Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de outubro 2009

O diólogo nosso de cada dia

31 de outubro de 2009 0

Educar é (e tem de ser) uma missão que temos de exercer todos os dias, sem intervalos, folgas e, muito menos, férias. É o que eu ando aprendendo mais e mais nos últimos dias com o Bruno.

Na tentativa de tratar de alguns problemas que ele vem protagonizando na escolinha (nada grave, mas algo que tem de ser observado e trabalhado com ele), percebi, na prática, que a educação tem mesmo de ser exercitada todos os dias. Passei a reservar alguns minutos das nossas manhãs para sentar e conversar com o pequeno:

falar sobre o dia anterior na escolinha,

sobre o que aprendeu,

como foram as brincadeiras com os coleguinhas,

do que mais gostou,

elogiar as conquistas,

alertar sobre o que ele tem de melhorar…

Claro, fazíamos isso todos os dias, mas não assim de forma sistemática, tipo encontro marcado entre mãe e filho. Achei que encontraria resistência, que ele acharia uma chatice, afinal fazer uma criança parar alguns minutos é algo difícil, não. Pois não é que, mais uma vez, me surpreendo com “meu alemãozinho”.

Na última sexta-feira, envolvida com a faxina semanal, ele me faz a cobrança: - Mãe, não vai esquecer que a gente tem a nossa conversa hoje…

Parei pra já o que estava fazendo, e olho no olho dele, esqueço das muitas tarefas que ainda tenho pela frente numa sexta-feira de calor. A conversa (ou diálogo entre mãe e filho se preferirem) me faz muito bem, talvez traga mais benefícios a mim do que a ele. Sempre saio desses minutos a dois aprendendo uma coisa nova. E com a certeza de que o meu dia (a minha semana, o meu mês, o meu ano, a minha vida) já valeu a pena.

- Amanhã, tem mais né, mãe? – pergunta o pequeno, que queria seguir o rumo da prosa…

- Tem, Bruno. Amanhã tem mais.

Postado por Fabiana Sparremberger

Fraldas e outros descartáveis...

30 de outubro de 2009 2

 

Uma reportagem sobre fraldas descartáveis reascendeu uma preocupação constante: que tipo de mundo estamos deixando para a nossa prole e descendentes? Mais poluído, sem dúvida.

Uma fralda descartável demora em torno de 400 anos para se decompor. Uma criança usa cinco mil unidades em dois anos. Apesar de apenas 30% das famílias brasileiras utilizarem o produto, 17 milhões de fraldas são despejadas por dia no ambiente.

A alternativa encontrada por uma ambientalista, relatada numa matéria de ontem de Zero Hora, foi voltar a usar fraldas de pano.

Porém, além da “trabalheira”, também tem impacto ambiental, aumentando o consumo de água e detergente para lavá-las. Mas, por outro lado, a fralda de pano diminuiu as assaduras e alergias no filho da ambientalista.

A matéria levanta o problema e no fim propõe um desafio interessante para os fabricantes de fraldas descartáveis: diminuir a quantidade de plástico na composição, usar mais produtos naturais, substituir gel sintético por um de origem sugere o uso de algodão como uma alternativa.

A impressão que tenho é que damos um passo para frente e outro para trás. Todos os dias somos as informações mudam. Uma hora o que era bom vira ruim e vice-versa.

A tecnologia que facilita a vida do ser humano ao mesmo tempo cobra a conta da natureza com juros e correção monetária.

O nosso desafio, assim como a fabricante de fraldas, também é interessante: vamos diminuir a poluição individual, usar mais produtos recicláveis, separar o lixo em casa, não jogar lixo na rua, economizar água…

Postado por ticiana_fontana

Quem são eles?

30 de outubro de 2009 10

Arquivo Pessoal com montagem de Lidiane Marques

Relembrar dos tempos de infância sempre traz bons sentimentos, e foi isso que percebi quando pedi aos apresentadores e repórteres da RBS TV Santa Maria que eles trouxessem para o blog uma foto quando crianças. E as estrelas que brilham todos os dias na telinha da região central do Rio Grande do Sul recorreram aos álbuns de família para ajudar nesse desafio.

O teste é: identifique nas fotos acima quem é quem. Claro que eu estou dificultando a identificação, até porque algumas das fotos entregam muito a resposta.

