Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 2 setembro 2009

Preocupação nº1

02 de setembro de 2009 1

As drogas na infância e na adolescência deixam muitos pais sem dormir. São a preocupação número um entre os leitores do Diário de Santa Maria que comentaram a estreia da coluna Em Nome do Filho, publicada na página de Saúde de segunda-feira.

Pais e professores pediram dicas de como perceber que a criança ou o adolescente já entraram no mundo das drogas, como agir diante disso, como prevenir que isso ocorra e como a escola pode ajudar nessa missão.

Aproveito a preocupação desses pais para trazer as considerações feitas no seminário Sim à Vida e Não ao Crack, promovido pelo Sindicato do Ensino Privado (Sinepe/RS), em Porto Alegre, na última segunda-feira.

O evento deixou claro que o cerco às drogas tem de ser mais eficiente do que nunca, com cuidados específicos para crianças e adolescente.

Veja algumas questões abordadas e dicas repassadas, conforme reportagem publicada em Zero Hora na última terça-feira e no site do Sinepe/RS:

- O uso da palavra "não" precisa ser seguido de explicações bem fundamentadas

- As drogas estão viciando mais do que anos atrás

- As escolas estão envolvidas com o problema. Não estão em situação cômoda, sem fazer nada

- A informação dos pais é o primeiro passo para a prevenção. Então, nunca é demais buscar notícias em jornais, na televisão, na Internet

- Junto com a informação, pais e educadores devem inserir a educação afetiva, que eleva a autoestima da criança e do adolescente

- A média de entrada das crianças no vício do crack é de 12 ou 13 anos

 

 - A psiquiatra Patrícia Saibro, membro do Núcleo de Adolescência e Drogas do Centro de Pesquisas em Álcool e Drogas da UFRGS, deu um recado importante:

* Os pais devem apostar no exemplo, na proximidade e no monitoramento, mas sem castrar. Impor limites é necessário, mas sem usar de autoritarismo, que pode gerar efeito contrário ao pretendido

 

* O foco dos pais e das escolas no combate às drogas deve ser feito assim:

* No Ensino Fundamental:

orientações sobre o uso de álcool e do cigarro. A psiquiatra Patrícia Saibro destacou que abordar com crianças as drogas ilícitas (como crack e maconha) pode atiçar a curiosidade delas, o que seria negativo

* No Ensino Médio:

abordar uso de maconha e inalantes, delitos menores, delitos maiores e uso de múltiplas substâncias

 

Professores podem encontrar a palestra da psiquiatra Patrícia Saibro sobre prevenção na escola no site do Sinepe/RS

Postado por Fabiana Sparremberger

O gremista Luigi

02 de setembro de 2009 1

O meninão de sete meses adora ser fotografado. E a família aproveita cada pose/Arquivo Pessoal

A titia Onélia abrilhanta nosso blog mandando a foto deste lindo gremista. O Luigi tem sete meses e é o primeiro filho da Gisele e do Fabrício Cordenuzzi. É o único neto de Rosita e Luiz Cordenuzzi, orgulhosos vovôs. Já dos avós maternos, Ieda e Celso Fracari, é o terceiro.

Talvez uma precoce conclusão, mas a família diz que ele já tenta falar, dizer "mamã". O Luigi adora uma papinha, e mamadeira, já não quer mais.

Segundo a tia Onélia, é impressionante quando ele acorda pela manhã, pois dá muita risada, mesmo sozinho, o que emociona bastante os pais. Além disso, adooorraaa ser fotografado, para alegria da família, que aproveita cada pose.

Postado por Fabiana Sparremberger

Vai um chiclete aí?

02 de setembro de 2009 0

(Foto: Ricardo Duarte, ZH)

Marcar chicletes sem açúcar pode ser uma forma simples e barata de as novas mães fazerem seus intestinos "funcionarem" novamente após uma cesariana, segundo estudo da Universidade do Cairo, Egito.

De acordo com os autores, como em qualquer cirurgia abdominal, a função intestinal pode ficar lenta por algum tempo após a cesariana, levando a gases e prisão de ventre. Porém, o novo estudo aponta que as gomas de mascar podem ajudar essas mulheres a recuperarem a função intestinal e a reduzirem seu tempo de internação.

Os testes incluíram 200 mulheres submetidas ao parto cesariana sob anestesia geral, com metade sendo selecionada para mastigar, a cada duas horas, uma goma de mascar sem açúcar, iniciando duas horas após o procedimento. O outro grupo recebeu apenas os cuidados padrão, incluindo caminhadas em volta da cama para incentivar o movimento dos intestinos.

