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Posts de abril 2010

Dicas de presentes

30 de abril de 2010 0

Essa dica é para quem está procurando o presente para as mamães. Mãe que é coruja gosta de estar com o filho pertinho 24 horas por dia, mesmo que seja só numa foto no porta-retrato ou na tela do computador. Uma novidade bacana para presentear a mamãe são os mouse pads ilustrados com as fotos dos filhos.  Você pode escolher também uma foto legal de vocês dois para presenteá-la. Também é possível colocar a foto dos filhos ou de mãe e filho em quebra-cabeças, fronhas, almofadas ou aquelas canecas em que a imagem vai se revelando com a água quente. É uma dica para quem quer emocionar a mamãe, mas não tem muita grana no bolso para o presente.
A coluna Stagione, da jornalista Andreia Fontana, traz outras dicas bem bacanas para quem ainda não escolheu o presente da mamãe. Se você ainda está indeciso, não deixe de conferir a revista MIX do Diário de Santa Maria deste fim de semana, 1º e 2 de maio.

Agradecimento: Photo&Presente (www.photoepresente.com.br)

Meu Filho, Meu Tesouro (21)

30 de abril de 2010 0

Olá, pessoal. O nosso tesouro é a Julia de Almeida Pires, 4 meses, filha de Nei Soares Pires e Roseli de Almeida. Foi o papai que fotografou, e a mamãe enviou a foto.
- Ela é nosso maior tesouro porque nos trouxe uma felicidade muito grande, deu sentido as nossas vidas e nos proporciona grandes alegrias a cada sorriso e novas descobertas. Amamos muito nossa filha, e cada dia mais.

Você também pode mostrar o maior tesouro da sua vida aqui no blog.

Envie o nome do seu filho e dos pais, a data de nascimento do(a) pimpolho(a), o nome do fotógrafo e responda:

- Por que meu filho é o meu tesouro?

Fique à vontade também para fazer sua declaração de amor e compartilhar conosco a experiência mais emocionante que há nessa vida: a ma(pa)ternidade.

Massagem para bebês

30 de abril de 2010 0

A Academia do Sesc de Santa Maria promove uma palestra sobre Shantala, no dia 14 de maio, para pais de bebês recém-nascidos e de até 4 anos de idade e para gestantes, no auditório do Sesc (3° andar).
O palestrante Roberto Costa abordará a técnica de massagem para bebês e seus benefícios.
Os interessados devem se inscrever na Academia do Sesc (Avenida Itaimbé, 66) ao custo de um litro de leite, que será doado a uma entidade social. A palestra ocorrerá às16h e às 19h e tem a duração de uma hora.
Mais informações pelo fone (55) 3223-2288.

Afeto de pai

29 de abril de 2010 2

Seguimos recebendo colaborações sobre a síndrome de alienação parental, assunto tratado aqui no blog no último domingo. Luiz Felipe B. de Barros, bacharel em Direito e pós-graduado em Gestão de Pessoas pela FVG - São Paulo, nos envia este e-mail.

Olá pessoal! Em novembro de 2008, foi publicado artigo no Diário de Santa Maria sobre o problema grave que atinge os filhos de pais separados: a síndrome de alienação parental. Pois bem, oportuno e como reflexão, o reproduzo e acrescento que tal alienação se reflete ao pai até na condição de avô:

Obstrução do Afeto Paterno

Crescem diariamente, na Vara da Família, os casos em que a mãe manipula os filhos contra o outro progenitor. Multas diárias por impedir as visitas, ocorrências policiais, intimação de oficial de justiça, descumprimento de acordos entre as partes e determinação judicial não são suficientes para fazer que a progenitora garanta aos filhos o direito de conviver e ter o afeto do pai. Em casos mais graves, pode-se falar da síndrome de alienação parental, ou seja, quando, na maioria das vezes, a mãe faz de tudo para impedir o contato dos filhos com o pai.