ONDE ESTÃO, NA FOTO ACIMA

…Clarissa Schwartz?

… Michele Dias?

… Ticiana Fontana?

… Juliana Motta?

… Denis Cabreira?

… Celso Duarte?

… Luis Eduardo da Silva? (atua na sucursal da RBS TV em São Gabriel)

Deixe seu palpite no espaço dos comentários. E vamos ver quem é bom(a) de fisionomia e consegue acertar todas as identificações…

Postado por Fabiana Sparremberger

Herdados da gravidez

29 de outubro de 2009 0

hábitos adquiridos durante a gravidez que nós acabamos levando para o pós-parto ou para muito além dele. Mesmo sendo de família alemã, de pai e mãe, daquelas que não passa uma semana sem ter na mesa aquelas deliciosas cucas de requeijão e de frutas das mais variadas, nunca fui muito de doces e sobremesas. Chocolate, então, nunca senti falta dele, para alegria do meu irmão, que sabia como se aproveitar disso.

Mas isso tudo foi só até a chegada da gravidez, que mudou radicalmente minhas preferências culinárias. A sobremesa virou quase obrigatória no almoço, e também o chocolate, ah, esse eu não consigo abandonar, um dia que seja. Enquanto os exames de rotina não apontam nada e não há nenhum porém para a saúde, vou me deliciando, sem exageros, é claro, mas também sem culpas

Outro “sintoma” que me acompanhou desde o primeiro dia da gravidez até o primeiro berro do Bruno foi a azia. Até então, eu nem sabia o que era isso. Agora, volta e meia, ela vem me visitar. Como nunca dei muita bola para sua presença, ainda não fiz muito esforço para tentar descobrir a sua causa (e será que tem como descobrir?).

Mas nem tudo são espinhos, né? A gravidez me ajudou – e muito – no quesito intestino. Eu, que nunca conseguia ir aos pés em casa alheia, passei a conseguir fazer isso sempre que necessário. Em qualquer lugar, desde que limpinho, é claro. Meu intestino passou a seguir um relógio muito pontual depois da chegada do Bruno, e não tive mais problema algum durante viagens mais longas.

A bexiga também não segura mais como antes, e, um copo d`água que seja já me obriga a ir visitar o banheiro. Passei a procurá-lo com muito mais frequência do que antes da gravidez.

Pode ser tudo uma mera coicindência ou talvez nem tenha relação alguma com a gravidez, mas que esses hábitos surgiram com a chegada do Bruno, ah, disso sim, eu tenho certeza…

Você também herdou algum hábito da gravidez? Compartilhe com a gente.

Postado por Fabiana Sparremberger

A calmaria da gestação...

29 de outubro de 2009 2

Pela tradição popular, o período de gestação dura nove meses, na contagem médica são 40 semanas a contar da última menstruação. No geral, a gravidez é dividida em três trimestres.

Com 21 semanas, ou seja, pouco mais de cinco meses, estou no segundo trimestre de gestação. Confesso que, no meu caso, os primeiros quatro meses foram um tanto complicados.

Quem acompanha o blog sabe de todas as dificuldades enfrentadas como náuseas, dores e outros incômodos de um organismo em fase de adaptação… (os relatos no blog, inclusive, foram alvos de crítica por parte de alguns leitores, mas era a realidade da época e não podiam ser ignoradas conforme a própria proposta desse espaço).

Contudo, passado o primeiro semestre, entrei num novo período de gestação, digamos o mundo ficou “cor-de-rosa”. Apesar de não ser a minha cor preferida, uso o rosa como referência para simbolizar o fim do mal-estar físico e psicológico e pela descoberta do sexo do bebê.

Recobrei o ânimo, a disposição para fazer tudo e, às vezes, tenho agitado até demais. Estou me preparando para receber a Antonela da melhor forma possível, arrumando as coisas delas, aprendendo sobre educação de pequenos, fazendo os “milhares” de exames para observar como a pequena se desenvolve no ventre.

Por falar em barriga, ela não pára de crescer. A cada dia, descubro uma peça de roupa cujo destino é a aposentadoria compulsória. Entro na fila de gestante sem constrangimentos…

A “pança” já é notada pelos amigos e se apresenta na hora das refeições. Nos últimos dias, tenho sujado a roupa com comida em função do espaço que fica entre o prato e a barriga… (acho que vou ter de pegar emprestado um dos babeiros da pequena).

