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Posts de junho 2010

Saco Gestacional...

30 de junho de 2010 2

Uma amiga está na fase inicial da primeira gravidez. A alegria imensa por um bebê tão esperado, as vezes, é ofuscada por inseguranças e desapontamentos. Os sintomas iniciais da gravidez foram parecidos com os meus. Inchaço e dor constante nos seios.

No primeiro exame, a mesma decepção... Ela só viu o tal "buraco negro", o chamado saco gestacional. Nem o coração conseguiu ouvir. Temendo ser alarme falso, ela procurou imediatamente a obstetra. A médica a acalmou e explicou que o resultado era normal porque a gestação estava numa fase muito inicial (pouco mais de duas semanas).

Hoje acho engraçadas as colocações dela... Reconheço-me um pouco nela. Lembro que também tinha muitas dúvidas... Mãe de primeira viagem é uma viagem total.

Por isso vou voltar no tempo e relembrar com ela aqui no blog alguns momentos importantes da gravidez. Nas primeiras semanas o ácido fólico e um cuidado intenso na alimentação são fundamentais para ajudar no bom desenvolvimento do feto.

O Isaque chegou!

30 de junho de 2010 1

Oi Ticiana! Quero compartilhar com a turma do blog, a coisa mais importante da minha vida, meu filho, ele chegou dia 12 de março de 2010, pesando quase 3 quilos.
Depois de uma gravidez complicada, ele naceu lindo e muito saudável. Sempre acompanho os relatos das mamães e é muito importante dividir conhecimentos e experiências com outras mamães. Aí vai uma fotinho do meu bebê agora com três meses. Um abraço pras mamães corujas.
Simone Machado

Obrigada, gurias

30 de junho de 2010 3

Em tempo, agradeço as valiosas dicas que recebi aqui no blog para limpar as manchas e a sujeira das calças do meu guri. Gurias, o pote rosa que vocês me indicaram é mesmo milagroso, dá resultado e vale o investimento de cada vintém.
Não precisei mais esfregar as roupas, e as unhas têm ficado com esmalte por até 5 dias, um absoluto recorde pra mim, que não consigo lavar a louça nem a roupa com luvas... Ah, e a pele das mãos também agradece...
Meu próximo passo é comprar o pote branco, para testar em roupas da mesma cor.
Aliás, aproveitando-me da disponibilidade de vocês em ajudar e da sabedoria de mães que passam trabalho e encontram maneiras de driblar esses percalços do dia a dia, pergunto a vocês o que, dia desses, uma conhecida me perguntou: "como a gente, que é mãe e bota a mão na massa (lava louça, lava roupa, passa, limpa a casa...) pode conservar o esmalte nas unhas?
Eu já tentei usando luvas, mas não consigo de jeito maneira... Alguém tem uma dica para ajudar essa mãe?

O Primeiro Limite A Gente Não Esquece!

29 de junho de 2010 1

A Antonela está numa fase em que deixa bem claro se está curtindo ou não. Se algo não sai a contento, a pequena reclama em forma de choro. Até onde ceder?

As vezes, na ânsia de agradá-la, passamos o tempo todo mudamos de posição. É um senta e levanta a pequena.  Coloca e tira do carrinho. Anda com ela pela casa. Dá aquela balançadinha com a pequena no colo. Dança. Canta. Brinca.

É difícil explicar, mas com a convivência é fácil verificar as exigências dos pequenos mesmo que ainda não falem.

Se a Antonela resmunga durante a mamada, é sinal de que está na hora de trocar o seio. Se a reclamação é mais efusiva e com pequenos refugos, significa que está na hora de encerrar a mamada.

Durante a noite, são resmungos para demonstrar que caiu o bico ou que esta tendo algum tipo de pesadelo.

Pela pequeneza e encantamento que a figura provoca, fica difícil para os pais perceberem quando é hora de impor limites.

O primeiro limite que impomos para a pequena foi a hora de dormir - o grande sono da noite. "Não tem choro, nem vela", ou melhor, é no escuro e não cedemos aos choros e resmungos. Ela vai acordada para a cama e dorme sem reclamar na maioria das vezes. Porém, algumas noites são torturantes e tempos de aplicar o "nana nenê" (damos um tempo, entramos no quarto, damos boa noite e assim vai progressivamente até a pequena ceder).

