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Posts de maio 2010

Meu Filho, Meu Tesouro (34)

31 de maio de 2010 0

Eu tenho um tesouro que move a minha vida! Meu filho, meu tesouro se chama Daniel Paes Militz. É o orgulho da família. Ele tem 2 aninhos, e essa é também uma ótima etapa… A etapa da bagunça é muito boa. Eles já sabem retribuir o carinho, falam bastante! Bastante ativos!
Eu me sinto muito realizada, com esse tesouro que Deus me deu!
Estou sempre acompanhando o blog e está cada vez mais maravilhoso!
Bjos a vcs,
Dayane Paes

PS: estou em férias, e este post foi pré-agendado.

Um vírus desconhecido

31 de maio de 2010 4

Um vilão desconhecido. É assim que pode ser chamado o vírus sincicial respiratório (VSR). O nome é um pouco complicado, e a falta de fama não corresponde à gravidade nem à quantidade de infecções causadas por ele.

O principal alvo são as crianças, principalmente e com maior severidade em bebês prematuros com doenças cardíacas ou respiratórias. Em adultos, o vírus se desenvolve como uma gripe comum. Nos pequenos, a pontaria do vilão é quase perfeita. Até um ano de vida, quase dois terços das crianças são infectadas pelo vírus e, até o segundo ano, as infecções atingem 99% delas, segundo Renato Kfouri, pediatra e diretor da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim).

O VSR é ainda o principal causador de internações de bebês, que apresentam quadros de tosse, chiado no peito e falta de ar. O frio dá ainda mais força ao vírus, que é sazonal e, na Região Sul, circula geralmente de março a setembro.

Além do número de infecções, outro dado que assusta é o da mortalidade. No mundo, são 160 mil mortes por ano causadas pelo vírus. Até um ano de idade, mata quatro vezes mais que o influenza, causador da gripe. Segundo a pediatra Sandra Elizabete Vieira, professora da Faculdade de Medicina da USP e pesquisadora do Hospital Universitário, os médicos brasileiros não têm o conhecimento que seria necessário sobre o vírus.

Infecções dobraram em 20 anos
A bronquiolite causada por VSR é uma das principais e mais graves infecções respiratórias e é a primeira causa de internação de bebês com menos de um ano. Segundo Sandra Vieira, pediatra e professora da Faculdade de Medicina da USP, a criança infectada com bronquiolite que tem esta idade tem quatro vezes mais chance de ter asma na infância e adolescência. E os quadros de infecções por VSR têm aumentado.

A pediatra afirma que mais de 60% das internações são devidas ao vírus, número que dobrou nos últimos 20 anos. Essas infecções são ainda mais perigosas em bebês prematuros, mais suscetíveis devido à baixa imunidade e à formação incompleta dos órgãos respiratórios, e que são cerca de 10 vezes mais hospitalizados que bebês nascidos a termo (no tempo normal de gestação).

Imunização
Não há uma vacina contra o vírus sincicial respiratório. Segundo o pediatra e diretor da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim), Renato Kfouri, é impossível aplicar uma imunização ativa, a vacina, devido à sensibilidade do organismo do bebê. Por isso, a proteção é feita por meio de uma imunização passiva, ou seja, a criança recebe os anticorpos prontos, direcionados contra o vírus.

A imunização é feita em lactentes em grupo de risco durante a fase de circulação do vírus. São cinco doses mensais consecutivas, que podem ser aplicadas logo depois do nascimento. Os bebês que fazem parte deste grupo são os prematuros nascidos com menos de 28 semanas de gestação, os portadores de doença cardíaca ou respiratória crônica.

Principais sintomas
Entre eles estão febre, coriza, tosse, espirros, chiado no peito, dificuldade para beber ou comer, vômito e falta de ar (em casos mais graves).

Medidas preventivas
Alguns cuidados durante os primeiros meses de vida podem evitar a contaminação pelo VSR ou outros vírus respiratórios
_ Lave as mãos com frequência e sempre antes de pegar o bebê, pois o vírus permanece vivo nas mãos por mais de uma hora
_ Evite aglomerações
_ Tenha cuidado ao manusear objetos da criança
_ Evite o contato do bebê com crianças mais velhas e adultos com sinais de resfriado ou gripe
_ Evite contato com fumantes e ambientes poluídos

O frio está aí e...