E assim, vou aproveitando a boa fase que espero tenha vida longa.

Postado por ticiana_fontana

Sapato que cresce junto com o pé

28 de outubro de 2009 2

Os modelos, que vão do 14 até o 19, podem ser ajustados por até 3 números/Divulgação/Martha Becker Assessoria de Comunicação

Investir muito em calçado de criança é jogar dinheiro fora. Além de, em geral, eles custarem bem caro – muitas vezes, quase o mesmo valor de um artigo adulto -, os pezinhos logo vão perdendo o diminutivo (zinhos), e os calçados não cabem mais. Resultado: um calçado novo com muito pouco uso.

Nunca fui de gastar com calçados e roupas para o Bruno. Ele ganha muita coisa das dindas e dindos e também de amigas que passam adiante o que não serve mais para seus pupilos. Aliás, formamos uma corrente, que funciona muito bem. Hoje, por exemplo, recebo de volta roupas do Bruno que já foram usadas pelo terceiro bebê, além dele. Um barato!!! (no sentido figurado, mas também literal da palavra).

Por tudo isso, achei uma ideia bem bacana a linha Stika e Puxa, da coleção Primavera-Verão da Ortopé. Feito para os primeiros passos do bebê, o calçado aumenta de tamanho junto com os pés dos pequenos, acompanhando seu desenvolvimento. Os números vão do 14 ao 19. O tamanho 14, por exemplo, pode ser ajustado para até três números. Os modelos trazem diversas cores, cabedal e forro de lycra.

Postado por Fabiana Sparremberger

Exames e doces desejos...

28 de outubro de 2009 4

Ontem fiz um ecocardiograma fetal para observar o “coraçãozinho” da Antonela. O exame é um ultra-som que analisa especificamente o órgão. Avalia como o coração está se desenvolvendo, o funcionamento, o tamanho, forma, artérias e vasos sanguíneos.

Confesso que conscientemente não estava preocupada, mas quando o médico falou que estava “tudo bem” com o coração da pequena, fiquei de certa forma aliviada e agradecida.

Logo após o exame tive uma vontade incontrolável de comer um doce. Parei no primeiro posto e comprei um picolé, devorado com uma avidez impressionante. Neste momento percebi que virei uma “doçólatra”. Sei que não é bom para a mãe e nem para o bebê esse excesso de doce e penso: “hoje não vou comer”, mas a promessa dura apenas parte do dia. Quase diariamente tenho comido doces, principalmente à tarde.

Antes da gestação, raramente tinha esses ímpetos incontroláveis. Quando acontecia era durante o fim de semana.

Tomar sorvete no verão, dava para contar nos dedos.

Comer chocolate, só em ocasiões especiais e durante o inverno.

Pudim, nem pensar.

Sagu, nunca.

Pois agora a única coisa que está faltando traçar é um pote de açúcar.

Será que são os famosos “desejos”? Lembro-me do primeiro desejo que percebi. Foi na segunda semana após a confirmação da gravidez, senti uma vontade de comer sagu. Estava em Itaara e fiz o pedido para a minha mãe que prontamente o atendeu. Nem deixei esfriar o doce na panela e comi o sagu quente mesmo.

Passei tão mal que não quis mais saber de sagu.

(Espero que aconteça em breve o mesmo em relação aos outros doces que tenho devorado).

Postado por ticiana_fontana

A agenda do seu filho

27 de outubro de 2009 6

A psicóloga Renata, que nos fala sobre a importância do brincar, e o filho Matheus/Arquivo Pessoal
Um alerta é o que nos dá a psicóloga Renata Görski Bedin Damian, mãe do Matheus, de 4 anos. Natural de Santiago e morando atualmente em Nova Esperança do Sul (RS), ela pede que os pais evitem sobrecarregar a agenda dos seus filhos, para que eles tenham tempo de algo muito importante no seu desenvolvimento: BRINCAR.

E a Renata dá a dica, a partir de sua experiência como mãe. Confira:

Minha casa está sempre cheia de crianças, amigos do meu filho que está com 4 anos. É muito bom poder observar as brincadeiras, a personalidade, o comportamento e as diferenças entre eles e seus modos de brincarem.