O tempo passa e o pai torna-se um mero pagador de pensão sem a oportunidade de compartilhar do desenvolvimento físico e psíquico das crianças. Essas são levadas a odiar e a rejeitar o pai "afastado" que as ama e do qual necessita. Magistrados de renome internacional observam que quaisquer manipulações têm efeitos nocivos nos filhos, que vão desde a depressão crônica, incapacidade de adaptação a ambientes psicossociais normais, transtornos de identidade e de imagem, desespero, sentimento de culpa, comportamento hostil, dupla personalidade, e, até, suicídio em casos extremos.

Sabe-se que não é o Judiciário quem vai solucionar o problema de relacionamento havido entre as partes, embora litigioso, o que infelizmente acaba por refletir na convivência entre pai e filho. À Justiça cabe pelo menos assegurar o direito do pai e dos filhos de se verem e conviverem. Mesmo tendo os instrumentos coercitivos para, efetivamente, fazer com que os direitos dos filhos se sobreponham aos interesses da mãe, o Judiciário adota medidas paliativas por superproteger a guardiã.

Enquanto isso, as crianças ficam sem o convívio com o pai. É importante salientar o empenho do Ministério Público e do Conselho Tutelar, que agem e opinam para garantir o cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê o dever da família, do Poder Público, entre outros, de promover a convivência familiar: "É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar…, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária".

Mas afinal, por que a guardiã ou guardião cria obstáculos às visitas e impedimento ao convívio dos filhos? Uma das respostas mais freqüentes é da forma mais primitiva e abominável do ser humano: posse e vingança. Posse daquilo que acha que é seu, o(s) filho(s) e vingança pela falência da "relação familiar". Esquece que o direito de contato afetivo e frequente é fundamental na formação das crianças.

Antonela visita a Redação

29 de abril de 2010 1

A pequena apareceu por aqui na tarde de terça-feira, com a mamãe Ticiana. Todo mundo - colegas do Diário de Santa Maria e da RBS TV - deu uma paradinha nas suas tarefas para espiar a moça, que estava toda enfeitada para uma sessão de fotos, que faria na sequência. Durante a visita, dormiu parte do tempo, apesar da insistência da mãe para que ela despertasse. E não estranhou nenhum pouco a movimentação.

Confira no vídeo como está Antonela, prestes a completar seus três meses de vida.

A comilança da festa

28 de abril de 2010 6

Já tinha publicado aqui no blog um cálculo de quantos salgados e bebidas providenciar para a festa de aniversário do filho. Mas chega a hora de providenciar o festerê do meu, e fico com várias dúvidas. Ainda mais que não levo o menor jeito para organizar eventos, mesmo que para poucos convidados como será o do Bruno...

A divergência da hora é o número de salgados a ser encomendado. Como só aluguei o local para a festa, e fiquei de providenciar os comes e bebes (porque fica bem mais em conta pro meu bolso de jornalista), não sei quantos salgados calculo por pessoa.

Para piorar, a conta que me mandam fazer varia. Uma especialista em salgados diz que eu devo calcular 10 salgados por pessoa, incluindo os cachorrinhos. Outra me garante que precisam ser 12, e mais dois cachorrinhos por pessoa. O cálculo foi feito considerando que a festa terá duas horas e meia de duração, no máximo três.

Claro que não quero que falte nada, mas também não quero ficar com um montão de comes sobrando por dias e mais dias... Já aconteceu várias vezes comigo, e eu bem que queria acertar dessa vez...

Alguma mamãe que tem experiência no assunto pode me ajudar nesse cálculo aí?

Luta de um pai

28 de abril de 2010 2

Olá, meninas. Digo "meninas" pois eu já estou nos 48! Estive visitando o blog e gostei muito. Li o texto sobre alienação parental (publicado no último domingo, no blog) e quero me colocar à disposição para o que precisarem neste tema, assim como sobre a guarda compartilhada, que poderia evitar ou dificultar o aparecimento da alienação parental.
Sou pai (alienado) de um menino (14 anos) e de uma menina (8), sendo que minha eXposa levou-os para 700 quilômetros de distância!
Desde então, luto por meus "tesouros", participo e dirijo listas de discussão, possuo um blog, fui um dos redatores do projeto de lei 4053/2008 e o responsável por levá-lo até o deputado Régis de Oliveira, que o apresentou e defendeu na Câmara dos Deputados.
Petrus não é meu nome real, mas, sim, um codinome que uso devido ao preconceito do Judiciário. Caso possa ser de alguma valia, contem comigo!
Abraços
Petrus (São Paulo - SP)
Não me lembro de nenhuma necessidade da infância tão grande quanto a necessidade da proteção de um PAI. (Sigmund Freud)