31 de maio de 2010 1

… as mães já vão tratando logo de encher os pimpolhos de agasalhos. Mas é preciso mesmo tanta roupa? Criança sente mais frio do que adulto? Essas e outras dúvidas comuns na chegada do frio foram respondidas pelo pediatra José Carlos Diniz Barradas, delegado regional da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul que atende em Santa Maria. Confira:


Quando tiver muito frio, dá para enforcar o banho do bebê ou apelar para o “banho de gato”?
Como tudo na vida, reza o bom senso – dia muito frio, criança não se sujou nem suou demais (o que é meio raro…), uma enforcadinha eventual não é nenhum crime. Cuide para não ser uma regra geral, e, sim, uma exceção. 
Usar “estufa” no banheiro é aconselhável?
Certamente! O segredo é desligá-la tão logo a criança esteja vestida e abrir a porta do banheiro para permitir a aclimatação, antes de sair do quarto de banho, evitando, assim, o indesejável choque térmico. 
Depois do banho, dá para sair com a criança para fora de casa? Que cuidados deve-se ter?
Bem agasalhada, cabelos secos ou no mínimo cobertos, sem problemas. Lembrar do que foi dito acima em relação ao choque térmico…
Criança sente mais frio do que o adulto? Colocar duas meias ou colocar calça de lã por baixo ajuda a esquentar?
Criança sente mais calor e mais frio, pois tem proporcionalmente uma maior superfície corporal, o que resulta numa maior troca de calor com o meio ambiente (o que pode “esfriar” ou “esquentar” a criança). Assim é precisomais agasalho quando estiver frio e pouca roupa quando estiver calor. Roupas coladas ao corpo, mesmo que mais leves, aquecem mais e melhor do que roupas pesadas, porém largas. 
Quando estiver muito frio ou quando a criança estiver resfriada, ela não pode fazer natação?
De novo, o bom senso – se temos um dia de frio muito intenso e a criança já está resfriada, melhor poupá-la das inevitáveis variações de temperatura envolvidas na prática de natação, no entra-e-sai de casa, carro, piscina, vestiário. É preciso considerar idade, infraestrutura do local etc… 
Se a criança estiver gripada ou então resfriada, mas sem febre, posso mandá-la para a escolinha? Em que casos tenho de deixá-la em casa?
Idealmente, toda criança menor (abaixo de 3 anos) com sintomas de infecção viral de vias aéreas (resfriado, gripe) deveria se ausentar da escolinha/creche até a resolução dos sintomas, independentemente da ocorrência de febre, para evitar, sobretudo, a transmissão cruzada dessas viroses. Acima dessa idade, esses quadros costumam apresentar menor risco de contágio e gravidade, não havendo uma recomendação formal de afastamento. 
Que cuidados tenho de tomar com o frio para evitar as doenças respiratórias?
Agasalhar bem
Boa alimentação, boa hidratação
Ventilar ambientes
Limitar contatos com doentes
Manter vacinas em dia
Higiene nasal frequente (soro fisiológico)
Ambientes aquecidos com moderação e bom senso

Coluna Em Nome do Filho publicada nesta segunda-feira, dia 31, no Diário de Santa Maria

Proteger demais desprepara

31 de maio de 2010 0


Mãe que é mãe não mede limites. O amor materno é conhecido por ser incondicional por excelência.
Mas e quando esse amor, mais do que cuidar e orientar, sufoca? Hoje em dia, os perigos também não encontram limites — álcool, drogas e criminalidade são apenas alguns dos monstros que se escondem no guarda-roupa da vida real. Para algumas mães, o ideal é preparar o filho para que saiba lidar com o perigo. Para outras, o certo é que nada aterrorize o sono das crianças. É a superproteção, que causa medo às mães e prejuízos emocionais aos filhos.

