Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 28 outubro 2009

Sapato que cresce junto com o pé

28 de outubro de 2009 2

Os modelos, que vão do 14 até o 19, podem ser ajustados por até 3 números/Divulgação/Martha Becker Assessoria de Comunicação

Investir muito em calçado de criança é jogar dinheiro fora. Além de, em geral, eles custarem bem caro - muitas vezes, quase o mesmo valor de um artigo adulto -, os pezinhos logo vão perdendo o diminutivo (zinhos), e os calçados não cabem mais. Resultado: um calçado novo com muito pouco uso.

Nunca fui de gastar com calçados e roupas para o Bruno. Ele ganha muita coisa das dindas e dindos e também de amigas que passam adiante o que não serve mais para seus pupilos. Aliás, formamos uma corrente, que funciona muito bem. Hoje, por exemplo, recebo de volta roupas do Bruno que já foram usadas pelo terceiro bebê, além dele. Um barato!!! (no sentido figurado, mas também literal da palavra).

Por tudo isso, achei uma ideia bem bacana a linha Stika e Puxa, da coleção Primavera-Verão da Ortopé. Feito para os primeiros passos do bebê, o calçado aumenta de tamanho junto com os pés dos pequenos, acompanhando seu desenvolvimento. Os números vão do 14 ao 19. O tamanho 14, por exemplo, pode ser ajustado para até três números. Os modelos trazem diversas cores, cabedal e forro de lycra.

Postado por Fabiana Sparremberger

Exames e doces desejos...

28 de outubro de 2009 4

Ontem fiz um ecocardiograma fetal para observar o “coraçãozinho” da Antonela. O exame é um ultra-som que analisa especificamente o órgão. Avalia como o coração está se desenvolvendo, o funcionamento, o tamanho, forma, artérias e vasos sanguíneos.

Confesso que conscientemente não estava preocupada, mas quando o médico falou que estava “tudo bem” com o coração da pequena, fiquei de certa forma aliviada e agradecida.

Logo após o exame tive uma vontade incontrolável de comer um doce. Parei no primeiro posto e comprei um picolé, devorado com uma avidez impressionante. Neste momento percebi que virei uma “doçólatra”. Sei que não é bom para a mãe e nem para o bebê esse excesso de doce e penso: “hoje não vou comer”, mas a promessa dura apenas parte do dia. Quase diariamente tenho comido doces, principalmente à tarde.

Antes da gestação, raramente tinha esses ímpetos incontroláveis. Quando acontecia era durante o fim de semana.

Tomar sorvete no verão, dava para contar nos dedos.

Comer chocolate, só em ocasiões especiais e durante o inverno.

Pudim, nem pensar.

Sagu, nunca.

Pois agora a única coisa que está faltando traçar é um pote de açúcar.

Será que são os famosos “desejos”? Lembro-me do primeiro desejo que percebi. Foi na segunda semana após a confirmação da gravidez, senti uma vontade de comer sagu. Estava em Itaara e fiz o pedido para a minha mãe que prontamente o atendeu. Nem deixei esfriar o doce na panela e comi o sagu quente mesmo.

Passei tão mal que não quis mais saber de sagu.

(Espero que aconteça em breve o mesmo em relação aos outros doces que tenho devorado).

Postado por ticiana_fontana

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...