Meu Filho, Meu Tesouro (20)

27 de abril de 2010 1

Olá, Fabiana, estou aqui para participar do blog Meu Filho, o qual considero um sucesso. Parabenizo vcs pelo ótimo trabalho e agradeço por ajudar nós, mamães e papais de primeira viagem. Meu picurrucho se chama Felipe e nasceu no dia 15/03/2010.

Quem tirou a foto foi a dinda Claudia Ramos. Nós, os papais babões nos chamamos Izabel Favarin e Mateus Conceição.

Bom, nosso filhão é nosso tesouro porque trouxe ainda mais alegria e razão à nossas vidas. A felicidade de acordar de manhã e olhar aquela carinha deitadinha no bercinho é inexplicável, ficamos ali, mamãe e papai, olhando e babando o bebê mais lindo do mundo!!!!!É divino, uma bênção de Deus. Um forte abraço a todas vcs, da mamãe Izabel e do papai Mateus.

Temos recebido tanta colaboração de lindos tesouros que vou intesificar a publicação deles. Aos papais e mamães que mandaram as fotos e as declarações de amor, peço só mais um pouquinho de paciência. Vamos mostrar todos aqui, com certeza. E com a maior satisfação em poder fazer essa singela homenagem.

Meu Filho, Meu Tesouro (19)

27 de abril de 2010 1

Olá, meninas!  Essa é a Rafaela Amag Savian, que nasceu dia 2 de março de 2010. Os papais são Fernanda Amag e Tiago Savian.
- Ela é meu tesouro porque mudou completamente minha vida, enchendo meu coração de amor de ternura. Cada momento, cada façanha dela é uma felicidade sem explicação. A maternidade tem o poder de transformação.
Ah, a fotógrafa foi a Izabel Mello. Beijo a todas, principalmente na Antonela, que também é a alegria dos papais. 
Fernanda Amag

Mães, respondam, por favor

26 de abril de 2010 12

Um pedido feito neste momento pela minha colega e amiga Andreia Fontana, editora-chefe do Diário de Santa Maria e colunista da Stagione, publicada nos finais de semana na revista MIX. Andreia é também colunista da Expresso, que circula na revista Almanaque, do jornal Pioneiro, de Caxias do Sul.

Ela quer saber de vocês, mães colaboradoras deste blog, o que gostariam de ganhar no dia 9 de maio. E um recado: não valem aqueles presentes que, pra nós, mães, são os mais preciosos como abraços e beijos dos nossos maiores tesouros...

Vamos dar as opções para ajudar você na escolha. O que você gostaria de ganhar no Dia das Mães entre:

1 - Acessórios

2 - Sapatos

3 - Roupas

4 - Tratamentos e produtos de beleza

Deixe seu comentário e ajude a Andreia a fazer suas colunas com sugestões de presentes.

Desde já, agradeço a colaboração de todas.

Bebê e mãe prematuros

26 de abril de 2010 1

A coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira, traz a vivência da mãe "prematura" e psicóloga Caroline Prolla, de Santa Maria. Abaixo, publico a íntegra do texto enviado pela Caroline.