A psicóloga Andréa Klein acredita que as consequências são visíveis principalmente na escola, que é o local onde as crianças começam a compartilhar atenção, brinquedos, amigos e seguir regras sociais.

—  O comportamento inseguro e ansioso dos pais impede que os filhos tenham a oportunidade de
assumir responsabilidades. As situações mais comuns são comportamentos de superproteção em relação às frustrações, imposição de regras e limites. Os pais ficam confusos quando os filhos passam por momentos de dificuldade, caindo nas garras da superproteção — observa.

O instinto materno é feito do desejo de cuidar, auxiliar nas necessidades físicas e afetivas, amar, apoiar, dar oportunidade de crescimento, experimentar, acertar, errar e admirar. Na relação com os filhos, deve haver diálogo, sinceridade, compreensão e explicitação do que existe no mundo, tanto no que se refere aos riscos quanto às possibilidades. É preciso alertar sobre os perigos, mas não se pode fazer disto um argumento para isolar os filhos e torná-los reclusos.

— Uma criança que cresce com excesso de proteção não experimenta a sensação de resolver problemas, não sente frustrações, muito menos passa pelos sofrimentos que fazem parte do desenvolvimento do ser humano — define a psicóloga Roberta Balsini.

Roberta observa que momentos da rotina, como a dor das cólicas do bebê, o afastamento da mãe para iniciar na escolinha, mudança de cidade, a rejeição de um amigo e uma nota baixa, são corriqueiros na vida real e é preciso enfrentá-los. Se a criança for poupada de tudo pela mãe superprotetora, ela estará atrapalhando a construção da autonomia, segurança, confiança e autoestima do filho. Mas nem toda mãe cuidadosa pode ser diagnosticada como superprotetora.

—  A mãe cuidadosa é aquela que observa as características do filho, respeitando, auxiliando e incentivando seu desenvolvimento. A mãe que superprotege geralmente não aceita essas características, deposita no filho anseios, desejos e até mesmo frustrações. Cria e educa como se fosse dela, como se todas as faltas estivessem sendo compensadas naquele ser — diz.

Seria mais fácil se cada mãe conseguisse observar o próprio comportamento, identificar exageros e policiar-se a tempo. Mas, geralmente, a mulher que põe o filho dentro de uma bolha confortável não percebe que pode estar fazendo mal à criança. Muitas mães agem de forma impulsiva, mesmo que os outros mostrem comportamento exagerado.

—  Tornar isso consciente é a primeira tarefa, depois, o importante é buscar ajuda para localizar e tratar a causa da ação _ orienta a psicóloga.

Resgate da segurança
Muitos fatores podem contribuir e caracterizar mães ansiosas e superprotetoras, afirma  a psicóloga Roberta Balsini. Entre eles, podem ser citados a espera longa desse filho, sentimento de culpa por ter rejeitado o início da gravidez, tentativa de aborto, casamentos fracassados, dificuldade financeira e  outros. E muita coisa pode ser reflexo de algo ainda mais antigo.

Os conflitos que os adultos carregam na relação entre pais e filhos interferem e causam danos no desenvolvimento dos herdeiros. Crianças de mães que protegem demais prolongam e até dificultam a construção dessas características na formação da personalidade. Um adulto que foi superprotegido na infância pode crescer inseguro e tornar-se um pai ou mãe com dificuldade de educar um filho com autonomia e segurança.

A superproteção torna-se um verdadeiro monstro quando não são oferecidas chances reais de aventurar-se no mundo por contra própria. Para tudo há sempre algum acompanhamento dos pais _ tudo mesmo! Seja para ir à escola, ao clube, ao shopping ou mesmo em caso de férias e períodos mais prolongados de tempo, nos quais os pais, por insegurança total, impedem os filhos de fazerem programas em que não estejam incluídos.

—  É preciso que sejam concedidos momentos de liberdade aos filhos, pois será a chance de vivenciar estas experiências ou aventuras sem que o olhar e a presença dos pais os intimidem ou os exponham a situações de ridicularização diante dos colegas — ressalta Roberta.