O brincar é muito importante na infância, através dele a criança interpreta a sua realidade, coloca em ação suas fantasias, busca solução para seus problemas, aprende a conviver com o outro, apresenta seus sentimentos e emoções, interpreta o mundo adulto, elabora seus valores e aprende a conhecer o mundo em que vivemos. O brincar faz parte do desenvolvimento infantil e auxilia na formação da personalidade.

Meu filho gosta muito de joguinhos educativos, que, na minha opinião, são maravilhosos para a construção do eu. Com os jogos, a criança aprende a conviver com as regras, aprende a respeitar ao próximo e ao que é pré-estabelecido. Meu filho também gosta de construir cabanas, usa colchões, lençois e travesseiros, recebe seus amigos – reais ou imaginários – conversa “sozinho”, planeja estratégias, soluciona problemas e toma decisões. Às vezes, ele se torna profissional da saúde e age como tal, administra sua cabana como se fosse uma clínica. Muitas vezes, a cabana se desmacha e mais um aprendizado: recomeçar do zero!

Acredito que os pais, pensando no futuro dos filhos, fazem os mesmos pularem etapas do desenvolvimento, as agendas encontram-se sobrecarregadas de atividades extraescolares e resta pouco tempo para dedicar-se à infância e aos brinquedos. Na minha opinião, a agenda sobrecarregada deve ser deixada para quando nossos filhos forem adultos, claro que essas atividades são importantes, mas não a ponto de deixar as crianças com pouco tempo para a diversão.”

Postado por Fabiana Sparremberger

Ecocardiograma fetal

27 de outubro de 2009 0

 

Exames não faltam para analisar a saúde do bebê ainda dentro da barriga da mãe. Com vinte e uma semanas de gestação já fiz quatro ultrassons e consultei a médica cinco vezes pessoalmente (mais algumas ligações).

Além disso, para garantir uma gravidez tranquila, fui à nutricionista e faço fisioterapia específica (esses dois últimos sem cobertura do meu planto de saúde).

Hoje farei um ecocardiograma fetal para observar o “coraçãozinho” da Antonela. O ideal é fazê-lo entre 18 a 24 semanas de gestação.É um ultrassom bem parecido com os outros, mas neste caso, o especialista em cardiologia fetal vai observar as estruturas do coração, forma, tamanho, funcionalidade, etc.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda esse exame como de rotina durante o pré-natal, mas na rede pública de saúde só é indicado para gestações de risco (mães que tem diabetes, cardiopatia congênita, rubéola, idade avançada ou muito jovem, etc).

Uma anormalidade congênita do coração aparece em 5 para cada 100 nascimentos. Dos bebês com alteração congênita do coração, apenas 10% têm algum fator de risco.

O diagnóstico precoce, em alguns casos, é fundamental para indicar a necessidade de algum tratamento antes mesmo do nascimento.

Diante de tanta tecnologia “para o bem”, vamos utilizá-las.

Com os exames, não ficamos apenas na torcida, mas temos a certeza de que o bebê está bem.

Postado por ticiana_fontana

O primeiro Gre-Nal de Antonela...

26 de outubro de 2009 1

 

A Antonela, com pouco mais de cinco meses de vida uterina, assistiu de dentro da barriga o primeiro Gre-Nal neste domingo. O maior confronto de futebol do sul do país mobiliza milhares de torcedores e, cada vez mais, atrai o público feminino.

Lembro-me que defini realmente o time que torceria após os seis, sete anos de idade. Com pai e os dois irmãos gremistas, acabei virando torcedora do colorado. Não foi apenas um ato de rebeldia, tem uma explicação mais ampla.

O meu padrinho era (ainda é) torcedor fanático do Inter e nos levava (eu, meus irmãos e primos) ao estádio Beira-Rio. A visita acabou virando um hábito sempre que estávamos em férias.

Numa destas idas ao estádio conheci o goleiro Taffarel, ídolo do clube nos anos 80 e 90 (até hoje). Assistindo ao treino percebi a movimentação e a intimidade do grupo com um menino moreno que recebia uma atenção especial do goleiro.