Bebês prematuros continuam sendo uma das complicações mais comuns durante a gestação. A incidência da prematuridade está diretamente ligada às condições da saúde materna, ao estilo de vida e à falta de acesso aos exames do pré-natal. Acredita-se que o número de partos prematuros gire em torno dos 15% das gestações, e esse índice pode aumentar em populações de risco.
O assunto da prematuridade me acompanhou muitas vezes enquanto me graduava psicóloga, pois tinha interesse na intervenção da minha profissão nesse mundo. Depois de graduada me dediquei aprofundando conhecimento e dedicando uma parte da minha atuação profissional para a Psicologia Neonatal.
Hoje, neste espaço, estou unindo meus conhecimentos teóricos, minha atuação profissional com a minha experiência como mãe de um bebê que nasceu com 28 semanas gestacionais e permaneceu cerca de 90 dias internado aos cuidados da UTI Neonatal.    
O bebê que nasce é prematuro, necessita de muitos cuidados médicos e recebe toda uma atenção da equipe do hospital e dos familiares. Mas junto com o nascimento do bebê, nasce no mesmo instante uma mãe prematura, que adentra em uma nova realidade, que lhe desperta um paradoxo de sentimentos, muitas vezes incompreendidos por familiares e profissionais da saúde. Essa mãe deve ser tratada de forma humanizada, individualizada e diferenciada, pois cada uma vai atuar dentro de suas condições emocionais nesta nova configuração da maternidade, cada uma construirá essa história com seu filho, a sua maneira, e mais importante ainda, no seu ritmo. 
A mãe vai ao encontro do filho e se depara com uma equipe multidisciplinar, aparelhos, incubadoras, barulhos, recomendações, enfim, muitas informações anteriores ao reencontro mais que esperado, imaginado. Literalmente cercada, pois a mãe muitas vezes não tem acesso ao toque, ao cheiro e o contato acaba por restringir-se ao visual e auditivo, logo, toda a expectativa pode vir a se tornar uma montanha russa de emoções. 
Atravessar as paredes da incubadora vem a ser uma das maiores ambições de quem vive a situação de internação de um filho. Nesta situação é que a mãe vê seu bebê, visualiza o seu filho, procura nele característica semelhantes as suas. Então analisa-se a cor do cabelo, as mãozinhas, os pés... Este é um momento de pura e plena observação, ou melhor, contemplação... Portanto aos que acompanham este momento, respeitem, aguardem, e às mães, vivam de verdade cada momento ali. Descubram como é ele, ou ela. Logo descobrimos como eles gostam de ficar posicionados, se a claridade os incomoda, se dorme muito, como são seus movimentos, quando se espreguiça.. ah e ainda, quando menos esperamos, ouvimos seu choro, a única forma de expressão verbal do bebê recém-nascido.
Semanas ou meses podem se passar antes que o bebê possa deixar a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e ir para casa. Durante esse período, em que a vida fora do hospital deixa de existir, deve ser aproveitado pela mãe e pelo pai, para redescobrir esse filho que está ali diante dos olhos. Olhá-lo, quando possível tocá-lo, falar com ele, contar o que o espera fora do hospital, chamá-lo pelo seu nome, enfim, significá-lo como seu filho.
Duplas mães-bebês prematuros dançam a música no seu ritmo constituído juntos e assim fazem do período Neonatal o início da mais bela relação humana, a maternidade.

Meu Filho, Meu Tesouro (18)

25 de abril de 2010 0

Minha filha é meu tesouro porque desde antes de eu engravidar sempre sonhei com uma menininha em minha vida. Já tinha escolhido até o nome, pedi muito a Deus que me abençoasse com uma filha mulher. Quando deu pra ver no ultrassom que era menina realmente, minha felicidade estava completa. Hoje, ela está com 2 anos, mas já é minha fiel companheira e parceira, sempre de bom humor, alegre e prestativa...
Minha filha é tudo na minha vida, meu maior tesouro.
O bem mais precioso que alguém pode ter é ser mãe, pois ser mãe expressa tudo na vida, o amor, a fraternidade, a lealdade, o companherismo, enfim a vida. Ser mãe é aprender a dar de si antes de pensar em si, é amar alguém incondicionalmente, é amar mais que a si mesma.
Parabéns pelo sucesso do blog!!

A declaração de amor enviada para o blog é para a Manoela Pauletto Badke, filha de Renata Quinto e do Manoel Badke. As duas foram fotografadas pelo papai, num gostoso banho de mar

Uma violência contra o filho

25 de abril de 2010 2

Alienação parental: você já ouviu falar nela? Pois este domingo, dia 25 de abril, é o Dia Internacional da Conscientização sobre a Alienação Parental. No Brasil, há manifestações previstas em São Paulo (Parque do Ibirapuera), Rio de Janeiro (Praia de Copacabana) e Porto Alegre (Brique da Redenção).
O site www.alienacaoparental.com.br fala sobre o problema, que, para mim, é uma das principais violências que um pai e uma mãe pode praticar contra um filho. Confira:

A Alienação Parental ou Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é um termo proposto em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treinam para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.  
Os casos mais freqüentes da SAP estão associados a situações em que a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro.