Receita para a criançada (2)

30 de maio de 2010 1

Hoje é dia de Espetinho de Frutas. Lembrando que esta é a segunda dica do Receita para a criançada, um incentivo a levar o seu filho para a cozinha. Foto de Susi Padilha.

Espetinho de frutas
2 morangos
2 uvas sem semente
1 palitinho de churrasco
3 colheres de chocolate ao leite

1. Higienize as frutas e seque bem.
2. Espete as frutas no palitinho.
3. Derreta o chocolate e banhe as frutas.

A Valentina chegou

29 de maio de 2010 1

Olá Fabiana. Escrevo para contar que, no dia 28/04/2010, às 22h57min, nasceu a minha alegria, minha princesinha Valentina… medindo 50cm e pesando 3,630kg. Um bebezão muito esperado e muito amado.
Ela nasceu de parto normal e encheu a família de alegria.
A gravidez teve alguns momentos de tensão, como quando ela quis nascer com 31 semanas de gravidez, mas conseguimos segurá-la na barriga até as 40 semanas, com muito repouso e cuidado.
Estou te mandando fotinhos da minha pequena e gostaria muito que fossem publicadas no blog, pois acompanho desde o início da gravidez e sei que ajuda e muuuito com as informações e assuntos que são debatidos, ainda mais pras mamães de primeira viagem, como eu.
Parabéns pelo Bruno que cada vez demonstra estar mais esperto e pelo serviço de utilidade pública que é prestado pelo blog.
beijos,
Kathleen
A Feliz Mamãe da Valentina

PS: estou em férias, e este post foi pré-agendado.

Meu Filho, Meu Tesouro (33)

28 de maio de 2010 2

Oi Fabi! Sou gaúcha de Porto Alegre, mas, há quase 4 anos, moro no Rio de Janeiro, na cola do marido. No início do ano passado, recebemos a maravilhosa notícia que uma gremista carioca viria ao mundo, a Emília.
Estar longe da família amarga um pouco o doce momento de ter um bebê, mas não diminui a magnitude do evento. Meu parto foi lindo, no dia em que o Brasil (e o Rio) foi escolhido para sediar a Olimpíada. Parecia até que a festa em Copacabana era para receber a Emília.
Enfim, não vemos a hora de, um dia, voltarmos para casa, no nosso Rio Grande, e ver a nossa guria crescendo por aí. Até lá, vamos acompanhando a RBS e os blogs por aqui.
Sugerimos uma matéria sobre as novas mamães que vivem distantes da família e como nós administramos aquele velho dilema: creche, acompanhante, deixar de trabalhar…
Por estarmos sozinhos aqui, nós optamos pela creche e a segurança da coletividade, mas não foi fácil. Aliás, não tem sido fácil. Estou de volta ao trabalho há menos de uma semana e atravesso as horas de trabalho acumulando a saudade, que será compensada com toneladas de beijos quando nos reencontramos.
Aí vai uma foto da nossa garota carioca de alma gaúcha e sangue tricolor!
Beijos, Carol

Bebê: Emlia Kuelle
Mamãe: Maria Carolina Kuelle
Papai: Marcelo Kuelle

PS: estou em férias, e este post foi pré-agendado

Receita para a criançada (1)

27 de maio de 2010 0

Esta é a primeira receita de um especial que preparei com dicas para quem quer levar o filho para a cozinha. As receitas que serão publicadas no blog nos próximos dias já saíram no caderno Gastronomia, do jornal Diário Catarinense. Começamos com a receita de um Sanduíche Aberto (a foto é de Susi Padilha).

Uma boa oportunidade para levar as crianças para a cozinha (com sua supervisão, é claro) e se deliciar com o resultado.

Sanduíche aberto

1 fatia de Pão de forma
1 fatia de queijo lanche
1 fatia de peito de peru
1 colher de chá de requeijão cremoso
1 fatia de tomate
1 cortador de biscoito redondo (4cm de diâmetro)

Com um cortador de biscoitos, corte uma fatia de pão, uma de queijo e uma de peito de peru.
Passe o requeijão cremoso no pão, coloque sobre esta fatia o queijo e o peito de peru, decore com uma fatia de tomate.

