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Posts do dia 18 fevereiro 2010

Aviãozinho em pane

18 de fevereiro de 2010 6

Está na capa da Folha de S.Paulo desta quinta-feira, cujo exemplar acaba de chegar nas minhas mãos. “Estudo revela maus hábitos na alimentação de bebês” é o título. Em princípio, parece só mais uma reportagem sobre tão comentados problemas da nutrição infantil. Mais abaixo, o subtítulo: O que os pais dão aos seus filhos de 4 a 6 meses (atenção: não é o que os pais dão aos seus filhos de 4 a 6 ANOS!).
38,5% servem bolachas com recheio
20% servem alimentos semiprontos, como lasanha congelada
12,3% servem macarrão instantâneo

No caderno equilíbro, que traz a reportagem completa com o título Olha o Aviãozinho, mais dados do estudo inédito feito pela Sociedade Brasileira de Pediatria

Consumo alimentar dos bebês com mais de 6 meses
29,7% comem alimentos semiprontos, como as lasanhas congeladas
26% comem doces, como bala e chocolate
16,2% comem macarrão instantâneo pelo menos duas vezes por semana
9% bebem refrigerante
5,4% comem embutidos (linguiça, salsicha)

A pesquisa foi feita com 179 crianças, das classes A, B e C de São Paulo, Curitiba e Recife.  Nenhum dos alimentos citados, lembra a reportagem, devem estar na alimentação dos bebês de até um ano porque engordam, e não são nutritivos, além de serem ricos em gorduras, açúcar e sal.
Como bem escreve a repórter Patrícia Cerqueira, se os pais querem mesmo o melhor para os filhos, uma boa seria começar qualificando a alimentação. Dando o exemplo, inclusive.

No erro e no acerto

18 de fevereiro de 2010 6

- Toma o teu filho, boa sorte, virem-se…
Essa foi a impressão dos pais de primeira viagem após deixarem o hospital com o bebê no colo, sem saber direito como proceder dali em diante. A dupla achou que colocaria o nenê nos seios, e ele sairia mamando com a facilidade de um “bezerrinho”. Mas, logo nos primeiros dias de vida, constatou que a pequena não sobreviveria apenas de “amor”…
Depois de passar por várias dificuldades, aproveito o blog para relatar a preocupação com a falta de orientação e uma sugestão a outros pais para que não tenham tantas dificuldades no futuro.

Pais: perguntem… perguntem… perguntem de novo…

Na própria instituição de saúde, deveria haver uma maior orientação sobre amamentação _ sei que varia de hospital para hospital e, em alguns, há uma preocupação maior nesse sentido, com pessoas especializadas que trabalham nessa orientação _ mas isso não aconteceu no meu caso.
A gente se sente meio “sem chão” quando a amamentação não sai conforme o planejando… Não sabia direito quando tempo era para deixar em cada seio. Se necessário um complemento, quanto e qual o ideal? Quando vi o pote de leite em pó resolvi, por conta, esgotar o leite do seio para substituí-lo. O que fazer para evitar rachaduras, aumentar o bico?
Por isso que muita mãe desiste de amamentar… Aprendi no erro e no acerto… Fui em busca de informação e ajuda – com profissionais da saúde ou com mães mais experientes, no próprio blog…
Às vezes, são tantos palpites diferentes que a gente se perde em meio às dúvidas. No meu caso, muitas vezes, segui o tal “instinto materno”.
No quesito amamentação, ainda é uma luta o ato em si, mas estamos evoluindo…

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