De forma geral, os especialistas observaram que as mulheres que estavam mascando chicletes recuperaram o movimento dos intestinos 21 horas após a cirurgia, em média, contra as 30 horas necessárias para o outro grupo. E essas pacientes receberam alta em aproximadamente 41 horas, enquanto o grupo em tratamento padrão saiu do hospital somente 50 horas após a cesariana - diferença que, segundo os autores, não pode ser subestimada, principalmente em países em desenvolvimento, que têm recursos limitados de saúde.

Os autores explicaram que a goma de mascar pode ser benéfica nesses casos, porque a ação de mastigá-la desencadeia uma resposta do sistema nervoso e a liberação de hormônios digestivos que estimulam a atividade dos intestinos. Mas o que ainda não está claro é se essa mesma prática pode ajudar em casos de anestesia local, que pode interferir na ativação do sistema nervoso. Por isso, mais estudos são necessários para confirmação.

Fonte: BJOG. Agosto de 2009.

Postado por Anelise

Crianças & concursos de beleza

02 de setembro de 2009 0

Natália em uma sessão de fotos no jornal Zero Hora, após vencer, pela segunda vez, o Mini Miss Mundo/Ricardo Chaves

Quando não rende polêmica, a participação de crianças em concursos de beleza é, no mínimo, tema para opiniões bem divergentes. No início de agosto, uma reportagem no site G1 sobre a santa-mariense Natália Stangherlin, 6 anos, que venceu concurso Mini Miss Mundo pela segunda vez, gerou polêmica entre os internautas. Na matéria, a mãe da miss, Daniela do Amaral Stangherlin, 33 anos, contava a trajetória da filha, que ganhou seu primeiro título aos 2 anos.

Alguns internautas - 564 deixaram seu comentário - faziam críticas à mãe por inscrever a filha nos concursos e também pelo fato de Natália ter feito "luzes no cabelo e retocado as unhas" para participar do Mini Miss Mundo. Outros muitos apoiavam a iniciativa e afirmavam que não haveria mal nenhum em inscrever crianças em concursos de beleza.

Mas, afinal, há mesmo algum dano para a criança ao participar desses concursos?

O que o pai e a mãe devem analisar antes de decidir inscrever o filho em algum título de beleza?

A psicóloga Claudia Fernanda Oliveira Ramos diz que cada situação precisa ser analisada conforme alguns fatores:

- A idade da criança. Quanto menor a idade da criança, menos condições e maturidade ela terá de fazer uma escolha e decidir o que é melhor para ela

- A personalidade da criança. Imaginem uma criança tímida que não gosta de se apresentar em público, mas a mãe insiste que ela desfile para uma multidão de pessoas. É importante conhecer bem as características singulares de seu filho

- Os valores da família. Cada família possui seus próprios valores e educa se os filhos conforme esses valores, que podem ser diferentes em cada família. Participar de concursos de beleza condiz com os valores da sua família?

- Possíveis prejuízos do concurso na alteração na rotina da criança. Devemos pensar o que é importante para cada fase do desenvolvimento da criança, por exemplo, o que seria esperado na rotina de uma criança de 6 anos? Nessa fase, a criança estaria mais envolvida com o processo de aprendizagem, alfabetização, com o brincar e se relacionar com outras crianças. O concurso que inscreveste sua filha pode prejudicar a fase do desenvolvimento em que se encontra?

Claudia comenta ainda:

- É normal que os pais desejem que seus filhos possam realizar sonhos que não lhes foram possíveis em algum momento em suas vidas, mas é importante ficar atentos para saber se o filho deseja e/ou tem condições para dar conta desses sonhos, que a princípio não surgiu do interesse da criança. Até porque pode gerar uma frustração para todos os envolvidos nesse processo. Por vezes, para a mãe, porque a filha não se interessa da mesma forma pelo respectivo sonho e, por vezes, para a filha, porque ela que não tem condições ou não quer realizar este sonho dos pais

- Vivemos em uma sociedade que valoriza o culto à beleza, e as crianças estão inseridas nessa realidade cada vez mais cedo. Então não há motivo para nos chocarmos com esse interesse na participação de concurso de beleza. Concursos de beleza existem há muito tempo. Mas cabe aos pais decidirem inscrever seus filhos

- Mais importante do que inscrever ou não os filhos em concursos é a forma como estes pais estão se relacionando com as crianças, como o tempo juntos está sendo aproveitado. Cuidando e respeitando os limites de cada criança, esta família, por conseqüência, conseguirá dar um ambiente saudável, mesmo tendo esta criança alguns momentos com compromissos

Se você ainda tem alguma dúvida, a Claudia promete respondê-la pelo mail crpsi@yahoo.com.br

Postado por Fabiana Sparremberger

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...