Não é fácil dar limites. Quando entro no quarto e o choro cessa imediatamente e a pequena dá aquele sorriso, é difícil resistir. Outro dia (noite) não agüentamos (o pai e eu) e a pequena dormiu com a gente na cama - foi uma exceção a regra, mas, as vezes a transgressão é inevitável, hehehe.

O que é ser mãe

29 de junho de 2010 7

Pedi autorização para a Lia Rauber da Silva para divulgar o texto abaixo aqui no blog. Ele foi publicado no Diário de Santa Maria de 24 de junho. De uma sensibilidade apurada, sintetiza a renovação que todas nós, mães, vivenciamos no dia a dia dessa missão ímpar. 

O processo de ser mãe é a maior experiência de minha vida. Durante minha gravidez, curti muito meus filhos, amando-os, sem nem mesmo os conhecer.
Ser grávida era ter a serenidade e tranquilidade maior, porque pensava e sentia  emoções muito fortes e prazerosas o tempo todo. Era a gravidez normal de uma gestante sadia e feliz.
Com os filhos nascidos, aprendi as diferenças entre seres humanos irmãos, nascidos totalmente dependentes, que à medida que crescem e desenvolvem, aumentam suas capacidades e seus talentos vão aflorando. Ser mãe, passou a exigir de mim tempo, dedicação, estudo, mudanças de hábitos e, principalmente, a prestação de cuidados.
Ser mãe me fez renovar constantemente. Passei pelo tempo do colo, dos primeiros passos, ao de vê-los andar sozinhos. Da amamentação, um pouco frustrante, de apenas dois meses, passei às incertezas da alimentação artificial.
Teve o tempo da higienização, com fraldas, babeiros, aprendizado do controle de esfíncteres; tempo dos choros, birras, baldas, brigas e do sono e repouso tranqüilos.
Teve o tempo de ninar, cantar cantigas, ler historinhas infantis, contar repetitivamente e da mesma forma, as mesmas histórias, mas também  também chegou o tempo de ouvir suas peripécias, seus medos, inquietações e  suas conquistas.
O tempo das brincadeiras dentro e fora de casa: balanços, esconde-esconde, corridas, saltos, joguinhos...
Tempo do sim e do não, de impor limites, quem sabe nem sempre necessários ou adequados ao momento...
Teve o momento doloroso de ir trabalhar e ter de deixá-los, às vezes  aos prantos, chamando "mamãe". Assim como teve o tempo de deixá-los na escola, com pessoas com quem apenas estavam começando a conviver.
Chegou também o tempo de ser sua fã incondicional, pelas muitas coisas lindas que faziam em casa, na casa de familiares, na escola, aplaudindo-os sempre como os melhores filhos do mundo.
Hoje, chegou o tempo de aplaudi-los pela sua independência, e embora o ninho possa estar vazio, o coração está transbordante de laços filiais entrelaçados pelos braços do amor.
Com os filhos aprendi a amar mais e ser mais amada! E isso para mim é ser mãe.

Lia Rauber da Silva

A primeira Copa da Valentina

29 de junho de 2010 0

Esse é o meu maior tesouro, minha filha Valentina Campagnoni Leal de quatro meses. Acima, ela foi clicada pela nossa querida fotógrafa Sheila Fávio, do estúdio Print Collor, para retratar seus 4 meses. De tão lindas, as fotos foram escolhidas para estampar os modelos de canecas, camisetas e pôsteres do estúdio em comemoração à Copa do Mundo. Ficamos muito orgulhosos.

Na foto abaixo, ela está no colinho da mamãe, durante o jogo.

Ficaríamos ainda mais felizes se vocês publicassem uma dessas fotos no Meu Filho!

Muito obrigado!

Da mamãe,

Tanise Camapgnoni

10 mandamentos para proteger os pequenos do frio

28 de junho de 2010 0

Os 10 mandamentos para proteger os pequenos das doenças de inverno, segundo reportagem publicada no jornal A Notícia, do Grupo RBS, no último dia 22 de junho. Dicas bem simples, mas muito úteis para cuidar bem dos nossos pimpolhos no frio.