Porção: 1

PS: estou em férias, e este post foi pré-agendado.

O Lorenzo chegou

26 de maio de 2010 0

O Lorenzo é meu primeiro filho, LORENZO ZANETTI ZELADA! Nasceu no dia 15 de abril, no Hospital de Caridade, em Santa Maria, com 2,940 quilos.
É nosso filhinho (Etiane Marques Zanetti e Luiz Fernando Zelada Júnior). Estávamos morando em Mallet, no Paraná, e viemos para Santa Maria para ter o baby. Talvez fiquemos aqui, já que a vida de papais é diferente do que quando se está sozinho.
A mudança de casa/cidade se deu em função do Lorenzo. Como a cidade onde estávamos é pequena, não tinham médicos, bons pediatras etc. E a saúde do pequeno está em primeiro lugar… Estamos na casa da vovó Neli (minha mãe).
Etiane Marques Zanetti

PS: estou em férias, e este post foi pré-agendado

O dia em que os trigêmeos viram os Backyardigans

25 de maio de 2010 0

Na última semana, o blog ofereceu quatro pares de ingressos para pais e mães que respondessem a uma pergunta. Recebemos o relato da Christiane, uma das mães contempladas com o brinde. Mãe trigêmeos, ela aproveitou a experiência para nos enviar um breve relato!

“O teatro estava ótimo. Os Backyardigans continuam dando um show, cada espetáculo mais lindo que o outro, e a criançada vai à loucura, não tem como não ir. Até a mamãe aqui ficou com vontade de dar um abração no Pablo, Tyrone, Uniqua, Tasha e Austin. Imagina meu trio! Por eles, subiam no palco e agarravam todos.

Pela primeira vez, fui sozinha com os três ao teatro e olha que não sentamos todos juntos. Como ganhamos dois ingressos, os outros dois foram comprados para a fileira de trás. Eles se comportaram superbem, estão uns mocinhos estes meus fofos!!!!

Posso dizer a todos do blog Meu Filho que a tarde de domingo foi muito agradável e que vocês colaboraram com isso, obrigada!!

Vocês podem ver a foto do trio, Pedro, Laura e Rafael. A mamãe, depois do intervalo, foi cuidada pelo Rafael (na foto abaixo)!
Beijos, Christiane”

Quem quiser conhecer um pouquinho da história destes três, pode entrar no blog http://triozinho.zip.net

As fotos foram feitas pela mamãe Christiane!

Meu Filho, Meu Tesouro (32)

25 de maio de 2010 0

Olá Fabiana. Estou te enviando a foto do meu filhote, lindo.
O nome dele é Artur Dias Ferreira Pedroso, nasceu no dia 16/12/2009.
Meu filho é meu tesouro porque mudou completamente minha vida. Não existe amor maior!
É uma bênção de Deus, nos dá muita alegria, felicidade, nos completa como seres humanos.
É o meu tudo!
Hoje, não consigo imaginar como era a minha vida sem ele.
A foto foi tirada por mim, e os papais desse tesouro são a Tatiana e o Tiago (foto abaixo).
Abraços, Tatiana
PS: estou em férias, e este post foi pré-agendado.

Em férias. Só eu, o blog, não

25 de maio de 2010 0

Leitoras queridas e leitores queridos,
Estou entrando num curto período de férias a partir desta terça-feira.
Aproveitei a saída para o descanso (ou para cansaço, já que estarei trabalhando nos preparativos e na festa de aniversário do Bruno), para deixar tudo organizadinho aqui no blog. De maneira que vocês tivessem leitura garantida nesse período.
Vamos publicar, a partir de hoje e nos próximos dias, um especial da sessão Meu Filho, Meu Tesouro. Então quem mandou seu tesouro, aguarde, que ele vai brilhar aqui no blog em breve.
Preparei também a publicação de receitas especiais para papais e mamães prepararem junto com os filhos (as receitas foram publicadas no caderno Gastronomia, do jornal Diário Catarinense). Eu, que sou bem devagar na cozinha, garanto que parece muito fácil, e quero ver se consigo experimentar pelo menos uma delas, levando o Bruno para a cozinha…
Aguardem as novidades e um abraço fraterno a todas,
Fabi

Eu li direito? Ensino Fundamental aos 5 anos?