O que faz o pai e/ou mãe na alienação parental
Exclui o outro genitor da vida dos filhos 
Não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos (escola, médico, comemorações etc)
Toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra etc)
Transmite seu desagrado diante da manifestação de contentamento externada pela criança em estar com o outro genitor 
Interfere nas visitas 
Controla excessivamente os horários de visita
Organiza diversas atividades para o dia de visitas, de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibi-las
Não permite que a criança esteja com o genitor em ocasiões outras que não aquelas prévia e expressamente estipuladas
Ataca a relação entre filho e o outro genitor 
Recorda à criança, com insistência, motivos ou fatos ocorridos que levem ao estranhamento com o outro genitor
Obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido no conflito
Transforma a criança em espiã da vida do ex-cônjuge
Quebra, esconde ou cuida mal dos presentes que o genitor alienado dá ao filho
Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa
Denigre a imagem do outro genitor 
Faz comentários inconvenientes sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho
Critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge
Emite falsas acusações de abuso sexual, uso de drogas e álcool


A criança que é vítima da SAP

Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor e sua família
Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor
Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade
Crianças Vítimas de SAP são mais propensas a: 
Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico
Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação
Cometer suicídio
Apresentar baixa autoestima
Não conseguir uma relação estável, quando adultas
Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado

Como parar a Alienação Parental?
Busque e divulgue informações
Tenha atitude  
Como pai/mãe, busque compreender seu filho e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro genitor
Busque auxílio psicológico e jurídico para tratar o problema
Não espere que uma situação de SAP desapareça sozinha
Lembre-se: a informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e adolescentes o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a participação de ambos os genitores em sua vida
A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz consequências nefastas para as gerações futuras. 
Pai e Mãe, os filhos precisam de ambos!

Estatísticas sobre a Síndrome da Alienação Parental
80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental
Estima-se que mais de 20 milhões de crianças sofram este tipo de violência

Fonte: www.alienacaoparental.com.br

No site, há vários textos e orientações sobre a alienação parental e indicações sobre outros sites que atuam nessa luta. Porque filho, a gente não separa.

Meu Filho, Meu Tesouro (17)

24 de abril de 2010 0

Oi Fabi, minha xará! Acompanho o blog desde a minha gravidez. Por muitas vezes, ri e chorei (realmente com a maternidade, a gente fica uma manteiga derretida) com o blog, com comentários, enfim.. O blog muito me ajudou a tirar dúvidas, enfrentar medos desse importante desafio de ser mãe.
Sempre fui como leitora, mas, agora, resolvi participar e partilhar com vocês o meu tesouro: o HENRIQUE. Ele é minha joinha, e está com nove meses.
Mando uma foto dele na volta da escolinha. Como faz frio aqui em Caxias, ele estreou uma touquinha nova, no estilo Chaves (aquele velho personagem mexicano!!)
Agora, estou às voltas com a festinha de 1 aninho dele, que será em julho. Sugiro notícias, comentários e novidades sobre o assunto no blog. Adoraria partilhar esse trabalho superbom de preparar o pequeno grande evento com outras mamães que já passaram por isso.
Um beijo.
Fabiana de Lucena

* Estou mandando a foto do meu tesourinho, Henrique de Lucena Provin.

R$ 30 mil em brinquedos

23 de abril de 2010 1

Pesquisa feita no Reino Unido, e divulgada nesta sexta-feira na Época Negócios Online, aponta que a maioria dos pais gasta mais de R$ 30 mil em brinquedos para os filhos. Por ano, o "investimento" chegaria a R$ 1,3 mil até que a criança complete 5 anos.  
Pelo menos 30% dos pais e mães, descreve a reportagem, dizem que compram os brinquedos, mesmo quando são carros e não têm dinheiro para isso, para que os filhos não se sintam "deslocados" diante dos amigos.
E se a pesquisa fosse feita no Brasil, hein? Qual seria o resultado?

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