1 Se os pais estão resfriados ou gripados, devem lavar as mãos constantemente
2 Use álcool 70% ou em gel para higienizar as mãos
3 Esteja com as vacinas sempre em dia
4 Se a criança estiver com febre superior a 39º, gemendo e sem vontade de brincar, procure imediatamente
um médico para evitar complicações respiratórias
5 Crianças até seis meses devem mamar no peito. Isso reduz consideravelmente doenças respiratórias ou mais graves
6 Crianças com mais de seis meses devem abusar de chás, sucos naturais e água. A hidratação é fundamental para manter a saúde
7 Se for possível, evite ambientes fechados
8 Evite sair com as crianças no sereno, principalmente se estiver com o cabelo molhado
9 Agasalhe bem as crianças com meias, luvas e toucas, que protegem as extremidades (cabeça, pés e mãos)
10 Ao limpar a casa, prefira os panos úmidos e aspiradores de pó. A vassoura levanta poeira, que prejudica ainda mais o sistema respiratório

(foto: Julio Cordeiro)

Quando chega a hora de voltar ao trabalho

28 de junho de 2010 2

A vida em pausa. A vida recomeça com outro sentido. São percepções comuns da maternidade. A dedicação é quase total para aquele serzinho totalmente dependente – por sinal, o mais dependente da natureza. O período de licença-maternidade pode durar dois, quatro ou seis meses. Independentemente do tempo, a volta ao trabalho é um suplício para boa parte das mães. Apesar de dolorosa, a separação é importante para a dupla – mãe e filho.
Confesso que retornei ao trabalho com o coração partido. Senti a separação muito mais do que a Antonela. A pequena está sendo bem cuidada pela Roselaine Severo, babá há 22 anos (na foto acima, com a Antonela). O largo sorriso da pequena ao vê-la pela manhã... O jeito carinhoso com que a babá a trata... Tudo isso me deixa extremamente tranquila para ficar algumas horas tentando me desligar de casa.
Para o psicólogo especialista em desenvolvimento infantil Cesar Bridi, confiança e segurança são sentimentos que a mãe tem de passar para o filho quando retoma as atividades profissionais.
– É preciso escolher bem a creche ou o cuidador, seja ele parente ou não.
Bridi afirma que a criança sente toda a insegurança ou frustração da mãe. Para as mamães que amamentam, o ideal seria fazer intervalos pela manhã e à tarde e dar o mama em casa. Se isso não for possível, é preciso ter cuidado para não tentar compensar demais o tempo fora e superproteger os pequenos na volta do trabalho.
– A mãe precisa ter vida além do filho. Deve continuar fazendo coisas sozinha, como ir ao mercado, às compras. Não deve chegar em casa do trabalho e ficar o tempo todo grudada na criança.
Alguns bebês sentem mais do que outros a separação. Eles podem apresentar estado de irritação, falta de apetite e até febre. Normalmente, essa fase de adaptação dura, em média, uma semana.
Teoria à parte, fico com a frase de uma experiente mãe que encontrei esta semana.
– Tive três filhos. Achei que me acostumaria no segundo. Depois, no terceiro. Nunca me acostumei. Saía de casa com aquele aperto no coração.

Coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira, dia 28, por Ticiana Fontana. Com foto de Lauro Alves

Volta Ao Trabalho - Parte II

27 de junho de 2010 1

Há três semanas retornei às atividades profissionais. Tenho a sensação de estar numa maratona constante. Trabalho um pouco, volto para casa para dar mama, retorno ao trabalho, volto para casa, brinco com a pequena, vou ao mercado, faço ginástica...

A volta ao trabalho após a licença maternidade é o assunto da coluna dessa segunda-feira do jornal Diário de Santa Maria e será reproduzida aqui no blog. A pedido de uma leitora, volto a falar sobre o assunto com o respaldo de um psicólogo especialista no desenvolvimento infantil.

A estreia da corneta

26 de junho de 2010 1

Foi a estreia da corneta (ou seria buzina?) presenteada pela avó (uma bem parecida com esta da foto ao lado). Ainda antes do jogo,o guri acompanhou a mãe até a manicure, com o presente pendurado no pescoço. Resistiu bravamente à vontade de fazer barulho dentro do salão de beleza, apesar de ouvir tanto barulho do lado de fora. No máximo, colocou o presente na boca, mas cumpriu o combinado com a mãe, rendendo elogios das frequentadoras do local. O combinado era que, na ida para casa, ele poderia "aquecer" para o jogo. Na rua, poucos minutos antes do início da partida, o pequeno pôde exibir o seu fôlego... Só para os cachorros, porque não havia mais ninguém longe da tela da TV.

Chegando em casa, a surpresa: o pai assistiria ao jogo com ele. Corneta no pescoço, e o combinado era: se o Brasil fizer um gol, pode tocar a corneta... E o momento tão esperado não chegava... E o guri foi ficando cada vez mais zangado... Reclamava dos passes errados dos brasileiros... Reclamava do juiz... Reclamava do gol perdido... Reclamava um pênalti inexistente...: "Penalteeee!"