24 de maio de 2010 4

Um projeto de lei no Senado quer tornar obrigatória a matrícula no Ensino Fundamental aos 5 anos de idade, em vez dos 6, como ocorre atualmente. Segundo resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) emitida em dezembro de 2009, a matrícula no 1º ano deve ocorrer só para crianças que fazem 6 anos até 31 de março do ano letivo. Em alguns Estados e municípios, decisões judiciais estão permitindo o ingresso no Ensino Fundamental de pequenos de 5 anos que completam 6 durante o 1º ano. Um verdadeiro crime, na minha modesta opinião.
Representantes de entidades que defendem os direitos das crianças, com a ajuda do MEC, defendem a rejeição ao projeto de lei. Para o MEC, a mudança trará “um dano irreparável” para as crianças, que não terão nenhuma vantagem educacional com isso. Hoje, a lei manda que alunos de  4 e 5 anos sejam matriculados na pré-escola e, de até 3 anos, em creches, ambas etapas da Educação Infantil.
A Rede Nacional Primeira Infância diz que a mudança, que teria sido motivada pelo setor privado, queima etapas no desenvolvimento infantil. A entidade afirma que cada vez mais os consultórios de psicologia estão atendendo crianças forçadas precocemente a atender às expectativas dos adultos.
Por um mês, o meu guri, que faz 5 anos agora no fim deste mês, poderá cursar mais um ano de Educação Infantil. Então, ele ainda tem este ano e mais 2011. Ufa! Ainda bem! Sou do time que acha um absurdo antecipar o aprendizado infantil. Os pais têm de respeitar o tempo das crianças, deixar que elas sejam crianças, que tenham tempo para brincar e para não fazer nada, se for o caso. Me assusta muito a ansiedade de pais que, pensando no futuro profissional do filho assim tão cedo, já tentam matriculá-lo antes da idade. Parece-me uma atitude um tanto egoísta, uma falta de respeito até ao filho, e ao seu direito como ser humano. Por que será que os pais teimam em tentar o ingresso precoce se tantas pesquisas já provaram que isso não será garantia nenhuma de um filho mais inteligente ou mais bem-sucedido no mercado de trabalho? Depois os pais não entendem por que os adolescentes chegam assim tão indecisos e confusos na hora de escolher a profissão… Pudera! Alguns terão de escolher seu futuro com 16 anos…
Realmente, os pais têm de pensar muito na hora de tomar essa decisão, ler sobre o assunto e aconselhar-se com quem entende do assunto. A Justiça pode até garantir o ingresso do seu filho antes do tempo previsto pela lei, mas a sua consciência pode lhe cobrar depois.
Parece que haverá um substitutivo à proposta dos 5 anos, estabelecendo o ingresso a partir de 6 anos, mas não há esclarecimentos sobre uma data limite para matricular as crianças. Acompanhemos.

(Com base em informações divulgadas pela Agência Brasil)

Coisas do filhósofo

24 de maio de 2010 1

Sabe quando seu filho faz aquela pergunta e você não sabe o que responder? Pois isso é mais do que comum nas famílias que têm crianças pequenos.

A mãe coruja Deborah Bresser aproveitou as pérolas do filho e escreveu o livro “Vico, o Filhósofo”, repleto de filosofias do pequeno. Abaixo, reproduzimos algumas perguntas brilhantes do guri.

Você se identifica com elas? Envie para meufilho@zerohora.com.br relatos sobre perguntas da gurizada que surpreenderam você. Publicaremos o conteúdo aqui no blog.

“Mãe, a gente não pode amar muitas pessoas, senão o coração fura. Tem o ângulo, não cabe. Fura!”

” Os números são as letras da matemática, mamãe!”

“Na China não chove. É do outro lado do mundo, as nuvens ficam depois do chão, e as gotas caem para lá do depois, sem molhar as casas, os prédios e as pessoas.”