Escutando dois adultos conversarem, descobri que o menino era um guri de rua que foi, digamos assim, adotado por Taffarel.

Já gostava do Taffarel como goleiro (meu irmão mais novo era gremista fanático, mas eventualmente usava a camiseta do Taffarel quando atuava como goleiro) e fiquei apaixonada por ele como pessoa e, desde então, virei colorada.

Com pai filósofo e compreensivo a escolha nunca foi questionada, a mãe não conta porque nunca gostou do futebol. Já os dois irmãos quanto mais incomodavam, mais aumentava a birra e a certeza pela escolha.

Nas últimas semanas tenho sentido a pequena se mexer insistentemente em vários períodos do dia, principalmente se estou muito tensa ou após as refeições.

Fiquei na expectativa de receber vários chutes durante o jogo. O Inter saiu na frente logo no início da partida e foi uma euforia tão grande que não percebi nada. Depois no segundo tempo, os azuizinhos foram para cima, a partida ficou tensa e irritante diante da mediocridade dos dois times. O jogo foi tão ruim que não pude perceber pelas “mexidas” para qual time ela vai torcer.

Se depender da vontade dos pais, a pequena Antonela vai ser vermelha “roxa” (espero que não seja “do contra”, como a mãe).

Postado por ticiana_fontana

Os nomes dos filhos

26 de outubro de 2009 1

Estes são os dois nomes preferidos pelas mães e pais santa-marienses/Loja Espaço Bebê/Divulgação

Arthur para menino, Isadora para menina. Esses são os nomes preferidos de pais e mães santa-marienses que receberam a cegonha neste ano. Baseado em uma pesquisa nos nascimentos - divulgados ao Diário pelos hospitais e publicada na seção Nasceu, no fim de semana e na segunda-feira, o blog Em Nome do Filho chegou a um ranking com os 30 nomes preferidos. A pesquisa considerou registros de janeiro a setembro.

Confira abaixo os 30 nomes preferidos dos pais santa-marienses para batizar seus tesouros neste 2009.

1 – Arthur – 26 registros

2 – Gabriel - 22

3 - Davi (e variantes) – 21

4 – Isadora – 21

5 – Matheus - 20

6 – Luiza (e variantes)- 16

7 – Manuela (e variantes) – 16

8 – Victor (e variantes)- 16

9 – Eduardo – 15

10 – Júlia – 15

11 – Kauã (e variantes) – 15

12 – Maria Eduarda – 15

13 – Emily (e variantes) – 14

14 – Lucas – 14

15 – Nicole – 14

16 – Felipe (e variantes) – 13

17 – João Vitor – 13

18 – Lorenzo – 13

19 – Pietro – 13

20 – Rafaela – 13

21 – Alice – 12

22 – Gustavo – 12

23 – Nicolas – 12

24 – Pedro – 12

25 – Emanuelle (e variantes)- 11

26 – Isabela (e variantes)- 11

27 - Luiz (e variantes) – 11

28 – Murilo – 11

29 – Mariana - 10

30 – Ana Clara – 9

E veja também os nomes preferidos no Brasil e no mundo.

Postado por Fabiana Sparremberger

Cinema para pais e filhos

25 de outubro de 2009 0

A ONG Cinema Materna promove sessões quinzenais de filmes direcionados a pais e filhos com até um ano de idade. A terceira sessão do projeto foi na quinta-feira, 22 de outubro, no Unibanco Arteplex, com o filme Te Amarei pra Sempre. A próxima será no dia 5 de novmebro, às 14h, no mesmo local.

 

 

Postado por Cristine Kist

Que tipo de grávido você é?

25 de outubro de 2009 0

A pergunta deve ser respondida pelos futuros papais e, é claro, com uma ajudinha da futura mamãe. Antes de tudo, devemos praticar um exercício simples, que às vezes esquecemos de fazê-lo: “nos colocar no lugar do outro”.

Nós, futuras mamães, viramos o centro das atenções, ou melhor, a nossa “barriga” vira. Porém nessa fase especial da vida, também devemos nos colocar  no lugar do futuro papai.

Enquanto a gravidez feminina se concentra na barriga, a masculina ocorre na cabeça. Além de preparo psicológico (vontade de participar e paciência), o futuro papai deve adquirir junto com a mamãe uma quantidade razoável de informação.