Não sei se influenciado apenas pela vontade de tocar a corneta, o menino perdeu a paciência de tal forma que avisou: "Vou torcer para os dois times".
Ficou tão irritante a irritação do pequeno torcedor, que pai e mãe liberaram a corneta, sem qualquer limitação, para o segundo tempo... Achei que as reclamações cessariam depois de matada a vontade de testar o presente novo... Mas os comentários seguiam, indignados, impacientes, imperdoáveis... Parecia uma miniatura de um técnico zangado muito comentado por aí... E nós descobrimos algo capaz de prender a atenção do guri por 90 minutos, ininterruptos... E vamos ver se a corneta toca já no primeiro tempo na segunda-feira...

Meu Filho, Meu Tesouro (50)

25 de junho de 2010 0

Gurias amadas,

O blog de vcs ta cada dia melhor, mais interessante, informativo e com crianças belas, por falar nisso, a Antonela tá uma fofa, parabéns mamãe Tici!

Tenho divulgado bastante o blog aqui na região e na escolinha do João Vitor tbm, aproveito as receitas, as dicas e imprimo pras profes.

Segue as fotos do nosso prícincipe João Vitor de Almeida Barcelos, de Palmeira das Missões, RS

Tomara que publiquem para que nossos familiares e amigos de POA e região possam acompanhar um pouco mais nosso pingo de gente.

Bjs e sucesso cada dia mais e mais.

Mamãe Paty e Papai Magno.
Palmeira das Missões, RS

A busca por um limite e o caso do menino "motorista"

25 de junho de 2010 7

A pedido do blog, Maria Luiza Leal Pacheco, psicóloga, especialista em Psicologia Clínica( UFRGS), mestranda em Psicologia Clínica (PUCRS) e professora universitária comenta sobre o caso do menino "motorista" de 12 anos que pegou a caminhonete da família, enquanto os pais estavam viajando, e acabou causando um acidente envolvendo seis veículos, em Santa Maria, na última terça-feira. Confira que dica ela dá a esses pais e como outros, que passam por situações parecidas, devem agir.

Na Psicologia, primeiramente quando acontecem situações genéricas como a que ocorreu com o menino de 12 anos que pegou o carro dos pais, criamos hipóteses, pois não temos como dar uma "receita" ou até mesmo falar dessa situação específica.
Não temos dados, não conhecemos a família e nem o menino, mas, mesmo assim, podemos encontrar caminhos que possam orientar outras famílias que podem vir a vivenciar situações parecidas com a que ocorreu na última terça-feira, em Santa Maria.
Como dito anteriormente, entende-se na Psicologia que, quando acontece uma situação atípica, pequenos ou grandes delitos, significa que há "recados" para alguém, ou seja,  trata-se de  um sintoma que tem a função de um sinalizador de que algo não está bem.
Pode-se pensar que o menino queria dizer algo a esses pais. Talvez mostrar a eles a falta de atenção em determinadas questões, uma falta de olhar, de cuidado. A situação que o menino vivenciou foi a mesma que meninos da idade dele vivenciam nos jogos eletrônicos, só que, nesse caso, o prazer é maior, pois é real, um real que é inatingível em situações de video game.
O mundo virtual que se faz real ou o real que se faz virtual? Nessas situações, pode-se pensar que, em casos de vida intensa no mundo virtual, há um empobrecimento das relações reais - família, escola, amigos, enfim, todas as possíveis relações consideradas saudáveis para todos os sujeitos, as relações de trocas e investimento que são constituintes para sujeitos saudáveis.
Podemos pensar que pré-adolescentes muito tímidos, que não conseguem extravasar suas emoções, criam estratégias para tal. E isso geralmente acontece em casos em que a repressão familiar é muito intensa ou a falta limites é substancial.
Nas famílias, geralmente falta o olhar, o olhar para além dos cuidados básicos. Falta o investimento no filho, pois as crianças e adolescentes, em muitos casos, ficam sem referência e, quando isso acontece, eles vão buscar no externo uma forma de contenção.
Nesses casos, a intervenção da polícia é um pedido inconsciente dessas crianças ou adolescentes para serem olhados e orientados.
Não podemos pensar na polícia em uma única direção, a da punição. Na verdade, a polícia tem uma função social, de dar limite, estabelecer ordens e regras, dizer o que se pode e o que não se pode fazer. Mas, infelizmente, quando os casos chegam para a polícia, há uma dor maior da família, pois a mesma entende que existe um tipo de falência de seu poder, e que, em alguma instância, houve falhas. E isso é em relação a qualquer situação em que a intervenção da polícia é prioritária, como nos casos das drogas, furtos, roubos, roubos patológicos, que chamamos de cleptomania( que é um roubo sem fins comerciais). A contravenção, de modo geral, para quem pratica dá prazer, e o prazer sinaliza o desprazer, a falta de algo. E nesse sentido, a pessoa que comete delitos busca nesse objeto idealizado uma forma de preencher o vazio subjetivo.
Diante disso, os pais precisam ficar atentos para saber quem são seus filhos, e qual a melhor forma de se sentir  próximos a eles, sem ser igual a eles. A relação não é de igual para igual, se fosse, seriam  irmãos. Mas são pais, pais que escutam, que dão bronca e dizem o que é certo e o que é errado, ou seja, dão uma referência, pois, sem esse investimento, não há lugar para esse jovem e, não havendo lugar,  ele busca estratégias para encontrar um lugar... E esse lugar pode ser o da contravenção.