“A nossa família não pode ser infinita. Alguém deve ter caído do céu.”

“A Terra é uma bola de basquete mecânica”

Um vilão chamado VRS

24 de maio de 2010 1

Abaixo, reproduzo a coluna Em Nome do Filho, publicada nesta segunda-feira, dia 24 de maio, no Diário de Santa Maria.

Os prematuros devem ser imunizados contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de internação de bebês no primeiro ano de vida. O enunciado da reportagem, publicada na segunda-feira passada, no Jornal de Santa Catarina, também do Grupo RBS, chamou logo minha atenção. Nunca havia ouvido falar nesse “vilão desconhecido”, como caracteriza o repórter Vinícius Batista, que viajou para São Paulo, a convite do laboratório Abbott, para participar do 1º Encontro de Atualização em Vírus Respiratórios, promovido também pela Associação Brasileira de Imunizações (Sbim) e pelo Instituto Abrace. Em todas as discussões, o VRS foi discutido. E a Sbim chegou a lançar a campanha Prematuro Imunizado É Prematuro Seguro, para alertar sobre a importância de imunizar os prematuros.
Pois bem, os principais alvos do VSR são os prematuros e os bebês com doenças cardíacas ou respiratórias. A estimativa é que até um ano de idade, quase dois terços das crianças são infectadas pelo vírus, e até o segundo ano de vida, as infecções atingem 99% delas, segundo Renato Kfouri, pediatra e diretor da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim).
O VRS é a principal causa de internações de bebês no primeiro ano de vida. O problema é que os sintomas são muito parecidos – para não dizer iguais – aos da gripe comum.
Mas se o vírus é tão perigoso, por que tantos pais e mães nunca ouviram falar dele? Entre os fatores: os médicos não teriam o conhecimento necessário sobre ele, o exame não é feito porque muitas vezes os casos são tratados como viroses comuns e as doenças causadas pelo VRS se diluem em meio a tantas outras. 

Os números
64 milhões de crianças são infectadas pelo VSR por ano no mundo
O vírus causa 160 mil mortes por ano no planeta
Até o segundo ano de vida, 99% das crianças são infectadas
Até um ano de idade, o VSR mata quatro vezes mais que o vírus da fripe comum

Os sintomas
Febre, coriza, tosse, espirros, chiado no peito, dificuldade para beber ou comer, vômito e falta de ar (em casos mais graves)

Como prevenir
Alguns cuidados durente os primeiros meses de vida podem evitar a contaminação pelo VSR e outros vírus respiratórios
Lavar as mãos com frequência e sempre antes de pegar o bebê – o vírus permanece vivo nas mãos por mais de uma hora
Evitar as aglomerações
Ter cuidado ao manusear objetos da crianças
Evitar o contato do bebê com crianças mais velhas e adultos com sinais de resfriado ou gripe
Evitar contato com fumantes e ambientes poluídos
Adiar o máximo possível a ida para a creche

Como imunizar
Não há vacina contra o VSR. A proteção é feita por meio de uma imunização passiva, ou seja, a criança recebe anticorpos prontos contra o vírus.
A imunização é feita em lactentes em grupo de risco durante a fase de circulação do vírus. São cinco doses mensais consecutivas, que podem ser aplicadas logo após o nascimento. Os bebês que fazem parte deste grupo são os prematuros nascidos com menos de 28 semanas de gestação, os portadores de doença cardíaca ou respiratória crônica
A dificuldade está em conseguir o medicamento pelo SUS, devido ao alto custo. Muitos pais têm de entrar na Justiça. Os pais de bebês que nasceram saudáveis e querem imunizar os filhos podem buscar os serviços particulares. O problema é o preço. Cada frasco com os anticorpos – que pode render até quatro doses – custa, em média, R$ 4 mil.
Segundo o pediatra Larry Marcos Cassol Argenta, de Santa Maria, por ser muito cara mesmo países ricos restringem o uso da imunização a lactentes de maior risco. O médico lamenta que a via judicial tenha de ser usada para garantir os anticorpos que vão proteger o bebê.

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