Se muitas vezes as coisas não são fáceis para a grávida, cheia de sintomas físicos e psicológicos, para o pai também. Em alguns casos, os coitados sofrem ainda mais…

Então, para uma gestação tranquila, o casal não pode deixar de ser ver como casal, se curtir, manter os momentos de namoro, carinho e companheirismo. É um exercício diário de renovar os votos de respeito e muita paciência…

Agora para descontrair e se divertir…

Identifique que tipo de grávido você é (compilados do livro: “O manual do grávido” de Cláudio Csillag e Humberto Saccomandi):

Solidário – Quer “sentir” a gravidez e chega a ter sintomas junto com a mulher.

Egocêntrico – Acha que tudo na gravidez é frescura da mulher e que quem sofre mesmo é ele.

Interessado – Lê tudo sobre gravidez, vai às consultas e gosta de mostrar o quanto aprendeu.

Ausente – Não está nem ao com a gravidez e evita o assunto. Parece até que não é com ele.

Superprotetor – Fica mais preocupado com a gravidez do que a própria grávida.

Abandonado – Acha que ela não dá mais bola para ele, que só pensa na gravidez e no nenê.

Machão – Explora a mulher na gravidez e quer um filho homem, já que mulher não serve para nada mesmo.

Postado por ticiana_fontana

Fisioterapia (de graça) para grávidas

24 de outubro de 2009 0

A dica é de Andrea dos Santos Leandro, mãe do Miguel, de 4 anos, e do Rafael, de 7 meses.

“O Curso de Fisioterapia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) oferece gratuitamente fisioterapia para gestantes, que inclui a preparação para o parto e orientações para o aleitamento materno e, também, a fisioterapia após o parto. Esse atendimento é parte do Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher, oferecido no 8º e 9º semestres do curso de Fisioterapia da UFSM, sob a supervisão das fisioterapeutas Elhane e Nara.

Neste semestre, excepcionalmente, estão atendendo no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador-Cerest, que fica na Alameda Santiago do Chile,345.

Os dias e horários são:

Segundas e quartas – Das 14h às 16h30min

Terças e quintas – Das 8h30min às 11h

O agendamento tem de ser feito pelo telefone (55) 3220-8178 (Serviço de Fisioterapia do Hospital Universitário de Santa Maria). Ainda há alguns horários disponíveis.

O serviço também oferece atendimento à mulheres que realizaram cirurgia por câncer de mama e àquelas com incontinência urinária.

Abraço a todos! Andrea Leandro

Postado por Fabiana Sparremberger

Manual do bebê...

23 de outubro de 2009 0

 

Observem duas novas recomendações que li numa revista de circulação nacional sobre fralda e leite para os bebês:

O que valia antes: Até dez anos atrás os pediatras recomendavam que a fralda fosse abandonada até os 2 anos (idade em que 70% das crianças conseguem controlar o esfinter).

O que vale hoje: A fralda pode ser tirada entre os 2 e os 4 anos. Quem determina o período mais propício é a criança. Quando está pronta para dispensar seu uso, ela costuma reclamar que a fralda está suja ou avisar que vai fazer cocô.

O que valia antes: Para os bebês que não consumiam leite materno sugeria-se o leite de vaca diluído com água.

O que vale hoje: Desde os anos 2000, o leite de origem animal foi vetado para criança com menos de 1 ano. Na impossibilidade de a criança ter o leite materno, a orientação é recorrer às fórmulas prontas.

As recomendações estão contidas no guia da Sociedade Brasileira de Pediatria, algumas novidades foram publicadas na referida revista. Não existem mais regras tão rígidas em relação aos cuidados iniciais com o bebê.  Na maior parte dos casos a orientação para a “primeiríssima” infância é para observar os sinais emitidos pelos pequenos.

Se por um lado facilita a situação, por outro é tanta informação que confunde os pais, principalmente os de primeira viagem.

Uma hora a regra é proibir, na hora seguinte é liberar geral. Fica difícil assimilar tantas novidades. As vezes, as dicas dos “especialistas” são contrárias a opinião dos “experientes”.

Em último caso vou recorrer a tradicional e “sábia” receita: pedir socorro para a minha mãe.

Postado por ticiana_fontana

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...