Por Maria Luiza Leal Pacheco, psicóloga, especialista em Psicologia Clínica ( UFRGS), mestranda em Psicologia Clínica (PUCRS) e professora universitária

O meu João...

24 de junho de 2010 2

Pipoca, carrapinha, quentão... Hoje é dia de São João.  Quem nasce nesse dia deveria ser chamado João, mas foi um Fabiano nascido no dia 24 de junho que mudou a minha vida. O pai da Antonela é um cara sem muita explicação...  E conheço mais uma mulher muito especial que não se chama Joana e também nasceu nesse dia.

O pai da pequena é brincalhão, inteligente, bonitão. Viu! Não é só quando morre que a gente fala bem das pessoas. Pelo contrário, é no auge da vida da pessoa que devemos exaltar as qualidades e relevar os defeitos dela. Afinal, a vida é tão curta...

Divagações a parte, não quero escrever uma mensagem "melosa", mas com o jeito dele: afetuosa e carinhosa. Assim é o pai da pequena, um companheiro e amante "sem palavras". Resumindo "o cara" que encheu de alegria a minha vida é um pai que é quase uma mãe. Só falta o leite. Por isso interpretei os "grunidos" da pequena. Parabéns, papai nós te amamos.

Ajudem essa mãe...

24 de junho de 2010 11

... porque eu, como minha experiência, só posso oferecer meu ombro amigo de mãe.

Tentei resolver as cólicas do Bruno por quase 4 meses, mas não consegui. Ele chorava, sem parar, das 10 da noite até as 4 da manhã. Todos os dias. Foi a maior barra que enfrentei como mãe até hoje. Nem o pé torto congênito do Bruno nem as duas cirurgias que ele fez... Nada me abalou tanto como as cólicas.

Sei perfeitamente pelo que esses pais estão passando, mas nada do que eu tentei, resolveu... Quem tiver uma receita milagrosa, por favor, tenha compaixão e ajude essa mãe...

Enquanto isso, eu, impossibilitada de dar uma dica preciosa, porque, comigo, nenhuma funcionou, vou procurando um especialista para, também, dar uma orientação sobre essa maldita cólica.

"Olá, Fabiana. Sou seguidora do blog já há algum tempo. Adoro, me ensina muita coisa, ja que sou uma mãezinha de primeira viagem. Estou com algumas dúvidas. Minha filha completa 3 meses no dia 30 deste mês e tem tido muita cólica. São cólicas muito fortes. Já tentei de tudo, usei 3 tipos de remédios, e nada surte efeito. Aí, recorri a um chá que minha mãe me recomendou... Mas como dou mamá só no peito, estou com muitas dúvidas do que fazer... Há pessoas que dizem que chá faz bem... Outras, que ele piora ainda mais. Você pode me ajudar? Beijos."

Vida boa...

23 de junho de 2010 1

A pequena não tem muito do que reclamar da vida... Mama a cada quatro horas e na maior parte do tempo fica assim, curtindo a vida. Nos dias mais frios se aquece ao fogo da lareira, brinca e tira várias sonecas. Ainda assite de camarote todos os jogos da copa do mundo e a sala fica uma bagunça. Vê se não dá saudades de voltar a ser bebê.

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