de ser chamado de girininho(a). Isso porque, a partir de agora, é possível identificar o sexo…

Tudo vai depender do comportamento do girininho(a) durante o exame, se ele(a) vai deixar em evidência o órgão sexual…

Ouvi uma mãe falar que, se for menina, a gente enxerga na tela uma espécie de três estrelas semelhante à constelação das Três Marias (lembram… quando criança sempre olhava para o céu e meus pais indicavam as famosas Marias _ mas não se apontava porque os “mais velhos” diziam que ficaria com uma verruga na ponta do dedo). Já, se for menino, aparece aquela terceira perninha bem pequenininha, diferente das outras.

Como todos já sabem, o meu palpite é o das estrelinhas… mas se for perninha, será muito bem-vindo. Não é hipocrisia, apesar de algumas tendências e desejos escondidos no inconsciente, nestas horas, a única preferência é por um bebê saudável.

A propósito, quando se aproxima o dia do ultrassom (é o terceiro que vou fazer), a gente esquece as partes ruins da gestação (dores, enjoos e demais desconfortos). Acabo de me lembrar de um comentário de uma futura mamãe que é de São Paulo e contou que não tem plano de saúde e lá na rede pública são feitos apenas dois ultrasons (no início e no fim da gestação).

Aqui em Santa Maria, as mães que dependem do serviço de saúde pública não estão em grande vantagem. Uma colega estava contando que, às vezes, a fila é tão grande que há mães que vão ganhar o bebê sem saber o sexo.

Tenho um plano de saúde que cobre quantos exames o médico pedir. Sei que existem convênios na cidade em que um exame pode ser feito por R$ 30.

Com o avanço da medicina e da tecnologia, esta realidade poderia ser bem diferente, e considero o ultrassom um acompanhamento importante principalmente para garantir a tranquilidade da gestante e do pai do bebê.

Por falar em tranquilidade, é o que espero a partir de agora (12 semanas = 3 meses de gestação), já que cheguei ao fim do período considerado o mais conturbado…

Postado por Ticiana Fontana

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